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segunda-feira, 16 de março de 2009

"Neoliberais" do Século XVI

MOVIMENTO ENDIREITAR
Escrito por Jesús Huerta de Soto | Qua, 11 de Março de 2009

Como bem observou o ensaista Paulo Roberto de Almeida no site OrdemLivre.org: "Não se é neoliberal por vontade própria, mas apenas por ter sido assim catalogado por aqueles que detêm o monopólio dessa classificação: os opositores de supostas idéias 'neoliberais'." (v. O mito do neoliberalismo). Para alguns teóricos "antineoliberais" as origens do que hoje denominam "neoliberalismo" remetem à Escola Austríaca de Economia, principalmente na figura de Friedrich Hayek. Nada mais falso. Hoje sabemos que os escolásticos espanhóis do Século de Ouro (Sec. XVI) foram já capazes de articular o que depois viriam a ser os princípios mais importantes da escola Austríaca de Economia.

O texto a seguir é um trecho do livro "Escola Austríaca - Mercado e criatividade empresarial" de Jesús Huerta de Soto. A versão eletrônica completa está disponível para download em nossa Biblioteca Online ou clicando aqui.

 

Os escolásticos do Século de Ouro espanhol como precursores da Escola Austríaca

Para Friedrich A. Hayek, os princípios teóricos da economia de mercado, assim como os elementos básicos do liberalismo económico, não foram concebidos, como geralmente se acredita, pelos calvinistas e protestantes escoceses, sendo que, pelo contrário, são o resultado do esforço doutrinário empreendido pelos dominicanos e jesuítas membros da Escola de Salamanca durante o Século de Ouro espanhol (Hayek, 1988: 288-289). Hayek chegou mesmo ao extremo de citar dois dos nossos escolásticos, Luís de Molina e Juan de Lugo, no seu discurso de aceitação do Prémio Nobel da Economia em 1974 (Hayek, 1976c: 19-20). Este economista austríaco começou a convencer-se da origem católica e espanhola da análise económica austríaca a partir dos anos cinquenta, graças à influência do professor italiano Bruno Leoni. Leoni convenceu Hayek de que as raízes da concepção dinâmica e subjectivista da economia eram de origem continental e de que, portanto, deveriam procurar-se na Europa mediterrânica e na tradição grega, romana e tomista, mais do que na tradição dos filósofos escoceses do século XVIII (Leoni, 1995: 95-112). Além disso, Hayek teve a sorte de, durante esses anos, ter uma das suas melhores alunas, Marjorie Grice-Hutchinson, que se especializara em latim e literatura espanhola, levando a cabo, sob a orientação de Hayek, um trabalho de investigação sobre as contribuições dos escolásticos espanhóis no âmbito da economia, trabalho esse que, com o tempo, se converteu num pequeno clássico (Grice-Hutchinson, 1952, 1982 e 1995).

Quem foram estes precursores intelectuais da moderna Escola Austríaca de Economia? A maioria deles foram dominicanos e jesuítas , professores de moral e teologia em universidades que, como a de Salamanca e a de Coimbra, constituíram os focos mais importantes do pensamento durante o Século de Ouro espanhol. (Chafuen, 1986). Analisaremos de seguida, de forma sintética, quais foram as suas principais contribuições para o que mais tarde seriam os elementos básicos da análise económica austríaca.

Talvez devamos começar por fazer menção a Diego de Covarrubias y Leyva. Covarrubias (1512-1577), filho de um famoso arquitecto, chegou a bispo da cidade de Segóvia (em cuja catedral se encontra enterrado), sendo durante vários anos ministro do rei Filipe II. Em 1555, Covarrubias expôs melhor do que ninguém até então a essência da teoria subjectiva do valor, à volta da qual gira todo o enquadramento da análise económica da Escola Austríaca, ao afirmar que “o valor de uma coisa não depende da sua natureza objectiva mas antes da estimação subjectiva dos homens, mesmo que tal estimação seja insensata”; aludindo para ilustrar a sua tese ao facto de “nas Índias o trigo valer mais do que em Espanha porque ali os homens o estimam mais, e isso apesar de a natureza do trigo ser a mesma em ambos os lugares” (Covarrubias, 1604: 131). Covarrubias escreveu também um estudo sobre a evolução histórica da diminuição do poder aquisitivo do maravedí, antecipando muitas das conclusões teóricas sobre a teoria quantitativa do dinheiro que posteriormente seriam expostas por Martín de Azpilcueta e Juan de Mariana, entre outros. O estudo de Covarrubias incorpora um grande volume de dados estatísticos sobre a evolução dos preços no século precedente àquele em que viveu, e foi publicado em latim com o título de Veterum collatio numismatum. Esta obra de Covarrubias é muito significativa, não apenas por ter sido citada de maneira laudatória em séculos posteriores pelos italianos Davanzati e Galiani, mas sobretudo por ser um dos livros citados por Carl Menger nos seus Princípios de Economia Política (Menger , 1997: 325).

A tradição subjectivista iniciada por Covarrubias é continuada por outro notável escolástico, Luis Saravia de la Calle, que é o primeiro a tornar clara a verdadeira relação que existe entre preços e custos no mercado, no sentido de que, em todas as situações, são os custos que tendem a seguir os preços e não o contrário, antecipando-se assim na refutação dos erros da teoria objectiva do valor que seria posteriormente desenvolvida pelos teóricos da escola clássica anglo-saxónica, e que se viria a converter no fundamento da teoria da exploração de Karl Marx e dos seus sucessores socialistas. Assim, Saravia de la Calle, na sua obra Instrucción de mercaderes, publicada em castelhano em Medina del Campo em 1544, escreveu que “os que medem o preço justo de uma coisa segundo o trabalho, custos e riscos em que incorre quem produz a mercadoria cometem um grave erro; porque o preço justo nasce da abundância ou falta de mercadorias, de empresários e de moeda, e não dos custos, trabalhos e riscos” (Saravia de la Calle, 1949: 53).

Além disso, todo o livro de Saravia de la Calle se centra sobre a função do empresário, que ele denomina “mercader”, seguindo assim a já mencionada tradição escolástica sobre o papel dinamizador do empresário que remonta a Pedro João de Olivi, Santo António de Florença e, principalmente, São Bernardino de Sena (Rothbard, 1999: 113-121).

Outra notável contribuição dos nossos escolásticos foi a introdução do conceito dinâmico de concorrência (em latim, concurrentium), entendida como o processo empresarial de rivalidade que move o mercado e impulsiona o desenvolvimento da sociedade. Esta ideia, que haverá de converter-se no coração da teoria do mercado da Escola Austríaca, contrasta radicalmente com os modelos de equilíbrio de concorrência perfeita, monopolística e de monopólio analisados pelos neoclássicos, e levou também os escolásticos a concluir que os preços do modelo de equilíbrio (que eles denominaram “preços matemáticos”), que os teóricos neoclássicos socialistas pretenderam utilizar para justificar o intervencionismo e a planificação do mercado, nunca poderiam chegar a ser conhecidos. Assim, Raymond de Roover atribui a Luis de Molina o conceito dinâmico de concorrência entendida como “o processo de rivalidade entre compradores que tende a elevar o preço”, e que nada tem a ver com o modelo estático de “concorrência perfeita” que, no século XX, os denominados “teóricos do socialismo de mercado” ingenuamente acreditaram poder ser simulado num regime sem propriedade privada (Raymond de Roover, 1955: 169). Apesar disso, é Jerónimo Castillo de Bovadilla quem melhor expõe esta concepção dinâmica da livre concorrência entre empresários no seu livro Política para corregidores, publicado em Salamanca em 1585, onde ele afirma que a mais positiva caracterísctica da concorrência é conseguir “emular” o concorrente (Popescu, 1987: 141-159). Castillo de Bovadilla enuncia ainda a seguinte lei económica, base da defesa do mercado por parte de todo o economista austríaco: “os preços dos produtos baixarão com a abundância, emulação e concorrência de vendedores” (Castillo de Bovadilla, 1985: 2, cap. 4, nº 49).

Quanto à impossibilidade de os governantes ou os analistas chegarem a conhecer os preços de equilíbrio e os demais dados de que necessitam para intervir no mercado ou para elaborar os seus modelos, destacam-se as contribuições dos cardeais jesuítas espanhóis Juan de Lugo e Juan de Salas. O primeiro, Juan de Lugo (1583-1660), questionando-se sobre a determinação do preço de equilíbrio, já em 1643 havia concluído que depende de uma tão grande quantidade de circunstâncias específicas que apenas Deus o pode conhecer (“pretium iustum mathematicum licet soli Deo notum”) (Lugo, 1642: vol. II, 312). O segundo, Juan de Salas, em 1617, referindo-se à possibilidade de que um governante possa chegar a conhecer a informação específica que dinamicamente se cria, descobre e usa no mercado, afirma que “quas exacte comprehendere et ponderare Dei est non hominum”, ou seja, que apenas Deus, e não os homens, pode compreender e ponderar exactamente toda a informação e o conhecimento que é usada no processo de mercado pelos agentes económicos com todas as suas circunstâncias particulares de tempo e de espaço (Salas, 1617: 4, nº 6, 9). Como veremos, tanto Juan de Lugo como Juan de Salas antecipam, em mais de três séculos, as mais refinadas contribuições dos mais destacados pensadores austríacos (especialmente Mises e Hayek).

