Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

NOVE - AS NOVAS CARAS DO MOVIMENTO ESTUDANTIL

Fonte: O GLOBO
07/10 às 00h07 Maiá Menezes


Nove, grupo que se organizou após crise do Enem, critica UNE e Ubes



giovana beviláqua do colégio legrand e carolina delamare, integrantes do nove - michel filho

RIO - No condomínio de um prédio na Gávea, Zona Sul do Rio, 12 estudantes de classe média organizam um movimento que acabou de nascer e já ganhou as ruas: o Nove, Nova Organização Voluntária Estudantil. Mais do que protestar contra a desorganização do Enem, eles defendem a reforma do sistema educacional brasileiro. Com metas estruturadas e uma adesão relâmpago, inflamada pelas redes sociais na internet e pela revolta com o vazamento das provas do enem , os jovens rejeitam lideranças, fazem cara feia para políticos e são unânimes em desqualificar a UNE e a Ubes (entidades que existem para representar estudantes universitários e do ensino médio) como representantes de seus pleitos. ( leia mais: mec marca para os dias 5 e 6 de dezembro nova prova do enem).

Reunidos nesta terça-feira a pedido do GLOBO depois de seguidas passeatas nas ruas do Rio, os 12 frisaram que são apenas parte do Nove. Ao todo, os organizadores já passam de 45, representando alunos de 24 escolas (mais do que o dobro da semana passada, quando foi descoberta a fraude e o Nove foi criado).


- Somos apartidários, não queremos nos envolver com nenhum tipo de jogo político. A maioria dos movimentos se perde porque acaba devendo a algum governo ou a algum partido. E deixam de representar os estudantes - sintetizou Pedro Lontra, 18 anos, estudante do Notre Dame, em Ipanema.


Estudante do Pedro II do Centro do Rio, Julia Bustamante, de 17 anos, ironiza a presença de representantes da Ubes em sua escola:


- Eles aparecem de dois em dois anos.


É sensação parecida com a de Bruno Glatt, de 17 anos, estudante do colégio PH, em Ipanema, e de Kenzo Soares, estudante da UFRJ que participa das reuniões, mas não integra o movimento:


- Muita gente não sabe como encontrá-los (os representantes da Ubes). A gente não vê esse movimento estudantil nas escolas - diz Bruno Glatt.


- As entidades que deveriam representar os estudantes não conseguem mais se articular com a gente. A nossa articulação se dá por esses espaços de base, com reuniões nas escolas - completa Kenzo, que participa das reuniões para ter chances de "construir pontes" entre quem está nas escolas e quem formula as políticas públicas de educação.


Nove nasceu na classe média fluminense

júlia almeida defende o acesso a uma educação melhor - michel filho

Nascido há exatamente seis dias, no berço da classe média fluminense, o Nove rechaça o preconceito dos que taxam o movimento de elitista:


- Podem falar que eu sou patricinha. Mas ninguém é uma coisa só. O que não quero é que daqui a alguns anos eu tenha um filho e ele não tenha a educação que tive. Quero que ele possa ter acesso a isso, independentemente de em que classe social esteja - diz Julia Almeida, de 17 anos, aluna do Teresiano, ressaltando que consegue dividir a militância com o salão de beleza para cuidar das unhas e do cabelo impecável.


- Não é um movimento de classe média. Tivemos adesão de escolas públicas, como os colégios de aplicação e o Pedro II. Teve um embrião aí, mas não é o perfil do movimento - rejeita Paulo Di Celio, de 17 anos, estudante da Escola Parque.


Para dar ênfase à preocupação de democratizar o protesto, Carol de Lamare, do colégio Santo Inácio, conta que o grupo descartou ideia proposta por colegas, na comunidade do movimento, no orkut, de que a primeira passeata em protesto contra a desorganização do Enem fosse em Ipanema. O ato reuniu cerca de 200 estudantes no Centro do Rio.


- Ipanema é mais perto da minha casa (em Copacabana). Eu iria de bicicleta. Mas disse: não é isso que a gente quer. Não queremos ser Zona Sul. É muito maior do que isso. Pedimos também que viessem de camisa branca, para não diferenciar as escolas.


O engajamento dos estudantes tem seu grau de pragmatismo. Mesmo conscientes de que o acesso à educação qualificada garante a eles segurança no futuro, os jovens avaliam que o resultado do investimento público no setor vai mudar a vida de todos - o que ajuda no desenvolvimento do país:


- Não é que a gente seja santo. No futuro será vantajoso para todo mundo. Com mais educação se tem um país que produz mais, menos violento, mais seguro. Educação é a base. Isso é falado nas redações que a gente faz para o vestibular. Se a gente conseguir isso, é a solução maior. Leva país para a frente - diz Paulo Di Celio.


O "neomovimento estudantil", nas palavras dos estudantes, prevê o exercício demorado da democracia: o primeiro encontro do grupo durou quatro horas. A lentidão das decisões, no entanto, tem como contraponto a agilidade da internet. Grande parte dos jovens, caso de Giovanna Bevilacqua, do Legrand, foi convocada por mensagens de celular e por redes sociais.


Herdeiros de uma geração que lutou contra a ditadura militar, os jovens relatam a angústia com um vazio por novas bandeiras. A maioria acabou de despertar para a possibilidade de mudar a sociedade:


- Nunca tive ideais revolucionários. Mas fazer algo em relação à educação sempre esteve nos meus planos. E foi isso que me fez aderir ao Nove - conta Bruno Glatt.


- O movimento valeu para eu suprir um vazio. Não é pelo fato de a gente não ter mais ditadura militar que a gente não tem mecanismos repressivos na sociedade. A gente tem muitos problemas no Brasil por que lutar - diz Paulo Di Celio.


