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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Sites da extrema burrice neuropetista voltam a atacar

MÍDIA SEM MÁSCARA

O protesto de alguns poucos conservadores contra a nomeação do neurocientista Miguel Nicolelis à Pontifícia Academia de Ciências do Vaticano foi o suficiente para que Nicolelis, apoiado por cães de guarda midiáticos como Luiz Calos Azenha e Luís Nassif, rotulasse toda essa oposição de "extrema-direita". Um grupo de pessoas que, na sua visão, seriam violentas e pouco inclinadas ao livre debate democrático, segundo declarou em entrevista publicada nos sites dos dois supracitados agentes da desinformatsia dilmista considerados jornalistas.
Como se não bastasse, o neurocientista, ultrassensível à críticas, pediu reforços em sua segurança pessoal, mesmo admitindo não ter recebido ameaça alguma. E de conhecimento público tornou-se o diagnóstico do mal que aflige a cabeça do Dr. Miguel Nicolelis: neuropetismo crônico e generalizado.
Patologias à parte, vamos ao saneador esclarecimento de algumas questões:
(1) A posição milenar da Igreja Católica sobre o homossexualismo não deixa dúvidas: é um pecado, é imoralidade, é algo que vai contra a própria fisiologia humana.
O neurocientista Miguel Nicolelis apóia a união civil de homossexuais, o que nivelaria juridicamente os casais gays à família tradicional.
(2) A Doutrina Social da Igreja Católica afirma sobre socialismo: os fiéis que o apoiarem estão auto-excomungados (latae sententiae).
Miguel Nicolelis, ateu, não só votou na terrorista candidata do Foro de São Paulo à presidência do Brasil, como escreveu textos em defesa de Dilma Rousseff e seu partido, o PT, durante a campanha.
(3) A Igreja Católica Apostólica Romana se opõe ao aborto.
Nicolelis é a favor da descriminalização do assassinato de fetos.
(4) Consta no artigo 5 da Constituição da Pontifícia Academia de Ciências do Vaticano: "os candidatos a uma vaga na Academia são escolhidos pela Academia na base de seus eminentes estudos científicos originais e sua reconhecida personalidade moral". A escolha, segundo o documento é feita "sem nenhuma discriminação étnica ou religiosa".
Alguém duvida de que qualquer cristão com um mínimo de bom senso questionaria se o Dr. Nicolelis, apoiando o que apóia, é de fato, alguém com "reconhecida personalidade moral"?
(5) Outra pergunta: é vedado a qualquer cristão, no pleno exercício de suas atividades intelectuais, se opor à nomeação de um defensor de socialistas, do aborto e de políticas gayzistas à Pontifícia Academia de Ciência do Vaticano?
Qualquer católico não só tem esse direito, como esta é única postura coerente com os princípios de sua fé. Católicos reconhecem que o Vaticano errou, e os revolucionários, sempre posicionados contra qualquer pronunciamento da Igreja Católica (na verdade, mal escondem que, para eles, ela não deve abrir a boca sobre nada, nunca), desta vez a apoiaram, simplesmente porque favorece um de seus ícones.

A pergunta que resta é: quem é a extrema direita, então, Luís Nassif e Conceição Lemes, endossada por Luiz Carlos Azenha, chamam de "extrema-direita"?
Evidentemente, para esses esquerdistas conhecidos, a "extrema-direita" é composta pelos católicos, e todas as pessoas, cristãs ou não, que se opõem ao aborto, ao socialismo e às políticas gayzistas.
A canalhice da patota ao aplicar tal rótulo aos cristãos já seria aterradora ficasse por aí. Mas deve-se destacar que o rótulo "extrema-direita" comporta aí duas acusações. Além de um suposto extremismo ideológico, (como se defensores do aborto, do petismo e do gayzismo fossem os exemplares máximos da neutralidade política), fica a associação popular, e totalmente falsa, com o nazi-fascismo e com facções da linha da Ku Klux Klan.
Uma associação da qual a edição brasileira do Le Monde Diplomatique deste mês reforça com uma foto de um skinhead com uma suástica tatuada na nuca e a manchete: "Cresce a extrema direita". Nas páginas internas, matéria intitulada "A direita radicaliza", coloca os governos de Mussolini e Franco como inauguradores de um modelo que a "ofensiva da hierarquia católica" dá continuidade, valendo-se do discurso conservador dos "bons costumes".
Ao olhar do observador atento da história, e de um conhecedor do pensamento político minimamente livre da mistificação revolucionária, nada poderia ser mais falso. E ficam algumas perguntas:

Como associar os conservadores, promotores da moralidade judaico-cristã, do livre mercado e do estado mínimo, às ideologias totalitárias de Hitler e Mussolini, socialistas convictos, centralizadores de poder, anticapitalistas, anticristãos e revolucionários?
Como esquecer da apologia da eugenia por parte de ícones do progressismo, como George Bernard Shaw, John Maynard Keynes, Julian Huxley, Sidney Webb (patrono dos socialistas fabianos) E. A. Ross, e Margareth Sanger, fundadora da liga que posteriormente se tornou a instituição abortista Planned Parenthood, tão protegida pela esquerda obamista nos EUA?
Como não levar em conta os vínculos da esquerda acadêmica dita "pós-moderna" com o nazismo, lembrando-se de nomes como Paul de Man e Martin Heidegger?
Como associar a Ku-Klux-Klan a uma suposta extrema-direita, se em 1924 a facção racista participou da convenção Klanbake, do Partido Democrata dos EUA, o partido de Al Gore, Obama, Clinton e Jimmy Carter, ex-presidentes idolatrados pela imprensa socialistóide tapuia?
Não são os conservadores os principais oponentes das políticas raciais esquerdistas, como as quotas nas universidades, políticas essas que fazem do Estado instrumento de oficialização do critério de raça, ao melhor estilo nazista?
Não são os conservadores os adversários de qualquer tentativa de planificação cultural e econômica defendida pela esquerda estatólatra que faz do "Estado de Bem-Estar Social" (que ao surgir, tinha a eugenia como um de seus meios) seu deus?
Respondidas essas perguntas, fica evidente: se há alguém, no âmbito das idéias políticas, próximos a aberrações ideológicas do século XX como o nazismo e o fascismo, estes são os defensores da ideologia mãe destas duas: o socialismo, uma paixão de quase toda a imprensa brasileira atualmente.
Só mentes afligidas pela extrema burrice e pelo neuropetismo não enxergam essa obviedade.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".