Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Bate papo do conde com José Sepúlveda da Fonseca. Assunto: INGRID e seus amigos, as FARC

Do blog do CAVALEIRO CONDE
Terça-feira, Julho 22, 2008

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Neste vídeo interessantíssimo, eu converso com meu amigo José Sepúlveda da Fonseca, assessor do Príncipe Dom Bertrand de Orleáns e Bragança, membro da Associação dos fundadores da TFP e blogueiro do site Radar da Mídia, onde escreve e comenta fatos da política brasileira. O tema é a libertação da senadora colombiana Ingrid Betancour e as consequências da derrota da narco-guerrilha na Colômbia. Um vídeo bem humorado e imperdível! José Sepúlveda escreve no blog www.radardamidia.blogspot.com.

Os mestres do fracasso

Do portal do OLAVO DE CARVALHO
Por Olavo de Carvalho em 24 de abril de 2006

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George F. Kennan e Hans J. Morgenthau nasceram ambos em 1904, o primeiro em Milwaukee, Wisconsin, o segundo em Coburg, Francônia, Alemanha, emigrando para a América em 1937. Kennan ultrapassou o centenário, vivendo até 2005; Morgenthau morreu em 1980. Alcançando sua maturidade intelectual nos anos 40, eles estavam destinados a criar então as duas teorias que, em essência, determinariam a política exterior americana ao longo da segunda metade do século XX: a doutrina da “contenção” e a do “realismo político” respectivamente. A primeira orientou continuamente as relações dos EUA com os países comunistas, só sendo abandonada, informal e temporariamente, durante o governo Reagan. A segunda, mais abrangente, forneceu os conceitos gerais com que o Departamento de Estado pensa o mundo. O governo Bush afastou-se dela em aspectos parciais, mas continua raciocinando dentro da moldura intelectual que ela criou.

Que aconteceria se essas duas doutrinas estivessem substancialmente erradas? Travada por uma política internacional imprópria, a América, a potência mais rica e poderosa do universo, com recursos naturais inesgotáveis e o povo mais patriota, devotado e criativo que o mundo já viu, desempenharia no espaço global um papel bem inferior àquele a que parecia destinada pelas circunstâncias da sua fundação e pelo sucesso absoluto do seu sistema econômico e político. Seus méritos mais óbvios, em vez de impor-se ao mundo com a autoridade do exemplo, seriam negados em favor do anti-exemplo de regimes tirânicos desumanos e economicamente fracassados. Seus inimigos, incapazes de vencê-la por engenho próprio, viveriam da exploração de suas fraquezas, conquistando no campo do maquiavelismo e do embuste as vantagens que lhes fossem negadas na concorrência econômica, militar, científica. Mesmo derrotados no campo político e militar, alcançariam vitórias ideológicas e publicitárias. Um fluxo contínuo de ajuda prestada a outros países -- até mesmo hostis --, a mais formidável efusão de generosidade nacional que a humanidade já conheceu, exercida não raro contra os interesses materiais do próprio povo americano, não despertaria nenhuma simpatia pela América. Ao contrário: fomentaria entre os beneficiados um sentimento de inferioridade que eles buscariam compensar mediante uma noção grotescamente hipertrofiada dos seus próprios “direitos”. Por toda parte a ingratidão se transformaria em símbolo patriótico, a inveja em virtude e o ódio anti-americano em obrigação moral. Nações inteiras que tivessem devido sua sobrevivência à ajuda americana prefeririam antes aproximar-se de vizinhos agressores e exploradores – aos quais se sentiriam iguais e irmanados pela comunidade do mal – do que do benfeitor em cuja presença se sentiriam humilhadas, não só pela diferença de bens materiais mas pela própria inferioridade moral.

Pois bem, não são precisamente essas coisas que estão acontecendo? Não são elas a descrição exata da posição que os EUA ocupam no mundo? Não está portanto na hora de submeter as idéias de Kennan e Morgenthau a uma crítica radical?