- Para mim é uma oportunidade de acabar com o comodismo - faz coro Ana Elisa Bekken, com vaga já garantida na universidade, depois de passar para Relações Internacionais na PUC. - Meu objetivo maior agora é reformar o sistema educacional no Brasil.

Mino Carta proclama: os Estados Unidos são de extrema-esquerda

Leia a revista CARTA CAPITAL e transforme seu cérebro em geléia ou, no mínimo, ficará sujeito a análises como esta que você vai ver abaixo sobre Stálin, e, por consequência da "opinião" deste senhor, a sua "descoberta" de que os Estados Unidos é um país da extrema-esquerda (visto que lá existe a liberdade) e que Cuba é de extrema-direita (visto que lá não existe liberdade).

Quem é este senhor? É este aqui.



Um “punhado” de 700

Fonte:
por Henrique Dmyterko em 17 de setembro de 2009 Opinião - Cultura


Al Gore: símbolo de uma campanha onde a difamação e a censura contra os críticos é a base de tudo

S

eguindo a máxima leninista segundo a qual a melhor tática é acusar o outro daquilo que você é e daquilo que você faz, um conjunto de bem orquestradas declarações vindas do complexo políticos-mídia-pseudociência-ONU durante anos tentou varrer o elefante para debaixo do tapete, insistindo no inexistente consenso sobre o aquecimento global antropogênico. Mas elefantes incomodam muita gente e não param de entrar na sala: já são mais de setecentos.

Distorção: Em fevereiro de 2006, Miles O’Brien, da CNN, trombeteava: “[O] s céticos do aquecimento global causado pelo homem foram comprados e pagos pela indústria de combustíveis fósseis [petróleo e carvão mineral]”. Em julho de 2007, O’Brien sentenciava: “O debate científico acabou”. Lapso jornalístico, escancarada e arrogante ignorância ou tendenciosidade bem calculada?
Realidade: Os céticos sofreram e continuam sofrendo todo tipo de pressão, constrangimento e ameaças, que incluem perda de cargos, corte de verbas para pesquisa e censura de artigos em publicações, numa verdadeira caça às bruxas. Não obstante, o debate nunca acabou; o que se tentou foi suprimi-lo da academia e afastá-lo dos olhos e ouvidos do público.
Distorção: Em maio de 2006, o Washington Post anunciava: “Há apenas um punhado de céticos”.
Realidade: Em 2006, o número catalogado de cientistas contrários à tese do aquecimento global antropogênico já somava quatrocentos (400) nomes ilustres.
Distorção: Em fevereiro de 2003, o Dr. Rajendra Pachauri, presidente do IPCC [ONU], fazia piada dos céticos: “Há uns trezentos anos, uma Sociedade da Terra Plana foi fundada por aqueles que não acreditavam que o mundo era redondo. Essa sociedade ainda existe; provavelmente tem uma dúzia de membros”.
Realidade: Para um cientista com tamanha responsabilidade é uma leviandade fazer uso de falácias, i.e., argumentum ad hominem [ataques ao caráter e à conduta das pessoas e insultos ou elogios pessoais substituem o raciocínio sobre o ponto em questão] e argumentum ad ignorantiam [um argumento que soa convincente aos outros porque esses ignoram a fraqueza do argumento e dos fatos que se contrapõem a ele].
Distorção: Em agosto de 2006, o repórter Bill Blakemore, da ABC News, “especializado” em aquecimento global, afirmava: “Após extensas pesquisas, a ABC News não encontrou nenhum debate científico a esse respeito”.
Realidade: O debate é cada vez maior, enquanto os cinquenta e dois (52) cientistas que participaram do Sumário do IPCC para Formuladores de Políticas, versão 2007, tiveram de aquiescer aos desejos dos líderes políticos da ONU, num processo que foi descrito como algo mais próximo de uma batalha numa convenção partidária, e não um processo científico.
A lista de ataques, chacotas e distorções é longa e pertinaz, mas creio ser mais útil ao leitor conhecer a lista dos setecentos (700) céticos que já se manifestaram contra o referido consenso. Na realidade, não é uma mera lista de nomes, mas um relatório completo elaborado pela Comissão de Meio Ambiente e Obras Públicas (EPW) do Senado dos Estados Unidos, que inclui as biografias de cada um dos 700 cientistas e suas citações, artigos e links para consulta. O relatório abrange cientistas de vários países, incluindo Estados Unidos, Inglaterra, Austrália, Canadá, Japão, China, Argentina e também do Brasil.
Por questões editorias, uma vez que o relatório tem 255 páginas, forneço os links para acesso ao mesmo e para o download do arquivo em PDF (ambos em inglês).
Peço que o leitor atente para os números: 700 céticos com tudo a perder contra 52 adeptos do “consenso” bem remunerado. É um “punhado” treze vezes maior.

Finalizando, faço menção especial ao Prof. Ricardo Augusto Felicio, do Departamento de Geografia da USP e Doutor em Climatologia, que em longo e interessantíssimo comentário ao meu primeiro artigo sobre ambientalismo, gentilmente solicitou a divulgação de um site brasileiro, www.fakeclimate.com, construído e administrado por professores e pesquisadores brasileiros. Lá, o leitor poderá encontra uma ampla gama de artigos acadêmicos em língua portuguesa que demolem a tese do aquecimento global antropogênico.

Não aprovo nem desaprovo as eventuais declarações políticas contidas no referido site, e simplesmente porque não as conheço: preocupei-me apenas com os aspectos científicos. Quanto a isso, posso afirmar que os artigos lá publicados são muito sérios, rigorosos e que confirmam tudo aquilo que já afirmei sobre aquecimento global com base em fontes estrangeiras. Vale conferir.

