Loja OLAVETTES: produtos Olavo de Carvalho

Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Mais uma fraude da ATEA, agora manipulando uma tira original de Maurício de Souza

 

LUCIANO AYAN

 

Página em versão manipulada (Clique para ampliar)

Como se nota, a fraude que mostrei ontem não é uma exceção no comportamento da ATEA, mas a regra.  E a regra mater para todo neo ateu que se preze é mentir contra os religiosos tradicionais o quanto conseguirem. Não importa o nível de baixeza. Na regra deles, quanto pior, melhor.

Acima, teríamos uma suposta mini historinha de Maurício de Souza, certo? Nesses quadrinhos, o autor estaria lançando a mensagem subliminar de que confiar em padres é perigoso. (A sempre infame associação com pedofilia, armada pela mídia de esquerda – já que não há evidências de que a pedofilia ocorre em maior quantidades pela categoria profissional de padre, em comparação com outras categorias profissionais)

O problema, mais uma vez, é que Maurício de Souza JAMAIS fez tal história, e os quadrinhos originais, como podem ser visualizados abaixo, demonstram que ele nem de longe fazia associação com a Igreja. Aliás, já dava para suspeitar de malandragem pelo fato do personagem do padre usar camisa de mangas curtas.

Mais uma evidência de que a fraude e o logro são as armas preferidas dos neo ateus. E eles continuarão fazendo isso enquanto não forem vítimas de um sem número de processos judiciais.

A campanha de ódio que eles tem lançado contra os religiosos tradicionais já supera em muito aquilo que os nazistas faziam em relação aos judeus. É claro que o Holocausto posterior foi apenas a coleta dos frutos de uma campanha iniciada muito tempo antes. Será que os religiosos vão começar a reagir ou esperar pelas piores consequências?

Versão original do quadrinho

Nenhum comentário:

wibiya widget

A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".