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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Curso “A música do apocalipse”, com Nivaldo Cordeiro

DICA DO MÍDIA SEM MÁSCARA


mannGostaríamos de anunciar que no dia 17 de Novembro, iniciará o curso "A música do apocalipse: Thomas Mann e a lenda do Dr. Fausto" do Prof. José Nivaldo Cordeiro.
O curso será ministrado em quatro aulas noturnas (20:30 às 21:30) nos dias 17 e 24 de Novembro e 01 e 08 de Dezembro.
A inscrição é de R$ 100,00 que pode ser dividida em até 4 vezes sem juros no cartão de crédito.
Confira a ementa completa no site que hospedará o evento: www.cedetonline.com.br.
Eis um pequeno resumo:
Ninguém melhor que Thomas Mann fez a crônica e interpretou melhor o fenômeno do totalitarismo. Discípulo e continuador da obra de Goethe, Mann conseguiu no livro Doutor Fausto juntar as partes do quebra-cabeça: o mito do Fausto, a filosofia da rebelião contra Deus, fundada no Iluminismo, o satanismo militante e o niilismo tão bem retratado na filosofia de Nietzsche. Tudo costurado numa trama que relata a ascensão e a queda do nazismo.
Doutor Fausto é também uma obra autobiográfica, que relata a ruptura espiritual de Thomas Mann com esse caldo de cultura satânico da modernidade. Mann terá sido o primeiro exilado, o alemão exemplar, que jamais se iludiu com o populismo nazista. O anti-Goethe e, ao mesmo tempo, o maior dos seus discípulos. Ele sempre soube que Hitler, mais que um fenômeno político, encarnava um problema espiritual. Dentro dos meios civis foi Thomas Mann aquele que impôs a mais severa oposição ao nazismo, o que mais agiu e o que mais sofreu sofreu as consequências de um exilado.
Gratos pela atenção,
Equipe da Livraria do Seminário de Filosofia

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".