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segunda-feira, 2 de março de 2009

“La consigna es: cero criminales por parejo”



Por UnoAmericaSabado, 28 de Febrero de 2009


“La consigna es cero criminales por parejo”. Con esta frase el Presidente Álvaro Uribe exhortó a la Fuerza Pública a profundizar la lucha contra los reductos de bandas criminales y lo que quede de las Farc y el Eln. El Mandatario habló del tema durante el Consejo Comunal celebrado este sábado en Urrao, Antioquia. Foto: César Carrión - SP.
Conflicto Durante el Consejo Comunal en Urrao, Antioquia, el Presidente Álvaro Uribe exhortó a la Fuerza Pública a profundizar la lucha contra los reductos de bandas criminales y lo que quede de las Farc y el Eln. "Vamos a perseguirlos a todos, hasta que no quede uno solo", dijo el Mandatario.

Urrao, Antioquia, 28 feb (SP). “La consigna es: cero criminales, por parejo, por parejo”, les dijo este sábado el Presidente de la República, Álvaro Uribe Vélez, a los miembros de la Fuerza Pública del país, a quienes exhortó a profundizar la lucha contra los bandidos que quedan de las llamadas bandas criminales y de las guerrillas del Eln y las Farc.


El Jefe de Estado hizo el llamado durante el Consejo Comunal de Gobierno número 227, que se cumplió este sábado en el municipio de Urrao, en la región del suroeste antioqueño.


“Lo que nos queda de bandas criminales. Ahí nos queda esa lista, que encabezada por el ‘Don Mario’, que por ‘El Yiyo’, que por ‘El Beto’, que por ‘El Nito’, todos esos bandidos a la cárcel. Y lo que quede de la guerrilla”, dijo el Mandatario.


Y agregó: “Por aquí todavía quedan que el ‘Tío Pacho’, que ‘El Paisa’. Vamos a perseguirlos a todos, hasta que no quede uno solo, Generales. Hasta que no quede uno solo, Generales y Coroneles”.


En ese sentido, pidió a las autoridades militares y de Policía buscar a los jefes guerrilleros que también están escondidos en el extranjero.


“Que no sueñen que van a mantenerse en la impunidad, porque están en el extranjero, esos bandidos del Eln o de las Farc. Caerán. Bajo mi responsabilidad los seguimos buscando en cualquier parte (…). Que esos bandidos vayan encontrando, buscando escondidijos extraterrestres, porque en este planeta los encontramos. Tenemos toda la voluntad”, manifestó Uribe Vélez.


Además, el Jefe de Estado pidió a los generales y coroneles de la República perseguir a los ‘bandidos del paramilitarismo’, que ha reincidido, ya no como paramilitares sino como criminales y narcotraficantes.


“Generales y Coronel: esos bandidos del paramilitarismo han reincidido, ya no como paramilitares. Colombia ha recuperado el monopolio del Estado para combatir a los violentos. Esto es un gran logro de la política de Seguridad Democrática”, dijo Uribe, tras asegurar que Colombia ha recuperado el monopolio del Estado para combatir a los violentos.


Indicó que al Presidente de la República le corresponde cumplir con la responsabilidad de acompañar a las Fuerzas Armadas del país en la tarea de acabar con la criminalidad y el terrorismo.


“El Presidente de la República no puede estar un sábado o un domingo, tomando whiskicito en la Casa de Huéspedes de Cartagena, sino trabajando con los soldados y policías de la Patria.


“Yo voy a ver si aprendo a jugar tenis de viejo, porque en la juventud no me quedó tiempo. Ahora en la madurez he querido mejor cumplir esta responsabilidad acompañando a los soldados y policías de la patria, que jugando tenis o tomando whiskicito los sábados y domingos en algunas mansiones del país”, aseveró Uribe Vélez.


Le solicitó a la Fuerza Pública que cuando termine el periodo de su administración, el Gobierno pueda decir que todos los criminales denunciados por la comunidad colombiana fueron capturados.


