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quarta-feira, 14 de julho de 2010

Influência dos ocultistas e “mestres portadores da luz” na implantação da Nova Ordem Mundial

FIM DOS TEMPOS


Autor ocultista revela os três pilares que sustentam a implementação da Nova Ordem Mundial que vem sendo imposta veladamente desde o século XVIII. E hoje, desgraçadamente, conforme a Santíssima Virgem vem denunciando em Suas grandes intervenções, até mesmo por muitos homens da Igreja Católica e Protestante
Eliphas Levy
O sacerdote apóstata, ocultista e cabalista Eliphas Levi explica: “Os iniciados, com efeito, pensavam no século XVIII que chegara seu tempo, uns para fundar uma hierarquia nova [derrubar o papado e a Igreja de Cristo], outros para abater toda autoridade [instaurar a rebelião e a anarquia, derrubar a monarquia e estabelecer a democracia para se chegar ao poder] e levar as sumidades da ordem social de nível igualitário[implantação de poderes totalitários anunciados previamente como democráticos —maior exemplo: a criminosa tirania marxista/comunista]“
O influente ocultista e cabalista Eliphas Levi, foi um padre católico apóstata e um dos muitos subversores do pensamento cristão no Ocidente.
Cultuado como grande ocultista do século XIX, até hoje é tido como uma das maiores autoridades ocidentais de seu tempo em cabala hebraica [a "tradição" que Jesus explicitamente condenou como "preceitos humanos" e "fermento dos fariseus". Cf 9.- As sociedades secretas em contraposição à doutrina do Altíssimo, proclamada por Jesus e pelos antigos profetas de Israel e 10.- O conhecimento esotérico praticado pelos sacerdotes de Israel ].
Suas obras esotéricas são referência para as doutrinas da “nova era” ou “espiritualidade planetária”, para a qual o Ocidente se encaminha ao virar às costas para Cristo e Sua Igreja.
Em seu livro História da Magia (1) relata, de acordo com seus “arquivos secretos”, episódios importantes das origens e disseminação de inúmeras variantes dos conceitos gnósticos e panteístas divulgados pelas sociedades secretas. E hoje, desgraçadamente, conforme a Santíssima Virgem vem denunciando em Suas grandes intervenções, até mesmo por muitos homens da Igreja Católica (e também Protestante), com suas teologias e posturas de cunho reducionista/marxista/socialista/eco-panteísta/macroecumênico.
Obviamente, as sementes da grande revolução planejada pelo governo oculto do mundo estão dando seus frutos venenosos. Embora temporários. E estamos todos sendo obrigados a engoli-los e a experimentar de seu amargo sabor.

Os três pilares da implantação da Nova Ordem Mundial, segundo o ocultista e cabalista Eliphas Levi

E quais frutos amargos são estes? A saber, a partir do século XVIII, os arquitetos da Nova Ordem puseram em ação os seguintes passos:
  • No plano espiritual: a pretendida demolição total da Igreja Católica e do papado, eliminando-se assim a Verdade que são Cristo e a moral cristã;
  • No plano da autoridade: a destruição da civilização ocidental pela tomada de poder por meio da derrubada das monarquias cristãs sob slogans: “revolução”, “democracia”, “liberdade-igualdade-fraternidade”, etc;
  • No plano sócio-político-econômico: a imposição de um sistema socialista globalizado ardilosamente apresentado como “igualitário” [vide comunismo e nazismo], porém, tiranicamente totalitário, cruel e assassino.

Como o plano começou a ser implantado ontem

Em seu livro, Levi menciona a influência de vários ocultistas fundadores e membros de ordens secretas e sociedades maçônicas da Europa, desde tempos anteriores à Renascença, à Reforma e ao Iluminismo. Até hoje, esses ocultistas são cultuados e reverenciados como “mestres” e “portadores da luz”. São os arautos da “nova era”.
Vejamos um pequeno trecho específico que ilustra claramente como foram dissimuladamente engendrados os embriões da Nova Ordem Mundial em nossa civilização, explicitamente a partir do século XVIII.
“(…) Os iniciados, com efeito, pensavam no século XVIII que chegara seu tempo, uns para fundar uma hierarquia nova [derrubar o papado e a Igreja de Cristo], outros para abater toda autoridade [instaurar a rebelião e a anarquia, derrubar a monarquia e estabelecer a democracia para chegarem ao poder] e levar as sumidades da ordem social de nível igualitário [implantação de poderes totalitários anunciados previamente como democráticos —maior exemplo: a criminosa tirania comunista]. As sociedades secretas enviavam seus exploradores por todo o mundo para sondar e despertar as opiniões: depois de Saint-Germain e Lascaris, Mesmer; depois de Mesmer, Cagliostro. Mas todos não eram da mesma escola: Saint-Germain era o homem dos iluminados teósofos, Lascaris representava os naturalistas ligados à tradição de Hermes. Cagliostro era o agente dos templários, por isso escrevia ele numa circular dirigida a todos os franco-maçons de Londres, que chegara o tempo de pôr mãos à obra para reconstruir o templo do Eterno. Como os templários, Cagliostro dava-se às práticas da magia negra e praticava a ciência funesta das evocações (…) como Mesmer, havia encontrado a chave dos fenômenos da mediomania (…) Cagliostro teve um sucesso extraordinário; ele era arrebatado por todos e seu busto achava-se em toda parte com esta inscrição: o divino Cagliostro.” (2)
Aqui também vemos o advento e a popularização da Teosofia/Orientalismo, da Franco Maçonaria e incontáveis outras doutrinas esotéricas e sociedades secretas; o esboço dos contemporâneos ativistas eco-panteístas; a popularização do ocultismo, dos evocadores de espíritos e do mediunismo (cabala, espiritismo, holismo, bruxaria, etc). E claro, também do pequeno grupo de megalomaníacos judeus sionistas que pretendem reconstruir o Templo de Salomão a custa do derramamento de sangue gentio e mesmo dos de sua própria raça, e lá empossarem o seu “messias” que inagurará oficialmente a Nova Ordem Mundial. Aliás, não é a “reconstrução do Templo de Salomão” um dos ensinamentos filosóficos básicos aprendidos pelos franco-maçons nos diferentes níveis de graus inciáticos de suas lojas?
Para quem deseja aprofundar no assunto, cf. 15.- A verdadeira face do “deus” da nova era , lembrando que este é um estudo que deve ser feito em sequência de capítulos para ser compreendido em seu contexto.

