Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Quem atacou o Opus Dei? - 1

Olavo de Carvalho
2 de março de 2009

Meus comentários sobre o Opus Dei, no programa True Outspeak, foram respondidos como costumam sê-lo, no Brasil, os meus comentários sobre qualquer outra entidade, grupo ou instituição: com um intenso sentimento de autodefesa corporativa, afetações hiperbólicas de indignação moral, acusações escabrosas à minha pessoa e nenhuma atenção ao conteúdo das minhas palavras.


Eu já deveria ter-me acostumado com essas coisas, mas às vezes insisto em ignorá-las e em continuar imaginando que um escritor, um colunista de jornal, um comentarista de rádio ou qualquer outro formador de opinião tem o direito de ser respondido segundo aquilo que disse, não ao sabor das vagas associações de idéias que ocorram à platéia, nem muito menos das reações emocionais em cadeia que daí derivem, as quais só podem levar a discussão para longe do assunto originário e transformá-la, como quase invariavelmente ocorre, em campanha de difamação mesquinha adornada de afetações teatrais de bom-mocismo.


Puro jogo diversionista, por exemplo, é defender a dignidade e santidade da Obra de Dom Josemaria Escrivá de Balaguer contra quem jamais disse uma palavra contra ela nem teria motivos para fazê-lo. O Opus Dei é uma organização mundial: se eu quisesse atacá-la deveria falar dela em escala genérica e universal, em vez de concentrar minhas críticas, como o fiz, na conduta política – ou mais propriamente apolítica – de seus membros num país em particular, o Brasil. Nada do que eu disse sobre omissão e covardia poderia aplicar-se, digamos, ao Opus Dei americano, que é um dos fronts mais ativos da guerra cultural em defesa do cristianismo, muito menos ao tronco originário espanhol da mesma entidade, de cuja intensa e frutífera atividade política presta contas o eminente historiador Ricardo de la Cierva no livro indispensável Las Puertas del Infierno. La Historia de la Iglesia Jamás Contada (Barcelona, Fénix, 1995, pp. 567-587).


Se, portanto, limito-me a cobrar dos membros brasileiros dessa entidade uma conduta à altura da de seus colegas de outras nações, que sentido faz defender contra mim a entidade em si, que longe de ser atacada nos meus comentários está ali servindo de padrão de medida para a aferição do comportamento de um de seus ramos em particular?


É psicologicamente compreensível, mas moralmente inaceitável, que o servidor relapso, denunciado, tente se proteger ocultando-se por trás da honra e dignidade do chefe, fingindo que foi este e não ele o acusado, de modo a jogar contra o denunciante alguém mais forte e assim esquivar-se, seja de prestar contas de sua má conduta, seja, mais ainda, de corrigi-la.


Todas as apologias da Obra que estão circulando em resposta às minhas críticas devem, portanto, ser desde logo descartadas como meros subterfúgios covardes, totalmente alheios ao assunto em discussão.


O que eu disse, em substância, foi que, no Brasil, os membros do Opus Dei, entre os quais muitos políticos, empresários, magistrados, gente, em suma, de algum poder, se omitem de juntar suas forças àqueles combatentes, isolados e desprovidos de recursos, que hoje enfrentam em luta monstruosamente desigual as forças bilionárias do establishment esquerdista e sofrem por isso toda sorte de boicotes e difamações, marginalização profissional e ameaças de morte. Isso é um simples fato empiricamente comprovável. Não podendo negá-lo, não tendo um currículo de serviços prestados à causa da liberdade para tapar minha boca com ele, os acusados apelam então à desconversa e às gesticulações histriônicas de dignidade ofendida, que só podem servir de provas suplementares em favor das minhas declarações.


Dentre as inúmeras mensagens que recebi a respeito, uma, uma só tentou levantar contra meus argumentos um fato, um único fato isolado, que parecia contraditá-los.


“Josemaria Escrivá – escreve o missivista, aliás bastante gentil, em contraste com os demais – diz que se há algo absurdo para nosso espírito seria admitir que alguem deixe de ser católico ao entrar na Assembléia. Não é correto. A nós nos é muito cara a idéia de ser santo no cotidiano, como o exemplo de De Gaulle, que o senhor citou. Registro, professor, que um dos que revelaram o Foro de São Paulo foi o Dr. Graça Wagner, que por sua vez foi barbaramente perseguido. Ele era particularmente grato e amigo da Obra.”


Essa alegação é verdadeira, mas o primeiro a apresentá-la fui eu mesmo, no número de junho de 2006 da revista Digesto Econômico, edição especial sobre o Foro de São Paulo (v.http://www.dcomercio.com.br/especiais/outros/digesto/digesto_06/06.htm):


“O pioneiro inconteste na investigação do fenômeno ‘Foro de São Paulo’ foi o advogado paulista José Carlos Graça Wagner, homem de inteligência privilegiada, que muito me honrou com a sua amizade. Ele já falava do assunto, com aguda compreensão da sua importância histórica e estratégica, por volta de 1995, quando o conheci. Em 1999, a documentação que ele vinha coletando sobre a origem e as ações da entidade lotava um cômodo inteiro da sua casa, e uma prova da criteriosidade intelectual do pesquisador foi que só a partir de então ele se sentiu em condições de começar a escrever um livro a respeito. Na ocasião, ele me chamou para ajudá-lo no empreendimento, mas eu estava de partida para a Romênia e, com muita tristeza, declinei do convite. Maior ainda foi a tristeza que experimentei anos depois, quando, ao retomar o contato com o Dr. Wagner, soube que o projeto tinha sido interrompido por uma onda súbita e irrefreável de revezes financeiros e batalhas judiciais, que terminaram por arruinar a saúde do meu amigo e de sua esposa, ambos já idosos. Não sai da minha cabeça a suspeita de que a perigosa investigação em que ele se metera teve algo a ver com a repentina liquidação de uma carreira profissional até então marcada pelo sucesso e pela prosperidade.”


Longe de contradizer ou atenuar as minhas críticas, o total descaso dos membros do Opus Dei brasileiro pelas pesquisas iniciadas por esse grande batalhador é a prova mais contundente daquilo que eu disse. Se reunida e publicada, a documentação coligida pelo Dr. Graça Wagner teria bastado para bloquear a ascensão triunfante do esquerdismo no Brasil. Se os membros doOpus Dei no Brasil tivessem um pingo de senso do dever, jamais teriam deixado que esse material explosivo continuasse abandonado, por anos a fio, em caixotes empoeirados, enquanto os próceres do esquerdismo, protegidos da revelação de seus vínculos com o terrorismo e o narcotráfico, iam brilhando em público como exemplos de moralidade impoluta.


Fiz tudo o que estava ao meu alcance para divulgar em jornais e revistas alguns dos fatos descobertos pelo Dr. Graça Wagner, só deixando de citá-lo desde o início a pedido dele mesmo, mas passando a fazê-lo tão logo a morte desse meu querido amigo me livrou do compromisso de silêncio. O que não consegui foi que alguma entidade ou pessoa de recursos se responsabilizasse pela guarda e aproveitamento daquele material, constituindo uma equipe de pesquisadores para que o arquivasse, classificasse e publicasse.