Outro dos elementos essenciais do que depois se converterá na análise económica da Escola Austríaca é o princípio da preferência temporal, segundo o qual, tudo o resto constante, os bens presentes são sempre mais valorizados do que os bens futuros. Esta doutrina foi redescoberta por Martín de Azpilcurta (o famoso doutor Navarro) em 1556, que por sua vez a tomou de um dos melhores discípulos de São Tomás de Aquino, Giles de Lessines que, já em 1285, havia afirmado que “os bens futuros não são tão valorizados como os mesmos bens disponíveis de imediato, nem têm a mesma utilidade para os seus proprietários. Por esta razão, o seu valor de acordo com a justiça há de ser mais reduzido” (Dempsey, 1943: 214).

Os efeitos distorcivos da inflação, entendida como toda a política estatal de crescimento da oferta monetária, foram também estudados analiticamente pelos escolásticos. Neste âmbito, destaca-se o trabalho do padre Juan de Mariana intitulado De monetae mutatione, traduzido para castelhano posteriormente pelo autor com o título de Tratado y discurso sobre la moneda de vellón que al presente se labra en castilla y de algunos desórdenes y abusos (Mariana, 1987). Neste livro, publicado pela primeira vez em 1605, Mariana critica a política seguida pelos governantes da sua época de baixar de forma deliberada o valor da moeda, embora não utilize o termo “inflação”, desconhecido na altura, explica a forma como os efeitos da mesma são o incremento dos preços e a desorganização geral da economia real. Mariana critica também a política de estabelecimento de preços máximos para lutar contra os efeitos da inflação, política que ele considera não só incapaz de produzir efeitos positivos, mas também altamente danosa para o processo produtivo. Melhora-se assim a análise muito mais simplista, por ser exclusivamente macroeconómica, efectuada anteriormente por Martín de Azpilcueta em 1556, e antes dele por Copérnico no seu livro Monetae cudendae ratio, onde foi exposta pela primeira vez a típica versão, muito simplificada e mecanicista, da teoria quantitativa da moeda hoje tão divulgada (Azpilcueta, 1965: 74-75).

São também importantes as contribuições dos nossos escolásticos para a teoria bancária (Huerta de Soto, 1997-1998: 141-165). Assim, por exemplo, é claríssima a crítica do Doutor Saravia de la Calle ao exercício da banca com reserva fraccionária, no sentido de que a utilização em benefício próprio mediante concessão de empréstimos a terceiros, de dinheiro que é depositado à vista nos bancos é ilegítima e implica um pecado grave, doutrina que coincide plenamente com a que foi estabelecida pelos autores clássicos do direito romano, e que surge naturalmente da própria essência, causa e natureza jurídica do contrato de depósito irregular de dinheiro (Saravia de la Calle, 1949: 180-181, 195-197). Também Martín de Azpilcueta e Tomás de Mercado desenvolveram uma análise rigorosa e muito exigente sobre a actividade bancária que, embora não chegue aos níveis críticos de Saravia de la Calle, inclui um excelente tratamento das exigências que a justiça impõe que se observem no contrato de depósito bancário de dinheiro. Uns e outros, portanto, exigem implicitamente que a actividade bancária se exerça com um coeficiente de caixa de cem por cento, proposta esta que haverá de converter-se num dos elementos fundamentais da análise austríaca relativa à teoria do crédito e dos ciclos económicos (Huerta de Soto, 1998). Menos rigorosa e, portanto, mais compreensiva com o exercício da banca com reserva fraccionária, é a análise de Luis de Molina e Juan de Lugo, ainda que, de acordo com Dempsey, se estes autores tivessem conhecido detalhadamente o funcionamento e as implicações teóricas da banca com reserva fraccionária, tal como os mesmos foram desenvolvidos por Mises, Hayek e o resto dos teóricos da Escola Austríaca, o processo de expansão do crédito e inflação fiduciária originado pela banca com reserva fraccionária teria sido considerado, pelos próprios Molina, Lesio e Lugo como um vasto e ilegítimo processo de usura institucional (Dempsey, 1943: 225-228).

Interessa, não obstante, ressaltar como Luis de Molina foi o primeiro teórico a salientar que os depósitos e o dinheiro bancário em geral, que ele denomina em latim chirographis pecuniarum, é parte integrante, da mesma forma que o dinheiro em espécie, da oferta monetária. De facto, Molina expressou em 1597, muito antes de Pennington em 1826, a ideia essencial de que o volume total de transacções monetárias que se efectua numa feira não poderia ser pago com a quantidade de dinheiro metálico que na mesma muda de mãos, se não fosse pela utilização do dinheiro que os bancos geram através do registo dos seus depósitos e da emissão de cheques sobre os mesmos por parte dos depositantes. De tal forma que, como resultado da actividade financeira dos bancos, se cria a partir do nada uma nova quantidade de dinheiro sob a forma de depósitos que é utilizada nas transacções (Molina, 1991: 147).

Finalmente, o padre Juan de Mariana escreveu outro livro intitulado Discurso sobre las enfermedades de la compañia, publicado com carácter póstumo em 1625. Neste livro, Mariana realiza uma análise puramente austríaca relativamente à impossibilidade de um governo poder organizar a sociedade civil com base em ordens coercivas, e isto devido à falta de informação. De facto, é impossível ao Estado obter a informação de que necessita para dar um conteúdo coordenador às suas ordens, pelo que a sua intervenção tende a criar desordem e caos. Assim, Mariana, referindo-se ao governo, disse que “é um grande desatino que o cego queira guiar aquele que vê”, frisando que os governantes “não conhecem as pessoas, nem os factos, pelo menos, com todas as circunstâncias que os envolvem, de que depende uma decisão acertada. É forçoso que se caia em muitos e graves erros, e que isso cause descontentamento às pessoas e as leve a menosprezar um governo tão cego”; conclui Mariana que “é louco o poder e o mando”, e que quando “as leis são muitas e em demasia, como não se podem preservar todas, nem sequer saber, a todas se perde o respeito” (Mariana, 1768: 151-155, 216).

Em suma, os escolásticos espanhóis do nosso Século de Ouro foram já capazes de articular o que depois viriam a ser os princípios mais importantes da escola austríaca de Economia e, em concreto, os seguintes: primeiro, a teoria subjectiva do valor (Diego de Covarrubias y Leyva); segundo, a descoberta da relação correcta que existe entre os preços e os custos (Luis Saravia de la Calle); terceiro, a natureza dinâmica do mercado e a impossibilidade de alcançar o modelo de equilíbrio (Juan de Lugo e Juan de Salas); quarto, o conceito dinâmico de concorrência entendida como um processo de rivalidade entre os vendedores (Castillo de Bovadilla e Luis de Molina), quinto, a redescoberta do princípio da preferência temporal (Martín de Azpilcueta); sexto, o efeito profundamente distorcivo que a inflação tem sobre a economia real (Juan de Mariana, Diego de Covarrubias e Martín de Azpilcueta); sétimo, a análise crítica da banca exercida com reserva fraccionária (Luis Saravia de la Calle e Martín de Azpilcueta);oitavo, a descoberta de que os depósitos bancários são parte da oferta monetária (Luis de Molina e Juan de Lugo); nono, a impossibilidade de organizar a sociedade através de ordens compulsivas, por falta da informação necessária para dar um conteúdo coordenador às mesmas (Juan de Mariana), e décimo, a tradição liberal de que toda a intervenção injustificada no mercado constitui uma violação do direito natural (Juan de Mariana).

Existem, portanto, razões fundadas para concluir que a concepção subjectivista e dinâmica do mercado, ainda que tenha sido retomada e definitivamente impulsionada por Menger em 1871, teve início na nossa pátria. A tradição do pensamento económico da Escola Austríaca tem, pois, a sua origem intelectual em Espanha e mais concretamente numa escola, a de Salamanca, que, da mesma forma que a moderna Escola Austríaca, e em profundo contraste com o paradigma neoclássico, se caracteriza sobretudo pelo grande realismo e rigor dos seus pressupostos analíticos.

 

Sobre o autor:

Jesús Huerta de Soto (Madrid, 1956) é um economista da Escola Austríaca e catedrático de economia política da Universidade Rey Juan Carlos de Madri. Obteve títulos de doutor em direito em 1984, e em ciências econômicas e empresariais em 1992, ambos pela Universidade Complutense de Madri. Fez também MBA na Universidade de Stanford. É professor de economia política na Facudade de Direito da Universidade Complutense de Madri desde 1979, atualmente é um catedrático da Facudade de Ciências Jurídicas e Sociais da Universidade Rey Juan Carlos. Em 1983 obteve o Prêmio Extraordinário de Economia Rey Juan Carlos. (Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jesus_Huerta_de_Soto)

 

Referências:

- Azpilcueta, M. de (1965): Comentario resolutorio de cambios. Consejo Superior de Investigaciones Científicas, Madrid.

- Cstillo de Bovadilla, J. (1585): Política para corregidores. Instituto de Estudios de Administración Local, edición
facsímil, Madrid, 1978.

- Covarrubias e Leyva, D. de (1604): Omnia Opera, vol. 2, livro 2. Haredem Hieronymi Scoti, Veneza.

