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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Um “punhado” de 700

Fonte:
por Henrique Dmyterko em 17 de setembro de 2009 Opinião - Cultura


Al Gore: símbolo de uma campanha onde a difamação e a censura contra os críticos é a base de tudo

S

eguindo a máxima leninista segundo a qual a melhor tática é acusar o outro daquilo que você é e daquilo que você faz, um conjunto de bem orquestradas declarações vindas do complexo políticos-mídia-pseudociência-ONU durante anos tentou varrer o elefante para debaixo do tapete, insistindo no inexistente consenso sobre o aquecimento global antropogênico. Mas elefantes incomodam muita gente e não param de entrar na sala: já são mais de setecentos.

Distorção: Em fevereiro de 2006, Miles O’Brien, da CNN, trombeteava: “[O] s céticos do aquecimento global causado pelo homem foram comprados e pagos pela indústria de combustíveis fósseis [petróleo e carvão mineral]”. Em julho de 2007, O’Brien sentenciava: “O debate científico acabou”. Lapso jornalístico, escancarada e arrogante ignorância ou tendenciosidade bem calculada?
Realidade: Os céticos sofreram e continuam sofrendo todo tipo de pressão, constrangimento e ameaças, que incluem perda de cargos, corte de verbas para pesquisa e censura de artigos em publicações, numa verdadeira caça às bruxas. Não obstante, o debate nunca acabou; o que se tentou foi suprimi-lo da academia e afastá-lo dos olhos e ouvidos do público.
Distorção: Em maio de 2006, o Washington Post anunciava: “Há apenas um punhado de céticos”.
Realidade: Em 2006, o número catalogado de cientistas contrários à tese do aquecimento global antropogênico já somava quatrocentos (400) nomes ilustres.
Distorção: Em fevereiro de 2003, o Dr. Rajendra Pachauri, presidente do IPCC [ONU], fazia piada dos céticos: “Há uns trezentos anos, uma Sociedade da Terra Plana foi fundada por aqueles que não acreditavam que o mundo era redondo. Essa sociedade ainda existe; provavelmente tem uma dúzia de membros”.
Realidade: Para um cientista com tamanha responsabilidade é uma leviandade fazer uso de falácias, i.e., argumentum ad hominem [ataques ao caráter e à conduta das pessoas e insultos ou elogios pessoais substituem o raciocínio sobre o ponto em questão] e argumentum ad ignorantiam [um argumento que soa convincente aos outros porque esses ignoram a fraqueza do argumento e dos fatos que se contrapõem a ele].
Distorção: Em agosto de 2006, o repórter Bill Blakemore, da ABC News, “especializado” em aquecimento global, afirmava: “Após extensas pesquisas, a ABC News não encontrou nenhum debate científico a esse respeito”.
Realidade: O debate é cada vez maior, enquanto os cinquenta e dois (52) cientistas que participaram do Sumário do IPCC para Formuladores de Políticas, versão 2007, tiveram de aquiescer aos desejos dos líderes políticos da ONU, num processo que foi descrito como algo mais próximo de uma batalha numa convenção partidária, e não um processo científico.
A lista de ataques, chacotas e distorções é longa e pertinaz, mas creio ser mais útil ao leitor conhecer a lista dos setecentos (700) céticos que já se manifestaram contra o referido consenso. Na realidade, não é uma mera lista de nomes, mas um relatório completo elaborado pela Comissão de Meio Ambiente e Obras Públicas (EPW) do Senado dos Estados Unidos, que inclui as biografias de cada um dos 700 cientistas e suas citações, artigos e links para consulta. O relatório abrange cientistas de vários países, incluindo Estados Unidos, Inglaterra, Austrália, Canadá, Japão, China, Argentina e também do Brasil.
Por questões editorias, uma vez que o relatório tem 255 páginas, forneço os links para acesso ao mesmo e para o download do arquivo em PDF (ambos em inglês).
Peço que o leitor atente para os números: 700 céticos com tudo a perder contra 52 adeptos do “consenso” bem remunerado. É um “punhado” treze vezes maior.

Finalizando, faço menção especial ao Prof. Ricardo Augusto Felicio, do Departamento de Geografia da USP e Doutor em Climatologia, que em longo e interessantíssimo comentário ao meu primeiro artigo sobre ambientalismo, gentilmente solicitou a divulgação de um site brasileiro, www.fakeclimate.com, construído e administrado por professores e pesquisadores brasileiros. Lá, o leitor poderá encontra uma ampla gama de artigos acadêmicos em língua portuguesa que demolem a tese do aquecimento global antropogênico.

Não aprovo nem desaprovo as eventuais declarações políticas contidas no referido site, e simplesmente porque não as conheço: preocupei-me apenas com os aspectos científicos. Quanto a isso, posso afirmar que os artigos lá publicados são muito sérios, rigorosos e que confirmam tudo aquilo que já afirmei sobre aquecimento global com base em fontes estrangeiras. Vale conferir.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Reliciência: a "nova" estupidez policamente correta

Um amigo me manda este vídeo e diz no e-mail: este cara pensa igual ao Cavaleiro.

O importante para um homem de ciências é que entenda o que o Molion fala: ciência não é religião, não é coisa de fé, questão de fé. Os pobres coitados defensores da reliciência, entre eles os defensores do Aquecimento Global causado pelo ser humano, são apenas infelizes perdidos em busca de alguma coisa para acreditar, de alguém que os diga como viver, que os diga o que faz mal para os pés, o que é bom para a bunda ficar durinha, que dia devem transar com suas esposas e/ou amantes, quantos copos de café podem ser tomados por semana, e, claro, o que devem fazer para salvar o universo. É o complexo de He-man, lembram do desenho animado?

