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quinta-feira, 5 de abril de 2012

O esgotamento eleitoral do PT e o esquerdismo de Lúcia Guimarães

 

MÍDIA SEM MÁSCARA

ESCRITO POR NIVALDO CORDEIRO | 03 ABRIL 2012
ARTIGOS - GOVERNO DO PT

Nivaldo Cordeiro comenta a falência do modelo econômico do PT, a corrupção nunca antes vista que o partido de Lula e Dilma trouxe às instituições e o ímpeto com que o PT tenta impor sua revolução cultural, o fomento da imoralidade pura e simples. O articulista do MSM também analisa o desconhecimento do que é o conservadorismo da parte de esquerdistas como Lúcia Guimarães, sempre deslumbrados com a ideia do estado interventor.

O artigo do poeta Ferreira Gullar publicado na Folha de São Paulo ('O real cobra seu preço') neste domingo (1º) traz uma excelente análise sobre o possível esgotamento eleitoral do PT no campo eleitoral. O modelo assistencialista implantado por Lula e continuado por Dilma Rousseff está estrangulando a economia e esse estrangulamento está visível a olho nu, com a morte da indústria e o sacrifício na infra-estrutura, sem investimentos necessários. O modelo econômico está arruinando a Nação e cobrará seu preço eleitoral.

À análise do poeta acrescento a minha, do esgotamento eleitoral pela via da moral. De um lado, a corrupção está alcançando no Brasil proporções mexicanas, a ponto de a vida prática estar integralmente dependente de pagamento de propinas aos "comissários do povo", o mesmo povo que voto e não pode deixar e notar a pestilência dos corruptos. Do outro, a tentativa inútil e deletéria de finalizar a revolução cultural marxista, com seu assalto final contra a família nuclear monogâmica.

Por isso o aborto assumiu para Dilma Rousseff a condição de ponto programático e a positivação no sistema jurídico dos vícios está mobilizando os conservadores. Isso também custará caro do ponto de vista eleitoral.

Assista ao comentário de Nivaldo Cordeiro na íntegra: O esgotamento eleitoral do PT

 

O artigo de Lúcia Guimarães publicado no Estadão neste domingo (1º), ‘Doença infantil do conservadorismo’, é didático para se compreender o abismo que separa as posições conservadoras das esquerdistas. Ela relata a fala de um juiz conservador norte-americano (Antonin Scalia), que disse que permitir que Obama aprove o seguro-saúde compulsório seria o mesmo que aprovar a compulsoriedade do consumo de brócolis.

Lúcia ficou escandalizada, por pensar sempre com o paradigma de um Estado intervencionista que tudo pode, nas supostas boas intenções. Não compreende o motivo do escândalo dos conservadores, que é precisamente a tentativa de intervenção, sempre mal vista por atentar contra as liberdades.

No vídeo: O esquerdismo didático de Lúcia Guimarães

 

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".