- Chafuen, A. (1986): Economía y ética, Raíces cristianas de la economía de libre mercado. Edit. Rialp, Madrid.

- Dempsey, B. W. (1943): Interest and Usury. American Council of Public Affairs, Washington, D. C.

- Grice-Hutchinson, M. (1952): The School of Salamanca, Readings in Spanish monetary theory. Clarendon Press, Oxford.

- Hayek, F. A. (1976c): “La pretensión del conocimiento”. Cap. I de Inflación o pleno empleo? Unión Editorial, Madrid, 9-32.

- Hayek, F. A. (1988): Derecho, legislación y libertad, vol. II: El espejismo de la justicia social. Unión Editorial, Madrid.

- Huerta de Soto, J. (1997-1998): “La teoría bancaria en la Escuela de Salamanca”, in Revista de la Facultad de derecho de la Universidad Complutense de Madrid, n.º 89, 141-165.

- Leoni, B. (1995): La libertad y la ley. Unión Editorial, Madrid.

- Lugo, J. de (1642): Disputationes de iustitia et iure. Sumptibus Petri Prost, Lyon.

- Mariana, J. de (1768): Discurso de las enfermidades de la Compañia. Imprenta de D. Gabriel Ramírez, calle de Barrionuevo, Madrid.

- Mariana, J. de (1987): Tratado y discurso sobre la moneda de vellón. Instituto de Estudios Fiscales, Madrid.

- Menger, C. (1997): Principios de economía política. Unión Editorial, Madrid.

- Molina, L. De (1991): Tratado sobre los cambios. Instituto de Estudios Fiscales, Madrid.

- Roover, R. de (1955): “Scholastic economics. Survival and lasting influence from the Sixteenth Century to Adam Smith”, in Quarterly Journal of Economics, LXIX, Maio, 161-190.

- Rothbard, M. N. (1999): Historia del pensamiento económico, vol. I: El pensamiento económico hasta Adam Smith. Unión Editorial, Madrid.

- Salas, J. De (1617): Comentarii in secundam secundae D. Thomae de contractibus. Sumptibus Horatij Lardon, Lyon.

- Saravia de la Calle, L. (1949): Instrucción de mercaderes. Colección de joyas bibliográficas, Madrid.

O EIXO DO MAL LATINO-AMERICANO SE EXPANDE


O EIXO DO MAL LATINO-AMERICANO SE EXPANDE

Mais uma vez o livro O Eixo do Mal Latino-Americano e a Nova Ordem Mundial  mostra sua importância. Assim também como as advertências de Olavo de Carvalho, Graça Salgueiro, Carlos Ilitch Azambuja e toda a equipe de Mídia Sem Máscara além da dívida impagável com o Dr. Graça Wagner e o Prof. Constantine Menges.


Já são quinze países diretamente envolvidos ou sob a influência do FSP. Diretamente: Cuba, Brasil, Venezuela, Equador, Bolívia, Nicarágua, Paraguai, Uruguai e El Salvador. Sob forte influência: Argentina, Chile, República Dominicana, Honduras, Guatemala e Haiti. (OBS.: acréscimos de Graça Salgueiro). Na América do Sul sobram apenas Colombia e Perú.


Na Colombia o Presidente Uribe deve aprender a lição salvadorenha: não aceitar negociações de paz com as FARC que as transformem em partido político legal. Extinção total é a única alternativa. Também, mudei de opinião quanto a um novo mandato de Uribe: deve tentá-lo de todas as formas legais! O Governo de Alan Garcia no Perú não está suficientemente forte para enfrentar a onda de violência já financiada por Chávez. Assim como o México, sob constantes ataques do narcotráfico.


Num arroubo de previsão futurística cheguei a formular a idéia de unificação de Venezuela e Cuba e fui mais longe, prevendo a formação de uma República Bolivariana do Caribe (Cap.XIII). As últimas declarações de Chávez se referem à união de Venezuela, Cuba e El Salvador (certamente incluirá a Nicarágua de Ortega) num único paísMas não podia imaginar a eleição nos EUA de um Presidente intimamente ligado a instituições comunistas e comprometido com as "mudanças" na América e no mundo no sentido de destruir toda a tradição da civilização ocidental judaico-cristã.


Abaixo pronunciamento do Presidente de UNOAMÉRICA, Alejandro Peña Esclusa



 


¡Ánimo salvadoreños! ¡La lucha apenas comienza!


 


Alejandro Peña Esclusa


 


   El reñido triunfo obtenido por el Frente Farabundo Martí para la Liberación Nacional (FMLN) es la consecuencia, no de su propuesta, sino del desgaste de veinte años de gobierno en manos de un mismo partido. El pueblo salvadoreño quiso un cambio –como ocurrió en Venezuela hace diez años– sin percatarse que cambiar no necesariamente significa mejoría, sino –como se verá muy pronto– un empeoramiento de su situación.


   Afortunadamente, no se desató la violencia, como seguramente hubiese ocurrido con una derrota del FMLN, que había amenazado con desconocer cualquier resultado adverso. Por su parte, Alianza Republicana Nacionalista (ARENA) reafirmó su vocación democrática, sometiéndose a la voluntad popular, a pesar de las falsas acusaciones sobre un posible fraude electoral.


   Durante los últimos meses, Mauricio Funes aseguró repetidas veces que su propuesta nada tenía que ver con la de Chávez, y que había una “campaña del miedo”, para vincularlo con el dictador venezolano. Sin embargo, la misma noche de las elecciones, los dirigentes del FMLN, José Luis Merino y Orestes Ortez, se quitaron la careta, refiriéndose a Hugo Chávez como el “nuevo Bolívar de América Latina”, a través de una entrevista concedida al canal del Estado venezolano.


   Hay varios aspectos positivos que vale la pena destacar:


   Primero, el señalamiento público y constante de los vínculos entre Chávez y el FMLN, impedirá que Funes pueda repetir fácilmente el esquema seguido por Chávez, Morales y Correa. El pueblo y los sectores democráticos estarán atentos y vigilantes, para impedir que en El Salvador se conculquen las libertades, como ha ocurrido en Venezuela, Bolivia y Ecuador.


   Segundo, la crisis económica mundial, que ya ha golpeado duramente la capacidad del gobierno venezolano para exportar su revolución, también afectará la gestión de Funes, quien deberá concentrar sus esfuerzos en responder a las exigencias concretas del pueblo salvadoreño. Esta realidad le restará capacidad de maniobra para imponer su agenda política.


   Tercero, las organizaciones democráticas de El Salvador, se verán obligadas a reorganizar sus fuerzas y a repensar su propuesta, a fin de ofrecerle al pueblo una solución definitiva a sus problemas, basada en un renacimiento moral, económico y cultural.  


   Si bien es cierto que el triunfo del FMLN constituye una tragedia para toda Centro América, también es cierto que las dificultades –como las que se avecinan para El Salvador– despiertan reacciones positivas y fuerzas benéficas, que sirven para purificar y engrandecer a las naciones.


   En lo inmediato, los salvadoreños deberán luchar para evitar que el FMLN convoque a una Asamblea Constituyente, paso previo para controlar los poderes públicos, permitir la reelección indefinida, y perseguir a opositores y medios de comunicación.


   La Unión de Organizaciones Democráticas de América – UnoAmérica, estará siempre presente, para colaborar con la defensa del estado de Derecho, las libertades y la justicia en El Salvador. Ofrecemos al pueblo salvadoreño una mano amiga, junto con nuestras palabras de esperanza y aliento.

Ainda existem PADRES no Brasil - Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Prezado Dom Fernando
dfernandof@bol.com.br

Estou em Roma, hospedado em um convento de frades franciscanos, enquanto estudo "Licenza" em Bioética.

Já me havia chocado o fato de a TV Canção Nova ter chamado Sra. Dilma Rousseff para fazer a leitura em certa celebração litúrgica.

Agora a imprensa noticia que o mesmo foi feito na Diocese de Santo Amaro, em uma Santa Missa celebrada pelo Padre Marcelo Rossi (ver abaixo).

Nem sempre podemos acreditar em tudo o que a imprensa diz, mas a notícia (verdadeira ou falsa) de que uma defensora do aborto e do homossexualismo foi convidada para ler a Sagrada Escritura durante a Santa Missa precisa ser esclarecida.

De outro modo, alguns cristãos (que conhecem a pré-candidata) ficarão escandalizados. Outros (que não a conhecem) pensarão que é razoável votar nela nas próximas eleições presidenciais.

Sra. Dilma representa para nós o perigo de que a opressão petista venha a se perpetuar, com toda a desagregação moral  que o governo Lula tem promovido : aborto, "casamento" homossexual, adoção de crianças por homossexuais, perseguição religiosa sob o nome de combate à "homofobia", distribuição de cartilhas de pornografia para as crianças nas escolas públicas, críticas ferozes à Igreja por defender a vida e a castidade etc.

A perseguição que agora sofre Dom José Cardoso Sobrinho é uma pequena amostra do que nos espera se o Partido dos Trabalhadores conseguir eleger sua pré-candidata. Deus se compadeça de nós. Esse pesadelo precisa acabar.