Se acham muito espertos defendendo a salvação mas fazem de conta que não entendem que apenas trocaram uma religião, qualquer que seja, por outra infinitamente pior, mais canalha e, esta sim, sem vínculo algum com o real. Estão sempre com idiotas espertalhões à sua volta comendo-lhes o dinheiro com palestras, eventos, treinamentos, pseudo-livros, reuniões...

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Fraudes em verde e vermelho

Fonte: MÍDIA A MAIS
por Henrique Dmyterko em 19 de agosto de 2009


Al Gore: militância e fanatismo escondem desonestidade e interesses econômicos

E
u deixei a organização em 1986, depois de quinze anos como membro de seu comitê superior. Eu fui um dos seus cinco diretores internacionais durante os últimos seis anos em que lá estive. Eu passei a me sentir desconfortável com os rumos tomados por meus colegas diretores, em particular quando me dei conta de que eu era o único com educação científica dentre os diretores internacionais da organização. Eu também queria deixar para trás a política de confrontação, que se resume a dizer às pessoas aquilo que elas deveriam parar de fazer. Além disso, o grupo tinha decidido fazer campanha pelo banimento do uso do cloro. Eu lhes perguntei se eles estavam cientes de que o cloro é parte da tabela periódica de elementos químicos e que o cloro contribuiu para um avanço na área de saúde pública uma vez que os antibióticos são baseados na química do cloro. Até hoje a política deles é pelo banimento do cloro e eu tive de sair. O cloro é o mais importante elemento químico para a saúde humana... ele é tóxico para as bactérias e para outras coisas que podem nos matar. [...]

[...] O mais recente ‘veneno invisível’, segundo a organização, são os alimentos geneticamente modificados. Essa é uma campanha completamente fabricada, sem nenhuma base. Se não fosse assunto tão sério, seria risível. Muitos povos pobres ao redor do mundo têm no arroz a sua dieta básica e, portanto, têm deficiência de vitamina A, o que pode levar à cegueira. Cientistas criaram um arroz geneticamente modificado, conhecido como golden rice, que contém beta-caroteno (vitamina C) e vitamina A [1]. A organização conseguiu bloquear a campanha para a introdução do golden rice nos países em desenvolvimento onde agricultores poderiam receber as sementes de graça. [...]

[...] A segunda metade dos anos 1980 transformou-se numa era de extremismo ambientalista. Os extremistas [neo-marxistas, segundo o Prof. Ian Plimer, em seu livro Heaven and Earth: Global Warming, The Missing Science, p.437] são fáceis de identificar na medida em que são anti-seres humanos, anti-ciência, anti-tecnologia, anti-globalização, anti-empresas, anti-capitalista e, pura e simplesmente, anti-civilização. [...]

[...] Enquanto a sociedade sabe que suas indústrias liberam gases na atmosfera e que as temperaturas foram mais altas nas décadas de 1980 e 1990, não está claro que a atividade humana é a causa desses incrementos na temperatura. Gráficos referentes a um bilhão de anos de mudanças climáticas mostram períodos quentes conhecidos como estágios estufa e períodos frios, chamados de eras glaciais. Os níveis de CO2 variaram enormemente ao longo do tempo. [...] O truque está na escolha do período de tempo. […] Na verdade, os níveis de CO2 atuais são menores do que em qualquer outro período da história da vida [neste planeta]. [...] A média é sete vezes e meia mais alta do que a atual”.


A organização acima referida é o Greenpeace International, e as declarações foram dadas a dois jornais diferentes, em 07 de julho de 2008 e em 06 de fevereiro de 2009, por ninguém menos do que o Dr. Patrick Moore, um de seus fundadores. Patrick Moore hoje se considera um “ambientalista sensato”, a ponto de defender a construção de mais usinas nucleares como fontes seguras de energia e de afirmar que a fanfarra sobre o desmatamento da Amazônia brasileira não tem base em fatos, mas segue uma agenda política.

Tão interessantes e importantes quanto o fato de que essas declarações tenham partido de um ex-alto dirigente da mais notória organização ativista verde (cerca de 100 milhões de membros no mundo todo), são a época em que se deu o rompimento entre Patrick Moore e o Greenpeace e o padrão de sua composição diretiva: a segunda metade da década de 1980 e a quase ausência de cientistas em favor da presença de ativistas políticos.

Com a queda do Muro de Berlim em 1989 e o fim da chamada Guerra Fria (não o fim do movimento comunista, que está vivo e passa muito bem), o movimento pelo fim das armas nucleares [Stop the Bomb], em grande medida financiado e/ou dirigido pela antiga URSS, ficou sem causa para defender. Pelo menos sem causa que pudesse ser levada adiante na mídia, sempre ávida por catástrofes iminentes.

Coincidentemente, e para a felicidade dos órfãos verdes, um pouco antes surgira uma nova e alarmante tese, a do aquecimento global antropogênico. Em 1988, a ONU criava o IPCC –Intergovernmental Panel on Climate Change [Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas], que deu a oportunidade para os grupos ambientalistas transformarem o aquecimento global em seu tema principal. Em 1989, o aquecimento era um assunto quente e uma comissão do senado americano sobre ciência e tecnologia, presidida pelo então senador Al Gore Jr. discutia o tema ouvindo a opinião de especialistas tais como o Dr. Roger Revelle (que fora professor de Gore em Harvard) e o Dr. James Hansen. Os seus pareceres, apresentados àquele comitê do senado americano numa sala de audiências quente e abafada, davam conta de uma catástrofe ambiental iminente e clamavam por ações drásticas do governo americano. Ainda nesse cargo, Al Gore Jr. bloqueou verbas para que o MIT realizasse pesquisa independente sobre mudanças no clima. Afinal, por que financiar a concorrência a um negócio tão promissor?