A principal fraqueza delas vem da sua origem disciplinar. Não parece haver nada de anormal em que os teóricos de Relações Internacionais sejam, é claro, estudiosos de Relações Internacionais. Mas a abordagem que Kennan e Morgenthau fazem dos problemas da área reflete a tendência dominante do mundo acadêmico europeu e americano na época da sua formação universitária, as primeiras décadas do século XX. A moda então era cada disciplina científica buscar a independência, recortando seu território de acordo com a natureza autônoma, puríssima e incontaminada do seu objeto de estudos. Foi a época da “lógica pura” de Edmund Husserl, da “teoria pura do direito” de Hans Kelsen, da “economia política pura” de Léon Walras, da “política pura” de Carl Schmitt. Essa obsessão de pureza nasceu de um impulso saudável de respeitar os limites dos vários domínios da realidade (as “ontologias regionais” como as chamava Husserl), reagindo contra a mania oitocentista de fazer da ciência de maior sucesso no momento o modelo e padrão de todas as outras, mania que foi rotulada de “imperialismo cientifico” por José Ortega y Gasset (ele próprio um batalhador pela “sociologia pura”, embora sem esse nome explícito).

A reação diferenciadora era bastante sensata, mas gerou uma espécie de patriotada científica, um orgulho autonomista: cada ciência, uma vez constituída, permitia-se ignorar solenemente aquilo que as vizinhas tivessem a dizer sobre o seu campo ciumentamente recortado e guardado. Kelsen, por exemplo, era particularmente feroz na sua recusa de permitir que considerações sociológicas, psicológicas ou morais interviessem no “direito puro” (mais tarde ele teve de ceder). O resultado foi que muitas áreas de intersecção vieram a ser ignoradas por não se enquadrarem em nenhuma disciplina em particular. Somadas, elas formam continentes inteiros da realidade. O que quer que se passasse nessa zona era tido por irrelevante ou inexistente.

Na produção desse fenômeno houve também a interferência de um outro fator. Se os leitores se lembram do que escrevi sobre Kant aqui e em outras publicações (v. http://www.olavodecarvalho.org/semana/060330jb.htm e http://www.olavodecarvalho.org/semana/060403dc.html), não terão dificuldade de perceber o quanto o primado kantiano do método pode ter contribuído para que voltar as costas aos fatos se tornasse então uma questão de honra para muitos cientistas.

Kennan e Morgenthau (este último, não por coincidência, discípulo de Kelsen e Schmitt) foram afetados profundamente por esse vício. Formalmente e por definição – portanto na perspectiva da pureza disciplinar –, as relações internacionais são relações entre Estados. Mas quem disse que na trama real da história do mundo os Estados são os agentes principais do processo? Estados formam-se e desfazem-se como nuvens. Guerras e acordos fazem-nos aparecer e desaparecer do mapa. Às vezes eles são meras ficções diplomáticas criadas por arranjos entre outros Estados. Ademais, Estados não agem: quem age, em nome deles, são os governos; e governos mudam de objetivos ao sabor de forças que não são de ordem estatal, freqüentemente nem nacional. Para agir, diziam os escolásticos, é preciso ser. E ser significa, entre outras coisas, ter unidade e conservá-la ao longo do tempo. Por trás dos Estados, há agentes muito mais coesos, duradouros e contínuos, como por exemplo a Igreja Católica, o Islam (por caridade, revisor, não troque para “Islã”, com til, o aportuguesamento mais errado que algum filólogo bêbado já inventou), a Maçonaria, o Partido Comunista ou certas famílias nobres e ricas. Essas entidades têm objetivos permanentes que ultrapassam a duração dos Estados e não raro o horizonte de visão dos agentes estatais. Sua ação se sobrepõe às divisões entre Estados e com freqüência as determina. Ao descrever o jogo de poder no mundo essencialmente como uma trama de relações entre Estados, tanto Kennan quanto Morgenthau acabam confundindo, kantianamente, a definição de uma disciplina científica com a ordem objetiva da realidade. Mal orientada por eles, a América cometeu erro em cima de erro, primeiro no confronto com o comunismo, e agora com o terrorismo internacional.

No célebre “longo telegrama” que enviou da Embaixada Americana em Moscou ao Departamento de Estado em 22 de fevereiro de 1946, George F. Kennan, reconhecendo a natureza imutavelmente agressiva do regime soviético, propunha uma “duradoura, paciente, firme e vigilante contenção das tendências expansivas da Rússia”. A “contenção” (containment) tornou-se a base permanente da estratégia americana na Guerra Fria.

