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terça-feira, 6 de março de 2012

Sugestão de novo tratamento psicológico para gays: “cura” da sensibilidade artificial histérica

 

LUCIANO AYAN

 

Hoje em dia, vejo gayzistas tendo chiliques a granel quando ouvem falar de projetos para tentar regulamentar a “cura gay”.

Na verdade, a tal “cura gay” é apenas um procedimento terapêutico (que pode usar PNL, religião e até hipnose, dependendo de quem é o terapeuta) para mudança comportamental.

Terapeutas podem utilizar esse e outros recursos psicológicos para mudar quaisquer comportamentos, como o hábito de fumar, o medo de baratas, a bebedeira, a pedofilia, a zoofilia, a coprofagia e o homossexualismo.

Eu também sou cético em relação aos últimos itens relacionados a sexualidade, mas tecnicamente é possível mudar QUALQUER comportamento, portanto a questão sobre a viabilidade científica do tratamento psicológico para “converter” um gay em heterossexual não pode ser descartada.

Como não é uma cirurgia e nem envolve o uso de medicamentos, é lícito que tratamentos sejam realizados, desde que os pacientes se sintam satisfeitos.

Por exemplo, um amigo meu, psicólogo, sugere um tipo de tratamento para a paixonite, que é a fixação por uma mulher que não lhe dá chances (mesmo que tenha ocorrido alguma relação com ela no passado). É a fixação por algo que lhe é negado.

A dica dele é que se você estiver nessa situação, procure transar com no mínimo 12 (não sei de onde ele tirou o número) mulheres bonitas no mais curto espaço de tempo possível, preferencialmente de 3 a 4 meses. Ele garante que a paixonite acaba e você estará livre para novas mulheres. E sem bloqueios.

Esse tratamento é “científico”? Acho que não, mas se o cliente fica feliz com o resultado, e não está prejudicando ninguém, que mal tem?

Por tudo isso, a fúria dos gayzistas em relação aos tratamentos para “conversão” de gays em heterossexuais é injustificável. E se quiserem fazer um tratamento para “conversão” de heterossexuais em gays, isso não me incomodará nem um pouco.

Aliás, os gays deveriam ficar até satisfeitos. A cada homem que resolve virar gay, sobra mais uma mulher para mim. A cada gay que resolve virar heterossexual, sobra mais homens para ele. Ele devia comemorar, e não começar com choradeira.

Não vejo o homossexualismo como uma doença, mas como um “defeito” em um produto em uma linha de montagem. Idealmente, os meninos tem que ser atraídos por meninas, e as meninas atraídas pelos meninos. Mas surgiu um que não se sente tão atraído por meninas, e uma menina que não se sente tão atraída por meninos. Eu não sou como vários homocéticos, que duvidam que a homossexualidade tenha causas naturais. Por estudar psicologia evolutiva, eu acredito que o homossexualismo pode ser de nascença.

Então, fechamos meu primeiro ponto: eu não acho que homossexualismo é uma doença, mas um “defeito” na linha de montagem. Mas acho que como o homossexualismo é baseado em comportamentos, e como todo comportamento pode ser mudado (criando-se novos hábitos), qualquer tratamento que gere felicidade a quem procurá-lo é lícito, desde que ele não prejudique diretamente aos outros.

Só que isso nos leva a um outro problema, e aí sim temos uma doença: a sensibilidade artificial histérica.

Além de ser uma estratégia da esquerda, pode ser entendido também como um distúrbio mental.

Vamos a alguns exemplos.

Imagine que seu irmão goste de jogar videogame e você diga que não gosta. A partir daí ele ameaça se matar, e diz que está “sofrendo de forma horrível” por se “sentir rejeitado” pelo irmão não gostar de jogar o God of War III.

Minha namorada gosta de comer lasanha de beterraba, eu odeio. E na última vez em que fomos a um restaurante eu disse: “não, sem chance, mas você pode pedir…”. Ela não chorou. Se tivesse feito um ataque, isso seria um problema.

Isso também se aplica a quando um gay resolve fazer um tratamento para tentar deixar de dar o rabo. Outros gays, movidos por esse distúrbio, podem dizer que “estão sofrendo psicologicamente” enquanto outros gays procuram tratamento para conversão.

Nos 3 últimos parágrafos, eu dei exemplos do que seria a sensibilidade artificial histérica: entrar em desespero por que o irmão não quer jogar God of War III, querer se matar por que o namorado não quer comer lasanha com beterraba, e entrar em depressão absoluta por que gays resolveram tentar se converter em héteros são exemplos de uma doença. Essa sensibilidade à flor da pele e exageradíssima, de forma totalmente artificial, não é normal.

E para a sensibilidade artificial histérica aí sim deveria ser feito um tratamento, pois isso com certeza limita a capacidade de alguém viver em sociedade.

Quando Jean Wyllys se mostra totalmente contra o deputado João Campos por este tentar aprovar o direito à prática da “cura gay”, vemos que ele está protegendo pessoas doentes, que são aqueles gays “horrorizados” com a luta pelo estabelecimento de uma prática que vai ajudar aos poucos gays que resolvem deixar de sê-lo. E não causará mal algum a quem quiser continuar a dar o fiofó.

Não, nessa questão não são os gays os doentes. São aqueles que possuem sensibilidade artificial histérica. Sejam eles gays ou não.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".