Sobre Al Gore Jr. é necessário fornecer mais algumas informações. Ele começou sua carreira política organizando grupos e piquetes diante de fábricas – com a pressurosa cobertura da mídia—, acusando-as de produzir lixo tóxico, de envenenar os rios, o ar, etc. As empresas, temendo a publicidade negativa ou os longos e caros processos judiciais, tratavam de entrar em acordo com o esperto e ambicioso advogado verde. Fechado o acordo, a caravana de Gore partia para outro alvo.

Mas como Al Gore Jr. conseguiu arregimentar os componentes da sua caravana ambientalista? Voluntários não faltavam, pois é preciso reconhecer que havia e há um número enorme de pessoas de boa-fé e boa índole, iludidas pela nova religião política do ambientalismo. Mas voluntários não bastam, é preciso organização, dinheiro e conexões com a mídia. Uma das explicações possíveis está na família de Gore Jr. Seu pai, Al Gore Sr., um modesto professor do Tennessee que tentava reforçar o orçamento doméstico tocando violino em casamentos, foi eleito deputado no final dos anos 1930 e depois senador, em 1952, passando a desfrutar de uma vida luxuosa, estendida a seu filho. O homem que financiou toda a carreira política de Gore Sr. foi Armand Hammer (1898-1990), o bilionário do petróleo (Occidental Petroleum) e das artes, o “capitalista vermelho”. Armand Hammer reforçou as ligações com os revolucionários bolcheviques, iniciadas por seu pai, Julius, e teve livre trânsito entre todos os líderes soviéticos, de Stalin a Gorbachev. Foi condecorado por relevantes serviços prestados à URSS. Contava com a ajuda de Gore Sr., um homem que segundo Hammer “estava no meu bolso”, era o “meu representante em Washington”.

Al Gore Jr. continuaria a prestar os mesmos bons serviços a Hammer, mas seu poder e influência pessoais aumentaram e o deixaram em posição destacada no senado americano. O aquecimento global foi e é a sua plataforma política, sua raison d’être, o seu ganha pão. Em 1992, a ECO-92 atraiu 20.000 ativistas ambientais ao Rio de Janeiro, além de políticos de 170 países. Al Gore foi o herói. Seu então recém publicado livro Earth in the Balance fez furor. Tudo isso contribuiu decisivamente para a sua escolha como candidato a vice-presidência na chapa encabeçada por Bill Clinton.

Enquanto isso, era formada a Climate Action Network. A causa virou moda, especialmente entre "especialistas" em clima tais como Robert Redford, Barbra Streisand, Meryl Streep, etc. Companheiros de viagem não paravam de engrossar a caravana. O IPCC lhes fornecia material de propaganda. Esse material vinha na forma dos famosos (ou infames) Relatórios.

Propaganda porque os tais relatórios do IPCC mentiam já na alegação de que eram redigidos por cerca de 2500 “cientistas do clima”. Muitos dos nomes que aparecem como autores (1169 “autores”) são de ativistas políticos e ambientais, e não de cientistas. Isso é ainda mais importante pelo fato que esses “autores” é que entram no Summary for Policymakers (Sumário para os Formuladores de Políticas), a porção mais lida e divulgada dos relatórios. De fato, há ainda um grupo de 35 autores principais, por sua vez chefiado por um número ainda menor de pessoas (Ver: Heaven and Earth: Global Warming, The Missing Science, Plimer, pp.20-23 e pp. 442-45).

O Summary de 1996 afirmava que: “[O] balanço dos indícios sugere que há uma discernível influência humana sobre o clima global”.

O furor na mídia foi instantâneo, crescendo a pressão dos grupos ambientalistas sobre governos. O que não era sabido é que um dos 35 autores principais acrescentou essa afirmação ao Capítulo 8 do Relatório depois que este foi concluído e dele apagou passagens que diziam:

Nenhum dos estudos citados acima mostrou indícios claros e modo a que possamos atribuir as mudanças observadas à causa específica do aumento nos gases do efeito estufa [e] nenhum estudo até hoje positivamente atribuiu toda ou parte da (mudança climática observada) a causas de origem humana [e] quaisquer alegações de detecção positiva e atribuição de causa de mudança climática significativa provavelmente continuarão controversas até que as incertezas na variabilidade natural total do sistema climático sejam reduzidas. [...] Quando será identificado um efeito antropogênico no clima? Não é surpresa que a melhor resposta a esta questão seja: “Nós não sabemos”.

O Wall Street Journal denunciou essa fraude num editorial intitulado “Coverup in the Greenhouse?”, mas a denúncia parece não ter arrefecido o ânimo do IPCC ou de Al Gore Jr.

Este continuou a sua muito rentável carreira de garoto-propaganda do apocalipse. Além do livro, lançou um filme, An Inconvenient Truth (Uma Verdade Inconveniente), que contém pelo menos 35 erros factuais. Ele não se cansa de percorrer o mundo dando palestras, todas muito bem pagas.

O que nem todos sabem é que Al Gore Jr. fundou a sua própria corporação “verde”, a Generation Investment Management LLP, com sede em Londres. É também membro do conselho de uma empresa de energia renovável e foi diretor do grande banco de investimentos Lehman Brothers, muito ativo no mercado de créditos de carbono, até quebrar em 2008, na esteira do rompimento da bolha imobiliária. Gore [2] emergiu ileso da crise.