“Que cuando termine esta Presidencia, Generales y Coronel, podamos decir: todos aquellos que fueron denunciados por la comunidad, los metimos a la cárcel”, puntualizó.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Uribe denuncia a existência do 'bloco intelectual das Farc'

MOVIMENTO DA ORDEM VIGÍLIA CONTRA CORRUPÇÃO 

EXALTAÇÃO AO TERRORISMO

Ele afirmou que esse bloco é “muito hábil” e que defende a guerrilha com “seu cântico de paz”. Pediu ainda que os colombianos não “se deixem enganar” e “desorientar” por esse discurso.

Ao abrir o conselho comunal em Villavicencio no sábado, o mandatário sustentou que esse grupo não se atreve a atacar de frente a segurança democrática, mas o faz, acusando seu governo de paramilitar.

Uribe não precisou quem faz parte do "bloco intelectual" o qual ele mencionou mais de 10 vezes, e acusou muitas ações contra seu governo. Disse ainda, que além de tentarem deslegitimar sua política de segurança democrática, acusam as Forças Armadas de violarem os direitos humanos, e vão aos EUA e a Europa, pedir que não se aprove nenhuma ajuda a Colômbia.

"Não nos deixemos distrair agora. A guerrilha seqüestra e assassina, põe carros-bombas, e quer se vestir com o manto da paz. Não vamos permitir agora que nos enganem. A guerrilha, buscando nos desorientar, produz sangue e ao mesmo tempo fala de paz. Não vamos permitir isso, compatriotas", disse em tom enfático.

O presidente afirmou ainda, que esse "bloco intelectual das Farc, vive falando em direitos humanos, somente para atemorizar aos nossos soldados e a polícia. Ele insistiu: - "não podemos permitir que eles, com esse cântico de paz e com acusações permanentes às Forças Armadas, paralisem nossa política de segurança democrática".

E se perguntou: se acaso, tem que deixar que "o país volte à desorientação que conduz à exaltação do terrorismo, liderada pelo bloco intelectual das Farc".


PEDIRAM CLARIDADE AO PRESIDENTE:
Em declarações à cadeia na rádio Caracol na manhã desse domingo, alguns membros do grupo 'Colombianos pela paz' pediram ao presidente Uribe, para que ele aclare sobre a quem se referia em seu discurso no sábado (ontem).

Carlos Lozano, da publicação 'Voz' e integrante do grupo de intelectuais, afirmou que essas declarações eram "irresponsáveis". Iván Cepeda também foi entrevistado e disse que não lhe parecia que o presidente estivesse se referindo a eles, e que o mencionado grupo seguirá trabalhando em seus labores humanitários. Material do Eltiempo – Traduzido por Arthur para o MOVCC


COMENTÁRIO:
Nós publicamos um texto no começo desta semana: a 
fuça medonha das FARC, comentando sobre esse circo da “troca humanitária” com os terroristas desumanos, e a grande possibilidade dos ex-reféns libertados estarem a serviço das FARC.

Apresentamos, inclusive, um balanço do mês de janeiro, sobre os ataques da guerrilha e a quantidade de civis mortos, incluindo dezenas de crianças: um preço altíssimo em troca desses ex-reféns “bocas-duras”.

Pelo que acompanhei na imprensa colombiana, a grande maioria da população criticou duramente as declarações dadas pelos ex-reféns libertados, acusaram-nos de conluio com a guerrilha, ou de estarem sofrendo da síndrome de Estocolmo.

Tanto assim, que hoje (domingo), várias revistas/jornais colombianos publicaram entrevistas com o (ex) sorridente governador Alan Jará, onde ele tenta se justificar perante a opinião pública, alegando que ele não pode ser favorável às FARC que lhe roubaram 7 anos de sua vida.