Ora, no fim da II Guerra, a economia da URSS estava em frangalhos. Dependia inteiramente da ajuda americana, que lhe foi dada mais generosamente do que a qualquer outros país aliado. Os EUA, ao contrário, tinham saído do combate enriquecidos e estavam numa expansão industrial formidável. Tinham do seu lado o prestígio universal da democracia e ainda a vantagem da bomba atômica, um pesadelo que aterrorizava Stalin. Estavam em condições de quebrar a espinha do regime soviético, de reduzi-lo à completa impotência e docilidade, até mesmo sem pressão militar, mediante a simples recusa -- ou ameaça de recusa -- de ajuda econômica. Se há algo que está bem provado em História, é que a economia soviética sempre foi capenga, sempre dependeu do socorro americano e, depois da guerra, passou a depender mais ainda. A URSS só se tornou uma ameaça para os americanos porque eles mesmos a reergueram e a armaram contra si próprios (v. National Suicide. Military Aid to the Soviet Union, de Anthony Sutton, New Rochelle, N. Y., Arlington House, 1973 -- um clássico). Além de arranjar assim “o melhor inimigo que o dinheiro podia comprar”, como o chamou Anthony Sutton, eles ainda fomentaram suas ambições mais paranóicas mediante as concessões excessivas feitas a Stalin por Franklin Roosevelt, nos acordos de Yalta, sob a direta influência de um assessor, Harry Dexter White, que mais tarde se descobriu ser um agente soviético.

A proposta de “contenção”, a essa altura, era de uma modéstia e de uma benevolência anormais. Serviu apenas para encorajar os soviéticos, que desencadearam contra ela uma de suas campanhas de propaganda mais virulentas e mentirosas. Em setembro, um telegrama de Nikolai Novikov, embaixador soviético em Washington, encomendado e ditado pelo próprio Stalin para ser usado nessa campanha, “informava” que “a política externa dos EUA reflete as tendências imperialistas do capitalismo monopolista e caracteriza-se por um esforço para obter a supremacia mundial”. Ora, a “contenção” americana não era um slogan publicitário, era a expressão literal do princípio adotado na prática, que reconhecia a legitimidade das fronteiras alcançadas até então pela brutal expansão soviética e se propunha apenas impedir que fossem mais além. A idéia refletia não só a sugestão de Kennan, mas também a influente doutrina do “equilíbrio de poderes” que Hans J. Morgenthau estava ensinando na Universidade de Chicago e que viria a compor o seu livro de 1948, Politics among Nations: The Struggle for Power and Peace. Habilitados a conquistar a hegemonia, os americanos queriam apenas “contenção” e “equilíbrio de poderes”. A maior prova disso foi que retiraram suas tropas da Europa no prazo prometido, enquanto a União Soviética tratava de manter as suas por lá indefinidamente. A modéstia das pretensões americanas e a ambição ilimitada dos soviéticos apareciam rigososamente invertidas no telegrama de Novikov e em toda a campanha de propaganda anti-americana que se seguiu.

Concentrados no esforço de deter a expansão territorial do Estado soviético, os serviços de segurança americanos descuidaram do movimento comunista enquanto tal, que enquanto isso infiltrou algumas centenas de agentes no governo dos EUA, dominou quase que por completo o establishment cultural e artístico, espalhou agentes de influência em toda a grande mídia ocidental e preparou a rebelião interna que, nos anos 60, levaria os EUA à derrota no Vietnã. Bem observou o general Giap, comandante das forças do Vietnã do Norte, que enquanto os americanos tratavam a guerra como assunto estritamente militar, eles, os comunistas, combatiam simultaneamente em todas as frentes: moral, cultural, jornalística etc. E foi justamente nessas frentes que venceram a última batalha, por meio da própria New Left americana, num momento em que o exército vietcongue já estava praticamente destruído após a famosa ofensiva do Tet.