Leia também: A Terra é azul ... e plana e Ambientalismo: a religião política e a politização da ciência

[1] Errata: Onde lê-se " beta-caroteno (vitamina C) e vitamina A", leia-se "beta-caroteno (pró-vitamina A) e vitamina C (ácido ascórbico)".

[2] Não sou afeito a trocadilhos com nomes ou sobrenomes de pessoas. Todavia, duas das várias acepções da palavra gore são, respectivamente, sujeira de qualquer tipo e sangue derramado em carnificina.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Aquecimento Global ou Aquecimento Mental?

Fonte: EM BUSCA DA REALIDADE
Sábado, 3 de Janeiro de 2009

Antes do artigo, veja o documentário A GRANDE FARSA DO AQUECIMENTO GLOBAL. Entendam quem patrocina esta imensa mentira, quem vai "se dar mal" com isto e a quem e quantos interessam que a farsa sobre o aquecimento global provocado pelo ser humano seja perpetuado como um dogma.

É este o resultado dos "bons" ficarem em casa vendo TV, pensando em carro novo e casa com sauna e piscina ou em silicone e cirurgia plástica, deixando para os maus todos os caminhos até o poder. No final, estes "bons" são/serão cúmplices das desgraças vindouras não apenas com fraudes como esta, mas aí será tarde demais até para chorar. Se você acompanha o Cavaleiro e sites/blogs que indico sabe do que e de quem, os sociopatas de todos os matizes, estou falando.

The Great Global Warming Swindle (A Grande Farsa do Aquecimento Global, em português) é um documentário produzido pelo britânico Martin Durkin e exibido no dia 8 de março de 2007 para a Channel 4 (mesma produtora de Beyond Citizen Kane) que apresenta idéias opostas àquelas sobre as quais se baseiam os estudos sobre o aquecimento global.



A cada dia que passa me torno mais cético, principalmente com o que é publicado pela grande mídia, salvo alguns jornais, a maioria das notícias é parcial, manipulada, pré-moldada, quando não é simetricamente invertida em relação à realidade.

Uma pequena amostra é o alardeado “Aquecimento Global”, quase toda a mídia, nos mostra a certeza incontestável que existe "consenso", entre cientistas, de que o aquecimento da terra, causado por ações humanas, é um fato. Não há e nunca houve tal consenso.

Recentemente 52 cientistas do IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change - Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) da ONU foram signatários do “IPCC 2007 Summary for Policymakers”, uma espécie de relatório para controle do aquecimento global. Esse relatório foi contestado por nada menos que 650 cientistas ao redor do mundo, mais de doze vezes o número de cientistas da ONU.

Vejam um pequeno excerto das alegações:

“Sou cético…Aquecimento Global está se tornando uma nova religião.” – Prêmio Nobel de Física, Ivar Giaever.

"Desde que eu já não sou mais filiada à qualquer organização, nem recebo qualquer verba para pesquisa, eu posso falar francamente .... Como uma cientista eu permaneço cética." - Cientista da Atmosfera Dr. Joanne Simpson, a primeira mulher no mundo a receber um PhD em meteorologia e anteriormente da NASA, já escreveu mais de 190 estudos e tem sido chamada de "entre as mais proeminentes cientistas dos últimos 100 anos."

“Os medos do aquecimento global são o maior escândalo cientifico da história… quando as pessoas se derem conta da verdade, se sentirão enganadas pela ciência e pelos cientistas.“ - Dr. Kiminori Itoh, Cientista Japonês do IPCC/ONU, premiado cientista e PhD em Ambientes Físico-químicos.

“O IPCC tornou-se um circuito fechado, não ouve os outros, não têm mente aberta… sinto-me espantado que o prêmio Nobel (Al Gore) tenha sido entregue com base em conclusões cientificas incorretas por pessoas que não são geologistas” - Dr. Arun D. Ahluwalia Geologista Inidiano da Universidade de Punjab e membro da International Year of the Planet.

“Os modelos e previsões do IPCC das Nações Unidas, estão errados porque apenas se baseiam em modelos matemáticos e apresentam cenários que não levam em conta, por exemplo, a atividade solar.” - Victor Manuel Velasco Herrera, pesquisador do Instituto de Geofísica da Universidade do México.

“Mesmo que duplicássemos ou triplicássemos a atual concentração de dióxido de carbono, o impacto seria mínimo, uma vez que a condensação e o vapor de água sob a forma de partículas em nuvens sempre dominaram e continuarão a dominar o cenário global.” – Geoffrey G. Duffy, professor do Departamento de Química e Engenharia de Materiais da Universidade de Auckland, Nova Zelândia.

“Durante quantos mais anos terá o planeta de arrefecer até que percebamos que o planeta não está a aquecer? Por quantos anos terá de continuar esse arrefecimento?” - Dr. David Gee, Geologista e Presidente do Comitê de Ciências do Congresso Geológico Internacional de 2008, é o autor de mais de 130 revisões em textos científicos, e atualmente é catedrático da Universidade de Uppsala na Suécia.

“Al Gore aconselhou-me a recomeçar a olhar cientificamente para o assunto e rapidamente me encontrei no lado oposto desta questão, os modelos climáticos podem no máximo ser úteis para explicar mudanças climáticas, DEPOIS destas ocorrerem.” - Hajo Smit Meteorologista Holandes, reverteu sua crença no aquecimento global causado pelo Homem para se tornar cético, é membro do Comitê Alemão do IPCC/ONU.