Uma gota de sangue - entrevista e debate

Demetrio Magnoli lança o livro Uma Gota de Sangue - história do pensamento racial que mostra mais uma criação da "reliciência", as raças. Reliciência é a "ciência" se prestando ao serviço porco de criar material político com base em mentiras, falsidades, argumentos de jumentos e por aí afora. Como isto não tem nada de ciência, precisa que seja inoculado nas pessoas não através de provas, pois inexistem, mas como uma "questão da fé". Daí o nome reliciência. É ciência fazendo de conta que é religião para servir a propósitos políticos.

Notem nesta primeira bateria de vídeos que o professor estudou para produzir este livro. É bem diferente do frei da segunda bateria de vídeos, um crente na reliciência das raças.

Nesta segunda bateria de vídeos o frei e outra pessoa dizem que os cotistas estão com as mesmas notas que os não cotista. O frei fala também que o jovem da classe média consegue passar no vestibular pois estuda em escola boa e fica com as vagas, portanto.

Ora, mas como pode alguém não passar no vestibular, ter acesso mesmo assim ao curso superior e lá dentro tirar notas iguais aos que passaram? Como seria isto possível? Pois o vestibular pergunta ao aluno o seguinte:

- Você tem base escolar para estudar outras coisas além disto que está aqui nestas questões? Você já sabe isto que está aqui nestas provas o suficiente para continuar seus estudos, ir além do que você já sabe?

Se o aluno não passa, ele está respondendo NÃO a estas perguntas.

Que tipo de mágica estaria sendo empregada para que este aluno que, segundo o frei, não teve escola o suficiente para responder SIM àquelas perguntas consiga ter as mesmas notas SEM A BASE ESCOLAR NECESSÁRIA que os alunos dos cursinhos pagos tiveram?

O que o frei e a outra pessoa estão dizendo que o vestibular não serve para nada, portanto. O próximo passo para ingresso nos cursos superiores talvez seja a abolição de testes para verificar se o aluno pode ou não ir para a faculdade/universidade.

Por fim, o frei não mostra nenhuma preocupação com o assunto mais importante, a resolução definitiva do problema educacional do Brasil, que é escola pública que preste. Ele diz que tentou por 30 anos mas que quem poderia resolver não quer. Demétrio responde com a consideração mais óbvia do mundo: quem não quer acertar o problema quer criar raças e para estas as cotas. E o frei diz que deixou isto claro no início do programa. Eu não ouvi ele falando nada sobre isto, talvez você consiga.

Em resumo, é mais uma etapa do estabelecimento da sociedade sociopática não-meritocrática por excelência e por definição. Aliás, minto: o mérito em sociedades sociopáticas (ou comandandas por sociopatas) é a quantidade de canalhice que a criatura tem dentro de si. Este vira "prezudênti".

Não quero falar mais pois vai perder a graça, vejam os vídeos.



terça-feira, 6 de outubro de 2009

Teste muito interessante


Esse é um teste psicológico de verdade...

- Uma garota, durante o funeral de sua mãe, conheceu um rapaz que
Nunca tinha visto antes.
Achou o cara tão maravilhoso que acreditou ser o homem da sua vida.
Apaixonou-se por ele e começaram um namoro que durou uma semana.
Sem mais nem menos, o rapaz sumiu e nunca mais foi visto.
Dias depois, a garota matou a própria irmã.

Questão: Qual o motivo da garota ter matado sua própria irmã???

(Não desça até o final antes de ter pensado em uma resposta!!!!!)

Realmente tente responder pois é interessante.




















* Resposta:*

- Ela matou porque esperava que o rapaz pudesse aparecer
Novamente no funeral de sua irmã.


Se você acertou a resposta, você pensa como um psicopata.

Esse é um famoso teste psicológico americano para reconhecer a
Mente de assassinos seriais ( Serial Killers).

A maioria dos assassinos presos acertou a resposta.

Para um psicopata, sempre os fins justificam os meios.


- Se você errou...
Bom para você,
Bom para sua família e
Bom para seus amigos.


- Se você acertou a resposta...
Apague meu nome da sua agenda,
Apague meu nº do seu celular,
Apague meu e-mail do seu micro e
Esqueça que me conheceu um dia!!!

Ética sociopática - já em 2000 Olavo mostrava o que é o esquerdismo nacional: SOCIOPATIA INDUZIDA E COLETIVA

Fonte: ÉPOCA
Edição 131 20/11/2000

OPINIÃO

Por Olavo de Carvalho


Maquiavelismo revolucionário camuflado em luta pela ética faz mal à saúde moral do país


Mas o psicopata (ou sociopata) não é um doente mental da forma como nós o entendemos. O doente mental é o psicótico, que sofre com delírios, alucinações e não tem ciência do que faz. Vive uma realidade paralela. Se matar, terá atenuantes. O psicopata sabe exatamente o que está fazendo. Ele tem um transtorno de personalidade. É um estado de ser no qual existe um excesso de razão e ausência de emoção. Ele sabe o que faz, com quem e por quê. Mas não tem empatia, a capacidade de se pôr no lugar do outro.”

Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva

Psiquiatra e escritora, diretora das clínicas Medicina do Comportamento, no Rio e em São Paulo, onde atende pacientes e supervisiona tratamentos.




Outro dia escrevi que Fidel Castro começara sua carreira assassinando um político qualquer só para cavar favores de um inimigo da vítima. Alguém replicou, indignado, que não era justo polemizar contra o regime cubano mediante “ataques à vida pessoal” de seu representante.

Estão vendo por que digo que o atual esquerdismo brasileiro não é um fanatismo simples, mas um fanatismo de sociopatas?

