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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Sinceridade de Fato nº 2 - Ministro Ari Pargendler, do STJ, é intelectualmente desonesto e a sua autoridade não deve ser respeitada por nenhum cidadão de bem porque ela não existe

BLOG DO JOSÉ OCTÁVIO DETTMANN
segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Preliminarmente, transcrevo este artigo da CRFB:

Art. 3º Constituem objetivos da República Federativa do Brasil:
I – Construir uma sociedade, livre, justa e solidária
Agora, prestem atenção nessa brilhante refutação do professor Olavo de Carvalho a respeito desse termo "sociedade justa[1]”, que é ideologicamente oco, falso por si mesmo e que legalmente nunca vai se cumprir, por ser inefetivo. Isso prova os meus argumentos a respeito do princípio da não-traição[2].

Se o termo é tão facilmente refutável intelectualmente, então a lei, sim, pode ter termos inúteis. E isso é inconstitucional por si mesmo. É inconstitucionalidade lógica e natural.
Aprende a lição, ó Ministro Ari Pargendler, presidente dessa nulidade chamada STJ. VOCÊ[3] DISSE EM UM VOTO, QUANDO ERA MINISTRO DO TSE[4], QUE A LEI NÃO TEM TERMOS INÚTEIS[5]. ENTÃO, ISSO QUE VOCÊ DIZ É INTELECTUALMENTE DESONESTO – POR CAUSA DISSO, NÂO POSSO E NÃO DEVO TE RESPEITAR COMO MINISTRO DE TRINUNAL SUPERIOR. SOU BRASILEIRO DE BEM E NÃO SOU OBRIGADO A OUVIR TAL SANDICE.
DURANTE SUA PRESIDÊNCIA, VOCÊS, MINISTROS DO STJ, RECONHECERAM A UNIÃO GAY COMO VÁLIDA, VIOLANDO DISPOSITIVO LITERAL DE LEI[6]. Você e essas samambaias que reconheceram tal união como válida são pessoalmente responsáveis por esse crime, seus trouxas. NENHUM BRASILEIRO DE BEM DEVE RESPEITAR A AUTORIDADE DE CRÁPULAS COMO VOCÊ.
VAI TOMAR NO CU, seu zé mané.
Peço desculpas pelos palavrões, minha gente, mas contra crápulas revolucionários, que usam a toga para fins maléficos, é preciso pregar contra essa gente com base no apostolado dos palavrões.


[1] Destaque do trecho em que Olavo afirma, categoricamente, que sociedade justa não existe. http://adf.ly/3ikGd. Isso foi extraído do True Outspeak do dia 16/02/2011.

[2] José Octavio Dettmann e Tiago Cabral – Uma Conversa sobre o princípio da não-traição:http://adf.ly/1s8My
[3] Chamarei um trombolho desse de “você“ e não de “Vossa Excelência”, pois ele é uma excrescência que está abaixo da altura da dignidade do cargo que ocupa.
Em sessão do TSE, transmitida pela TV Justiça no dia 26/08/2008, ao proferir um voto, ele declarou peremptoriamente isso. Tentei baixar a sessão da central de downloads da TV Justiça, mas não consegui encontrar.

Lembro de haver declarado isto em meu diário: “Isso não é coisa que se diga. Para mim, esse homem (Min. Ari Pargendler) já passou atestado de burrice notória – e isso vai contra todas as regras constitucionais e de bom-senso. Será que esse ministro sabe bem qual é o seu papel? O seu papel é fazer justiça – e não ficar passando cheque em branco pra causa revolucionária.”

E, pelo que vejo, ele ainda não aprendeu a lição. E creio que não vai aprender.

[5] Quando eu era adolescente, eu vi um filme de saga viking, do qual não lembro o nome, em que o ancião de uma vila dizia: “Eu sou o legislador – e estou, em nome de Odin, proibido de mentir”. Ele morreu por causa disso. Confesso: ele tinha mais hombridade que os Sarnas da vida que estão no Congresso Nacional e esse lixo humano que está a vilipendiar a toga que veste todo santo dia, nos tribunais superiores, seja STF, STJ ou o diabo a quatro.

[6] Com base no artigo 485, V, do CPC, o tribunal ofendeu o artigo 226, § 3º da Constituição, em que, para efeitos de união estável, se reconhece como entidade familiar a união de fato, duradoura e contínua, entre homem e mulher, com o intuito de se constituir uma família. E, na mesma linha, o preâmbulo, em que o Constituinte PEDE A PROTEÇÃO DE DEUS – será que eles não sabem que a verdadeira família vem da autoridade do pai e da santidade da mãe? Será que os ministros leram a Bíblia? Como estão servindo notoriamente a esses criminosos do PT, esses vermes todos estão automaticamente excomungados da Igreja.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".