Limitado pela obsessão estatal, o governo americano, durante muito tempo, seguiu a norma de só se preocupar com algum indivíduo ou grupo comunista quando ele tivesse ligação direta com a espionagem soviética. Fora disso, a militância comunista era considerada uma simples expressão de opiniões individuais, sem periculosidade maior. Na New Left dos anos 60 e 70, as ligações da militância com governos comunistas eram tênues demais para chamar a atenção. A explicação disso não era uma autêntica independência do esquerdismo em relação à estratégia soviética e chinesa. Era que o movimento comunista já começava então a evoluir da rígida estrutura hierárquica para a organização informal e flexível em “redes” multinacionais, que nas décadas seguintes viriam a acossar os EUA desde muitos lados simultaneamente com uma campanha de hostilidade global que o governo americano não estava e não está até agora preparado para enfrentar. Só a partir do governo Bush veio o reconhecimento tardio de que os EUA estavam agora lidando com um novo tipo de guerra, impossível de enquadrar nas doutrinas usuais.

Tudo isso poderia ter sido evitado se os EUA não tivessem concentrado sua política exterior no esforço de conter a expansão das fronteiras territoriais soviéticas, em vez de combater o movimento comunista internacional em todas as frentes. Para fazer uma idéia de quanto os EUA foram passados para trás, basta comparar a amplitude do esforço que os soviéticos fizeram para dominar o ambiente intelectual e artístico da Europa e dos EUA desde a década de 20 (v. Frederick C. Barghoorn, The Soviet Cultural Offensive, Princeton Univ. Press,. 1960, e sobretudo Stephen Koch, Double Lives. Spies and Writers in the Secret Soviet War of Ideas Against the West, New York, Free Press, 1994), com a modéstia reação americana, vinda só nos anos 50 e praticamente limitada ao Congresso pela Liberdade da Cultura realizado em Berlim Ocidental em 1956. Não deixa de ser interessante observar que, graças à hegemonia cultural comunista dentro do próprio ambiente acadêmico americano, até mesmo essa singela e módica resposta não deixou de ser condenada, dentro dos EUA, como uma ação imperialista moralmente repugnante (v. por exemplo Frances Stonor Saunders, The Cultural Cold War. The CIA and the World of Arts and Letters, New York, The New Press, 1999).

Quanto à doutrina Morgenthau, sua autodenominação de “realismo político” parece quase um lance de humorismo involuntário. Definindo as relações internacionais como um campo constituído essencialmente da concorrência entre interesses nacionais e enfatizando o nacionalismo como força ideológica predominante, o morgenthauísmo serviu para obscurecer os três principais fatores em ação no panorama histórico do último meio século: a unidade estratégica do esquerdismo internacional, sua reorganização em redes informais para o esforço de guerra cultural e sua atuação simultânea numa multiplicidade inabarcável de fronts – precisamente os três fatores que foram acumulando força desde os anos 50 para hoje colocar os EUA sob assédio multilateral permanente.

Morgenthau subestimava a unidade da estratégia comunista ao ponto de propor que os EUA tentassem fazer alianças com países comunistas contra a URSS e a China, um plano do qual, obviamente, os soviéticos e chineses tiraram proveito quase ilimitado

Estes dois parágrafos que ele publicou no New York Times Magazine em 18 de abril de 1965 dão uma idéia de até onde iam o irrealismo e a imprevidência de Morgenthau:

“Estamos sob uma compulsão psicológica de dar continuidade à nossa presença militar no Vietnam do Sul como parte da contenção militar periférica da China. Fomos estimulados nesse curso de ação pela identificação do inimigo como ‘comunista’, vendo em cada partido comunista uma extensão do poder hostil soviético ou chinês. Essa identificação era justificada quinze ou vinte anos atrás, quando o comunismo ainda tinha um caráter monolítico, Aqui, como em outros campos, nossos modos de pensamento e ação foram tornados obsoletos pelos novos desenvolvimentos. É irônico que a simples justaposição de ‘comunismo’ e ‘mundo livre’ tenha sido erigida pela cruzada moralista de John Foster Dulles em princípio guiador da política externa americana numa época em que o comunismo nacional da Iugoslávia, o neutralismo do Terceiro Mundo e incipiente ruptura entre a URSS e a China estavam tornando essa justaposição inválida.”