É um alento ver que o presidente Uribe continua voando alto como uma águia, e que o povo colombiano -  sofre na carne o pesadelo do terror - responde forte, alto e muito lúcido ao chamado de seu presidente - legitimamente eleito.

Esses aí, que aparecem pedindo “nomes”, apenas se entregam. Por Gaúcho/Gabriela

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

DOIS CRITÉRIOS, DOIS RESULTADOS

Do portal FAROL DA DEMOCRACIA REPRESENTATIVA
Alejandro Peña Esclusa, 08/09/2008
Consultor do FDR

Durante o governo de Andrés Pastrana, se considerava – erroneamente – que a Colômbia se encontrava em guerra civil. Estabelecia-se que existiam dois partidos – o governo e a guerrilha -, cada um com seus respectivos argumentos e motivações que proporcionavam legitimidade à sua luta.

Para impedir o derramamento de sangue entre irmãos, se justificava estabelecer uma zona de distenção, um território neutro, onde se pudesse negociar uma trégua e propiciar um diálogo de paz, inclusive com a intermediação de fatores internacionais que facilitassem um acordo.

Como era de se esperar, este critério não produziu nenhum resultado positivo porque, – no meio do diálogo – as FARC continuaram seqüestrando, assassinando, extorquindo e traficando drogas. Na prática, só serviu para que a guerrilha adquirisse maior poder, pondo o Estado quase de joelhos.

Quando Álvaro Uribe chegou à Presidência, ele estabeleceu um critério totalmente diferente, conhecido como Política de Segurança Democrática, segundo o qual a Colômbia não estava em guerra civil, senão assediada por um bando de criminosos que deviam ser tratados como tais, e não como uma força insurgente legítima.

Como conseqüencia, as FARC foram atacadas sem contemplações, como se deve fazer com qualquer máfia de asassinos e de narco-traficantes, com todo o poder do Estado e com toda a força da Lei.

Em poucos meses a Política de Segurança Democrática começou a dar seus frutos. Hoje em dia, apesar de ainda restarem guerrilheiros na selva, o cidadão colombiano pode transitar livremente pelo território nacional, sem temor de ser seqüestrado ou extorquido.

Dois critérios contrapostos – um errado e outro certo – produziram resultados diametralmente opostos.

O mesmo fenômeno ocorre na Venezuela. Atualmente prima um só critério – o de partidos políticos – segundo o qual o regime de Chávez é simplesmente um mau governo que deve afastar-se de maneira progressiva, única e exclusivamente pela via eleitoral, primeiro ganhando espaços nas eleições regionais, depois nas parlamentares e, finalmente – no ano de 2012 –, nas eleições presidenciais.

Como é natural, este critério só pode produzir fracassos, porque Chávez – além de cometer fraude – aproveitará todo esse tempo para acabar com o pouco que resta das instituções democráticas, e para manter-se no poder com o uso da força.

Porém existe outro critério – o da sociedade – segundo o qual Chávez é um criminoso, por haver massacrado a população em 11 de abril de 2002, por haver tergiversado resultados do referendo revocatório de 2004, por associar-se ao narco-terrorismo colombiano, por promulgar leis totalitárias e por dilapidar nossos recursos no exterior.

Um funcionário público que cometeu graves delitos não pode continuar exercendo suas funções, não importa quão alto seja seu cargo. Deve-se dar-lhe tratamento de criminoso. Deve ser deposto de imediato, sem esperar que finalize seu período.

Quando este critério prevalecer na Venezuela, os resultados serão vistos de imediato. Começarão os protestos de rua, amparados nos Artigos 333 e 350 da Constituição, e as Forças Armadas se negarão a reprimir o povo, criando as condições para a tão ansiada mudança de governo.

Assim como na Colômbia se respira atualmente um ambiente de liberdade, de otimismo e desenvolvimento, assim também na Venezuela se respirará esse mesmo ambiente. Para consegui-lo, basta mudar de critério.

Tradução: Graça Salgueiro

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".