Subscrevo-me pedindo-lhe a bênção.
--  Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz Presidente do Pró-Vida de Anápolis Telefax: 55+62+3321-0900 Caixa Postal 456 75024-970 Anápolis GO http://www.providaanapolis.org.br "Coração Imaculado de Maria, livrai-nos da maldição do aborto"  
De:
Data: 9/3/2009 08:49:07
Para: 
Assunto: Padre Marcelo Rossi convida Dilma Rousseff para leitura em missa
 

SÃO PAULO - Com um terço na mão e tentando acompanhar o coro dos fiéis, a ministra da Casa Civil e pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, participou na noite desta quinta da missa comandada pelo padre Marcelo Rossi, um dos líderes do movimento carismático da Igreja Católica em São Paulo. Realizado no templo conhecido por Terço Bizantino, no bairro de Santo Amaro, na Zona Sul da capital paulista, o ato reuniu entre 15 mil e 17 mil pessoas. Essa missa é realizada todas as quintas-feiras e é o encontro mais movimentado do templo católico.

Mais do que participar da celebração embalada por muita música, Dilma parecia não tirar os olhos do padre Marcelo, um comunicador popular de 41 anos que atrai até 20 mil fiéis a sua igreja, o Santuário do Terço Bizantino, a cada cerimônia.

- Deus está aqui neste momento, sua presença é real - pregou padre Marcelo Rossi durante a missa.

Dilma, que busca uma aproximação com movimentos religiosos e populares, estava acompanhada do deputado federal Jilmar Tatto (PT-SP), que tem seu reduto eleitoral na região de Santo Amaro. Encontrou-se com o vereador Gabriel Chalita (PSDB), muito ligado ao ex-governador Geraldo Alckmin (atual secretário de Desenvolvimento do governo José Serra) e assíduo frequentador do movimento carismático.

Dilma ficou o tempo todo na ala vip do altar e fez a leitura de um trecho do livro de Ester, escolhido para ser entoado nesta quinta nas igrejas de São Paulo.

'Põe em meus lábios discurso atraente', leu

O texto religioso lido pela ministra tinha uma coincidência com o período eleitoral. A pré-candidata do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à sua sucessão é tida como uma pessoa seca, durona, sem carisma. O texto que ela leu, diante dos milhares de fiéis, dizia:

" Jogo água (benta) na ministra? "

"Põe em meus lábios um discurso atraente, quando eu estiver diante do leão, e muda o seu coração para que odeie aquele que nos ataca para que este pareça com todos os seus cúmplices", leu a ministra.

Vestida com um terninho amarelo, a ministra Dilma mostrava-se alegre no altar, rezando e batendo palmas, embora não soubesse a letra dos cânticos religiosos puxados por padre Marcelo e pelo bispo Fernando. Mesmo assim, Dilma tentava acompanhar os fiéis, balbuciando entonações.

Depois de 40 minutos de missa e apesar da animação de padre Marcelo, a ministra apenas assentia com a cabeça. Ela não se ajoelhou e não comungou.

" Joga, joga! "

O bispo Fernando Figueiredo tentou deixar o clima mais descontraído.

- Jogo água (benta) na ministra? - perguntou dom Fernando.

- Joga, joga! - gritou o povo.

Logo no início do ato religioso, dom Fernando comunicou aos fiéis presentes que a ministra estava presente.

- Temos aqui uma presença muito especial hoje, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff - anunciou dom Fernando, que também relacionou as presenças de Tatto e Chalita, além de políticos locais ligados à administração do prefeito Gilberto Kassab (DEM).

Aproximação com movimentos da Igreja

Assessores da ministra informaram que ela foi convidada para a missa, mas o evento acontece num momento em que Dilma Rousseff tem procurado se aproximar dos movimentos populares e religiosos. Ela tem sido apresentada aos vários movimentos da Igreja Católica por meio do chefe de gabinete do presidente Lula, Gilberto Carvalho, oriundo da Igreja Católica progressista, como as Comunidades Eclesiais de Base (Cebes). Há um mês, a ministra participou de uma missa na Canção Nova, da igreja carismática, no Vale do Paraíba, interior de São Paulo.

Depois da missa Dilma conheceu as futuras instalações do novo templo do Terço Bizantino, que está em construção nas imediações do atual santuário.
 
 

Peter Drucker, o outro Austríaco

MOVIMENTO ENDIREITAR
Escrito por Mark Skousen | Sex, 13 de Março de 2009

Peter F. Drucker nasceu em 19 de novembro de 1909, em Viena, Áustria - faleceu em 11 de novembro de 2005, em Claremont, Califórnia, EUA, é considerado por todos o pai da Gestão moderna. Publicou 39 livros e inúmeros artigos acadêmicos sobre como os seres humanos estão organizados em todos os setores da sociedade, nas empresas, órgãos governamentais e nas organizações sem fins lucrativos.

 

Peter Drucker, o outro Austríaco

Peter F. Drucker entrou uma vez na diretoria de uma grande empresa em crise e sem rodeios perguntou, "Senhores, qual é o seu negócio?" A maioria dos executivos pensou que era uma pergunta superficial, mas Drucker continuou pressionando. Ele repetiu a pergunta inúmeras vezes. “Qual é o seu negócio?" Levou-lhes uma hora para descobrir o que Drucker estava querendo dizer: eles tinham perdido a visão. Quando voltaram aos fundamentos, eles encontraram seu caminho de volta à rentabilidade - tudo porque Drucker fez uma pergunta “insignificante”.

Drucker é eclético, independente e imprevisível. Embora ele seja conhecido como o Sr. Gestão, ele é um lobo solitário, trabalha sem secretário, e não tem o apoio de qualquer organização. Ele é estranho. Nas palavras de um admirador, ele é um "iconoclasta -- o destruidor de ídolos, investigador das provas, reivindicador de evidências, uma pedra no sapato, consistente e pragmático comentador dos problemas enfrentados pela nossa sociedade." (1)

Quase todos no mundo empresarial estão familiarizados com Drucker, ou por seus livros ou por suas colunas no The Wall Street Journal. Ele é um nome familiar entre os MBAs, executivos empresariais e estudantes de administração. Drucker é o consultor de negócios mais procurado do mundo. Seu vitae é múltiplo: advogado, jornalista, teórico político, economista, romancista, futurista e filósofo extraordinário. Agora em seus oitenta anos, com 25 livros publicados, ele ainda está na ativa como escritor e consultor, embora ele não viaje tanto como antes.

Os estudantes de administração e executivos me falam freqüentemente que as idéias de Drucker tem um certo traço "Austríaco". Eles dizem que a sua ênfase no empreendedorismo, inovação e investimento de capital, bem como suas denúncias contra o “grande governo”, a excessiva tributação e a economia keynesiana, estão em harmonia com as idéias de Eugen von Bohm-Bawerk, Ludwig von Mises, Friedrich August von Hayek e a Escola Austríaca de Economia.

Então: Peter Drucker é um Austríaco secreto?

Raízes vienenses

Literalmente falando, Drucker é Austríaco. Ele nasceu em 1909 em Viena, durante o apogeu da Escola Austríaca. Mas ele era muito jovem para participar do famoso seminário de Ludwig von Mises. Quando se formou no ginásio em 1927, ele foi para a Universidade de Frankfurt, onde obteve seu Doutorado em Direito no início dos anos 1930. Mas as suas raízes permaneceram vienenses. Ele recusou uma oferta de trabalho do Ministério Nazista de Informação. Em vez disso, ele escreveu uma monografia de 32 páginas sobre Friedrich Julius Stahl, filósofo alemão século XIX. Há muito para aprender tanto sobre Drucker, como sobre Stahl neste documento. Stahl era paradoxal: judeu por nascimento, protestante por conversão e conservador oposto à monarquia absoluta. Evidentemente, o documento de Drucker foi proibido pelos Nazistas. Como Mises, Hayek e outros inimigos do estado nazista, Drucker emigrou para o Ocidente antes da guerra eclodir. Ele viajou para a Inglaterra em 1933 e para os Estados Unidos em 1937.

O Administrador dos administradores

Evidentemente, a pergunta se Drucker é um Austríaco não é uma questão sobre a sua terra natal. É uma pergunta sobre a sua teoria econômica. Se a pessoa limitar a questão a sua abordagem da administração, a resposta é claramente afirmativa: o estilo da administração de Drucker é completamente Austríaca. Tempo, expectativas, novas informações e potenciais mudanças nos processos de produção -- todos os focos Austríacos -- são constantemente enfatizados em suas obras e consultas. O gerente deve ser um empresário e não apenas um administrador. Inovação é essencial. Em 1985, ele escreveu um livro inteiro sobre o tema Inovação e Empreendedorismo.

Ele critica a administração por se ocupar no planejamento de curto prazo, o que ele rotula de "keynesianismo industrial". Planejamento de longo prazo é mais arriscado, diz Drucker, mas é essencial para a sobrevivência, principalmente para grandes corporações. Os proprietários e os gerentes devem ser orientados para o futuro, ele sublinha. “A visão do amanhã é a tarefa de hoje” (2). Os japoneses foram tão bem sucedidos, Drucker afirma, porque eles são orientados para o longo prazo.

Em busca de uma nova ordem social

Foi a sua vida na América que inclinou o seu interesse para a gestão empresarial. Lá pelo fim dos anos 1930, Drucker começou a procurar por uma nova ordem social e industrial. Ele ficou desencantado com o capitalismo “desenfreado” da Grande Depressão. Mas o socialismo, o fascismo e o comunismo pareciam ainda piores alternativas aos males da sociedade. 