É a esse fato que o sr. Alex Catharino de Souza, um tipinho ridículo ao qual darei mais adiante o tratamento que merece, alude com malícia pueril ao dizer que “a tentativa de aproximação do Sr. Olavo de Carvalho com alguns membros do Opus Dei tinha como principal objetivo, não a sua conversão ao catolicismo, mas, principalmente, o interesse de obter recursos financeiros”. Não vejo por que eu deveria precisar de auxílio do Opus Dei para me converter a uma Igreja que já era a minha. Mas sem dinheiro, decerto, era impossível dar prosseguimento ao trabalho iniciado pelo Dr. Graça Wagner. Tudo o que eu podia fazer com os meios de que dispunha foi exatamente o que fiz: estudar aquela massa de papéis e divulgar alguns dos fatos essenciais que eles documentavam. Fiz isso não só nos meus artigos de imprensa, mas também publicando, no jornal eletrônico Mídia Sem Máscara, as atas quase completas das assembléias e grupos de trabalho do Foro de São Paulo. O que fui pedir às criaturas aludidas pelo sr. Catharino não foi dinheiro: foi que honrassem a memória do pioneiro investigador, impedindo que seu trabalho, essencial para o futuro político de um continente inteiro, fosse abandonado e esquecido. Descontada a parcela que fiz sozinho – muito mais do que fizeram todos os membros do Opus Dei somados –, os únicos resultados que obtive em quase uma década de esforços persuasórios foram a edição especial do Digesto já mencionada – iniciativa pessoal de Guilherme Afif Domingos – e a publicação, pela É-Realizações, da coletânea de artigos Conspiração de Portas Abertas. Como o Movimento Revolucionário Comunista Ressurgiu na América Latina Através do Foro de São Paulo (2008), onde o artigo do Digesto foi aproveitado como prefácio, com a ressalva de que o organizador, Paulo Diniz Zamboni, sem autorização minha, cortou do texto justamente as linhas acima citadas, privando da indispensável homenagem a memória do Dr. Graça Wagner.


Também não posso dizer que o dr. Wagner foi a única exceção no quadro da omissão geral do Opus Dei. Quando o Mídia sem Máscara estava ainda engatinhando, foi outro membro daquela entidade, que conto entre meus melhores amigos e cujo nome não cito porque ele não me autorizou a isso, quem veio em nosso socorro durante algum tempo, oferecendo uma sala de seu escritório para sede da redação e ainda fazendo alguma contribuição em dinheiro, modesta porém salvadora naquele momento, da qual não embolsei um único tostão, deixando-a para os editores executivos, sem jamais pedir sequer que me prestassem contas, como aliás também fiz com as demais ajudas recebidas pelo jornal, seja do IRI, Independent Republican Institute, seja da É-Realizações, seja de outras fontes das quais não fui nem mesmo informado, ajudas sempre modestas e muito abaixo das necessidades da publicação. Toda a minha relação financeira com o Mídia Sem Máscaraconsistiu em alimentá-lo com dinheiro do meu próprio bolso, enquanto necessário, e em nada receber, mais tarde, que proviesse do bolso alheio.


Ainda com relação a esse tópico, uma só vez, em 20 de junho de 2006 – uma única vez e nada mais – coloquei no meu website um pedido de ajuda, acompanhado de links para contribuições pelo Paypal, exatamente como aqueles que se encontram em praticamente todos os sites ativistas do mundo, e depois nunca mais voltei a tocar no assunto. Mesmo no programa True Outspeak, ao longo de suas mais de cem emissões semanais, jamais pedi um tostão a quem quer que fosse. E mesmo quando abri o Seminário de Filosofiaonline, ali depositando os frutos de mais de trinta anos de trabalhos e estudos, só o que solicitei aos usuários foi a taxa mais que modesta de vinte dólares por mês, para cobrir despesas e pagar meus auxiliares. Pois bem, aquele apelo de 2006, excepcional e isolado, além de plenamente justificado pelas circunstâncias que ele mesmo descreve, bastou para que o sr. Catharino – por ironia, um fund raiser profissional – me acusasse de fazer “constantes campanhas para arrecadar fundos em benefício próprio (achando que, pelo simples fato dele existir, deve ser pago por todos)” e depois ainda alardear que “sem a oração perdemos a noção da caridade e não somos capazes de combater as falsas idéias, mas, apenas, atacar pessoas”. Só posso concluir que, no entender do sr. Catharino, o voracíssimo Olavo de Carvalho é uma idéia, não uma pessoa.


Mas deixarei essas catharinices para a sobremesa. Elas são saborosas demais para que as desperdicemos por aqui. Por enquanto, lembro aos interessados que, nas eleições de 2006, o candidato presidencial Geraldo Alckmin poderia ter liquidado as pretensões de seu adversário se consentisse em mostrar as atas do Foro de São Paulo, incluindo discursos pronunciados em círculos discretos pelo próprio Lula, que comprovavam acima de qualquer possibilidade de dúvida seu papel de liderança no movimento comunista continental e sua longa parceria política com organizações de terroristas, seqüestradores e narcotraficantes. Ele teria mesmo a obrigação de fazer isso, pois não é lícito a ninguém, muito menos a um católico praticante, acobertar os feitos de um criminoso para fazê-lo posar diante do público como um candidato normal e honrado, só separado de seu adversário por algo tão inofensivo como uma polida “divergência de idéias”. Dizem que o sr. Chuchu não é pessoalmente um membro da Obra, mas o fato é que vivia cercado deles em rodas de oração e encontros sociais. Algum cumpriu sua obrigação de levar a ele os documentos colhidos pelo Dr. Graça Wagner? Algum deles cobrou do candidato o dever estrito de revelar aos eleitores a verdadeira identidade do seu concorrente, para que decidissem seu voto com consciência de causa em vez de imaginar que faziam uma escolha entre meras correntes de opinião moralmente equivalentes?

[Continua]

Olavo de Carvalho

2 de março de 2009


Ingrid Betancourt era "pior que os guardas", dizem seus companheiros de cativeiro

TRADUÇÕES ESSENCIAIS
por Andrew Pierce | 26 de Fevereiro de 2009, http://www.telegraph.co.uk

Traduzido por LEANDRO DINIZ

Artigo original AQUI

O status de heroína de Ingrid Betancourt, que foi resgatada após seis anos nas mãos dos guerrilheiros marxistas nas florestas da Colômbia, tem sido desconstruído pelas declarações de seus companheiros de cativeiro.

A Sra. Betancourt, 47 anos, tem sido procurada por produtores de Hollywood após a notícia de que ela passou boa parte do tempo acorrentada pelo pescoço em uma árvore, e era alvo de torturas, pela organização terrorista das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARCs).

Mas a declaração mais provocativa do primeiro livro sobre a experiência, Out of Captivity (Fora do Cativeiro), por três americanos companheiros de cativeiro, não foi sobre as marchas forçadas acorrentadas e as escapadas por um triz de tiroteios.

Foram as extraordinárias alegações sobre o comportamento da Sra. Betancourt, uma política colombiana, com dupla cidadania francesa.

Um dos prisioneiros americanos disse que ela era arrogante, retraída, roubada sua comida, coletava livros, e arriscava as vidas dos americanos ao informar os guardas que eles eram da CIA.

Keith Stansell, 44 anos, um ex-Marine, contou a Associated Press: "Eu assisti a ela tentando tomar conta do acampamento com uma arrogância que era fora de controle. Alguns dos guardas nos tratavam melhor do que ela."