“Muitos cientistas andam agora à procura de um meio para se distanciarem desta polemica teoria (promover o medo do aquecimento global), sem que as suas carreiras fiquem arruinadas.” - James A. Peden, Físico Atmosférico

“Criar uma ideologia em torno do dióxido de carbono é um disparate perigoso… O presente alarme em redor das alterações climáticas é um INSTRUMENTO DE CONTROLE SOCIAL, um pretexto para grandes negócios e batalhas políticas. Tornou-se numa ideologia, e isso é preocupante.” - Delgado Domingos, Professor Português de Ciências Ambientais, fundador do “The Numerical Weather Forecast group”, tem mais de 150 artigos publicados.

“Emissões de dióxido de carbono não fazem qualquer diferença (em termos climáticos)…Qualquer cientista sabe isto, mas não são pagos para afirmar isso…O aquecimento global, como um veículo político, mantém os Europeus na linha da frente, no comando, e as nações em desenvolvimento no banco de trás, a reboque.” - Dr. Takeda Kunihiko, vice-chanceler do Instituto de Ciência e Pesquisa Tecnológica da Universidade de Chubu no Japão.


Algumas conclusões me parecem óbvias:

1. Existem enormes interesses econômicos, políticos e ideológicos por trás do “Aquecimento Global”;

2. O Prêmio Nobel da Paz de 2007 para Al Gore não passou de uma falácia. Alfred Nobel deve estar se revirando em seu túmulo;

3. A minoria de cientistas defensores do “Aquecimento Global” tem praticamente o monopólio da mídia, enquanto a maioria que o rejeita, não têm espaço algum.

Não tenho dúvida que irão me chamar de monstro destruidor do planeta, assim como me chamaram de racista quando deixei clara minha antipatia por Barack Obama (vide posts anteriores), não ligo, pois como escreveu George Orwell: "em tempos de fraude, dizer a verdade é um ato revolucionário".

terça-feira, 24 de março de 2009

Aquecimento que faz mais gelo? Claro, esta é a percepção de mundo dos sociopatas



Arctic Ice Grows 30 Per Cent In a Year 190808polar

Predictions of “ice free” summer for first time in history completely debunked

Paul Joseph Watson
Prison Planet
Tuesday, August 19, 2008

Alarmist scientists who predicted that the North Pole could be “ice free” this summer as a result of global warming have been embarrassed after it was revealed that Arctic ice has actually grown by around 30 per cent in the year since August 2007.

Back in June, numerous prominent voices in the scientific community expressed fears of a mass melting of the polar ice caps, including David Barber, of the University of Manitoba, who toldNational Geographic Magazine, “We’re actually projecting this year that the North Pole may be free of ice for the first time [in history].”

“This summer’s forecast—and unusual early melting events all around the Arctic—serve as a dire warning of how quickly the polar regions are being affected by climate change,” adds the article.

In February, Dr. Olav Orheim, head of the Norwegian International Polar Year Secretariat, toldXinhua, “If Norway’s average temperature this year equals that in 2007, the ice cap in the Arctic will all melt away, which is highly possible judging from current conditions.”

As per usual, the reality has failed to match the hype of the climate doomsayers.

According to collated data from the NASA Marshall Space Flight Center and the University of Illinois, Arctic ice extent was 30 per cent greater on August 11, 2008 than it was on the August 12, 2007. This is a conservative estimate based on the map projection.

Arctic Ice Grows 30 Per Cent In a Year 190808ice
Blue pixels represent increased ice coverage over the North Pole in the year since August 2007.

The video below highlights the differences between those two dates,” reports The Register. “As you can see, ice has grown in nearly every direction since last summer - with a large increase in the area north of Siberia. Also note that the area around the Northwest Passage (west of Greenland) has seen a significant increase in ice. Some of the islands in the Canadian Archipelago are surrounded by more ice than they were during the summer of 1980.”





But what of the Antarctic down south? Figures tell us that ice coverage in the year since August 2007 has grown by nearly one million square kilometers.

As The Register article notes, “The Arctic did not experience the meltdowns forecast by NSIDC and the Norwegian Polar Year Secretariat. It didn’t even come close. Additionally, some current graphs and press releases from NSIDC seem less than conservative. There appears to be a consistent pattern of overstatement related to Arctic ice loss.”

A general cooling trend across the planet is now clearly apparent as sunspot activity, the main driver of climate change, dwindles to almost nothing.

As we reported last week, A top observatory that has been measuring sun cycles for over 200 years predicts that global temperatures will drop by two degrees over the next two decades as solar activity grinds to a halt and the planet drastically cools down, potentially heralding the onset of a new ice age.

While the mass media, Al Gore and politicized bodies like the IPCC scaremonger about the perils of global warming and demand the poor and middle class pay CO2 taxes, both hard scientific data and circumstantial evidence points to a clear cooling trend.

How man-made global warming advocates will spin this one remains to be seen - maybe they will just continue to adopt their current tactic by claiming that any geological or weather event whatsoever, be it hurricanes, earthquakes, droughts or floods, temperature increase or decrease, and even a 30 per cent growth of the polar ice cap - is a result of that evil life-giving gas that we exhale - CO2.