O simples fanático não chega ao desvario de proclamar que um homicídio político é puro assunto de foro íntimo do homicida, sem peso no julgamento de seu desempenho de homem público. Para tanto é preciso que ele tenha sacrificado no altar de sua fé o último vestígio de discernimento ético.

Fanatismo, por si, não implica dessensibilização moral. Essa é, em contrapartida, a definição mesma da sociopatia.

Não se trata, evidentemente, de sociopatia individual e espontânea, mas coletiva e induzida. Milhões de brasileiros estão se deixando reduzir à completa obtusidade pela prostituição de seu senso ético a uma formidável mentira eleitoral. Um partido que, em seus planos estratégicos, se propõe implantar no país um regime comunista de tipo cubano, mas em sua propaganda escamoteia esse dado essencial e vende uma imagem ideologicamente inócua de probidade administrativa, está, com toda a evidência, introduzindo um grave desvio de foco nas discussões públicas. O PT, de fato, parece ter menos corruptos que os outros partidos. Ao sugerir, porém, que essa diferença o torna especialmente apto a governar com lisura num regime democrático, ele omite que ela é apenas um subproduto da disciplina revolucionária voltada à destruição desse regime. Todo partido revolucionário é, nesse sentido aparente, “honesto”: não porque respeite as leis e a ordem, mas porque os rigores da guerra contra a lei e a ordem não lhe permitem o luxo de sacrificar a estratégia geral a ambições individuais. Ele não pode dizer isso em público, mas pode se aproveitar dessa mesma circunstância para fazer da luta em favor da moral a mais perfeita camuflagem de uma radical insinceridade. Não foi à toa que Antonio Gramsci fez do partido revolucionário a nova encarnação do Príncipe de Maquiavel.

Falando em nome dos mais altos anseios éticos, usando de sua falsa identidade até mesmo como instrumento de chantagem psicológica para instilar sentimentos de culpa nos eleitores que votassem contra ele, o bem-sucedido discurso petista ficou muito abaixo, não digo das injunções superiores de uma ética de virtudes, mas das exigências mais comezinhas do Código de Defesa do Consumidor.

Nunca, na história psicológica deste país, uma estratégia tão visceralmente fraudulenta logrou colocar a seu serviço, mediante propaganda enganosa, os sentimentos mais nobres e elevados de tantos eleitores. Nunca aquilo que há de melhor na alma dos cidadãos foi tão maquiavelicamente usado, desvirtuado, prostituído.

Corruptio optimi pessima: não há improbidade administrativa que possa se comparar, na malignidade de seus efeitos profundos, a essa propositada deformação da inteligência moral de um povo. Não espanta, pois, que pessoas submetidas a tamanha deseducação acabem se estupidificando a ponto de julgar que homicídios políticos sejam detalhes da vida pessoal, inaptos a manchar no mais mínimo que seja uma bela carreira de homem público.

Olavo de Carvalho é filósofo

Livro gratuito para download: INFANTICÍDIO INDÍGENA NO BRASIL - A TRAGÉDIA SILENCIADA



*Você sabia que em várias tribos indígenas no Brasil, crianças recém-nascidas são enterradas vivas, estranguladas, ou simplesmente deixadas na mata para morrer?

* Você sabia que a FUNAI (Fundação Nacional do Índio) está de acôrdo com essa prática nefanda, em nome do respeito à “cultura indígena”?


* Você sabia que o CIMI (Conselho Indigenista Missionário da Igreja Católica) concorda com a atitude da FUNAI e se recusa a ajudar os índios a abandonar tais práticas?


As denúncias são muitas, os fatos são facilmente verificáveis, averdade está aí diante de todos. Só os que se cegaram voluntáriamente não a podem – ou querem – ver. Muitos dos próprios índios já se opõem ao morticínio. Entretanto, A FUNAI e o CIMI ignoram suas vozes e são contra um projeto de lei que visa acabar com o infanticídio.


Uma vez que o próprio governo, a quem a FUNAI serve, quer legalizar o aborto no Brasil, compreende-se que a FUNAI seja a favor do infanticídio em nome do “respeito à cultura indígena”,pois o aborto é simplesmente infanticídio pré-natal.


Um exemplo:


A Revista Istoé, de 20 de fevereiro de 2008, publicou artigo intitulado “O garoto indio que foi enterrado vivo – Amalé quase foi morto em nome dos costumes indígenas. E a Funai faz vista grossa ao infanticídio de algumas tribos”.


“A dramática história desse pequeno índio é a face visível de uma realidade cruel, que se repete em muitas tribos espalhadas por todo o Brasil e que, muitas vezes, tem a conivência de funcionários da Funai, o organismo estatal que tem a missão de cuidar dos índios. ...


“A Funai esconde números e casos como este, mas os pesquisadores já detectaram a prática do infanticídio em pelo menos 13 etnias, como os ianomâmis, os tapirapés e os madihas. Só os ianomâmis, em 2004, mataram 98 crianças. Os kamaiurás, a tribo de Amalé e Kamiru, matam entre 20 e 30 por ano. ...


“Os rituais de execução consistem em enterrar vivos, afogar ou enforcar os bebês. Geralmente é a própria mãe quem deve executar a criança, embora haja casos em que pode ser auxiliada pelo pajé.


“Os próprios índios começam a se rebelar contra a barbárie”. ... “A Funai está contagiada com esse relativismo cultural que coloca o genocídio como correto”.


Mas que o CIMI da Igreja Católica seja a favor da continuação da prática do infanticídio em nome do “respeito à cultura indígena” e seja contra um projeto de lei que visa acabar com o infanticídio, é simplesmente irracional, escandaloso, desumano.