Sr. Stansell foi libertado junto com a Sra. Betancourt, os colegas empreiteiros Thomas Howess e Marc Gonsalves, e 11 colombianos, quando agentes do exército pousaram disfarçados como ajudantes humanitários em helicópteros os retirando de uma clareira na floresta em Julho.

Os três americanos revezam a narração das suas experiências na crônica de 457 páginas. Os outros dois concordam com o Sr. Stansell em muitos assuntos, mas não em todos, mas não concordam totalmente com ele sobre a Sra. Betancourt que se tornou um símbolo mundial do sofrimento de reféns. Punida por seus esforços em escapar, ela passou longos períodos acorrentada pelo pescoço em árvores, sofreu com infecções não tratadas, problemas intestinais e suportou longas marchas sobre terreno punitivo.

No livro e em entrevistas por telefone eles disseram que eles não guardam rancores, mesmo que os conflitos fossem freqüentes entre os reféns durante seu cativeiro. "Aqueles eram literalmente campos de concentração," Sr. Gonsalves diz. "Mal existia espaço para respirar."

Dr. Keron Fletcher, um psiquiatra britânico que entrevistou reféns mantidos por extremistas no Líbano há duas décadas, disse que é incomum para um ex-refém criticar publicamente alguém com quem dividiram uma experiência traumática.

"Para esse homem ir direto na jugular é pouco comum," ele disse sobre Stansell. Pessoas que vivem sobre tal trauma "tendem a se manterem calados sobre os problemas que tinham com os outros e fazem o máximo para ajudar cada um."

Os reféns competiam por espaço para dormir, as escassas rações de comida e o único dicionário Espanhol-Inglês. E quando o Sr. Gonsales desenvolveu uma íntima e carinhosa relação com Betancourt, isso disparou uma intensa inveja sobre os outros prisioneiros masculinos, de acordo com o livro.

"Ela é uma mulher forte," diz Sr. Gonsales, 36 anos, que se mantém em contato por telefone e e-mail. "Ela costumava dar muito trabalho para aqueles guerrilheiros."

Sra. Betancourt se recusou a comentar as alegações de Stansell. Uma porta voz, Catarinja Laranjeira, disse por e-mail de Paris que ela está "dedicada a escrever seu (próprio) livro e não fará declarações até que esteja terminado."

“La consigna es: cero criminales por parejo”



Por UnoAmericaSabado, 28 de Febrero de 2009


“La consigna es cero criminales por parejo”. Con esta frase el Presidente Álvaro Uribe exhortó a la Fuerza Pública a profundizar la lucha contra los reductos de bandas criminales y lo que quede de las Farc y el Eln. El Mandatario habló del tema durante el Consejo Comunal celebrado este sábado en Urrao, Antioquia. Foto: César Carrión - SP.
Conflicto Durante el Consejo Comunal en Urrao, Antioquia, el Presidente Álvaro Uribe exhortó a la Fuerza Pública a profundizar la lucha contra los reductos de bandas criminales y lo que quede de las Farc y el Eln. "Vamos a perseguirlos a todos, hasta que no quede uno solo", dijo el Mandatario.

Urrao, Antioquia, 28 feb (SP). “La consigna es: cero criminales, por parejo, por parejo”, les dijo este sábado el Presidente de la República, Álvaro Uribe Vélez, a los miembros de la Fuerza Pública del país, a quienes exhortó a profundizar la lucha contra los bandidos que quedan de las llamadas bandas criminales y de las guerrillas del Eln y las Farc.


El Jefe de Estado hizo el llamado durante el Consejo Comunal de Gobierno número 227, que se cumplió este sábado en el municipio de Urrao, en la región del suroeste antioqueño.


“Lo que nos queda de bandas criminales. Ahí nos queda esa lista, que encabezada por el ‘Don Mario’, que por ‘El Yiyo’, que por ‘El Beto’, que por ‘El Nito’, todos esos bandidos a la cárcel. Y lo que quede de la guerrilla”, dijo el Mandatario.


Y agregó: “Por aquí todavía quedan que el ‘Tío Pacho’, que ‘El Paisa’. Vamos a perseguirlos a todos, hasta que no quede uno solo, Generales. Hasta que no quede uno solo, Generales y Coroneles”.


En ese sentido, pidió a las autoridades militares y de Policía buscar a los jefes guerrilleros que también están escondidos en el extranjero.


“Que no sueñen que van a mantenerse en la impunidad, porque están en el extranjero, esos bandidos del Eln o de las Farc. Caerán. Bajo mi responsabilidad los seguimos buscando en cualquier parte (…). Que esos bandidos vayan encontrando, buscando escondidijos extraterrestres, porque en este planeta los encontramos. Tenemos toda la voluntad”, manifestó Uribe Vélez.


Además, el Jefe de Estado pidió a los generales y coroneles de la República perseguir a los ‘bandidos del paramilitarismo’, que ha reincidido, ya no como paramilitares sino como criminales y narcotraficantes.


“Generales y Coronel: esos bandidos del paramilitarismo han reincidido, ya no como paramilitares. Colombia ha recuperado el monopolio del Estado para combatir a los violentos. Esto es un gran logro de la política de Seguridad Democrática”, dijo Uribe, tras asegurar que Colombia ha recuperado el monopolio del Estado para combatir a los violentos.


Indicó que al Presidente de la República le corresponde cumplir con la responsabilidad de acompañar a las Fuerzas Armadas del país en la tarea de acabar con la criminalidad y el terrorismo.


“El Presidente de la República no puede estar un sábado o un domingo, tomando whiskicito en la Casa de Huéspedes de Cartagena, sino trabajando con los soldados y policías de la Patria.


“Yo voy a ver si aprendo a jugar tenis de viejo, porque en la juventud no me quedó tiempo. Ahora en la madurez he querido mejor cumplir esta responsabilidad acompañando a los soldados y policías de la patria, que jugando tenis o tomando whiskicito los sábados y domingos en algunas mansiones del país”, aseveró Uribe Vélez.


Le solicitó a la Fuerza Pública que cuando termine el periodo de su administración, el Gobierno pueda decir que todos los criminales denunciados por la comunidad colombiana fueron capturados.


“Que cuando termine esta Presidencia, Generales y Coronel, podamos decir: todos aquellos que fueron denunciados por la comunidad, los metimos a la cárcel”, puntualizó.

As armadilhas da semântica

Por e-mail (sic)

Aos que se interessarem, adendo explicativo ao final do texto de R.Campos.

M.

 

*Roberto de Oliveira Campos

(27/02/2000)

 

George Orwell, o escritor inglês que nos deu algumas das obras que melhor iluminaram o ambiente dos difíceis anos que duraram da Depressão à queda do Muro de Berlim, entre elas as duas terríveis sátiras 1984 e Animal Farm, foi antes de mais nada um homem de excepcional integridade. Firme nas suas convicções de esquerda, foi voluntário contra os franquistas, na Guerra Civil espanhola. Ferido em combate (numa campanha admiravelmente contada em Homenagem à Catalunha), enfrentou com coragem os comunistas, quando estes, na tentativa de assumirem o controle do movimento, traíram seus outros camaradas de esquerda. Foi depois objeto de um patrulhamento feroz que tentou transformá-lo numa "não-pessoa". Morreu em 1950 aos 47 anos.