Research related articles:

  1. Arctic ice refuses to melt as ordered
  2. Russia threatens to seize swathe of Arctic
  3. Arctic Sea Ice Melt Season Officially Over; ice up over 9% from last year
  4. Arctic Sees Massive Gain in Ice Coverage
  5. Are the ice caps melting?
  6. Arctic Sea Ice Increases at Record Rate
  7. OPINION: Anxiety Grows in Global Warming Alarmist Camp
  8. US mission to Arctic will lay claim to gas reserves
  9. Networks Wrong On Global Warming Again; Arctic Ice Still There
  10. Arctic time bomb set for 2020?
  11. Russia plots course in race for the Arctic
  12. WWF Resorts To Deception In Climate Fearmongering

“Hora do Planeta”, voluntarismo ingênuo e poder global

MÍDIA A MAIS
por Gerson Faria em 23 de março de 2009

Veja o vídeo abaixo A GRANDE FARSA DO AQUECIMENTO GLOBAL e entendam o artigo, bem como uma das partes do projeto de dominação mundial (Globalização é um de seus nomes) que sufoca a inteligência, a verdade e a capacidade que temos de sermos seres humanos, por fim. 




Para os ecologistas, a criação humana é quase sempre maléfica (Foto: Luminato Festival)

A edição de 2009 do apagão voluntário, chamado pelos marketeiros ecológicos de “Hora do Planeta”, tem data marcada: 28 de março às 20:30. Trata-se de um “ato simbólico para sensibilizar e pressionar as autoridades sobre a necessidade de combater o aquecimento global”. A partir dessa hora, os participantes se submetem a apagar todas as luzes de suas residências por uma hora. Os organizadores têm nome e estão sob a pele do ursinho da WWF. Particularmente, irei alugar um daqueles imensos holofotes de indicação de eventos e utilizá-lo nesse dia, um dia de comemoração.

Esse tipo de manifestação é realmente tocante ao espírito do cidadão bem-pensante. Ora, dirão, “as autoridades se sentirão pressionadas com nossa demonstração de organização mundial e poder de mobilização que cedo ou tarde terão que ceder às nossas exigências de seres humanos que somos”. Mas será que é assim que o poder funciona?

Em todos os tempos, quem organiza pessoas em prol de algo é quem de fato detém o poder. A capacidade de fazer com que o mundo curve-se à idéia de que algo precisa ser mudado é que distingue quem tem poder dos que têm apenas belos ideais ou nem tanto. Os voluntários são os desconhecidos que fazem com que a operação se realize na ponta, meros agentes passivos, por mais irônico que soe. Somente mediante um giro mental os passivos sentirão que têm poder na equação. E esse giro mental é o produto de toda a propaganda do “faça sua parte”. Fazer parte é a chave para a felicidade do bom-moço. Já o que é a sua parte você não decide.

O ecologista-político-empresário das cavernas pede seu apoio: "Conto com você no dia 28!"

Por exemplo: a idéia de aquecimento global tem sido divulgada em escala mundial de modo a obrigar alguns países a se submeter a políticas restritivas ao desenvolvimento humano. Se aplicadas as diretrizes do protocolo de Kyoto (que já possui um sucessor), países como o Brasil e os Estados Unidos por exemplo, seriam obrigados a produzir alimentos e explorar uma parte ínfima de seus territórios. Todo o restante seria protegido e legislado pela ONU, as chamadas zonas “buffer”. A mesma ONU que tem criticado o aumento nos preços dos alimentos quer impedir que se produza alimentos mediante a sustentabilidade impossível.

Já outros países jamais serão submetidos ou, ainda que submetidos, é evidente que não cumprirão protocolos que os prejudiquem, como a China e a Rússia. Isso é política e não belos ideais de novas gerações neo-hippies. Os neo-hippies entram como a propaganda necessária, o ideal que nunca morre, os portadores da chama da revolução. Eles não estão nem na China nem na Rússia. Após as várias refutações da teoria do aquecimento global, seus próprios criadores acharam por bem amenizar o termo e legislar sobre as “mudanças climáticas”, termo geral, expansível ao infinito.

Sucesso total da manifestação, na visão dos ativistas

Um amigo, astutamente, me pergunta: “Tal apagão não poderia gerar uma catástrofe no sistema de distribuição de energia, dado que um balanço entre oferta e demanda deveria ser mantido?” Não sei se a resposta é sim ou não. Só sei que, se o movimento crescer e as prefeituras forem obrigadas pelos ativistas a apagarem as luzes das ruas e avenidas, a coisa ficará preta. 

Todos os ativistas e seus patrões apelam ao coração do cidadão, fazendo do ser humano um neném chorão, prestes a pedir a chupeta ou a papinha. Têm utilizado o chamado “soft power” a seu bel prazer, girando a humanidade de cabeça para baixo várias vezes ao ano. Apelam ao simbolismo tosco e infantilizante em todas as ocasiões.

Eis que dessa vez fica bastante claro o simbolismo do movimento ecologista. Escuridão remete a trevas, cavernas, estado basal, cessação de atividade criativa. Bem ao gosto daqueles que podem se dar ao luxo de nada fazer e ainda assim receber muito por isso.


quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Ninguém sabe, artigo de José Carlos de Azevedo

CIÊNCIA HOJE
25 de Fevereiro de 2009

“Aos cultores dessa ciência climática vudu restou fazer ameaças, frases feitas e reuniões estridentes para salvarem a Terra” 

José Carlos de Almeida Azevedo é doutor em física pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts, EUA), e foi reitor da UnB (Universidade de Brasília). 

Artigo publicado na “Folha de SP”:

Em janeiro de 2008 nevou em Bagdá e isso não ocorreu em todo o século 20; no mesmo ano e no atual, nevou na Síria, na Turquia, na Grécia e em grande parte da Ásia.

Na Europa e nos EUA o inverno é inclemente e nevou nos desertos de Mojave e de Las Vegas. Nada disso foi previsto pelos xamãs e videntes do IPCC, que, há 20 anos, fazem "projeções climáticas" para 20 ou mais anos depois. Mas o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) previu as enchentes de Santa Catarina com acerto e uma semana de antecedência. A frase é de Mark Twain: "Clima é o que esperamos; tempo, é o que recebemos".