Ora, hoje sabemos que: Primeiro, o movimento “neutralista” do Terceiro Mundo foi todo ele articulado pela KGB, com o intuito bastante razoável de criar frentes anti-americanas que não pudessem ser facilmente identificadas como comunistas (v. Christopher Andrew and Vasili Mitrokhin, The World Was Going Our Way. The KGB and the Battle for the Third World, New York, Basic Books, 2005). Segundo, que a pretensa independência do comunismo iugoslavo fez dele um instrumento maravilhosamente eficaz que os soviéticos usaram para criar esse engodo “neutralista”. Terceiro, que o chamado conflito sino-soviético nunca foi para valer, foi apenas uma encenação montada para camuflar a unidade global da estratégia comunista e levar os americanos a pensar exatamente o que Morgenthau pensou. (Sobre esses dois últimos pontos, v. Anatoliy Golitsyn, New Lies for Old. The Communist Strategy of Deception and Disinformation, Atlanta, GA, Clarion House, 1990.)

A ineficiência do morgenthauismo tem, no entanto, raízes mais profundas e obscuras do que o mero irrealismo. Ela nasce de uma contradição interna insanável. De um lado, toda a descrição que Morgenthau oferece do mundo político é baseada nas idéias de Estado-Nação, interesse nacional e nacionalismo. Por outro lado, ele acreditava na viabilidade de um governo mundial e trabalhava por essa idéia. Foi justamente isso que o tornou tão querido nos círculos globalistas do CFR, Council on Foreign Relations. Esses círculos eram e são dominados por grupos de bilionários metacapitalistas, cujos planos, globais e de escala mais civilizacional do que político-militar, vão muito além do horizonte de qualquer Nação-Estado, para não dizer de qualquer governo. Vivendo e pensando dentro dessa atmosfera, Morgenthau tinha ali mesmo a prova inequívoca de que as Nações-Estados não são o sujeito agente principal da História, mas com freqüência o objeto inerme nas mãos de agentes mais unitários e coerentes. Escamoteando a atuação desses agentes, dos quais ele próprio era um colaborador intelectual de grande valia, o morgenthauismo é um caso extremo de “paralaxe cognitiva”, no qual as próprias condições existenciais nas quais a teoria brotou e se desenvolveu trazem o desmentido completo do conteúdo da teoria.

O velho John Foster Dulles não estava errado ao desejar que a luta dos americanos não fosse contra Estados em particular, mas contra o movimento comunista enquanto tal. Apenas, limitado pela perspectiva de Kennan, ele ainda enxergava essa luta em termos de contenção e não de guerra cultural global, numa época em que os comunistas já estavam empenhados nessa guerra fazia muito tempo. Se errou, foi por modéstia e não por pretensão excessiva da sua “cruzada moralista” – hoje mais necessária do que nunca.

O efeito conjugado das teorias de Kenan e Morgenthau sobre a política exterior americana pode ser medido pela formidável ampliação do anti-americanismo depois da queda da URSS e pelo presente estado de cerco moral em que os EUA se encontram, incapazes de defender até mesmo os direitos mais elementares da sua soberania sem suscitar imediatamente uma onda mundial de revolta contra isso.

CONVITE MISSA - General de Brigada – MANOEL THEOPHILO GASPAR DE OLIVEIRA NETO

C O N V I T E M I S S A


O GRUPO GUARARAPES convida amigos e admiradores para se fazerem presentes à Missa de 7º dia de falecimento do General de Brigada – MANOEL THEOPHILO GASPAR DE OLIVEIRA NETO, um dos nossos fundadores.

Para o GRUPO GUARARAPES, o seu desaparecimento significa a perda de sua grande força moral. O General THEOPHILO foi um homem que viveu dentro dos mais rígidos princípios morais e por eles lutou a vida toda. Por onde passou, deixou um magnífico exemplo de abnegação: ao EXÉRCITO, à PÁTRIA e à FAMÍLIA.

Inflexível no cumprimento do dever: a Honra era o seu apanágio; a Disciplina o seu oxigênio; a Democracia, com responsabilidade, o seu sonho; a Verdade o seu caminho; e a Lealdade a sua estrela guia.