Ele finalmente encontrou a sua resposta na única "maneira livre e não-revolucionária" - a grande corporação. Ele estava entusiasmado com sua descoberta: um grande negócio poderia proporcionar uma alternativa muito superior ao socialismo e “grandes governos”. De acordo com Drucker, as grandes corporações deveriam ser os canais pelos quais seriam estabelecidas a estabilidade econômica e a justiça social. Apenas as grandes empresas podiam assumir responsabilidades sociais como a segurança do emprego, treinamento, oportunidades educacionais e outros benefícios sociais. Essa foi uma alternativa absolutamente crítica numa época em que a livre iniciativa estava na defensiva em todo o mundo. 

Depois da guerra, Drucker conseguiu um contrato de consultoria com a General Motors, que lhe deu uma oportunidade para desenvolver sua tese mais completamente.  Seu estudo exaustivo da GM culminou na publicação em 1946 de Concept of the Corporation (Conceito da Corporação). Drucker chegou a inabalável convicção de que a grande empresa deveria ser a "instituição social representativa" do período pós-guerra e que as grandes empresas americanas, como a GM, deveriam assumir a liderança na construção da sociedade industrial livre. 

Os executivos da General Motors ficaram ressentidos com o livro e ridicularizaram a idéia de que uma grande corporação deve assumir responsabilidades sociais. Mas a reputação de Drucker como um perito de administração cresceu, apesar do ombro frio da GM. Por volta de 1950, ele foi professor de administração na Universidade de Nova York, e em 1973, foi nomeado Clarke Professor de Ciências Sociais na Claremont Graduate School, na Califórnia.

Drucker afirma que uma empresa é mais do que uma entidade econômica. “Ainda mais importante do que a economia são as relações psicológicas, humanas e de poder que são efetuadas no trabalho e não fora dele. Essas são as relações entre trabalhadores, grupos de trabalho, tarefas, chefe imediato e de gestão.” (3) Os administradores da empresa têm um propósito moral e de responsabilidade social, além dos lucros de curto prazo. Drucker prevê a grande empresa como a instituição social, muito superior ao governo na provisão da aposentadoria, cuidados de saúde, educação, assistência às crianças e outros benefícios. Ele argumenta que o assistencialismo das empresas deve substituir o assistencialismo do governo. Drucker reconhece que essa atividade social poderia prejudicar o desempenho econômico, mas ele rejeita a exortação de Milton Friedman de que a única responsabilidade legítima da empresa é a de aumentar os seus lucros. Um governo letárgico criou um "vazio de responsabilidade e desempenho" que as grandes empresas precisam preencher. 

Uma dimensão moral 

As atitudes de Drucker em relação à gestão empresarial e governamental podem não ser de origem econômica, mas religiosa. "O único fundamento da liberdade é o conceito Cristão da natureza humana: imperfeito, fraco, pecador e pó destinado ao pó; mas o homem é imagem de Deus e responsável por suas ações". Ele apela a um retorno aos valores espirituais, "não para compensar o material, mas para torná-lo totalmente produtivo".

Mas até que ponto ele está disposto a levar esta idéia é uma questão aberta. Drucker tem sido criticado como um apologista de grandes empresas. E é verdade que ele tem sido relutante em discutir sobre as grandes empresas como um poder especial de lobby em busca de lucros. Drucker normalmente entende as empresas e o governo como adversários em vez de cooperadores. Em seu enorme volume,Management, seu capítulo sobre "Empresas e Governo" não menciona como uma grande empresa muitas vezes utiliza seus poderes para obter benefícios fiscais, subsídios, monopólio e as restrições à concorrência estrangeira. 
   
Paul Weaver, um antigo executivo da Ford, descreve a extensão do estatismo corporativo como segue:  "Desde o início elas [as grandes empresas] tem trabalhado agressivamente e imaginativamente neste sentido, e ao longo dos anos ganharam um deslumbrante conjunto de benefícios - tarifas , subsídios, monopólios oficiais, benefícios fiscais, imunidade contra certas ações prejudiciais, suporte do governo para pesquisas e desenvolvimento, programas gratuitos de formação de funcionários, e assim por diante, através de uma longa lista de indulgências e benefícios do Welfare State". (6) Infelizmente, o mestre é estranhamente silencioso sobre este problema crítico. 

Drucker como Economista

Drucker é muito mais do que um consultor e escritor de administração. Ele também é um comentarista sobre política, economia e cultura. Aqui Drucker é mais difícil de categorizar. 
   
Sua visão econômica está freqüentemente em linha com Mises e os Austríacos de hoje; outras vezes não. Ele freqüentemente rejeita noções que os Austríacos consideram essenciais. Ludwig von Mises e ele foram colegas na Universidade de Nova York na década de 1950, mas eles não tiveram muito contato. "Mises me considerava um renegado da verdadeira fé econômica", diz Drucker, e "com boa razão" (7). Drucker ficou desencantado com puro capitalismo laissez faire durante a Grande Depressão. Hoje, ele apóia uma abordagem a hamiltoniana para o governo - pequeno, mas poderoso. Ele acredita num grande presidente e num governo central que desempenham um papel importante na educação, desenvolvimento econômico e bem-estar. Além disso, ele rejeita o padrão-ouro e aprova um banco central. 
   
Ao mesmo tempo, porém, Drucker defende muitas posições que os economistas do mercado livre iriam aplaudir. 

A inflação é um "veneno social". O governo ficou maior, não mais forte, e agora só pode fazer efetivamente duas coisas – promover a guerra e inflar a moeda. O estado tornou-se um "monstro inchado". Ele continua: "Na verdade, o governo está doente -- e logo no momento em que precisamos de um governo forte, saudável e vigoroso." (8) Drucker defende a privatização dos serviços públicos como forma de reduzir a burocracia gigantesca. Na verdade, Drucker afirma que ele inventou o termo, denominando-o reprivatização em 1969 no seu livro The Age of Discontinuity. (9) A Previdência Social deve ser gradualmente substituída por planos de pensão privados. O imposto de renda corporativo, diz Drucker, é o "mais estúpido dos impostos" e deve ser abolido (mas substituído por um imposto sobre o valor acrescentado). O gasto com defesa é um "grave dreno" na economia civil, e deve ser cortado drasticamente. Os custos dos serviços públicos "gratuitos" são “inevitavelmente altos.” (10) Ecoando Hayek, Drucker afirma que nenhuma instituição pública pode operar de uma maneira eficiente porque "não é um negócio”. 
   
Drucker é amplamente otimista sobre o futuro. Ele fala com entusiasmo sobre uma crescente economia mundial e o colapso do comunismo. Corporações multinacionais, grandes e pequenas, são muito mais importantes do que a ajuda externa ou interna dos programas de despesas do estado, e irá liderar o caminho para um novo nirvana. Quanto mais as empresas tornarem-se "transnacionais", mais saudável a economia mundial será. 
   
Drucker é encorajado pelos acontecimentos nos países em desenvolvimento, especialmente os esforços no sentido de privatizar, desnacionalizar e abrir as economias nacionais ao capital estrangeiro. A pior mudança que um país em desenvolvimento pode fazer é adotar o marxismo. “O comunismo é mau (evil). Suas forças motrizes são os pecados mortais da inveja e ódio. Seu objetivo é a subjugar todas as metas e todos os valores ao poder; sua essência é a bestialidade; a negação de que o homem é alguma coisa exceto um animal, a negação de todas as éticas, do valor humano, da responsabilidade”. (11) Drucker desmascara o estilo soviético de planificação central, que só produziu o regresso. Ele conclui que as taxas de crescimento econômicas da União Soviética são em grande parte invenções da imaginação burocrática. 

A busca pela "Próxima Economia"

Drucker manifesta um desprezo pela profissão dos economistas, que, segundo ele, ainda é em grande parte de natureza Keynesiana. Os economistas estão muito preocupados com a teoria do equilíbrio de uma economia fechada e não no crescimento, inovação e produtividade de uma economia global. Drucker afirma que a economia contemporânea está onde a medicina ou a astronomia estavam no século XVII. "Não há alunos mais lentos do que os economistas. Não há maior obstáculo à aprendizagem do que ser prisioneiro de teorias totalmente inválidas, mas totalmente dogmáticas." (12) Ele culpa o Keynesianismo por uma prejudicial mitologia anti-popança, causando "baixos níveis de poupança em larga escala" entre as nações ocidentais, especialmente os Estados Unidos. Além disso, "Keynes é em grande medida responsável pelo extremo enfoque de curto prazo da política moderna, da economia moderna, e dos negócios modernos ... A economia de curto prazo, inteligente, brilhante – e a política de curto prazo, inteligente, brilhante – abriu falência."
   
