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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Não aceita a polícia? Mesmo fascismo de quem quer acabar com o Congresso…

IMPLICANTE
09/11/2011 Por : Gravatai Merengue



De quando em vez, surge o papo de acabar com o Congresso Nacional. Sugerem bombas nucleares, mísseis de todo gênero ou mesmo um grande corredor polonês formado por todos os brasileiros. A idéia é sumir com o legislativo pelo fato de que muitos ali são corruptos.
Por mais que se compreenda a raiva do povo, a idéia é inescapavelmente fascista. Trata-se de um poder (função…) da República e ACABAR COM ELE é acabar com um pilar do Estado de Direito. É ditadura (Costa e Silva fechou o Congresso, vale lembrar).
E isso vale para quem não quer saber de polícia, tentando “expulsá-la” de determinados ambientes – sobretudo os mais assanhados, que propõem ACABAR com toda e qualquer polícia. O mesmo erro de quem deseja explodir o Congresso: fascismo. Sim, fascismo é um erro.
Há os que odeiam o legislativo, há os que odeiam a polícia, mas graças a Odin também há os que não são exatamente indigentes mentais a ponto de desconhecer a diferença entre “parte ruim” e “todo necessário”. O legislativo é necessário, assim como uma força estatal para garantir a segurança pública.
Quem faria as leis e fiscalizaria o executivo com o hipotético fim do Congresso? Quem garantiria a segurança da população com a extinção do policiamento? Pois é…
Há policiais corruptos? Sim. Violentos? Sim. É preciso acabar com a polícia por causa disso? Não. A solução é punir exemplarmente esses indivíduos, assim mantendo e MELHORANDO uma função obviamente necessária do Estado.
Eis a síntese simplória de como deveria funcionar o debate, mas muitos – alguns considerados inteligentes por gente burra – defendem A SÉRIO que se acabe com TODA a polícia (outros, não inteligentes mas efetivamente “espertos”, apenas pedem que ela não patrulhe locais onde pretendem cometer uma ou outra contravençãozinha…)
Deve ser um ranço da época militar, é compreensível. O policial era o “inimigo”. Ok, ok. Mas isso foi há décadas! E em que época, afinal, os deputados e senadores foram/eram os “amigos”? Nem por isso se justifica a idéia de acabar com o Congresso.
Uma população esclarecida deveria fiscalizar o estado, o legislativo, a polícia, tendo poder para cobrar medidas severas contra quem comete os excessos – em qualquer setor do poder público. Lutar por isso é justíssimo. Mas muitos que condenam policiais corruptos ou violentos são aqueles que pedem anistia aos mensaleiros, ou acham ruim que um ministro caia só porque se meteu em corrupção.
Que critério é esse?

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
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A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".