“Os missionários do Cimi não consideram o infanticídio uma prática selvagem dos índios e defendem que essa cultura tem lógica nas aldeias com pouco contato com a cultura ocidental”. ... “A entidade inaugurou há alguns anos um novo método de evangelização. Não batiza as crianças indígenas e aceita a teologia e os rituais dos diversos povos”. (“Correio Braziliense”, de 24 Julho 2008)

Hakani: a indiazinha que foi enterrada viva mas sobreviveu graças a seu irmão. Na foto, com sua mãe adotiva, a Sra. Márcia Suzuki, porta-voz do movimento pela abolição do infanticídio indígena, o ATINI. Na outra foto, estado em que se encontrava a menina quando foi salva. (www.atini.org)


E porque o CIMI é a favor de um status quo tão desumano? Será que, embora levem o nome de “católicos”, pertencem a outra religião, relativista e neo-pagã, que nega a revelação de Jesus Cristo e a substitui pelo tribalismo mais bárbaro?


A publicação do livro eletrônico “INFANTICÍDIO INDÍGENA: A TRAGÉDIA SILENCIADA”, da lavra de Raymond de Souza, visa alertar os brasileiros, especialmente as autoridades civis e religiosas, a fim de que façam um compromisso com a Cultura da Vida e trabalhem para acabar com o infanticídio em nossas tribos indígenas.


Crianças índias também são seres humanos! São brasileiros como nós, e devem ter seu direito à vida respeitado segundo a Constitutição do Brasil, a Lei Natural e a Lei de Deus.

Guerra civil ainda encabulada, por Paulo Brossard*

Fonte: ZERO HORA
21 de setembro de 2009

Faz algum tempo, em entrevista à Bandeirantes, em São Paulo, a uma pergunta dos entrevistadores respondi que não fazia previsões, embora alimentasse apreensões, o que levou um deles a indagar se me referia ao MST; “também” foi a resposta; “então há outros?”. E, diante da resposta afirmativa, perguntou se podia mencioná-los, ao que aditei, exemplificativamente, sistema hospitalar, penitenciário, policial, a favelização das grandes cidades e suas ligações com o tráfico, entre outros. Os dias se passaram e, infelizmente, as minhas apreensões não foram infirmadas. Estou a lembrar-me do fato acompanhando notícias recentes daqui e de longe. Ao que se diz, 16 ônibus empregados no transporte coletivo foram incendiados na capital da Bahia, nove postos policiais militares destruídos, 10 mortes e 20 presos. Por quê? Em reação a medidas comuns da administração no sentido de transferir condenados, em razão de tráfico de drogas, de uma prisão para outra de maior segurança; este fato, até então curial, teria motivado a reação violenta e as ameaças difundidas resultaram na solidariedade de pessoas ligadas ao mesmo ofício, umas condenadas, outras não.

Os fatos foram largamente divulgados. E, qualquer que seja o nome que se der a eles, a inegável realidade é que a nação presencia o conflito rude e aberto entre entidades sem face e o poder público, com a singularidade delas armam-se contra o Estado, cuja ação, até ontem havida como normal, é questionada em termos belicosos. A autoridade timorata, de um lado, de outro uma entidade sem existência legal, usando a linguagem das armas. Até onde sei, trata-se de uma modalidade de guerra civil. Ou será exagero meu?

Fato semelhante foi bosquejado pelo MST, que, para significar sua divergência com o governo, projetou invadir propriedades “produtivas”. Mês passado, a mesma entidade anunciou movimento de âmbito nacional de invasões e no dia e na hora marcados, exibindo seu poder e sua disciplina militar, realizou a tarefa anunciada em 10 Estados, metade do Brasil; o Ministério da Fazenda e prédios públicos foram os preferidos. O novo plano é refinado. Não alega que as invasões serão em terras ditas “improdutivas”, mas, às claras, em propriedades “produtivas”. É o requinte. Em geral as propriedades invadidas são produtivas e algumas modelarmente produtivas, como as destinadas a aprimoramento seletivo de espécies vegetais, selvagemente destruídas, agora, para proclamar o dogma de que a ilicitude não tem limites, a insolência chega ao ponto de afiançar que as invasões visarão às propriedades “produtivas”. Sempre me chamou a atenção o rigor técnico, senão científico, do movimento desde o início, quando começou alterando o dicionário, chamando de “ocupação pacífica” o que a lei denominava “esbulho” ou “invasão”. Graças a essa “camuflagem”, invadiu o que quis sem dizer que invadia; usou outro nome. Agora, quando a invasão já não assusta ninguém, tão familiar se tornou ou, a entidade que, faz anos, promove invasões, chega ao requinte de afirmar, à face do Estado, que atingirá as propriedades “produtivas”, seguindo a regra de dois passos à frente e um passo para trás.

Dizem os jornais da semana finda que nenhuma reparação tiveram as muitas vítimas de invasões que têm se sucedido e, por isso mesmo, têm se repetido monotonamente, porque entre o invasor e o invadido o poder público não consegue distinguir um do outro. Ora, faz mais de século, escreveu Rui Barbosa que “cada atentado que se tolera à desordem, é um novo alimento que se lhe ministra. A fera não se desafaz de devorar, devorando. Nas presas menores se lhe aguça o apetite das maiores. Não reagindo em defesa dos particulares, o poder abandona a da Sociedade”.

Agora se diz que as repartições invadidas pelo MST foram depredadas e roubados instrumentos seus, que o Incra pretende identificar os invasores ligados à terra e os alheios a ela. Não sei se o fará ou se poderá proceder à discriminação. Se o fizer, ainda que tardiamente, será um começo. Ou continuará a não ver o que entra pelos olhos de um cego. Fico por aqui. Sinalando a gravidade de situações a que chegamos, nada menos que uma guerra civil encabulada ou mascarada para praticar a coisa sem dar-lhe o nome.