Há hoje apenas uma prova do "aquecimento antropogênico": os computadores do IPCC e adeptos. É certo que a quantidade de CO2 no ar cresce muito tempo depois de a temperatura aumentar. Satélites e sondas meteorológicos também comprovam que, nos últimos 13 anos, a temperatura ficou estável nos dez primeiros e caiu nos três últimos.

O clima na Terra muda há bilhões de anos e a temperatura sobe há uns 20 mil, desde o fim da Era Glacial, quando uma enorme parte do hemisfério Norte esteve sob uma camada de gelo com mais de um quilômetro de espessura e o nível dos oceanos era uns 150 metros inferior ao atual.

Se não existe a teoria do clima, que modelos climáticos os videntes do IPCC processam nos seus supercomputadores? Um estudo de Koutsoyianis e outros autores, de 2008, confirma que "o desempenho dos modelos é fraco; em escala de 30 anos (...) as projeções não são confiáveis e o argumento comum de que o seu desempenho é melhor em larga escala não tem fundamento".

Em 2007, K.Trenberth, meteorologista do IPCC, disse que "não há previsões climáticas feitas pelo IPCC. E nunca houve". Mas os xamãs dizem que há "consenso científico" sobre a influência do CO2 no clima, o que fez R. Lindsay, do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts, EUA), dizer: "Chegaram ao consenso antes de a pesquisa ter começado".

O que significam então os fatos mencionados no primeiro parágrafo? Só os pobres em espírito sabem. É ainda impossível provar se a Terra aquece ou esfria ou se começou a nova Era Glacial anunciada nos anos 1970 por atuais videntes do IPCC.

O clima depende de fatores físicos, químicos, geológicos, biológicos, oceânicos, glaciais, astronômicos e astrofísicos, mas eles garantem que o CO2 é o responsável e citam sempre dois estudos do século 19, de Fourier e Arrhenius, ambos sem validade científica atual e com muitos erros, mas por eles reverenciados com enternecido fervor religioso.

O artigo de Fourier é uma exposição literária, sem uma só equação e com muitos erros conceituais, apesar de não ter sido assim àquela época. Arrhenius errou ao calcular a temperatura da Terra se não existisse o CO2 no ar e ao atribuir as eras glaciais à diminuição desse gás; prático, disse que a sua teoria só poderia ser contestada se provassem que a retirada do CO2 não esfriaria a Terra e assim deu o mote para o "sumo sacerdote do aquecimento", o norte-americano Al Gore: "A ciência está feita". Quem quiser que prove o contrário.

O IPCC desconhece o que fez o físico meteorologista C.T.R. Wilson, inventor da "cloud chamber" -câmara de nuvens-, com a qual pretendia reproduzi-las em laboratório; ganhou o Nobel de Física de 1927 porque a câmara possibilitou comprovar muitas previsões das teorias da relatividade e quanta. Wilson é o precursor dos importantes estudos sobre o clima no Instituto de Pesquisas Espaciais da Dinamarca e no Cern.

Às mudanças drásticas no clima ocorridas nos últimos 10 mil anos são atribuídos os colapsos das civilizações acadiana (Mesopotâmia, 2200 a.C); maia (Mesoamérica, há 1.200 anos); moche (Peru, há 1.500 anos); e tiwanaku (Bolívia/Peru, há mil anos).

Tudo isso ocorreu sem um grama do CO2 "antropogênico" no ar. Nem a devastação de cerca de 400 mil quilômetros quadrados nas pradarias dos EUA e do Canadá ("dust bowl", 1930 a 1936) é fruto desse gás, pois foi causada pela seca e o mau uso da terra.

Aos cultores dessa ciência climática vudu, sem teoria nem comprovação experimental, restou fazer ameaças, frases feitas e reuniões estridentes no Rio, em Bali e em Poznam para salvarem a Terra. E ungir mais um sumo pontífice, o barão Stern of Brentwood, que, na Oxonia Lectures de 2006, fez a cândida confissão: "Em agosto ou julho do ano passado, eu tinha uma ideia sobre o efeito estufa, mas não estava seguro".

Meses depois, sacramentado como sábio pelo governo inglês para elaborar o relatório Stern, um cartapácio de 700 páginas, quer fortalecer o ecoterrorismo. O barão veio a esta Terra dos papagaios e causou enorme sensação, apesar da sua sabença oca. 

(Folha de SP, 25/2) 

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Seguindo a lógica "Al-Goreana", aquecimento global produz NEVE nos Emirados Árabes Unidos

G1
25/01/09 - 09h53

DUBAI, 25 Jan 2009 (AFP) - Quase 20 centímetros de neve cobriram neste fim de semana uma montanha dos Emirados Árabes Unidos, um fenômeno pouco habitual neste desértico país do Golfo.


A montanha de Al Jees, com uma altura de 1.737 metros, que fica 25 km ao nordeste da cidade de Ras al-Jamiah (norte do país), amanheceu coberta com uma camada de 20 centímetros de neve, informou a agência de notícias oficial WAM.


Segundo a população, o fenômemo é tão raro que no dialeto local não existe uma palavra para designar a neve, segundo o jornal em língua inglesa The National.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

O maior cientista mundial da área de humanas conhecida como MENTIRA SUJA, Al Gore, é processado por fraude por 30.000 cientistas

A área específica do cientista da MENTIRA SUJA Al Gore: promover-se com a maior farsa saída da boca da sua ciência dos últimos tempos: o aquecimento global causado pelos homens.