 

Águas políticas passadas, talvez. A União Soviética, a ex-formidável pátria do socialismo, não existe mais, esfarelada em repúblicas conflituosas. Para felicidade do gênero humano, não se realizaram as sombrias previsões orwellianas de 1984 - uma sociedade hipertotalitária, metida em guerras intermináveis, impondo ao povo um brutal controle do pensamento e da expressão -, o "novopensar" (newthink) e a "duplafala" (doublespeak). A televisão não se tornou um instrumento de massificação ideológica em favor do Big Brother, sendo ao contrário um instrumento de denúncia, que dificulta o ocultamento de selvagerias ditatoriais.

 

As previsões de Orwell não se realizaram ao pé da letra. Mas os verdadeiros escritores têm o dom de entrever formas da realidade que escapam facilmente aos olhos da multidão. Porque alguma coisa do "novopensar" e do "duplofalar" se encontra em nosso quotidiano. Raramente as mensagens que a humanidade troca entre si são meramente descritivas. Em geral, atingem-nos mais pelas associações de idéias e sentidos. Não haveria poesia, nem literatura, nem mesmo prece, sem adjetivos, metáforas e toda a ilimitada teia de ligações que vão se estabelecendo entre as palavras, ao longo do tempo. Mas o que faz prece ou poesia pode fazer também intriga e malefício. Questão de intenção e de dose.

 

Parece que mesmo línguas robustas, como o inglês, vêm perdendo a velha simplicidade por conta da "duplafala". Nos Estados Unidos, parece praga. Não há muito, uma companhia que estava mandando embora 500 empregados esclareceu: "Não caracterizamos isto como dispensa de pessoal; estamos gerenciando nossos recursos administrativos". Há consultores que trabalham especialmente no ramo de mandar gente embora, e apresentam seus serviços como "consultoria para terminação e colocação externa", ou "engenharia de reemprego". No Canadá, um acidente de helicóptero foi higienizado como "desvio de um vôo normal". E os advogados do famoso jogador de futebol americano, O. J. Simpson, o tal que teria matado a mulher (em quem dava surras) e o amante dela, pintaram essa relação como mera "discórdia marital". E consta que na Universidade da Califórnia, em Berkeley, a turma de educação física passou a chamar-se de "departamento de biodinâmica humana". Exemplos inesgotáveis, alguns engraçados, outros ridículos. Mas embaçam a percepção da realidade, embora hoje não tão sinistros como no auge dos totalitarismos.


Uma ilustração recente tem pegado por aí muita gente distraída. Temos ouvido muito a expressão "excluídos", para designar grupos de pessoas de baixa renda, ou supostamente marginalizadas. Há palavras apropriadas para as situações concretas: "pobre", "analfabeto", "doente", "desempregado", "drogado", por exemplo, designam situações em que determinadas pessoas objetivamente se encontram num dado momento. No resto da sociedade, espíritos decentes certamente sentirão um dever de solidariedade, e sem dúvida pensarão no que possa ser feito para mudar esse estado de coisas.

A exclusão, no entanto, supre uma ação deliberada contra o excluído, no caso, essa gente pobre, desempregada etc. Portanto, subentende que alguém impeça à força que ela tenha acesso a bens que todos desejam. O "excludente" passa a ser indiciado como "culpado" por essa situação penosa. Essa generalização é safada, porque sub-repticiamente legitima todas as demandas de supostos "excluídos", às custas dos demais. Houve políticas deliberadas (e criminosas) de exclusão, como a nazista, contra os não-arianos, e a comunista, contra os não-proletários.

 

Mas há formas de "exclusão" legítimas, e até indispensáveis à existência do indivíduo e da espécie. Os países costumam fechar suas fronteiras para não serem atropelados por massas de imigrantes deslocados de outras paragens. O abuso da palavra "excluído" é particularmente freqüente nas conferências internacionais. Muitos países se queixam de "excluídos" pela globalização, pela revolução tecnológica ou pelo liberal-capitalismo. Ao mesmo tempo praticam um nacionalismo excludente, que hostiliza capitais estrangeiros, supridores de poupança e tecnologia. Ou se impõem auto-mutilação tecnológica como o Brasil, com sua política de nacionalismo informático. Para não falar de países recipientes de ajuda externa, que gastam dinheiro em armamentos ou guerras tribais.

 

Essa confusão semântica atrapalha a compreensão do desenvolvimento econômico. Antes do processo de acumulação que é a civilização, os bandos dos nossos primitivos tataravós viviam em "equilíbrio" com a natureza - quer dizer, em média, pouco mais de 10 anos, chegando a em torno de 20 ao tempo de Roma, e só alcançando 40 nas sociedades industrializadas, no final do século passado. Fome, frio, doença, eram a regra geral. E permanente guerra de pilhagem entre tribos e clãs. A escassez universal era a regra que gerava a violência.

 

A aquisição da racionalidade tem sido um longo esforço humano de "inclusão" ao longo de milênios. A globalização é um fenômeno de "inclusão" e não o contrário. Pelo menos usar as palavras sem deformar a mensagem está nas nossas mãos. E é parte da solução.


*Defensor apaixonado do liberalismo. Economista, diplomata e político também se revelou um intelectual brilhante. De sua intensa produção, resultaram inúmeros artigos e obras como o livro A Lanterna na Popa, uma autobiografia que logo se transformou em best-seller. Foi ministro do Planejamento, senador por Mato Grosso, deputado federal e embaixador em Washington e Londres. Sua carreira começou em 1939, quando prestou concurso para o Itamaraty. Logo foi servir na embaixada brasileira em Washington, e, cinco anos depois, participou da Conferência de Bretton Woods, responsável por desenhar o sistema monetário internacional do pós-guerra.

 

Entendo que a sistemática indução às confusões semânticas é um dos ítens mais eficazes da guerra psicológica que o comunismo deflagra há décadas contra as civilizações do Ocidente.


O constante uso pelos meios de comunicação de expressões como "excluído", "justiça social", "movimento social", "direito à igualdade" e similares da arma conhecida como "cartilha politicamente correta", sem concomitantes definições de seu conteúdo em significado, têm o intuito de - pelo uso de automatismo de associação de idéias ( excluido = vítima; justiça = o Bem; social = antítese do individual egocentrado; igualdade = desejável; direito = indiscutível; etc.. ) fazer aceitar como racional, verdadeiro e justo, algo que não o é.


A costumeira designação de 'excluido' a um criminoso, por jornalistas, sociólogos, psicólogos... a priori aceitos como autoridades, impõem uma dissonância cognitiva (choque entre conceitos, opiniões, crenças ), sempre desconfortável psicologicamente. Nesta situação, nossa tendência é escapar ao desconforto pela exclusão de uma das cognições e aceitação plena daquela mantida pela 'autoridade'.


Se isso é conseguido a contento, tem-se uma porta aberta para a inteira ideologia que oferece uma gestalt, um quadro de referência em que tal cognição tem um sentido, recuperando-se a reconfortante - e ilusória - sensação de inteireza. 


Ou, nos mais inteligentes, que não conseguem engolir que um assassino é apenas "uma pobre vítima da sociedade maldosa", mantém-se a condição confusional agudamente desconfortável. Neste caso a defesa restante é o usual esquecimento, o jogar tal conflito para fora da atenção consciente buscando minimizar-se o sofrimento. Esta defesa, geralmente automática e inconsciente, deixa como resíduos inevitáveis a sensação de inferioridade intelectual, de ser-se incapaz de discernir a verdade por si mesmo.