Como o plano está sendo implantado hoje

Diante de nossos olhos impassíveis, vemos que o plano vem sendo implantado com certo êxito.
  • Demolição da Igreja e confusão espiritual: aterradora apostasia dentro da Igreja Católica, a começar pela alta hierarquia, descendo por inúmeros sacerdotes, religiosos e religiosas, teólogos marxistas/eco-panteístas/macroecumênicos e agentes de pastorais que incutem e promovem uma militância socialista revolucionária nos fiéis católicos, que já em nada se distinguem dos ateus [exemplo disso no Brasil, cf.Multidão participa da Marcha de abertura do Fórum Social Mundial, apesar da chuva, no site da CNBB ]. Em Roma, vemos o Santo Padre lutando quase solitário para restabelecer a verdadeira Fé e a ortodoxia cristã o quanto possível, sendo ridicularizado e odiado por uma civilização pós-cristã que, por um lado, enfastia-se no consumo de heresias, falsas doutrinas e superstições da “espiritualidade planetária”, e por outro lado, por meio de negações militantes embaladas num antiteísmo pretensamente científico;
  • Destruição da civilização cristã: as nações, cada vez mais globalizadas e fechadas em blocos, vendo suas constituições sendo adulteradas por descarados órgãos de representativade internacional, assistindo passivamente a relativização e inversão de seus conceitos de moralidade, civilidade e patriotismo serem destruídos e alterados por canetadas de seus próprios representantes políticos —já transformados em patéticas marionetes comprometidas até o pescoço com o esquema globalista e, ainda por cima, aclamados pelas massas moralmente subvertidas;
  • No plano sócio-político-econômico: vemos em todos os países tanto as tendências socialistas quanto astendências capitalistas (gerenciadas habilmente como aparentemente antagônicas por meio das engenharias psico-sociais do governo oculto) que marcham para uma pretendida unificação humanista e antropocêntrica, uma espécie de secularização alucinóide que profetiza um “paraíso na terra”, uma utopia revolucionária cujo fim último será o desfecho da implantação da tirania e da ditadura planetária.
Contudo, a Majestade Divina resplandece acima da soberba humana, entra e interfere na história. Assim, Jesus é o rosto de Deus que Se manifesta aos homens.

A última esperança é a escolha que já foi feita

Temos visto muitas pessoas despertando e recobrando sua própria realidade, recompondo sua verdadeira identidade espiritual. Isso em todo o mundo. Nós mesmos, que agora escrevemos essas ciberpáginas, pela graça de Deus já despertamos. A cada dia tomamos consciência de nossa miséria e da nossa imperiosa necessidade da misericórdia divina. E já não mais nos esgueiramos como autômatos na penumbra dos templos de mistérios, em sinistras antecâmaras iniciáticas ou em sessões de evocação de espíritos decaídos… A Santíssima Virgem já nos tomou pela mão e agora, segura e maternalmente, reconduz-nos para Seu Filho.
E, por isso mesmo, desde então rezamos muito. Rezamos por gratidão. Rezamos pelo muito que ofendemos a Nosso Senhor com as escolhas erradas de nossa juventude. Pelo tempo de testemunho que nos resta. Rezamos para os nossos queridos que ainda mantém suas escolhas equivocadas, apesar de bem intencionados e sinceros. Rezamos pelos mal intencionados e não sinceros, para que retrocedam em seus propósitos.
Rezamos, ainda e sobretudo, para a Igreja de Cristo, que traz a salvação. Rezamos para que o Pedro de nossos tempos que, uma vez rompido com sinistros pactos igualmente selados à sombra do segredo e da traição da parte de muitos homens da Igreja, leve adiante sua obra de restauração e conservação do depósito sagrado da verdadeira Fé. Incômodo por sua força, inteligência, caridade e disposição ao sacrifício, fortalecido pelo prometido penhor do Senhor, rezamos e sacrificamos para que retome, na terra, o leme da barca invencível da Igreja, assim como ela sempre esteve segura e triunfante no Céu.
A última esperança é a escolha que já foi feita: Fidelidade e união à Pedra da Igreja, disposição incondicional para a luta e o testemunho, a súplica esperançosa pela glória do martírio… Eis a irredutivel convicção do mergulho na Fé: a antecipada certeza no defintivo e prometido triunfo do Senhor!
Contra essa disposição interior, sustentada pela graça, as sinistras forças da escuridão nada podem fazer…
Fontes consultadas:
1 - LEVI, Eliphas. História da Magia, pp. 320-321. Editora Pensamento. 1993.
2 - LEVI, Eliphas. Op. cit. pp. 320-321.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".