*JURISTA, MINISTRO APOSENTADO DO STF

Requerimientos contra Zelaya siguen vigentes

Fonte: EL HERALDO
05.10.09 - Actualizado: 05.10.09 02:12pm - Redacción: redaccion@elheraldo.hn


El Acuerdo de San José, propuesto por el presidente de Costa Rica, Oscar Arias, menciona en uno de sus puntos la aplicación de amnistía.


TEGUCIGALPA,

HONDURAS



El Fiscal General de Honduras, Luis Alberto Rubí, dijo este lunes que el Ministerio Público espera la oportunidad para ejecutar de “inmediato” las órdenes de captura contra el destituido presidente Manuel Zelaya.


Las declaraciones de Rubí se dan justo cuando en el país se espera que el proceso de diálogo ponga fin a la crisis política desatada tras la destitución de Zelaya el pasado 28 de junio, para lo cual llegará a Honduras una misión de cancilleres de la Organización de Estados Americanos (OEA).


El Fiscal aseguró que sus afirmaciones no entorpecerán dicho proceso, pues “ningún pacto entre particulares puede estar por encima de la ley”.


Manifestó que a Zelaya se le dará trato como a cualquier ciudadano hondureño, siguiendo el debido proceso para que el ex presidente pueda defenderse de acuerdo a lo que establece la Constitución de la República.


“El Ministerio Público está para aplicar la ley”, dijo Rubí, al tiempo que recordó que continúan vigentes los requerimientos fiscales “para deducir responsabilidades a las personas a quienes se les comprobó actos dolosos y contrarios a la ley”.


Advirtió que se opondrá a cualquier arreglo que permita que a Zelaya se le perdonen los delitos comunes, pues “el Ministerio Público hará uso de todos sus recursos” para que esto no sea así.


El Acuerdo de San José, propuesto por el presidente de Costa Rica, Oscar Arias, menciona en uno de sus puntos la aplicación de amnistía para las partes en conflicto, sin embrago se espera que dicho perdón sea únicamente para los delitos políticos.

Lula e as olimpiadas: que tristeza...

06/10/09


SERÁ QUE OS "BRAZILÊRU" VÃO ACORDAR UM DIA?
FAÇAMOS MAIS FESTAS, A CONTA É NOSSA MESMO, NÃO É?

Trecho:

"...O Tribunal de Contas da União (TCU) condenou o chefe do comitê criado pelo governo federal para a candidatura do Rio às Olimpíadas, Ricardo Leyser Gonçalves, a devolver R$ 18,4 milhões aos cofres públicos, junto com outros envolvidos na organização do Pan...".

Vamos agora ao choro de Lula. Triste, não?

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Canal Livre debate projeto de cotas raciais

Fonte: BAND
Segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Clique aqui e veja os cinco vídeos. Os outros 4 estão ao lado do primeiro, logo abaixo de "tamanho do texto".

Parabéns para a BAND!!!


Da Redação

cidades@eband.com.br


No Canal Livre deste domingo, o sociólogo e autor do livro "Uma Gota de Sangue", Demétrio Magnoli, falou que as cotas raciais são uma tentativa de eliminar da consciência e da lei a existência de pardos no Brasil.

O polêmico projeto de cotas sociais e raciais, que está em discussão no Senado, cria polêmica, divide opiniões entre os especialistas e não é consenso nem mesmo entre os militantes das causas negras. Além de discutir os pontos prós e contras das cotas, o programa Canal Livre mostra as experiências já adotadas no Brasil e também em outros países.

Participaram da entrevista os jornalistas Joelmir Beting, Fernando Mitre e Antonio Teles.

FORA ZELAIA! - Sem Medo da Verdade

Sem Medo da Verdade
Boletim Eletrônico de Atualidades - N° 99 - 05/10/2009


Caso não esteja visualizando o texto deste boletim, acesse através do endereço:
http://www.paznocampo.org.br/boletim

FORA ZELAIA!


Participe desta mobilização nacional !


Vamos tirar o Brasil da situação embaraçosa em que se meteu em Honduras.

- Participe da indignação do povo brasileiro

http://forazelaya.blogspot.com

- Envie uma mensagem ao Ministro Amorim, manifestando seu desagrado

http://forazelayacom.br/acao/270909/dcamp.asp

- Leia o texto de nosso manifesto e veja se não temos razão com nossa indignação

http://comunicadofundadores.blogspot.com

Para participar entre nos links, leia os textos e manifeste-se

Talk show de Olavo de Carvalho - segunda, 20 horas (Brasília)

Não deixem de ouvir nesta segunda-feira, 05 de outubro, às 8 da noite

TRUE OUTSPEAK
Sinceridade de fato
Talk show de Olavo de Carvalho

www.blogtalkradio.com/olavo

Co-coordenando as ideias

Fonte: DIÁRIO DO COMÉRCIO


A vigarice em estado puro, a inversão da realidade a falsificação que nasce de um composto de estupidez e mendacidade compulsiva, está na página oficial do PT.

Olavo de Carvalho - 4/10/2009 - 19h14


O melhor resumo didático a respeito da crise hondurenha está no site de
Reinaldo Azevedo. As melhores atualizações, em http://www.heitordepaola.com e no Notalatina, de Graça Salgueiro: http://notalatina.blogspot. com/2009/09/o-notalatina-volta-abordar-situacao-de.html. E uma das melhores análises jurídicas que li a respeito está em http://noticias-da-web.blogspot.com/2009/09/para-entender-o-que-se-passa-em.html, assinada por Mauro Demarchi, que não tenho a menor idéia de quem seja, mas é obviamente um sujeito sério.


