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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Procuradores de Justiça querem Comissão em Defesa da Vida

DOM LUIZ BERGONZINI
dezembro 20, 2011

Novas trincheiras pró-vida por Wagner Moura


A vida humana é o bem mais precioso que existe e o Ministério Público precisa defendê-la não apenas nos Tribunais, mas desde a sua concepção.” – Procuradora Geral de Justiça do Maranhão, Fátima Travassos, durante reunião com o Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG).
Formar uma Comissão de Defesa do Direito à Vida no Conselho Nacional de Procuradores-Gerais é um sonho cada vez mais perto de se tornar realidade em 2012.
O desafio está em curso e une dezenas de procuradores-gerais de Justiça alinhados com a defesa da vida humana desde a concepção até a morte natural. A ideia foi proposta pela procuradora-geral de Justiça do meu estado e, claro, enfrenta alguma oposição, como todas as demais iniciativas pró-vida.
Para agradecer a procuradora e incentivá-la estive brevemente em seu gabinete nesta terça-feira, por volta das 17h, e Fátima Travassos ainda nem havia almoçado. Fome de justiça, eu pensei! Ela me recebeu com muita simpatia e ofereci, em nome de todos os pró-vida do Brasil – me arroguei ao direito de fazê-lo, espero que vocês não se importem! – alguns livros sobre questões de Direito e defesa dos nascituros.
Rezo para que a proposta da Comissão seja aprovada. Contudo, independentemente do resultado, acredito que nossos procuradores-gerais de justiça estarão um pouco mais motivados com a causa pró-vida.
É impressionante como a militância pró-aborto consegue sustentar uma espiral de silêncio mesmo onde sequer está presente e atuante… Importa romper essa espiral, permitir que as pessoas tenham confiança de declararem publicamente seu apoio à defesa da vida humana desde a concepção. Para isso, no entanto, é necessário apoio a pró-vidas em funções estratégicas e bem dispostos, porém pouco seguros de como agir, com quem contar.
Rezemos por todos e que possamos ter um 2012 de bons combates e do avanço de novas trincheiras pró-vida.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".