Vamos todos prestar este preito de SAUDADES! MUITAS SAUDADES! POIS UMA PERDA IRREPARÁVEL!

LOCAL: CAPELA DO HOSPITAL MILITAR DE FORTALEZA (Rua Torres Câmara, esquina com Avenida Desembargador Moreira).

DIA: 20 DE AG0ST0 DE 2008

HORA: 1900

GENERAL TORRES DE MELO, COORDENADOR DO GRUPO GUARARAPES.

Um Império fake

Do blog CAVALEIRO CONDE
Segunda-feira, Agosto 18, 2008

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As Olimpíadas da China são a máscara de deslumbramento do um novo império, de uma nova potência econômica, tanto para comunistas, como para os liberais. Os primeiros exaltam o “socialismo de mercado” como um modelo para a humanidade, ainda que quase todos eles abafem as atrocidades, tiranias e abusos do regime totalitário. Ainda me lembro de um sujeitinho vulgar, militante de algum movimento de esquerda, que falava com esperanças na China. Também pudera: os comunistas, ao colecionar fracassos, precisam se reinventar em novos mitos, novas mentiras. Isso é história comunista desde a sua fundação. Os segundos são magnetizados pelo capitalismo chinês, crédulos na democratização do país pela economia, ainda que isto implique o enriquecimento do Partido Comunista, do exército e o abandono puro e simples de 900 milhões de chineses miseráveis à fome e à escravidão. É lugar-comum no raciocínio de alguns liberais economicistas a crença de que a economia de mercado inexoravelmente levará às liberdades políticas. Na verdade, quando os liberais repetem essa máxima, parecem marxistas de sinais trocados: eles assimilam a balela marxista de que a economia, a infra-estrutura material, determina a superestrutura espiritual e política.

Entretanto, o mito China nunca me convenceu. Tampouco me seduzem as estatísticas dos burocratas, que dizem que o país será uma potência mundial e ultrapassará os Estados Unidos. Até porque, recorde-se, as estatísticas chinesas não são lá confiáveis, e numa nação onde as fontes são sempre oficiais, controladas pelo Estado, nada do que o governo chinês conta é coisa digna de confiança. É certo que a China experimenta um estrondoso crescimento econômico. Porém, está a anos-luz de distância do padrão norte-americano.

Leio as reportagens tolas a respeito daquele país, em particular, no noticiário brasileiro, que é um primor de pérolas. Uma jornalista afirmou que o coletivismo chinês, com seu total desprezo pelo indivíduo, é fruto da cultura instituída, e como tal, inquestionável. Há neste argumento uma espécie de fatalismo, como se a cultura pudesse justificar quaisquer tipos de crimes ocorridos naquele país. Tal argumento parece legitimar todos os assassínios atribuídos a Mao Tse Tung e a ditadura comunista chinesa, como se tais exercícios de engenharia social e terror em massa fossem produtos da natureza imutável de um povo. De fato, a China tem um histórico cultural impregnado de coletivismo, já que o país só conheceu uma única forma de governo: a autocracia. Outros falam da chamada “cultura milenar chinesa”. Isso existe? Desde que a Revolução Cultural encabeçada pela esposa de Mao patrocinou a destruição sistemática de quatro mil anos de civilização para ser substituída pelos livrinhos vermelhos do ditador chinês, essa “cultura”, por assim dizer, ficou apenas na aparência da muralha da China e na Cidade Proibida. Cultura chinesa mesmo, só em fast-food ou em Taiwan, Hong Kong e Macau.

