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segunda-feira, 30 de julho de 2012

Usando um vídeo de Yuri Grecco para ensinar algo aos conservadores

 

LUCIANO AYAN

 

Embora um tanto repulsivo (não pelo conteúdo, mas pelo terrível problema de gases de Yuri, que o faz arrotar várias vezes durante o vídeo), a mensagem contida acima é interessantíssima.

Ele é de esquerda (quanto a isso não há dúvidas), apaixonado pela agenda gayzista e anti-religiosa, além de adepto da guerra de classes. Mais ridículo ainda: ele acredita assim estar “construindo um mundo melhor”.

Entretanto, ele faz uma defesa da intolerância que pode ser toda revertida contra ele e seu grupo ideológico. Segundo ele, é lícito ser intolerante, e quanto a isso ele está correto. E a constatação é automática: também podemos ser intolerantes com todas as idéias que ele defende.

Podemos ser intolerantes, por exemplo, com uma visão ampliada do anti-semitismo, que é a anti-religião de Dawkins. Não só podemos ser intolerantes, como devemos causar rejeição social a esse tipo de comportamento. Podemos ser intolerantes em relação à imposição do comportamento gay como normativo em nossos filhos, e devemos taxar essas pessoas dos piores adjetivos possíveis. Devemos ser intolerantes com a filosofia humanista, que além de ingênua é genocida em todos os níveis. Assim como devemos ser intolerantes com o genocídio, que é a consequência inevitável de idéias como as defendidas por Yuri.

Enfim, no vídeo Yuri nos habilita moralmente a sermos intolerantes com todas as idéias da esquerda. E, sem ironia, o que ele defende (em termos de usar a intolerância com um inimigo que achamos nocivo) é o que este blog sempre defendeu.

Além de tudo, devemos ser intolerantes ao extremo com denunciações caluniosas e uso do jogo de rótulos. Portanto, se um esquerdista disser que você é um racista (e caso você não seja) ou é homofóbico (e caso você não seja), seja intolerante, xingue o oponente de safado, mau caráter, escória da sociedade e, se achar conveniente, coloque a cereja no bolo lançando um processo por denunciação caluniosa.

Mas não é só isso. Podemos também ser intolerantes com alguns conservadores que ainda não entenderam as regras do jogo e são ingênuos no combate aos esquerdistas. Nada contra os que não querem participar do jogo político, mas, a partir do momento em que se entra na arena, a ingenuidade não pode ser tolerada.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".