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terça-feira, 3 de abril de 2012

LIVRO: Meu vizinho é um psicopata

 

EDITORA SEXTANTE

Martha Stout

Clique aqui para baixar o primeiro capítulo em .PDF

"Este livro deve ser lido como uma vacina. Com casos clínicos claros, ele nos ensina a identificar as pessoas que podem nos causar muito sofrimento. E a única arma para lidar com um psicopata é o conhecimento."- Fátima Vasconcellos, presidente da Associação Psiquiátrica do Estado do Rio de Janeiro e especialista em Psiquiatria Forense pela Associação Brasileira de Psiquiatria

Você conhece algum psicopata? Pense bem antes de responder que não. Quando ouvimos essa palavra, logo pensamos em criminosos violentos, serial killers, como vemos na TV e no cinema. Mas a verdade é que nem todos eles são assim.

Psicopatia é o termo mais popular para nos referirmos à sociopatia, distúrbio que se caracteriza pela falta de consciência e que é bem mais comum do que imaginamos, atingindo uma em cada 25 pessoas.

Entre seus principais "sintomas" estão: incapacidade de adequação às normas sociais; falta de sinceridade e tendência à manipulação; impulsividade; irresponsabilidade persistente e ausência de remorso.

Para atingir seus objetivos, o psicopata é capaz de mentir, roubar, manipular e até matar sem sentir culpa alguma. Talvez seja um marido agressivo, um pai que maltrata os filhos ou um chefe que humilha os funcionários.

Embora saibam o que é certo ou errado, os sociopatas simplesmente não se importam com isso. Conhecem as regras da sociedade e entendem como nós, pessoas com consciência, agimos e pensamos - e lançam mão disso para nos manipular e circular despercebidos em nosso meio.

Com anos de experiência no atendimento a vítimas de psicopatas, a Dra. Martha Stout traça um retrato preciso desses indivíduos, explica como identificá-los e ensina 13 regras para nos defendermos da ameaça que eles representam.

Lançado em 2005 nos Estados Unidos e publicado em vários países, Meu vizinho é um psicopata se tornou uma referência sobre o assunto e ganhou o prêmio Books for a Better Life (Livros para uma vida melhor) daquele mesmo ano por sua significativa contribuição à sociedade.

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Imagine um mundo em que uma em cada 25 pessoas seja um psicopata: não sinta compaixão, empatia ou amor, não tenha nenhum vestígio de emoção e seja capaz de enganar, manipular, roubar e até matar para atingir seus objetivos.

Se você acha que essa é a descrição de um assustador suspense psicológico, está completamente enganada - trata-se da nossa realidade. Apesar de a psicopatia ser mais comum do que se imagina, a maioria das pessoas não sabe nada sobre esse distúrbio e é incapaz de reconhecer os psicopatas não violentos que nos cercam.

Um profissional ambicioso, que passa por cima de todos para conquistar o sucesso, um executivo que maquia o balanço da empresa e inventa mentiras sobre os colegas, ou alguém que vive às custas dos outros - todos eles têm algo em comum: não possuem consciência, a característica mais fundamental dos seres humanos.

Em Meu vizinho é um psicopata, a Dra. Martha Stout explica de forma simples e direta o que é esse transtorno quase inimaginável para a maioria das pessoas e nos ensina a identificar esses indivíduos maléficos, que podem estar onde menos se imagina.

Para que possamos nos proteger, ela oferece 13 regras indispensáveis, entre elas:

- Questione a autoridade: confie sempre nos seus instintos, principalmente quando todos já tiverem parado de questionar.

- Desconfie da bajulação: quase sempre se trata de uma tentativa de manipulação.

- Cuidado com a tendência a sentir pena: os sociopatas adoram despertar a piedade dos outros e tiram proveito desse sentimento.

- Não tente recuperar os irrecuperáveis: dedique-se apenas às pessoas que realmente querem - e merecem - ser ajudadas.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".