Se você quer saber mesmo o que está acontecendo, é isso o que tem de ler. Há quem prefira, no entanto, outra espécie de alimento jornalístico. As lendas mais fabulosas, as desculpas mais esfarrapadas, as desconversas mais escorregadias, distribuem-se uniformemente entre as páginas da Folha, do Globo e do Estadão. Porém a vigarice em estado puro, aquela inversão completa da realidade, aquela falsificação radical que só pode nascer de um composto indissolúvel de estupidez impérvia e mendacidade compulsiva, só se encontra mesmo é na página oficial do PT. Se é isso o que você quer, não aceite imitações: vá direto ao produto original. Ali pode-se ver, por exemplo, em http://www.pt.org.br/portalpt/index.php?option=com_content&task=view&id=%2082390&Itemid=201, o sr. Aloizio Mercadante proclamar ante um cândido mundo que:


1. O governo brasileiro, como um marido traído, foi o último a saber do retorno de Manuel Zelaya a Tegucigalpa (veja em Notalatina a gravação de Zelaya confessando que tudo foi tramado desde o início com Lula e Celso Amorim).

2. O governo Lula só recebeu Zelaya porque é do seu costume respeitar o direito de asilo (o Itamaraty diz que Zelaya não é asilado de maneira alguma.)

3. A derrubada de Zelaya não pode ter tido qualquer amparo constitucional além de um improvisado simulacro, já que "a ação se iniciou e se encerrou em menos de 24 horas" (veja na análise de Demarchi as providências legais que vieram se sucedendo desde maio).


Porém ainda mais instrutivas são as lições do sr. Gabriel Puricelli, que se apresenta – no meu entender com justíssimas razões – como "co-coordenador" de alguma coisa. Sendo público e notório que o governo nega qualquer envolvimento na produção de "Zelaya II – O Retorno", o título que o referido dá ao seu artigo – "Zelaya e a aposta ousada de Lula" – é um autêntico ato falho freudiano, pois ninguém pode apostar em nada depois de feito o lance, nem aliás antes disso se nada sabe a respeito.

Há uma evidente falha de co-coordenação entre a propaganda federal e a editoria da página petista, ou então entre o que o sr. Puricelli pensa que escreve e aquilo que ele escreve realmente.


Uma forte evidência em favor desta última hipótese vem no seguinte parágrafo: "Com certeza, se há uma definição de 'pária', ela tem em Micheletti o exemplo máximo: nem Saddam Hussein, nem a Coreia do Norte, nem talvez o regime genocida sudanês sofreram um bloqueio tão absoluto do acesso à ajuda das relações exteriores, do reconhecimento diplomático mesmo, como o que enfrentam os golpistas hondurenhos."


Dessa confissão explícita de que as pressões internacionais contra Honduras são desproporcionais e excessivas, o cérebro humano comum tiraria normalmente a conclusão de que os hondurenhos estão sofrendo injustiça. Mas não é assim que o sr. Puricelli co-coordena as suas idéias. Do excesso de punição infligido aos hondurenhos, conclui que estes últimos são mesmo uns reaças obstinados e ardilosos, contra os quais nada melhor do que a "jogada brasileira", expressão com que, pela segunda vez, ele desmascara inadvertidamente o governo que elogia.

No vasto mostruário de exemplos de lógica invertida, com que tenho caracterizado a mente revolucionária, esse não é decerto o mais brilhante, mas é um dos mais nítidos, na singeleza tocante da sua literalidade. Estou pensando até em trocar o nome "lógica invertida" pelo de "co-coordenação", que é muito mais expressivo e, digamos assim, material.

Olavo de Carvalho é ensaísta, jornalista e professor de Filosofia

UNOAMÉRICA ESTÁ INCOMODANDO? É A DITADURA DA LEI!

Fonte: HEITOR DE PAOLA

UNOAMÉRICA INCOMODA, SENHORES?

LAMENTAMOS PROFUNDAMENTE!



HEITOR DE PAOLA



Um tal Adriano Andrade, que afirma que Donald Rumsfeld foi Presidente dos Estados Unidos – não teria sido Donald ‘Duck’ ou McDonald’s Hamburguers? – atacou UNOAMÉRICA nas conceituadíssimas páginas de Brasil de Fato através de um artigo em que a acusa de ser ‘uma organização de extrema-direita’ e ‘uma sombra nebulosa que se aproxima do Brasil de forma sorrateira e silenciosa’.


Ao comparar o gigantismo do Foro de São Paulo com a imensidão de UNOAMÉRICA, da qual o próprio autor só conseguiu reunir cinco nomes, matutei por que será que eles estão tão incomodados? E aí lembrei de dois exemplos da zoologia.


O animal mais temido pelos elefantes é o majestoso ....... rato! Este o ameaça porque pode penetrar de forma ‘sorrateira e silenciosa’ pela sua tromba ou outros orifícios anatômicos e roê-lo por dentro. Já o gavião, temida ave de rapina, jamais ataca um majestoso ....... beija-flor! Este voa de ré e só pode ser pego quando cansa, mas antes disto inverte o vôo e aquele belíssimo bico com que suga as flores é arremetido a um dos olhos do predador, cegando-o!