Esta, meu amigo, é a melhor maneira já encontrada de tornar alguém impotente, embotando na origem o humano dom de definir o próprio comportamento pela apreensão da realidade, via percepção clara e pensamento racional. Bem curtinho: chuta-se o indivíduo para a condição de alienado - não sei, não quero saber, não me diz respeito, não tenho nada com isso... é o Cavalo, em Animal Farm, que só trabalha e deixa o pensar a cargo dos comissários. E as atuais e degradantes condições intelectuais do brasileiro médio não são mera coincidência, mas resultado concreto de décadas de esforço destrutivo, via mídias, escolas e igrejas aparelhadas por comunistas.


Uma idéia aceita por todas as ciências é que a Vida na Terra se hierarquiza em crescentes níveis de complexidade, estando o Homem em seu ponto mais alto.


Um ego individualizado, estruturando-se sobre a consciência de ser-no-mundo, é a capacidade distintiva, exclusiva da humanidade. Só o Homem dela desfruta, excluída da natureza de qualquer outro animal. Mesmo aqueles superiores, em que encontramos inegáveis traços de consciência, têm-na difusa, não centrada em um ego com historicidade e características únicas - INDIVIDUALIZADAS.


Atente: o ápice evolucionário se distingue por INDIVIDUALIDADE CONSCIENTE. Se entendermos esta realidade como um propósito - ainda que meramente incidental, na acepção de resultante por simples automatismo da valência de Leis Naturais ainda desconhecidas - ser-nos-á impositivo aceitar que a Natureza visa metas que passam por ampliação crescente do senso de individualidade e da consciência. Se o fluir em acordo com as Leis Maiores é um absoluto condicionante para o crescimento e felicidade - e o é! - então o melhor conselho jamais dado ao Homem estava no frontão do Templo de Delfos: CONHECE (amplie a consciência sobre) A TI MESMO (seu ego individualizado). 


Enquanto 'filosofia', o ESQUERDISMO - em qualquer de suas faces - induz sempre e deliberadamente à anulação do valor do indivíduo ( o que importa é o social, onde o indivíduo se dissolve ) e se opõe ativamente à ampliação das consciências (p.ex. a 'duplafala'), ao tempo em que - comprovadamente! - alimenta e estimula o que de pior e mais baixo possa existir na natureza humana, por desdobramentos de corrupção caracterológica decorrentes da ânsia por poder - antítese da opção pelo amor. 


SEMPRE.


Por se pautar como via reativa - revolucionária - em absoluto contrário ao fluxo de crescimento natural do Homem, configura-se claramente como INIMIGO DA HUMANIDADE. E que toda esta destrutividade odienta, onipresente onde quer que dominem, seja induzida por homens - que, em última instância, serram o galho em que se sentam - é a mais cabal comprovação que o esquerdoso é, antes de mais nada e em sua essência, um estúpido, criminoso anti-humanidade.


Hoje, dominam por contágio corruptor, todas as instâncias de nossa pátria, com uma única - e para eles, apavorante e intragável - exceção:


- nossas Forças Armadas, guardiãs das derradeiras reservas morais da nação.

M.

O filósofo predileto dos incapazes

Diário do Comércio (editorial), 6 de setembro de 2008

Fazendo eco ao consenso da intelectualidade esquerdista, Nouvel Observateur apresenta Alain Badiou como "l'un des plus grands noms de la philosophie mondiale". Mas é óbvio que ele não é um filósofo de maneira alguma, apenas um demagogo comunista da mais baixa espécie, uma reencarnação atrofiada do pior Jean-Paul Sartre, sendo aplaudido como filósofo justamente por isso. Nada caracteriza mais acentuadamente a mídia mundial desde os anos 60 do que seu ódio visceral à filosofia, sua necessidade compulsiva de substituí-la por algum simulacro idiota apropriado à política do dia. Na primeira década do século XX, os jornais aceitavam como filósofos representativos aqueles que os estudiosos de filosofia apontassem como tais. Depois a mídia adotou seus próprios critérios e, em vez de divulgar a alta cultura, passou a moldá-la a seu belprazer. Foi aí que tipos como Badiou se tornaram filósofos eminentes, enquanto a filosofia de verdade virou um segredo esotérico, reservado a um pequeno círculo de highbrows.


Tal como Sartre, Badiou não toma como ponto de partida uma pergunta, uma dúvida, um desejo de esclarecimento e fundamentação, mas a expressão histérica de uma preferência dogmática injustificada e injustificável, recobrindo-a em seguida de floreios retóricos tecidos com vocabulário filosófico, mas carentes do mínimo senso analítico e autocrítico que precisariam para ser admitidos até mesmo como trabalhos escolares de filosofia.


O dogma essencial da doutrina Badiou é aquele alardeado por Jean-Paul Sartre: "Todo anticomunista é um cão." Se me ocorre a idéia de que todo comunista é uma hiena, não tomo isso como premissa, mas como mero resumo figurativo de exposições históricas fartamente documentadas e análises críticas que não deixam margem para nenhuma conclusão mais suave. O dogma de Sartre-Badiou, ao contrário, é um aviso pregado na porta para informar aos visitantes que qualquer tentativa de análise crítica será repelida mediante gritos de horror. A fuga à análise crítica, em Sartre, era puro fingimento maquiavélico, mas em Badiou ela expressa uma genuína incapacidade. Sartre, quando se fazia de fanático, tinha para isso um pretexto intelectualmente sofisticado: sua teoria do primado da existência sobre a essência justificava tomadas de posição irracionais como um esforço para "existir" – numa linha bem parecida, no fundo, com o arbitrário "decisionismo" de Carl Schmitt, que justificava as políticas do Führer com a mesma cara-de-pau com que o autor de A Náusea justificava as de Stalin, tornando-se nauseabundo ele próprio. Badiou não precisa de nada disso. Sua adesão passional ao comunismo é um princípio autofundante, desnecessitado de qualquer justificação, mesmo simulada. É o axioma fundamental, e dele deduz-se tudo o mais que o tagarela incansável venha a dizer sobre o que quer que seja.


Numa de suas mais célebres conferências (v. http://alainindependant.canalblog.com/archives/2007/11/11/6847208.html), ele toma o comunismo como "uma hipótese" em vias de realização – e, com a habilidade filosófica de um mau aluno de ginásio, compara as belezas dessa hipótese, não à hipótese contrária, democrático-capitalista, porém às más qualidades reais que ele crê enxergar no capitalismo existente, ao passo que os males do comunismo real não precisam entrar na comparação porque a hipótese – por hipótese – já os absorveu e santificou nas suas futuras belezas hipotéticas. A estrutura do raciocínio, em si, é a de um fingimento histérico que tenta camuflar sua própria irracionalidade mediante invectivas furiosas que dissuadem o ouvinte de cobrar do pretenso filósofo os deveres mínimos da racionalidade filosófica. Admito que seja uma técnica, mas é uma técnica de charlatão.


