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terça-feira, 6 de outubro de 2009

Requerimientos contra Zelaya siguen vigentes

Fonte: EL HERALDO
05.10.09 - Actualizado: 05.10.09 02:12pm - Redacción: redaccion@elheraldo.hn


El Acuerdo de San José, propuesto por el presidente de Costa Rica, Oscar Arias, menciona en uno de sus puntos la aplicación de amnistía.


TEGUCIGALPA,

HONDURAS



El Fiscal General de Honduras, Luis Alberto Rubí, dijo este lunes que el Ministerio Público espera la oportunidad para ejecutar de “inmediato” las órdenes de captura contra el destituido presidente Manuel Zelaya.


Las declaraciones de Rubí se dan justo cuando en el país se espera que el proceso de diálogo ponga fin a la crisis política desatada tras la destitución de Zelaya el pasado 28 de junio, para lo cual llegará a Honduras una misión de cancilleres de la Organización de Estados Americanos (OEA).


El Fiscal aseguró que sus afirmaciones no entorpecerán dicho proceso, pues “ningún pacto entre particulares puede estar por encima de la ley”.


Manifestó que a Zelaya se le dará trato como a cualquier ciudadano hondureño, siguiendo el debido proceso para que el ex presidente pueda defenderse de acuerdo a lo que establece la Constitución de la República.


“El Ministerio Público está para aplicar la ley”, dijo Rubí, al tiempo que recordó que continúan vigentes los requerimientos fiscales “para deducir responsabilidades a las personas a quienes se les comprobó actos dolosos y contrarios a la ley”.


Advirtió que se opondrá a cualquier arreglo que permita que a Zelaya se le perdonen los delitos comunes, pues “el Ministerio Público hará uso de todos sus recursos” para que esto no sea así.


El Acuerdo de San José, propuesto por el presidente de Costa Rica, Oscar Arias, menciona en uno de sus puntos la aplicación de amnistía para las partes en conflicto, sin embrago se espera que dicho perdón sea únicamente para los delitos políticos.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".