O guru da gestão também está desanimado com as escolas populares de economia atuais, incluindo os monetaristas e a Nova Escola Clássica. Eles também ignoram o empreendedorismo, a incerteza e o desequilíbrio. Drucker apela para que "próxima economia" seja "microeconômica e centrada na oferta", não na procura agregada, e deverá enfatizar a produtividade e formação de capital. (13)
  
A economia contemporânea Austríaca parece muito com a visão de Drucker sobre a "próxima economia". É de certa forma surpreendente que as obras de Drucker não mencionem o trabalho dos Austríacos de hoje, como Murray Rothbard, Israel Kirzner e Roger Garrison. Quando eu perguntei a sua opinião sobre os Austríacos contemporâneos, ele me disse que não estava familiarizado com suas obras. Ele não tinha ouvido falar da grande obra de Kirzner, Competition and Entrepreneurship (Competição e Empreendedorismo), embora Kirzner e Drucker tenham lecionado na Universidade de Nova York na década de 1960. (14)

O economista favorito de Drucker é Joseph Schumpeter, o economista de Harvard, nascido na Áustria. Num artigo de 1956, Drucker defende a privatização dos serviços públicos como forma de reduzir a burocracia gigantesca. Na verdade, Drucker afirma que ele inventou o termo, chamando-lhe "reprivatização", em 1969.

Em Modern Prophets: Schumpeter or Keynes? (Profetas Modernos: Schumpeter ou Keynes?) ele claramente apóia Schumpeter, predizendo que destes "dois maiores economistas deste século... é Schumpeter que amoldará o pensamento... em teoria econômica e política econômica para o resto deste século, se não para os próximos trinta ou cinqüenta anos" (15) Drucker gosta da ênfase de Schumpeter em desequilíbrio dinâmico e inovação por empresários que praticam a "destruição criativa". Em seu livro de 1985, Innovation and Entrepreneurship (Inovação e Empreendedorismo), ele enfatiza o impacto da mudança tecnológica, a inovação, o inesperado e novos conhecimentos sobre as empresas e a economia mundial. 
   
Mas, evidentemente, Schumpeter foi um “enfante terrible” ("criança terrível") e renegado da escola Austríaca como ela se desenvolveu na linha de Mises e Hayek. Neste sentido, Drucker se encaixa mais no modo Schumpeteriano, embora ele não compartilhasse o pessimismo de Schumpeter acerca do futuro do capitalismo. 
   
No fim das contas, Peter Drucker é ele mesmo. 
   
A mente de Drucker é como um diamante bruto, proporcionando flashs de idéias para todos os lados. Ele é capaz de analisar assuntos complexos de forma que seus leitores e clientes capturem sua visão, vendo a simplicidade essencial por detrás do caos aparente. 
   
Cedo ou tarde, todos os estudantes de administração descobrem Peter Drucker. Agora é a hora para os economistas e cientistas sociais descobrirem ele também.

 

Originalmente publicado em: http://www.mskousen.com/Books/Articles/austrian.html


Tradução e adaptação: Wellington Moraes.

Notas:

(1) Tony H. Bonaparte, Peter Drucker: Contributions to Business Enterprise (New
 York: NYU Press, 1970), p. 23.
 
(2) Peter F. Drucker, Preparing Tomorrow's Business Leaders Today (Englewood Cliffs, NJ: Prentice Hall, 1969), p. 290.

(3) Drucker, The Unseen Revolution (New York: Harper 6r Row, 1976), pp. 134-35, 168.

(4) Quoted in John J. Tarrant, Drucker: The Man Who invented the Corporate Society (Boston: Cahners Books, 1976), p. 30.

(5) Drucker, The Landmarks of Tomorrow, p. 264.

(6) Paul H. Weaver, The Suicidal Corporation: How Big Business Fails America (New York: Simon & Schuster, 1988), p. 18.

(7) See Drucker's autobiography, Adventures of a Bystander (New York: Harper k Row, 1979), p. 50. In an interview in 1991, Drucker told me that on the few occasions they met, Mises was always depressed. "He was one of the most miserable men I ever met."

(8) Peter F. Drucker, The Age of Discontinuity (New York: Harper k Row, 1969), p. 212

(9) ibid., p. 234.

(10) Drucker, The New Realities (New York: Harper & Row, 1989), p. 215.

(11) Drucker, The Landmarks of Tomorrow (New York: Harper & Row, 1959), p. 249.

(12) Drucker, The Frontiers of Management (New York: Harper & Row, 1986), p. 13. 13 Drucker, The Unseen Revolution, pp. 114-15.

(13) Drucker, Toward the Next Economics and Other Essays (New York: Harper k Row. 1981), pp.1-21.

(14) Israel M. Kirzner, Competition and Entrepreneurship (University of Chicago Press, 1973).

(15) The Frontiers of Management, p. 104.

Desarmamento civil: assassinos em massa concordam e apoiam...

O General Cesário

POR E-MAIL (sic)

Bem diferentemente do que se usa supor em certos círculos, oficiais das três Armas soem ser agudos analistas políticos.

O gen.Azevedo não foge à regra, antes se destaca por justapor à acuidade analítica, a hombridade desabrida ao dizer o que é necessário - doa a quem doer.

Daí que seus textos usam ser bons termômetros das circunstâncias, estas que compreendem também o pensar da Reserva.

Neste artigo apoia e alinha-se aos três oficiais generais que duramente condenaram os maquiavélicos estatutos da END.

A partir da constatação das armadilhas deste plano, tão cinicamente apresentado aos Altos Comandos, cabe-nos tentar entender como seus autores vêem os militares:

- débeis mentais crônicos ou apenas desfibrados morais, prontos a baixar as calças à qualquer pressão das "autoridades"?

Como a primeira hipótese vai por terra pela crítica acurada - pertinente e demolidora - resta testar a segunda.
Teste este, aliás, em andamento.

Oficiais que o conhecem bem, são unânimes em assegurar a impecável integridade e elevada competência do gen.Enzo, bem como sua equilibrada disposição a negociar acordos.

A nós outros da periferia ignorante - e portanto, sob risco de atuar injustiças graves - acodem suposições inquietantes.

Nossas circunstâncias, grosso modo, lembram aquelas presentes ao fim da década de '30, entre uma Inglaterra disposta a concessões pela paz a qualquer custo e a Alemanha liderada por um psicopata. Como lá, temos aqui uma pressão sobre militares - e povo consciente - por símiles caboclos de Adolfinho, que à demência característica da esquerdopatia, somam uma canalhice sem limites.

À época, o funesto acordo firmado por Neville Chamberlain ensejou o terrivel vaticínio de Churchil:
"Ele tinha que escolher entre a vergonha e a guerra; escolheu a vergonha, e terá também a guerra."
Parece-me que para nós, a opção será entre os riscos de conflito imposto pelo DEVER - evidente, claro e manifesto! - e a escravidão com desonra e vergonha.

Que Deus nos dê luzes.

M.
 

O General Cesário


Ternuma Regional Brasília


Gen. Bda RI Valmir Fonseca Azevedo Pereira


Recentemente, lemos comentários próximos da inconsequência referidos aos três Oficiais - Generais que haviam elaborado uma avaliação que fora apresentada na última reunião do Alto - Comando do Exército, e considerada negativa à END.


De fato, por detrás de um utópico elenco de melhorias e capacitações militares, tudo imaginado para um futuro nebuloso e incerto, e sem qualquer referência financeira, sinalizava que havia algo de podre no reino do MD.


Realmente, aqueles Oficiais vislumbraram na fatídica END, que o auspicioso presente, era de grego, pois contém perdas irreversíveis para o Estamento Militar, implicando, não apenas na sua subordinação total, mas pior, na sua subserviência inconteste em prol de pretensas autoridades.


Trazidos à baila alguns trechos da END, concordamos que a mesma, extraídas suas pretensões de super potência (eis que faltam recursos até para a alimentação da tropa) é um tiro no pé, e incursiona e solapa a autoridade militar e retira sua capacidade de gerir recursos financeiros, de prever e prover suas necessidades em armamento e equipamento. Ou seja, o documento é cheio de armadilhas, e não trata de capacitação, e sim de subordinação.


Assim, é flagrante que a END sepultará de vez a autoridade dos Comandantes de Força (apesar dos elogios à END do Comandante da Marinha publicados na imprensa, rebatendo as observações dos três Generais), e no Ministério da Defesa, sob sua vigência, o Segmento Militar exercerá um papel coadjuvante ou de "cabo da faxina".


Podemos citar outros argumentos levantados com propriedade pelos Oficiais e, ao final concluímos que eles estão cobertos de razão. Contudo, alguns criticaram a atitude daqueles Chefes Militares, alegando que a adotaram, pois dois estavam passando para a reserva e ao final da carreira teriam criado "coragem".


Hoje, tomamos conhecimento das veementes palavras de despedida do CML do General Cesário. Nelas, entre outras referências, defende com ardor a Contra - Revolução de 31 de Março de 1964, relembrado por ele como um "acontecimento memorável". Presente e entrevistado a respeito, o conciliador Exmo Sr Comandante do Exercito, sentenciou: "Manifestou a participação dele como cadete. É o sentimento que tem. O Movimento de 31 de Março de 1964 pertence à História".


No entanto, para a Comissão de Anistia, para os trêfegos terroristas premiados com polpudas indenizações e para os que combateram à Subversão e à quebra da Ordem Pública, como o perseguido Cel Ustra, esta é uma historia bem atual, e conforme assinalou o escritor Julio Severo, transcrito em artigo recente  "Nem Tudo Esta Dominado I" de Geraldo Almendra:


    - "O Regime Militar de 64 é a muleta moral dos intelectuais - eles o acusam de todos os crimes para melhor acobertarem os próprios... a esquerda, com o objetivo de demonizar os militares, transformou o falacioso conceito de direitos humanos num dogma divino. Como se vê, a criminalização paranóica dos militares só atende a um objetivo - esconder que os intelectuais de esquerda forjaram um país muito pior que o deles."