Mas vamos aos fatos: em que consiste o Brasil de Fato? Alex Brum Machado, membro de UNOAMÉRICA – o sexto já, cuidado, estamos crescendo a olhos vistos! - e exímio pesquisador internáutico que concordou em ser citado, deixando de ser ‘sorrateiro e silencioso’, concluiu que De Fato é de fato teúdo e manteúdo pela ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE COOPERAÇÃO AGRÍCOLA, ANCA, ONG ligada ao MST e que já teve seus bens bloqueados. Fazem parte de seu Conselho Político João Pedro Stédile, Achile Lollo, Emir Sader, Leandro Konder, Fernando Morais, César Benjamim, Pedro Ivo, Raul Pontes e mais uma montanha de gente da mesma laia. Foi acusada pelo Ministério Público Federal de repassar 3,6 milhões de reais ao MST – quantia que poderia servir para contratar um professor de história americana contemporânea para o Adriano - e a Senadora Kátia Abreu solicitou ao Banco Central informações sobre repasse de recursos do exterior à ANCA e outras entidades ligadas ao MST. Seu servidor dns é uma outra entidade ligada ao MST, a CEPATEC.


Embora as informações que constam do artigo sejam todas públicas, lembro que há não mais de um mês fui contatado por um tal Leandro Ribeiro que a mim se apresentou como estudante de jornalismo e leitor assíduo do meu site e meu fã, pedindo que lhe concedesse uma entrevista sobre UNOAMÉRICA, da qual se dizia seguidor e admirador. Desconfiei e dei algumas informações das quais ninguém tinha conhecimento, a não ser a execrável golpista Graça Salgueiro. Vejam a primeira pergunta e a resposta:


1) ‘LEANDRO RIBEIRO’: O que gerou a iniciativa da UnoAmerica de ser representada no país? Ocorreu algo que motivasse a iniciativa?


HEITOR DE PAOLA: A idéia de uma organização que se opusesse ao Foro de São Paulo praticamente nasceu aqui. Mais propriamente em São Paulo, durante o Seminário sobre Democracia e o Império das Leis que organizei em 2006. Alejandro Peña Esclusa, que foi convidado, já veio com esta idéia e aqui a consolidou. Conversamos sobre isto e, num último café da manhã, eu disse que seria muito difícil encontrar aqui quem aderisse à idéia. Ele então passou a organizar desde a Venezuela com base na organização Fuerza Solidária que ele já presidia há anos.


e o que saiu no artigo De Fato:


A iniciativa de fundação da organização teria surgido no Brasil. Em 2006, Heitor de Paola, atualmente um dos delegados brasileiros da UnoAmerica, organizou em São Paulo (SP) o “Seminário sobre Democracia e o Império das Leis”. A partir de conversas informais entre ele e Esclusa, decidiu-se institucionalizar o combate ao que chamam de “eixo-do-mal latino-americano”(deve ter comprado meu livro, o gajo, muito grato!), composto por todos os governos oriundos de lideranças que fizeram parte do Foro de São Paulo, nos anos 1990.


Quanto à posição de Hugo Chávez:


6) ‘LEANDRO RIBEIRO’: Qual a sua opinião sobre o momento político que se vive nos países da América Amazônica? E quanto ao Cone Sul?


HEITOR DE PAOLA: Nos dois casos há o predomínio quase absoluto do Foro de São Paulo, fundado por Lula e Fidel Castro, do qual Hugo Chávez não passa de bucha de canhão.


No De fato: Para eles, as principais lideranças seriam Lula e Fidel Castro (Cuba), sendo que Hugo Chavez não passaria “de bucha de canhão”.


É impressionante como esta turma de idiotas adora parecer ter descoberto informações secretas de algo que seria uma ‘sombra nebulosa que se aproxima sorrateira e silenciosa’ quando tudo o que dizem saiu na imprensa e está à disposição em vídeo, som ou por escrito. Se o tal Leandro me diz ‘sou do PT e quero saber o que vocês estão fazendo’ eu responderia igual! Mas não, são ‘sorrateiros e silenciosos’ porque esta é a sua natureza malévola, a qual projetam nos outros porque não podem conceber que ninguém os combata abertamente.


Estamos incomodando? Lamentamos profundamente! Mas não esqueçam o ditado:os incomodados que se mudem! (Para Cuba, não seria uma boa idéia?)


OS MOVIMENTOS CONSERVADORES, DITOS DE DIREITA, COMEÇAM A INCOMODAR OS GLOBALISTAS (E LIBERAIS AMERICANOS). A IMPORTÂNCIA CRESCENTE DE UNOAMÉRICA FOI RECONHECIDA PELO BRASIL DE FATO, ÓRGÃO LIGADO AO PT (LEIA Organização de Extrema-Direita Ronda o Brasil). O INSTITUTO MILLENIUM, FOI ATACADO COMO REDUTO DE CONSERVADORES (LEIA Instituto Millenium, catalisador de ideias conservadoras). NOS ESTADOS UNIDOS UM DOS MAIORES PORTA-VOZES DO LIBERALISMO, LEIA-SE ESQUERDA GLOBALISTA, THOMAS FRIEDMAN DO New York Times, ATACOU DURAMENTE OS CONSERVADORES (LEIA Para onde 'nós' fomos?).


TUDO ISTO TEM RELAÇÃO COM A 'CRISE HONDURENHA', COM O BELÍSSIMO EXEMPLO DE UMA DITADURA QUE DERRUBOU UM PRESIDENTE DEMOCRATICAMENTE ELEITO E RESISTE HÁ TRÊS MESES AO MAIOR ASSÉDIO DA HISTÓRIA PELA 'COMUNIDADE INTERNACIONAL'! HONDURAS ESTÁ DOMINADA POR UMA TEMÍVEL DITADURA QUE SE OPÕE ÀS PRÁTICAS DEMOCRÁTICAS DE CONTROLE ABSOLUTO PELAS MAIORIAS:


A DITADURA DA LEI!

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".