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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Vozes que clamam nos desertos do Brasil: não desistam!

JULIO SEVERO
5 de janeiro de 2012


Julio Severo
Governo e meios de comunicação usam toda a sua força para impor sobre a população todos os seus caprichos ideológicos. Poucos têm coragem para desafiar esses gigantes, que têm apoio de bancos, ONU, etc. E nós, os poucos, nos sentimos sozinhos. Eles querem impor aborto, homossexualismo e até destruir a estrutura e autoridade de nossas famílias. Nós, os poucos que nos atrevemos a não aceitar, nos sentimos impotentes para proteger a nós, nossas famílias e nossos filhos.
Não podemos fazer quase nada para resistir a esses gigantes cheios de dinheiro e poder estatal, porém se temos uma mensagem, devemos entregá-la.
Se temos uma mensagem para despertar as pessoas para as ameaças que estão sobre suas cabeças e famílias, temos de entregá-la, ainda que elas pareçam estar dormindo ou desinteressadas. Temos de publicar essa mensagem, ainda que a reação das pessoas seja muitas vezes a indiferença. Temos de continuar mandando e-mails com essa mensagem, embora muitos dos que a receberão nada verão de importante.



A mensagem é realmente importante, mas enfrenta o deserto de muitos corações.
Eu estava ouvindo uma música do cantor Lucas Brandt, e me lembrei de todos nós que clamamos no deserto. Lembrei-me também de um evento para centenas de pastores em Florianópolis em 2008, onde tive oportunidade de falar sobre os perigos da agenda gay e do governo do PT. Então, um dos pastores me perguntou: “Quem é você?” Consciente de minha pequenez diante das imensas forças contra nós, tudo o que pude responder àquela multidão de pastores foi: “Sou apenas uma voz que clama no deserto”.
Mas não sou eu apenas. Há muitas vozes que clamam nos desertos do Brasil.
Não devemos nos desanimar. Quando meu livro “O Movimento Homossexual” foi publicado em 1998 pela Editora Betânia, a maioria do público achava que, na melhor das hipóteses, meus alertas eram exagerados, que nunca haveria nenhuma ameaça de doutrinação homossexual nas escolas; na pior das hipóteses, fui tachado de lunático, por ter avisado que em poucos anos o movimento homossexual estaria com governo e mídia sob seu controle. Desgraçadamente as ameaças prognosticadas em meu livro acabaram se tornando realidade.
Eu e meu livro clamamos no deserto durante muitos anos. Em 2002, quando Nilson Fanini, Estevam Hernandes, Guilhermino Cunha, Silas Malafaia, Robson Rodovalho, Jabes Alencar, Robinson Cavalcante, Bispo Rodrigues, Anthony Garotinho, Marina Silva, Walter Pinheiro, Magno Malta, Marcelo Crivella e outros poderosos líderes evangélicos estavam dando apoio público para Lula e para o PT, eu, do meu cantinho escuro e insignificante, estava clamando no deserto, denunciando que Lula e o PT usariam o governo para promover o aborto e o homossexualismo.
Denunciei a aliança evangélica pró-Lula que envolvia a união de igrejas tradicionais (Nilson Fanini, Guilhermino Cunha, Robson Cavalcante, etc.), pentecostais (Jabes Alencar, Silas Malafaia, etc.) e neopentecostais (Marcelo Crivella, Estevam Hernandes, Robson Rodovalho, etc.).
Enquanto os líderes evangélicos mais poderosos do Brasil estavam apoiando Lula e o futuro governo petista, eu estava clamando no deserto.
Não sou o primeiro nem o último a fazer isso. João Batista, que estava na linhagem espiritual de Elias, bradava publicamente para o rei Herodes: “Pela Lei de Deus, você não tem permissão de casar com a esposa do seu irmão!” Marcos 6:18 diz que ele bradava contra a imoralidade do poderoso político frequentemente!
Com essa firmeza bíblica é que ele preparou o caminho do Senhor.
Quantos no Brasil estão preparando o caminho do Senhor? Quantos estão preparando o Brasil para as visitações de Deus? Quantos estão dispostos a andar nos passos de Elias e João Batista?
No passado, o culto estatal a Baal envolvia sacerdotes homossexuais, sacrifícios de bebês e muita bruxaria, mas havia o profeta Elias para bradar. O moderno culto estatal a Baal envolve a sacralização do homossexualismo, do aborto e muita proteção estatal à bruxaria como “cultura”. Mas onde estão os modernos Elias?
Quantos bradaram contra o baalismo pró-aborto e pró-homossexualismo de Lula? Quantos hoje bradam contra o baalismo pró-aborto e pró-homossexualismo de Dilma Rousseff?
É evidente que eu e outros poucos que bradamos enfrentamos um deserto imenso de resistência e apatia.
Contudo, quer as pessoas ouçam ou deixem de ouvir, nossa missão é entregar a mensagem — mesmo em face de indiferença e oposição.
Para que os “clamadores no deserto” não se desanimem, disponibilizo a linda canção de Lucas Brandt aqui: http://youtu.be/BvMjYRvBcxE
Estou divulgando-a para animar cada um de vocês, em todos os cantos do Brasil, a passar o ano inteiro de 2012 clamando nos desertos do Brasil.
Clamemos, pois o clamor prepara o caminho para as visitações sobrenaturais de Deus. E ainda que a sociedade, por sua dureza e por se submeter docilmente a um governo imoral e injusto, não puder experimentá-las, nós que clamamos veremos a fidelidade de Deus.
E ainda que a liderança cristã, por sua dureza e por suas pérfidas alianças com um governo imoral e injusto, não puder experimentá-las, nós que clamamos veremos a fidelidade de Deus.
“Alguém está gritando: ‘Preparem no deserto um caminho para o Deus Eterno, abram ali uma estrada reta para o nosso Deus passar! Todos os vales serão aterrados, e todos os morros e montes serão aplanados; os terrenos cheios de altos e baixos ficarão planos, e as regiões montanhosas virarão planícies. Então o Eterno mostrará a sua glória, e toda a humanidade a verá. O próprio Deus Eterno prometeu que vai fazer isso.’ Alguém diz: ‘Anuncie a mensagem!’ ‘O que devo anunciar?’ — eu pergunto. ‘Anuncie que todos os seres humanos são como a erva do campo e toda a força deles é como uma flor do mato. A erva seca, e as flores caem quando o sopro do Deus Eterno passa por elas. De fato, o povo é como a erva. A erva seca, a flor cai, mas a palavra do nosso Deus dura para sempre.’ Você, mensageiro de boas notícias para Jerusalém, suba um alto monte; você, mensageiro de boas notícias para Sião, entregue a sua mensagem em voz alta. Fale sem medo com as cidades de Judá e anuncie bem alto: ‘O seu Deus está chegando!’” (Isaías 40:3-9 BLH)
Para conhecer outras músicas de Lucas Brandt, acesse: www.lucasbrandt.com.br

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".