Sobre o General Cesário, cumpre recordar que sempre manteve uma atitude firme contra a "esquerdalha" que nos cerca, que sempre defendeu e prestigiou as Forças Armadas, que procurou manter o CML livre da corja que nós conhecemos.


É do domínio militar que teve no seu comando a hombridade de comemorar a Revolução, de relembrar a Intentona Comunista (chegando a exarar importante e histórica Ordem do Dia, em conjunto com o Gen. Castro, então Chefe do DEP), isto para citar apenas os acontecimentos mais transparentes e que chegaram ao nosso conhecimento. Certamente, existem outros, nos quais o General Cesário imprimiu, com muito desassombro, sua postura de chefe e defensor da dignidade e da honra militar.


Finalizando, recordem que o crápula do Governador do RJ, considerou o General Cesário "persona non grata", pois nunca conseguiu subordiná - lo às suas torpes pretensões.


Portanto, após acompanhar a trajetória do ilustre militar, resta - nos em sua despedida do CML cumprimentá - lo e augurar - lhe muitas felicidades, na certeza de que ele lutou um bom combate.

 

Brasília, DF, 14 de março de 20

GASOLINA - URGENTE !!! VAMOS TOMAR UMA ATITUDE!!!

POR E-MAIL (sic)

Vamos deixar ir a  R$ 3,00 o litro?
Como poderemos baixar os preços???
  
Não deixe de participar,  mesmo que vc HOJE não precise abastecer seu carro com gasolina!!
Mesmo que voce não tenha carro, saiba que em quase tudo  que voce consome, compra ou utiliza no seu dia-a-dia, tem o  preço dos transportes, fretes e distribuição embutidos no  preço de custo e consequentemente repassados a voce.
 
Voce sabia que no Paraguai (que não tem nenhum poço de  petróleo) a gasolina custa R$ 1,45 o litro e sem adição de álcool > > Na Argentina, Chile e Uruguai  que juntos (somados os 3) produzem menos de 1/5 da  produção brasileira,  o preço da gasolina gira em torno de R$ 1,70 o litro e  sem adição de álcool
 
QUAL É A MÁGICA ??
Voce sabia, que já desde o ano de 2007 e conforme  anunciado  aos "quatro ventos" pelo LULA e sua Ministra  DILMA... o Brasil  já é AUTO-SUFICIENTE em petróleo  e possui a TERCEIRA maior reserva de petróleo do MUNDO

Realmente, só tem uma explicação para pagarmos R$ 2,50 o  litro, a GANÂNCIA do Governo com seus impostos e a busca desenfreada  dos lucros exorbitantes da nossa querida e estimada estatal  brasileira  que refina o petróleo por ela mesma explorado nas  "terras tupiniquins"

Se trabalharmos juntos poderemos fazer alguma coisa.  Ou vamos esperar a gasolina chegar aos R$ 3,00 o litro?  Mas, se você quiser que os preços da gasolina baixem,  será preciso promover alguma ação lícita,  inteligente, ousada e emergencial.  
 
MAS houve um economista  brasileiro, muito criativo e com muita experiencia em "relações de comércio e leis de mercado",  que pensou nesta idéia relatada abaixo e propôs um plano que realmente funciona.
  
Com o preço da gasolina subindo mais a cada dia,  nós, os consumidores, precisamos entrar  rapidamente em ação!!
 
O único modo de  chegarmos a ver o preço da gasolina diminuir  é atingindo quem produz, na parte mais sensível do corpo humano:  o BOLSO.
 
Será não comprando a gasolina deles!!!
 
MAS COMO ??!!
 
Considerando que todos nós dependemos de nossos carros,  e não podemos deixar de comprar gasolina, gnv, diesel ou  álcool.
 
Mas nós podemos promover um impacto tão forte a ponto dos preços dos combustíveis CAIREM,  se todos juntos agirmos para

FORÇAR UMA GUERRA DE PREÇOS ENTRE ELES MESMOS.
 
É assim que o mercado age!!!
 
Isso é Lei de Mercado e Concorrência
 
Aqui está a idéia:
 
Para os próximo meses (ABR-MAI-JUN...) não compre gasolina da principal fornecedora brasileira de derivados de petróleo, que é a PETROBRÁS (Postos BR).
 
Se ela tiver totalmente paralisada a venda de sua gasolina,  estará inclinada e obrigada, por via de única opção que  terá, a reduzir os preços de seus próprios produtos, para  recuperar o seu mercado.
 
Se ela fizer isso, as outras companhias  (Shell, Esso, Ipiranga, Texaco, etc...) terão que seguir o mesmo rumo, para não sucumbirem  economicamente e perderem suas fatias de mercado.
 
Isso é absolutamente certo e  já vimos várias vezes isso acontecer!
 
CHAMA-SE LEI DA OFERTA E DA PROCURA
 
Mas, para haver um grande impacto,  nós precisamos alcançar milhões de consumidores da  Petrobrás.  É realmente simples de se fazer!!
Continue abastecendo e consumindo normalmente!!
Basta escolher qualquer outro posto ao invés de  um BR (Petrobrás).
Porque a BR?
Por tratar-se da maior companhia distribuidora  hoje no Brasil  e consequentemente com maior poder sobre o mercado e os preços praticados.
 
Mas não vá recuar agora...
Leia mais e veja como é simples alcançar milhões de  pessoas!!
Essa mensagem foi enviada a aproximadamente trinta pessoas.
 
Se cada um de  nós enviarmos a mesma mensagem para, pelo menos, dez  pessoas a mais  (30 x 10 = 300) e se cada um desses 300 enviar para pelo menos mais dez  pessoas,  (300 x 10 = 3.000),  e assim por diante, até que a mensagem alcance os  necessários  MILHÕES de consumidores!
 
É UMA "PROGRESSÃO GEOMÉTRICA"  QUE EVOLUI RAPIDAMENTE  !!
 
Quanto tempo  levaria a campanha?
 
Se cada um de nós repassarmos este e-mail para mais 10 pessoas
A estimativa matemática  (se voce repassá-la ainda hoje)  é que dentro de 08 a 15 dias, teremos atingido, todos os presumíveis  30 MILHÕES* de consumidores da Petrobrás (BR),  
Isto seria um impacto violento e de consequências  invariavelmente conhecidas...
 
A BAIXA DOS PREÇOS
Agindo juntos, poderemos fazer a diferença.
Se isto fizer sentido para você,  por favor, repasse esta mensagem.
 
PARTICIPE ATÉ QUE ELES BAIXEM SEUS PREÇOS  E OS MANTENHAM EM PATAMARES  RAZOÁVEIS!
 
ISTO REALMENTE FUNCIONA.

Estão querendo acabar com o País e com a produção agrícola nacional


Grito de Alerta!


Estão querendo acabar com o País e com a produção agrícola nacional.
Apelo ao Congresso Nacional

Dia 18 de março próximo o Supremo Tribunal Federal vai julgar em definitivo a ação civil pública, impetrada pelo Governo do Estado de Roraima contra a demarcação continua das terras da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol. Independente do resultado, o problema se insere num panorama mais amplo, que se configura em autêntico engessamento da produção rural, coletivização das terras, e completa desordem fundiária.

Esse é o tamanho que o Brasil teria que ter (por enquanto) ...




...se tiver que cumprir todas as demandas adicionais por terras pelas leis ambientalistas e para atender às exigências de sem-terra, índios e quilombolas se outros movimentos minoritários. Teríamos que acrescentar ao território nacional um Uruguai + Bolívia, Peru, Colômbia e Argentina.


É proibido produzir - O Brasil engessado e coletivizado

Nos últimas 15 anos, um número significativo de áreas rurais foram destinadas à preservação e proteção ambiental e ao uso territorial exclusivo, sob regime coletivizado, de minorias como sem-terra, índios e quilombolas. Corresponde a 76% do território nacional. O resto, como cidades, indústrias, o agronegócio, tem que caber nos restantes 24%.

O Brasil está se tornando inviável.

É a conclusão a que chega um estarrecedor estudo da Embrapa Monitoramento por Satélite, responsável pelos dados acima, apresentados bioma por bioma, estado por estado, demanda por demanda, preparado pelo competente professor Evaristo de Miranda e sua equipe.

Mais um dado também extremamente preocupante - o caso do cerrado

A PEC 150/95 que tramita há mais de 10 anos na Câmara tem como autor o deputado Pedro Wilson (PT – GO) – define o cerrado como patrimônio nacional. Ora o cerrado não é um bioma pequeno. Veja sua extensão. Vem aí mais uma série de restrições à atividade agropecuária..





Cerrado
Fonte: ONG WWF

E tem mais. Essa PEC inclui também a Caatinga como patrimônio nacional.





Caatinga
Fonte: ONG WWF


Grito de Alerta

Vamos nos dirigir a nossos Congressistas, fazendo um apelo para que se movam o quanto antes, por todos os meios possíveis pela conservação do Brasil antes que seja tarde demais!


Clique aqui ou recorte e cole no seu navegador: http://www.fundadores.org.br/cp.asp


E participe do envio de mensagens aos membros do Congresso Nacional. Convide sua lista de e-mails, vizinhos, parentes e amigos para que façam o mesmo.

