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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Luiz Mott, promotor da pedofilia, afirma que a Inquisição perseguiu homossexuais

 

CATÓLICOS NA POLÍTICA

SEGUNDA-FEIRA, 2 DE JANEIRO DE 2012

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Por que os homossexuais eram perseguidos?

Depois dos cristãos-novos judaizantes, os homossexuais foram os mais perseguidos pela Inquisição portuguesa: trinta homens "sodomitas" foram queimados na fogueira. Proporcionalente, os gays constituíram o grupo social tratado com maior intolerância por esse Mostrum Terribilem. Foram mais torturados e degredados que os outros condenados e, não bastasse, receberam as penas mais rigorosas. Metade foi condenada a remar para sempre nas galés del Rei.

.O texto completo, para os nossos leitores de estômago forte, está AQUI, graças ao José Octavio Dettmann.

.Como é de costume, Luiz Mott abre a boca em público para duas coisas: a primeira é a promoção do homossexualismo (e de quebra, no caso dele, da pedofilia), a segunda é inventar mentiras.

.Sim, de acordo com João Camilo de Oliveira Torres, no livro "Interpretação da realidade brasileira", a inquisição portuguesa perseguiu e discriminou judeus, sim. Não é novidade. Porém, ao decorrer do artigo percebe-se a invenção, sem qualquer critério científico de que os homossexuais eram condenados à fogueira ou ao apedrejamento, um verdadeiro absurdo.

.A inquisição portuguesa durou até o século XIX, junto com a espanhola foram as duas mais longas, mas as penas fixadas eram somente em relação à apropriação de bens, pois havia dos dominicanos (congregação que havia sido responsável pelo Ofício em ambos os países) uma interpretação errônea do mal do dinheiro, e não passou disso em Portugal.

.Quanto ao grupo social "homossexual", tal grupo não existia, porque a promoção gay, a proibição do tratamento a gays e nem mesmo a pedofilia praticada por Mott (que está sim mais relacionada ao desvio de conduta sexual grave do que com outras afirmações meramente retóricas) não existiam. Dizer que não haviam gays seria especulação forte, mas, como não existem registros históricos de sociológos sérios a respeito, de nada pode-se falar.

.Já, apresentando o sujeito, Luiz Mott é um dos redatores da PLC 122, mas é, ao mesmo tempo, um promotor da pedofilia, como pode-se constatar nos links abaixo:

Julio Severo - Luiz Mott: Pedofilia já!

Luiz Mott e a estátua de bebê pelado

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".