Mais charlatanescamente ainda, ele condena a violência policial sangrenta do regime soviético não por ser imoral em si, mas por "não ter conseguido salvar da inércia burocrática" o regime comunista. Ele apela, sob esse ponto de vista, à doutrina de Mao Dzedong segundo a qual "o movimento" deve prevalecer sobre a hierarquia estática do Partido. Reconhecendo que esta teoria também descambou em violência, ele se esquece de observar que foi violência três ou quatro vezes maior que a dos soviéticos, revelando-se um remédio mais letal do que a doença e desqualificando-se, ipso facto, como crítica válida ao descalabro soviético. Empinando o narizinho para fazer-se de moralmente superior ao "comunismo de Estado" soviético, ele faz a apologia do maio de 68, quando "a sociedade civil”, em vez do Partido, tomou a iniciativa de tentar estrangular a burguesia. Mas no regime soviético quem mandava não era o Estado, era o Partido, do qual o Estado era apenas um instrumento maleável. E que é a "sociedade civil organizada" senão a versão renovada, gramsciana, do Partido? Em suma, contra os males do Partido, Badiou sugere como remédio... o Partido.


A coisa é de um primarismo digno do dr. Emir Sader, e não é de espantar que ela termine pela proclamação de um inalterado amor irracional àquilo que não se pode justificar racionalmente.


Comparar ideais com ideais, fatos com fatos, e não os belos ideais de um lado com os fatos supostamente deprimentes do outro, é o princípio elementar, já não digo da filosofia, mas de qualquer atividade intelectual, mesmo rudimentar, que se pretenda honesta. Esse preceito está infinitamente acima da capacidade de Alain Badiou. Por isso mesmo é que entidades dedicadas à imbecilização universal, como o são hoje em dia os órgãos da grande mídia, o consagram como um eminente filósofo. Ele é o filósofo daqueles que, por inépcia congênita ou safadeza adquirida, estão condenados a jamais saber o que é filosofia.

domingo, 1 de março de 2009

Breve lição de sociologia

Diário do Comércio (editorial), 15 de outubro de 2008

Émile Durkheim, o fundador da sociologia, ensinava que há um limite para a quota de anormalidade que a mente coletiva é capaz de perceber. Pode-se compreender isso em dois sentidos, simultâneos ou alternados:


I - Quando os padrões descem abaixo do limite, a sociedade automaticamente ajusta o seu foco de percepção para achar normal o que antes lhe parecia anormal, para aceitar como banal, corriqueiro e até desejável o que antes a assustava como inusitado e escandaloso.


II - Quando a anormalidade é excessiva, transcendendo os limites da quota admissível, ela tende a passar despercebida ou a ser simplesmente negada: o intolerável transfigura-se em inexistente.


Embora dificilmente corresponda a quantidades mensuráveis, a “constante de Durkheim”, como veio a ser chamada, revelou-se um instrumento analítico eficiente, sobretudo nos momentos de aceleração histórica, em que várias mudanças de padrão se sucedem e se encavalam no prazo de uma só geração, podendo ser observadas, digamos assim, com os olhos da cara.


Daniel Patrick Moynihan, Robert Bork e Charles Krauthammer empregaram-na inteligentemente para a explicação das vertiginosas transformações da moralidade americana desde os anos 60. Bork escrevia em 1996: “É altamente improvável que uma economia vigorosa possa ser sustentada por um ambiente de cultura enfraquecida, hedonística, particularmente quando essa cultura distorce os incentivos, rejeitando as realizações pessoais como critério para a distribuição de recompensas”. Doze anos depois, a idéia de que os empréstimos bancários não são um negócio entre partes responsáveis e sim um direito universal indiscriminado, garantido pelo governo e pela pressão das ONGs ativistas, deu no que deu. O fato de que os criadores do problema não se sintam nem um pouco responsáveis por ele, mas prefiram lançar a culpa justamente nos que tudo fizeram para evitá-lo, ilustra bem a descida do nível de exigência moral que veio junto com a queda do padrão de exigência para os tomadores de empréstimos.


Porém o mais interessante não é a aplicação do princípio para fins explicativos, e sim a sua utilização prática como arma política. Há mais de um século todos os movimentos interessados em impor modificações socioculturais contra as preferências da maioria evitam bater de frente com a opinião pública: tentam ludibriá-la por meio do uso astuto da “constante de Durkheim”, que todo ativista revolucionário de certo gabarito conhece de cor e salteado.


No sentido I, o princípio é aplicado por meio da pressão suave e contínua, rebaixando cuidadosamente, lentamente, progressivamente os níveis de exigência, primeiro no imaginário popular, por meio das artes e espetáculos, depois na esfera das idéias e dos valores educacionais, em seguida no campo do ativismo aberto que proclama as novidades mais aberrantes como direitos sagrados e por fim na esfera das leis, criminalizando os adversos e recalcitrantes, se ainda restarem alguns. Com uma constância quase infalível, nota-se que os autoproclamados conservadores se amoldam passivamente – às vezes confortavelmente – à mudança, sem perceber que sua nova identidade foi vestida neles desde fora como uma camisa-de-força por aqueles que mais os odeiam.


Na acepção II, a “constante de Durkheim” é usada para virar a sociedade de cabeça para baixo, da noite para o dia, sem encontrar qualquer resistência, por meio de mentiras e blefes tão colossais que a população instintivamente se recuse a acreditar que há algo de real por trás deles. As próprias vítimas do engodo reagem com veemência a qualquer tentativa de denunciá-lo, pois sentem que admitir a realidade da coisa seria uma humilhante confissão de idiotice. Para não sentir que foi feito de idiota, um povo aceita ser feito de idiota sem sentir, confirmando o velho ditado judeu: “O idiota não sente”. Foi assim que se montou na América Latina a maior organização revolucionária da história continental, o Foro de São Paulo, num ambiente em que todas as denúncias a respeito, por mais respaldadas em documentos e provas, eram ridicularizadas como sinais de loucura. E é assim que agora se está impingindo aos EUA um presidente sem nacionalidade comprovada, financiado por ladrões e associado por mil compromissos a grupos de terroristas e genocidas, enquanto seu próprio adversário maior o proclama “um homem decente, do qual não há nada a temer”.

Plano Econômico dos Democratas: Culpe os Republicanos por Qualquer Coisa

TRADUCÕES ESSENCIAIS
por John R. Lott, Jr. [1] | 26 de Janeiro de 2009

Traduzido por LEANDRO DINIZ

Original AQUI.

O que você espera que os americanos façam quando o presidente Obama nos contar que nós estamos em "uma crise econômica sem precedentes"? Alguém se surpreende quando os consumidores passam a comprar menos? Quando companhias param de gastar dinheiro?

Infelizmente, as declarações de Obama não são novas - ele fez declarações similares durante sua campanha ano passado. Consultores políticos democratas têm aparecido em toda a mídia clamando sobre nós estarmos na "maior crise financeira sem precedentes da história." Claro, a mídia tem espalhado essa mensagem também.

Não só esse discurso sobre a "crise econômica sem precedentes" é falso - é absurdamente falso. Mas ao amedrontar os americanos e levá-los a mudar seus hábitos, eles causam o caos econômico que dizem querer resolver.

Pegue alguns números:

-- As pessoas podem não se lembrar disso, mas praticamente um terço de todos os meses durante as décadas de 1970, 1980 e 1990 tiveram taxa de desemprego alta, ou mais alta que agora.

-- A taxa de inflação hoje é incrivelmente baixa. Ao longo do último ano a taxa de inflação tem sido 0.1 por cento. Só existe um ano desde 1960 em que a taxa de inflação foi menor do que 0.7 por cento (1961).

