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terça-feira, 10 de julho de 2012

Terrorismo sobre o clima é ameaça à soberania nacional, diz professor de Meteorologia

 

VERDE: A COR NOVA DO COMUNISMO

segunda-feira, 9 de julho de 2012

O meteorologista Luiz Carlos Baldicero Molion, da Ufal (Universidade Federal de Alagoas), além do domínio da ciência que demonstra em repetidas ocasiões, tem o mérito da paciência. Pois ele volta uma e outra vez para manter as posições da verdadeira ciência diante da desinformação que tenta confundir o público brasileiro.
E ele voltou a mostrar essas qualidades em mais uma entrevista à “Folha de S.Paulo”:

FOLHA — Como o senhor começou a trabalhar para mostrar que aquecimento global não é resultado da ação do homem?

LUIZ CARLOS BALDICERO MOLION — Eu estou nessa desde a década de 1970, quando começaram a falar que o aquecimento do planeta era resultado da queima de combustíveis fósseis. Isso não era verdade.
Quando o IPCC lançou seu primeiro relatório [em 1990], nós começamos a comprovar que o aquecimento era causado pelo aumento da atividade solar e pela falta de erupção vulcânica dentre 1912 a 1960 [as erupções reduzem a temperatura da Terra].
Mas, desde então, o terrorismo climático aumentou.

Os cientistas “céticos” reclamam de dificuldades para obter recursos para pesquisas. O senhor já viveu isso?

Eu tenho hoje cerca de R$ 3,2 milhões em projetos de pesquisa sobre eventos extremos, monitoramento de vazão de rio e desenvolvimento regional. Mas não posso usar a palavra “aquecimento global”, senão o projeto não é aprovado.
Na área de aquecimento global, eu nem me arrisco a tentar publicar os meus trabalhos. Os artigos têm de ser “revestidos” por outras temáticas.

Mas, se o senhor submeter um artigo científico questionando o aquecimento global pelo homem, ele será negado?

Sim. A maioria dos pareceristas é a favor do aquecimento global. Então, será negado. Revistas como a Science só publicam artigos sobre a ação do homem no clima. Mas se um trabalho em outra área, como o monitoramento de eventos extremos, cair nas mãos de um “aquecimentista”, será aprovado.

Por que decidiram escrever uma carta para a Dilma?

Existiam na pauta da Rio+20 coisas esdrúxulas como “a temperatura do planeta não pode aumentar mais de 2 graus”. Então nós tivemos a ideia de escrever essa carta. Temos informações de que ela leu e disse “interessante, porém muito tarde”. É uma pessoa que tem acesso a ela, mas não podemos revelar quem é. LEIA A CARTA DOS CIENTISTAS BRASILEIROS A DILMA ROUSSEFF

A carta afirma que não é preciso descarbonizar. O que precisaria ser feito então?

Há registros geológicos ou paleoclimáticos que mostram que quando as plantas surgiram havia uma concentração muito maior de CO2 do que existe agora.
Já mostramos que com mais CO2 as plantas aumentam a sua produtividade. Então falar em descarbonização é absolutamente ridículo. Isso não quer dizer que os combustíveis fósseis não tenham problemas. O enxofre que está no carvão mineral e no petróleo é altamente tóxico.

Video: veja o que acontece numa planta com 180% a mais de CO2

Se seu email não visualiza corretamente o vídeo embaixo CLIQUE AQUI

A muda de feijão-fradinho à esquerda foi fotografada crescendo num ambiente com o CO2 em 450ppm (média global atual: 360ppm/392ppm). A da direita, mesmo feijão, cresceu num ambiente artificial com o nível de CO2 em 1.270ppm, i. é, 282% maior. A vegetação cresce mais e melhor, trazendo mais alimento e bemestar. O CO2 é o "gás da vida", sem ele a Terra seria um planeta morto.

Mas a crise ambiental trata também da escassez de recursos, como a água...

O petróleo não vai acabar. Há reservatórios de petróleo como o pré-sal em todo o planeta. Mas extrair será caro. E a água não será um problema do século 21 porque 71% do planeta é formado por água. O que vai acontecer é que, se poluirmos a água, ela ficará mais cara. Mas não vai faltar.

O que estaria por trás do IPCC?

Há quem diga que a ideia da ONU é ter uma governança global. Não duvido.

O que o senhor achou dos resultados da Rio+20?

Os artigos sobre compromissos, metas e definições foram todos retirados. Ficamos com os parágrafos que repetem as mesmas coisas desde o relatório de Estocolmo, de 1972. Porém, houve coisas interessantes.
A tentativa de transformar o Pnuma [programa ambiental da ONU] em uma agência foi vetada. Se passasse, os países perderiam a sua soberania.
Se você resolve fazer uma hidrelétrica como Belo Monte, a agência da ONU poderia vetar. Seria um problema sério para os países em desenvolvimento. Mas a ONU não desistirá.

(Fonte: Folha de S. Paulo, 27 de junho de 2012)

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".