Mais uma



quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Faz tanto frio na Europa que estão queimando o livro de Al Gore para aquecer

PENSADORES BRASILEIROS



Que vergonha um desperdício desses enquanto os pobres na África estão sem papel higiênico!

Atendendo pedidos de seus fiéis seguidores, Al Gore prometeu aumentar sua dieta de feijões mexicanos e salada de repolho com ovo cozido e couve-flôr para aumentar sua fração do aquecimento global.

sábado, 3 de janeiro de 2009

650 cientistas escrevem sobre a farsa do Aquecimento Global

Fonte: Orkut
Data: 13/12/2008

Nesta semana foi lançado estudo encomendado por comite do Senado dos EUA sobre o Aquecimento Global e a suposta mudança climatica, que reuniu nada menos do que 650 cientistas de varias partes do mundo.

O trabalho é intitulado - U.S. Senate Minority Report 2008 (leia em inglês este outro artigo).

Ninguém no Brasil vai ouvir falar sobre essas pesquisas e nem desse trabalho em jornal nenhum, nem na Rede Globo e nem em nenhuma outra TV ou revista, simplesmente porque ele reune a opinião de 650 cientistas que NÃO concordam da visão catastrofica da ONU e do All Gore sobre o Aquecimento Global.


Exemplos de declarações contidas nele:

Emissões de CO2 não fazem absolutamente nenhuma diferença de uma forma ou de outra.... Todo cientista sabe disso, mas não são pagos para dizer então.... Aquecimento Global, como veiculo político mantem os europeus no banco do motorista e as nações em desenvolvimento de pés descalços” – Dr. Takeda Kunihiko, vice diretos do Instituto de Ciência e Pesquisa Tecnológica de Universidade de Chubu – Japão.

“Eu sou cético.... O aquecimento global virou uma religião” – Premio Nobel de Física – Ivar Giaever

“Já que não sou filiada a nenhuma organização nem recebo recurso algum posso falar francamente.... Como cientista continuo cética” Cientista Atmosférica Dr. Joanne Simpson – a primeira mulher no mundo a receber PhD em meteorologia formadora da NASA que assinou mais de 190 estudos e ficou conhecida como “uma das mais proeminentes cientistas dos últimos 100 anos”.

Medo do aquecimento é “o pior escândalo na historia.... Quando o publico vier a saber a verdade, eles se sentirão enganados pela ciência e pelos cientistas” – Cientista japonês do IPCC – ONU DR. Kiminori Itoh, premiado PhD em Química Fisica Ambiental.

Quem tiver interesse no assunto e quiser baixar o trabalho em pdf é só pegar o link na comunidade abaixo. Futuramente pretendo aos poucos, traduzir e inserir topicos na mesma comunidade sobre seu conteudo.

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=32491724

domingo, 28 de dezembro de 2008

Aquecimento global: pseudo-ciência a serviço da dominação

"Global Warming" Profiteers Exposed

 

Red Hot Lies

Dear Fellow Conservative:

It's enough to turn you purple with rage.

 

Power-hungry politicians blacklist scientists who reject global warming alarmism...

 

U.S. Senators threaten companies that fund climate-change dissenters...

 

Mainstream media outlets openly reject the notion of "balance"...

 

Unscrupulous scientists candidly admit the need to twist the facts to paint an uglier picture in order to keep the faucet of government money flowing...

 

In the name of "saving the planet," anything goes.

 

But now, Christopher Horner -- bestselling author of The Politically Incorrect Guide to Global Warming, and himself the target of environmentalist dirty tricks and smears -- blows the whistle on this campaign of lies and threats.

 

In his brand-new book, Red Hot Lies: How Global Warming Alarmists Use Threats, Fraud, and Deception to Keep You Misinformed, Horner reveals how global warming alarmists, relentless in pursuing their anti-energy and anti-capitalist agenda -- together with unscrupulous scientists who see this scare as their gravy train to federal grants and foundation money -- resort to dirty tricks, smear campaigns, and outright lies, abandoning scientific standards, journalistic integrity, and the old-fashioned notions of free speech and open debate.

 

Now, for a limited time, HUMAN EVENTS is making Red Hot Liesavailable to you absolutely FREE.

 

In your FREE copy of Red Hot Lies, you'll discover:

 

  • How the global warming industry is made up of lifestyle nags and nanny-statists who are seeking to curtail our liberties -- backed by "green" industries who want the state to create mandates and hike subsidies
  • How Big Government, politicians and global warming nutjobs are abusing power in the pursuit of even more power, as environmental alarmists knowingly spread false and exaggerated data on global warming
  • How, in the Left's efforts to suppress free speech (and scientific research), they have compared global warming dissent with "treason"
  • How the liberal media lie and conceal the truth while the global warming establishment moves ruthlessly to crush dissent and ruin the lives of dissenters
  • How that establishment, not content to dominate the mainstream media, is even propagandizing children, and not hesitating to use alarmist scare tactics to do so
  • Proof that most scientists are actually global warming skeptics

 

CLICK HERE to get your FREE copy of Christopher Horner's Red Hot Lies today.

 

Sincerely,

Thomas S. Winter
Editor in Chief, HUMAN EVENTS

 

P.S. Here is how to tick off a liberal... just subscribe to HUMAN EVENTStoday! (And you'll receive a FREE copy of Red Hot Lies -- a $27.95 value.)

 

P.P.S. Make a liberal even angrier by subscribing for 70 weeks and also get absolutely free, The REALLY Inconvenient Truths. For instant service, call us toll-free at 888.GO.RIGHT (888.467.4448).

 

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".