-- O crescimento do PIB deve ter caído levemente uns 0.5 porcento no terceiro trimestre do ano passado, mas isso foi depois de um crescimento de 2.8 porcento no trimestre anterior. Os americanos estão mesmo assim mais ricos que estavam no início do ano.

Dado todo o falatório sobre o desastre, é um mistério que a economia não esteja em estado pior. Você deve pensar que os políticos devem ter entendido o impacto das suas palavras. Mas se não entenderam (e é muito difícil de acreditar que eles não entenderam), eles tiveram bastantes oportunidades para aprender essa lição novamente ano passado.

Senador Chuck Schumer (D-N.Y.) soltou publicamente uma carta que escreveu ao Federal Deposit Insurance Corp (FDIC) e o Office of Thrift Supervision (OTS) questionando as chances de sobrevivência do IndyMac Bancorp. Ele não tinha nenhuma evidência de nada, apenas a suspeita de que o IndyMac tinha uma condição financeira frágil.

Os depositários entraram em pânico e retiraram seu dinheiro do banco, o que o levou a falência.

O escritório do OTS concluiu: "A causa imediata do fechamento foi uma esvaziamento nos depósitos que começou e continuou depois da liberação pública da carta de 26 de Junho para o OTS e o FDIC do Senador Charles Schumer de Nova York. A carta expressava preocupações sobre a viabilidade do IndyMac. Nos próximos 11 dias úteis, os depositários sacaram mais de $1.3 bilhões de suas contas."

Ou pegue a declaração do Líder da Maioria do Senado Harry Reid: "Um dos indivíduos na reunião de hoje falou sobre uma grande companhia de seguro. Uma grande companhia de seguro - uma de nome que todos conhecem e que está à beira da falência. Isso é a razão disso tudo." Nenhuma companhia de seguro estava à beira da falência, mas todos os preços de ações da indústria de seguros despencaram no dia seguinte. Ninguém sabia de qual companhia de seguro Reid tinha informações privilegiadas.

Se essas táticas de pânico sobre a economia não foram suficientes, a ameaça de taxas maiores, ou cancelamento de contratos de hipoteca, ou grandes novas regulamentações, ou subsídios para pessoas desempregadas só fizeram as coisas piorarem ainda mais. Porque o aumento do benefício do seguro desemprego termina muito antes das eleições do próximo ano?

Meu palpite é que os Democratas realmente entendem o impacto de suas palavras. Mas esses são apenas algumas de suas declarações sobre a economia. Então por que o esforço consciente para derrubar a economia?

A resposta é simples: se as coisas piorarem economicamente, especialmente antes do plano de estímulo dos Democratas entrar em vigor, os Democratas pensam que serão capazes de culpar os Republicanos por tudo. Mesmo porque a maioria dos americanos não sabem que os Democratas controlaram ambos, Congresso e Senado, pelos últimos dois anos.

Pode levar uns anos, mas as coisas eventualmente vão se acertar por si mesmas na economia, e os Democratas dirão que foram seus planos que arrumaram as coisas. Infelizmente, esse ganho político será feito nas costas dos americanos que estão vivendo um sofrimento desnecessário.

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[1] John Lott é o autor de Freedomnomics e um pesquisador científico Sênior da Universidade de Maryland.

JURA DIZER A VERDADE, SOMENTE A VERDADE E NADA MAIS QUE A VERDADE?

Com imenso prazer informo que estréia hoje um colunista no Cavaleiro do Templo.

Além de irmão do coração e em armas, Eduardo Araujo é um abnegado. Ser humano diferente que faz parte do grupo dos que nunca foram a regra no mundo, Eduardo está no das exceções. Por isto mesmo é uma das melhores pessoas que jamais conheci e sim, eu JURO DIZER (e que disse) A VERDADE, SOMENTE A VERDADE E NADA MAIS QUE A VERDADE. 

Vamos lê-lo, bem-vindo irmão.


JURA DIZER A VERDADE, SOMENTE A VERDADE E NADA MAIS QUE A VERDADE?

Eduardo Araujo | 01 de março de 2009

O comportamento humano tem reflexo daquilo que se aprende no lar, na escola e na sociedade. Mas é o lar o ponto de partida para a maioria das pessoas. Nos primeiros anos de vida não se sabe distinguir a fantasia da realidade. Com o passar do tempo, sabendo da diferença entre a verdade e a mentira, elaboram histórias que parecem verdadeiras. O filósofo Olavo de Carvalho elaborou um surpreendente estudo dedicado ao recenseamento dessas inversões psicóticas no sentido clínico mais estrito do termo sobre a mentalidade revolucionária.  Uma mente revolucionária não é só inversão do tempo: é inversão das relações lógicas de sujeito e objeto, dos nexos de causa e efeito, da relação entre criminoso e vítima, etc. O núcleo de sua tese nos remete a perceber que os males da mentira seria o início de toda essa perturbação que vive o inconsciente de uma doentia mente revolucionária.


Mentir é contra os padrões morais de muitas pessoas e é tido como um pecado em muitas religiões. As tradições éticas e filósofos estão divididos quanto a se uma mentira é alguma situação permissível - Platão disse sim, enquanto Aristóteles, Santo Agostinho e Kant disseram não. A mentira e a atribuição de culpa são tão básicas a sociedade que é difícil estudá-las de maneira formal. Em seus estudos Olavo de Carvalho, altera a terminologia "esquerda" e "direita" pelos de "revolução" e "reação". Olhando essa teoria por uma ótica de terceira dimensão vemos que Olavo de Carvalho, nos aproxima da necessidade de uma melhor compreensão sobre a máquina mais perfeita e mais complexa do planeta que se divide em duas metades, o hemisfério esquerdo (responsável pelo pensamento lógico e competência comunicativa) e o hemisfério direito (responsável pelo pensamento simbólico e criatividade): O CEREBRO HUMANO.


Mais recentemente, neurocientistas descobriram que a mentira ativa estruturas do cérebro completamente diferentes durante exames de tomografia por ressonância magnética, o que pode levar a um método mais preciso (embora não prático) de detecção de mentiras. O caso mais recente foi o de Paula Oliveira, que foi acusada de inventar um ataque neonazista na Suíça, tudo fruto do poder da mentira como uma forma de prazer. Estudiosos se interessam sobre o assunto devido aos seus devastadores desdobramentos. Do outro lado, os cientistas descobriram que os sentimentos de amor conduzem à supressão de atividade em zonas do cérebro que controlam o pensamento crítico. Essa é também a explicação para o fato de perdermos a capacidade de ver os defeitos das pessoas que amamos. Ao que parece, quando nos tornamos emocionalmente próximos ou íntimos de alguém, o cérebro decide que a necessidade de avaliarmos o caráter e a personalidade dessa pessoa é reduzida, diminuind o assim a nossa aptidão crítica. A manutenção do equilíbrio e a eterna busca do homem que jamais será perfeito.


Uma mente revolucionaria já contaminada pelos males da mentira e impregnada pelo processo subseqüente de loucura é totalmente desprovida do sentimento de amor. Olavo de Carvalho, através de suas reflexões lança nesse novo contexto filosófico, outra perspectiva daquilo que foi pregado a dois mil e nove anos atrás e muitos não conseguiram entender sobre o efeito do AMOR DIVINO. Esse estudo é muito particular, explicitado de forma totalmente original, no seu conteúdo histórico, exemplos, comparações e conclusões. Certamente, como declarou o próprio Olavo de Carvalho, Nosso Senhor Jesus Cristo, oferecerá o LADO DIREITO que ele é merecedor no dia da sua defesa no Juízo Final em função desse belíssimo trabalho. Olavo de Carvalho trabalha com a VERDADE.

