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terça-feira, 3 de abril de 2012

Conselho de Psicologia inicia processo disciplinar contra Marisa Lobo, que rebate acusações: “é perseguição”. Assista

 

GNOTÍCIAS

Publicado por Tiago Chagas em 2 de April de 2012

Conselho de Psicologia inicia processo disciplinar contra Marisa Lobo, que rebate acusações: “é perseguição”. Assista

A psicóloga Marisa Lobo publicou um vídeo no Youtube demonstrando sua indignação com o processo disciplinar instaurado pelo Conselho Federal de Psicologia contra ela, que poderá culminar com a cassação de seu direito à exercer a profissão.

Marisa Lobo foi notificada sobre a instauração do processo no último dia 20/03, por ter se negado a retirar de suas páginas na internet as menções que faz em relação à sua fé. Essa recomendação tinha sido passada a ela pelo Conselho Regional de Psicologia do Paraná, estado onde ela atua.

Para Lobo, trata-se de perseguição religiosa: “A questão é cadê a prova que uso religião no meu consultório? É perseguição!”, afirmou. Pesa contra ela no processo disciplinar a acusação de que ela teria usado seu consultório para difundir sua fé. Marisa Lobo nega, veementemente: “É mentira”, e rebate, afirmando que existem psicólogos que aplicam princípios espíritas em consultas: “há mais de 30 anos existem práticas espíritas inseridas no tratamento psicológico, como o trabalho de regressão”.

Demonstrando determinação, ela pede oração para que não seja derrotada durante o processo, pois, segundo ela, se isso acontecer, será o princípio da exclusão dos cristãos em todas as profissões: “O que eles querem é isso: que nós sejamos uma raça inculta, de gente ignorante”.

Confira o pronunciamento da psicóloga Marisa Lobo no vídeo abaixo:

 

2 comentários:

Anônimo disse...

seu careca de merda vai trabalhar vagabundo

Cavaleiro do Templo disse...

Ficou com raivinha? Leia este que passa: http://www1.folha.uol.com.br/poder/1084670-justica-extingue-acao-contra-pastor-silas-malafaia-por-homofobia.shtml

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".