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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Frank Miller vs. "Ocupe Wall Street"

JUVENTUDE CONSERVADORA DA UNB
domingo, 13 de novembro de 2011


O movimento “Ocupe Wall Street” tem sido apoiado por muita gente badalada, sobretudo pessoas do mundo de Hollywood: Susan Sarandon, Michael Moore, Morgan Freeman, George Clooney, dentre outros. Não é novidade alguma que o mainstream do mundo do entretenimento nos Estados Unidos é esquerdista (ou, como eles chamam, liberal). O universo dos quadrinhos usualmente têm a fama de atrair alienados de todo tipo, gente incapaz de enxergar o mundo real e só se importa com as tramas fictícias dos super-heróis. Frank Miller, artista consagrado do gênero, mostra, com o texto abaixo, que ainda há pessoas inteligentes e sérias trabalhando na indústria do entretenimento.
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Anarquia

Frank Miller
De seu blog pessoal




Todo mundo está educado até demais sobre esse disparate:

O movimento “Ocupe”, esteja ele se mostrando em Wall Street ou nas ruas de Oakland (que, com covardia indescritível, o abraçou) é qualquer coisa menos um exercício de nossa abençoada Primeira Emenda. “Ocupe” não é nada além de um bando de imbecis, ladrões e estupradores, um rebanho de foras-da-lei, alimentado pela nostalgia da era de Woodstock e uma honradez falsa e pútrida. Esses palhaços não podem fazer nada além de prejudicar a América.

“Ocupe” não é nada exceto uma tentativa grosseira e mal-articulada de anarquia, na medida em que o “movimento” -- HAH! Grande “movimento”, exceto se a palavra “intestinal” vier junta -- não é nada mais do que uma manifestação de mau gosto de um bando de moleques mimados de iPhone e iPad que deveriam parar de atrapalhar as pessoas que trabalham e arrumar um emprego para eles mesmos.

Isso não é um levante popular. Isso é lixo. E Deus sabe que eles estão vomitando seu lixo -- tanto política quanto fisicamente -- de todas as maneiras que eles podem encontrar.

Acorde, gentalha. A América está em guerra contra um inimigo cruel.

Talvez, entre rodadas de autopiedade e todos os outros petiscos saborosos de narcisismo dos quais vocês têm se servido em seus mundinhos protegidos e confortáveis, vocês tenham ouvido termos como Al-Qaeda e Islamicismo.

E esse inimigo meu -- não seu, aparentemente -- deve estar casquinando à beça, se não estiver gargalhando até perder o fôlego, de seu espetáculo vão, infantil e autodestrutivo.

Em nome da decência, voltem para a casa de seus pais, seus perdedores. Voltem para os porões de suas mamães e joguem com seus Lordes do Warcraft.

Ou, melhor ainda, alistem-se pra valer. Talvez nossos militares possam colocar alguns de vocês em forma.

Entretanto, talvez eles não deixem vocês, bebezões, com seus iPhones. Tentem agir como soldados.

Otários.
 

Frank Miller é roteirista e desenhista de quadrinhos. Dentre suas obras mais famosas, estão “Batman: O Cavaleiro das Trevas”, “300” e “Sin City”.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".