Democídio versus Genocídio: Qual é o que?*

TRADUÇÕES ESSENCIAIS

Traduzido por LEANDRO DINIZ

Link original (inglês) aqui




É impossível dissociar linguagem de ciência ou ciência de linguagem, pois cada ciência natural (ou social) sempre envolve três coisas: a sequência de fenômenos sobre a qual a ciência é baseada; os conceitos abstratos que chamam esses fenômenos à mente; e as palavras nas quais esses conceitos são expressados. - Antoine Laurent Lavoisier, 1789


Quais são as diferenças e similaridades entre democídio e genocídio? Como definido, elaborado, e qualificado no Capítulo 2 de Death by Government, democídio é qualquer assassinato pelo governo - por oficiais agindo sobre a autoridade do governo. Isto é, eles agem implícita ou explícitamente de acordo com políticas governamentais ou com a autorização implícita ou explícita dos maiores oficiais. Como, por exemplo, foi o enterro de chineses vivos pelos soldados japoneses, o assassinato de refén pelos soldados alemães, a morte por fome dos ucranianos pelo governo comunista, ou a queima de cidadãos japoneses vivos bombardeados propositadamente pelo ar pelas forças americanas.

Genocídio, entretanto, é um confuso e problemático conceito. Pode ou não incluir assassinatos pelos governos, refere-se a eliminar total ou parcialmente um grupo, ou involve dano psicológico. Se isso inclui assassinatos por governos, pode significar todos esses tipos ou somente alguns. Analisando isso, genocídio pode ter três significados diferentes.

Um significado é aquele definido pelo acordo internaticonal, a Convenção para a Prevenção e Repressão do Crime de Genocídio. Isto faz do genocídio um crime punível sob lei internacional, e o define como:

qualquer desses atos cometidos com intenção de destruir, no todo ou em parte, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso, como:

(a) Matando membros do grupo;
(b) Causando danos corporais ou mentais aos membros do grupo;
(c) Inflingindo deliberadamente no grupo condições de vida calculadas com intuito de causar destruição física em parte ou no todo;
(d) Impondo medidas com intenção de prevenir nascimentos dentro do grupo;
(e) Transferindo pela força crianças de um grupo para outro.

Note que somente a primeira cláusula inclui claramente matanças, enquanto as outras cláusulas cobrem formas de eliminar o grupo que não sejam pela matança. Eu chamarei essa definição de genocídio de osentido legal, já que agora é parte da Lei Internacional.

Apesar dessa definição, sem dúvida influenciada pelo Holocausto, o uso ordinário e o uso por estudantes do genocídio tem a tendência de equacionar completamente isso com o assassinato e somente assassinato pelo governo de pessoas em relação sua participação (ou, o que é chamada indelével) em uma nação, uma etnia, uma raça ou a uma religião. Essa maneira de ver o genocídio tem se tornado tão impegnada que parece completamente falso dizer, por exemplo, que os Estados Unidos cometeram genocídio contra o grupo étnico havaiano ao forçar suas crianças a estudar inglês e normas e valores americanos. Ainda, no sentido legal de genocídio, isto é argumentativamente verdadeiro. A equação de genocídio com a matança de pessoas por conta de seu pertencimento indelével a um grupo eu chamarei de sentido comum de genocídio.

Em alguns usos e especialmente entre os estudantes do genocídio, o conceito tem sido redefinido para preencher um vazio. Onde fica o assassinato pelo governo de pessoas por outras razões que sua indelével participação num grupo? Onde fica os esquadrões organizados do governo eliminando simpatizantes do comunismo, assassinando oponentes políticos, ou limpando a população de antirevolucionários. Onde fica simplesmente o cumprimento da cota de mortes (como na União Soviética sob o governo de Stálin). Nenhum desses assassinatos são genocídios de acordo com os sentidos legal e comum. Isso poderia ser nomeado como o sentido generalizado de genocídio.

É óbvio, o problema com o sentido generalizado de genocídio é que para cobrir um vazio cria um outro. Se genocídio incluir todas as matanças de governos, como chamaríamos o assassinato de pessoas por conta da sua participação em um grupo? É precisamente por esse problema conceitual que eu criei o conceito de democídio.

Nós agora temos três significados de genocídio: legal, comum e generalizado. Como eles se relacionam com o democídio? Deixe tentar esclarecer isso através dos Diagramas de Venn. A Figura 1A mostra dois círculos, um contendo todos os casos de democídio, o outro todos os casos de genocídio. Fora dos dois círculos estão todas as outras formas de comportamento que não são nem democídio nem genocídio. Agora, para o sentido legal de genocídio, somente parte do círculo de genocídio irá sobrepor-se o que democídio, como mostra a figura. Isso acontece pois o sentido legal não inclui matanças, enquanto demicídio inclui somente assassinatos. A parte sobreposta dos círculos compreendem aqueles casos de democídio que são matanças genocidas de pessoas a fim de erradicar seu grupo, total ou parcialmente. A parte do círculo de democídio fora da sobreposição contém os assassinatos por outros motivos.

Figura 1B mostra o círculo de genocídio em seu sentido comum. Então o círculo de genocídio é o menor dentro do círculo de democídio. O que é, nesse significado genocídio é um tipo de democídio, mas existem outros tipos de democídio também, como o politicídio [3] ou o bombardeio de civis (veja tabela 2.1 do Capítulo 2).

Agora referindo à Figura 1C para o sentido generalizado de genocídio, os círculos de genocídio e democídio são os mesmos: democídio é genocídio e genocídio é democídio. Um dos conceitos é, então, redundante contra o outro. Mas então, como eu geralmente aponto, o que nós chamamos do assassinato de pessoas porque elas são, digamos, muçulmanas, judias ou americanas? Este é certamente um tipo de assassinato que deve ser discriminado e entendido.

O progresso de nosso conhecimento de matanças por governos depende fundamentalmente da clarificação e significação de nossos conceitos. Especialmente, esses conceitos devem se referir ao comportamento do mundo real e a eventos que podem ser claramente e de maneira similar discriminados independentemente dos observadores e seus preconceitos. Pelo que qualquer áera dos estudos sociais estão carregadas com predisposições e influências, isso certamente tem a ver com o quem, por que, quando e como dos assassinatos por governos (o significado de "governo" e "assassinato" são eles mesmos conceitos que requerem clarificações, como eu tentei fazer no Capítulo 2). Por essas razões acredito que ambos genocídio no sentido comum e democídio como eu o defini possuem papéis importantes no entendimento da matança por governos. O sentido legal de genocídio, entretanto, é muito completo e inclui comportamentos bem diferentes no tipo, como matança por governos, dano psicológico induzido pelo governo, tentativas governamentais de eliminar um grupo no todo ou em parte (qual significado empírido podemos dar para "em parte"?), ou remoção de crianças pelo governo (remoção de qual porcentagem constitui genocídio?), e assim por diante. No caso de democídio, a grande maioria de mantaças por governos é manifetadamente assassinato - o intuito de cometer assassinato é inerente ao ato mesmo.

Por exemplo, soldados enfileirando civis no paredão e atirando neles até a morte sem um julgamento justo é manifestadamente assassinato pelo governo. E em seu sentido comum, a maior parte dos genocídios podem ser discriminados igualmente, como no Holocausto ou no genocídio armênio na Turquia durante 1915-1916.

A conclusão é que genocídio deve ser ordinariamente entendido como matança por governo de pesssoas por causa de sua participação indelével em um grupo (deixe os advogados internacionais brigarem com o sentido legal) e democídio como qualquer assassinato pelo governo, incluindo essa forma de genocídio.

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* Maio, 1998. Isso foi escrito para esse website buscando esclarecer a distinção entre genocídio e democídio. O conceito de democídio é único desse website enquanto genocídioé de uso geral, entretanto como será mostrado aqui, muito confundido na literatura. voltar

[1] Rudolph Joseph Rummel (nascido em 21 de Outubro, 1932) é professor emérito de ciência política da Universidade do Havaí. Ele tem dedicado sua carreira em recolher e juntar dados sobre violência coletiva e guerra procurando ajudar através disso sua resolução e eliminação. Rummel cunhou o termo democídio para matanças por governos. fonte (http://en.wikipedia.org/wiki/R._J._Rummel) voltar

[2] Traduzido por Leandro Diniz voltar

[3] Politicídio - Politicídio tem três significados relacionados porém distintos. Pode significar uma tentativa gradual, porém sistemática, de causar aniquilação de uma entidade política ou social independente. Por exemplo, a destruição do sistema de Apartheid na África do Sul. Outros têm usado o termo para significar a destruição física deliberada de um grupo que divide uma característica principal de pertencer a um movimento político - essa definição tem sido usada por que tais grupos não estão cobertos sob a United Nations Convention on the Prevention and Punishment of the Crime of Genocide (CPPCG) [Covenção dos Estados Unidos para a Prevenção e Repressão do Crime de Genocídio]. CPPCG cobre unicamente a destruição deliberada de grupos nacionais, étnicos, raciais ou religiosos. Um terceiro uso é notado pelo Dicionário de Inglês de Oxford e descreve suicídio político como uma ação que danifica irreparavelmente uma carreira política de uma pessoa. fonte (http://en.wikipedia.org/wiki/Politicide) voltar

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".