 

Eduardo Araujo

NOTALATINA - Blasfêmia e heresia na Venezuela: Chávez e seu padre comunista escarram, açoitam e crucificam o Cristo mais uma vez...

visite também o OBSERVATORIO BRASILEÑO da Graça Salgueiro - em espanhol


Trecho logo abaixo, íntegra AQUI (da maior importância, não  deixem de clicar e ler, ver as fotos e, principalmente, o vídeo que, para mim, é satanismo apenas - comentário meu como já disse).

"Na última edição do Notalatina eu havia dito que voltaria a falar das FARC e seus defensores e gostaria mesmo, sobretudo porque hoje faz um ano que morreu Raúl Reyes, um dos mais violentos e sanguinários comandantes deste bando narco-comuno-terrorista – que o Diabo o tenha, em seus Infernos! -, mas um assunto que não vi comentado na mídia brasileira clama aos céus que seja denunciado. A nota sobre as FARC que eu iria comentar aqui já publiquei no Observatorio brasileño; os interessados podem conhecer do que se trata clicando neste link. Outra notícia ainda sobre as FARC informa, numa reportagem bem documentada através de inúmeras fotos, a descoberta feita pelo glorioso Exército Colombiano de umas cavernas que serviam de esconderijo para “Mono Jojoy”, mas também como depósito de armas, munições e equipamentos cirúrgicos para realizar abortos. O Heitor De Paola divulgou em seu site e vocês podem – e devem - conferir aqui, porque isto é da maior importância!

A Venezuela foi palco no último dia 27, de um dos mais sórdidos e heréticos eventos que alguém jamais pôde - em qualquer tempo - imaginar que fosse acontecer, justo num país majoritariamente cristão. Mais uma vez, fingindo-se de piedoso católico, Chávez escarra na santa face de Cristo, açoita-lhe o Corpo com suas palavras blasfemas e O crucifica de novo quando invoca, não ao Deus de nossos pais, mas ao próprio príncipe das trevas."

Íntegra AQUI.

A Verdade Sufocada - site de direita chega a 2 milhões de visitantes da forma correta: com muito trabalho

A VERDADE SUFOCADA
02/03/2009

 
Em 03/09/2007 fizemos uma máteria explicando como funcionava o site www.averdadesufocada.com motivados por uma matéria publicada no jornal Estado de São Paulo que atribuia ao Coronel Ustra os textos aqui publicados. O momento em que alcançamos dois milhões de visitantes, lembramos tudo pelo que passamos, todas as horas de trabalho e aproveitamos para agradecer a todos os autores dos textos, pela contribuição que estão dando a nação. Somos pessoas comuns fazendo um pouquinho a cada dia, um tijolo após o outro, como qualquer edifício de qualquer tamanho. Você que nos lê, faz parte dessa torre, é o nosso cimento, nossa motivação e nosso orgulho.
Parabéns de coração.

13/09/2007
     Coronel Ustra expõe em site textos contra Jobim, escrita por Fabíola Salvador , na qual a repórter diz que o site www.averdadesufocada.com é organizado pelo coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra. Queremos informar aos nossos prezados visitantes que o site não é organizado pelo Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra. Diretamente, somos dois civis. Indiretamente, poucas dezenas de pessoas estão sempre em busca ou escrevendo matérias para o site. E como Webmaster, conto um pouco mais de como isso tudo começou: 
  

Sobre a contra-revolução de 1964 

     O período me era obscuro, afinal não vivi aqueles tempos; há pouco alcancei a minha terceira década de vida; nunca participei de movimentos políticos; já estive em três universidades; prestei o serviço militar normalmente(R/2) e jamais alguém me explicou direito como as coisas tinham acontecido. 


     O livro 

     Após conversar sobre isso com o amigo, Luiz Mergulhão, recebi de suas mãos, o livro "A Verdade Sufocada". Depois da entrega ele disse: 


     - Prepare-se, a vida perderá um pouco da graça se você conseguir chegar ao final dele. Afinal, não é nada prazeiroso descobrir que muito do que você escutou são inverdades. 


     Cheguei ao final do livro, após um mês de leituras noturnas e realmente creio nunca mais ser o mesmo. A ignorância as vezes é uma dádiva, mas a omissão além de crime é um pecado.   Isso não poderia ficar assim, as pessoas tinham que saber sobre a verdadeira história da nossa nação. Perdi o sono, conversei com as pessoas, fiquei agitado, triste e magoado. 

     O Site 

     Consegui o email do senhor USTRA e informei-lhe que estaria dando um site inteiro de GRAÇA, pois essa história não poderia ficar oculta. Ele recusou. Fui insistente nas semanas seguintes. Tentei através da senhora Joseíta Ustra (exemplo de mãe, que me impressionou pela sua coragem em algumas passagens do livro). Ela pareceu mais receptiva. Finalmente fizemos um acordo: 


     As regras 

     Eu colocaria somente materias que estivessem dentro do contexto, e o mesmo ficaria a vontade para colocar suas matérias e até solicitar a retirada das que não concordasse ou que fossem muito agressiva (foram muitas), isso mesmo, o Ustra é mais pacífico que todos nós, talvez seja a imprudência da juventude, porém o mais importante é que, contrariando-o, fazemos com que sua vontade seja soberana. Afinal ele é o homenageado. 

     A rotina 

     As matérias são enviadas para meu email todos os dias e ao chegar em casa a noite, após a faculdade, após confraternizar com a família, elas vão ao ar. Tarde, isso mesmo, sempre entre 23:00 e 2:30 da manhã, entre duas a três horas por dia de trabalho as matérias vão acontecendo. O que mais alonga esse tempo são as imagens que sempre tento criar com similaridade ao contexto. 


     A remuneração 

     O Ustra bem que tentou, mas não conseguiu ! Declinamos continuamente. Ele mensalmente tenta, eventualmente usa de outros artifícios com êxito... temos resistido bem em nossa trincheira. 


     Como ajudar 

     Ajude lendo o livro e divulgando a história que muitos não querem que o Brasil conheça. 

     "É isso aí, pessoal. Sou um pessoa comum, casado, pai de família, caseiro, presbisteriano, surfista, estudante e acima de tudo, um brasileiro que desde miúdo não deixa de se emocionar com o hino nacional e os desfiles de sete de setembro."


O site "AVerdadeSufocada.com" não pertence ao Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, embora o mesmo faça parte da equipe que produz seus textos. Caso queira nos enviar algum texto de sua autoria e que se encaixe no contexto do site, utilize o mecanismo "Fale conosco" que o mesmo será avaliado. Não publicaremos textos que contenham qualquer tipo de referência racista, pornográfica, discriminatória ou muito agressiva. Os autores dos textos de forma alguma serão remunerados. O site não possui finalidade econômica financeira e se utiliza dos anúncios do Google somente para cobrir os custos de hospedagem. O Google só remunera o site quando os usuários clicam nos anúncios. Recomendamos que somente clique nos anúncios que sejam do seu interesse. Se passamos os dias aqui clamando por honestidade e ética, que primeiramente sejamos éticos e honestos. 



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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".