A dimensão real da China e o que é retratado dela nos dão uma idéia de falsidade, de algo postiço, a começar pelo povo. O chinês médio não parece existir. Ele não é pessoa, no sentido ocidental do termo. Tal como os turcos dos tempos de outrora, é mera extensão do sultão, mera extensão de uma gigantesca tenda de escravos. Se o chinês individual não vale nada, tampouco vale a China, na sua forma coletiva. O que é retratado coletivamente sobre a China é falso. É quase tudo invenção do Partido Comunista. As Olimpíadas de Pequim apenas reforçam essa aparência. Enquanto o mundo inteiro assiste aos esportes, aos jogos, às medalhas olímpicas, o Partido cria muralhas de madeira em plena capital, para que ninguém veja a China real, miserável, atrasada. Essa mesma China que atualmente massacra populações inteiras em nome da unidade do regime, executando milhares de inocentes por ano, sem contraditório, ampla defesa, quase tudo sumariamente. Recentemente ouve-se a violenta perseguição a membros de uma seita, a Folung Dong, sem contar o extermínio físico e cultural dos cidadãos do Tibet. Curioso pensar que a Falung Dong foi incentivada pelo próprio Partido Comunista e, quando o regime temia perder o controle do movimento, acabou por suprimi-lo com violência. Alguns boatos dão conta da extensão da brutalidade comunista: os seguidores do movimento são enviados a campos de concentração e quando executados, seus corpos servem ao tráfico de órgãos humanos. A muralha da China não está mais nas fronteiras, está dentro do país, formando duas nações: o que é escondido do público, misterioso, e o que é exportado “made in”. . .

Esse caso foi retratado quando uma bela menina chinesa cantou o hino nacional de seu país, na abertura dos Jogos Olímpicos. A mídia internacional, sempre empática, colocou a jovem nas alturas. A fraude foi descoberta logo depois: a menina dublava a voz de outra jovem, bem menos bonita. E qual a resposta das pessoas que produziram a farsa? A de que a beleza de uma era mais conveniente à nação do que a suposta feiúra talentosa de outra. Digo “feiúra” em termos, porque dentro de nossos padrões, a menina realmente talentosa, além de ter uma voz bonita, era uma criança também graciosa. O que tal ocorrido nos ensina? Se o coletivismo é absoluto, a ficção prevalece, pois o coletivo é abstrato e não está, a princípio, pelo crivo da análise particular. Se uma criança bonita se passa com a voz de outra, o que importa? O indivíduo real não vale nada. Isso me faz lembrar o romance “1984”, de George Orwell. O herói da história, Winston Smith, torturado pelo agente do Partido, ouve as máximas da tirania do regime, nestas palavras: o coletivo é absoluto e imortal. O que importa é o coletivo. O coletivo, que é a mente do Partido.

A China é um império fake. Mao Tse Tung, no auge de sua loucura, e desejando provocar uma guerra nuclear, dizia que o imperialismo era um tigre de papel. Ainda complementava: a China ganharia a peleja, porque sobrariam chineses. Na verdade, tigre de papel era a China, já que, enquanto o ditador discursava, 30 milhões de chineses morriam de fome no famigerado programa de coletivização da agricultura, “O Grande Salto para Frente”. Que os países capitalistas e os liberais sejam condescendentes com a China é uma demonstração cabal de estupidez completa. Se a China é envolta num mundo de falsificações, mentiras e condescendências, só pelo fato de possuir um regime essencialmente militarista, é sempre uma ameaça ao sistema de liberdades ocidentais. E neste ponto, ela não é nada “fake”. O país se arma e aponta os mísseis contra os países capitalistas que sustentam o seu progresso econômico. O indivíduo chinês não é nada. O regime chinês não vale nada. Por que o mundo ocidental é tão laborioso com as mentiras chinesas? Eles não têm nada a perder. . .

A caminho do Estado totalitário petista

Do blog CAVALEIRO CONDE
Domingo, Agosto 10, 2008

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Aproveito aqui para "roubar" as palavras do meu amigo José Sepúlveda, cronista do blog Radar da Mídia ( http://www.radardamidia.blogspot.com/) que escreve com muita propriedade o ocaso da violência e brutalidade da Polícia Federal e do Ministro da (in) justiça Tarso "Lavrenti Beria" Genro, contra os fazendeiros de Raposa do Sol, em Roraima. Isso é apenas um aviso do pesadelo do Estado totalitário que o PT quer implantar em nosso país.

"Hoje quero convidá-los a ver um vídeo!Um vídeo ao qual é preciso dar ampla difusão, pois revela de modo eloqüente a situação alarmante para a qual nos estão conduzindo Lula e seu governo.Estamos a caminho do Estado totalitário, não tenhamos ilusões. Operação de guerra contra brasileiros.
Antes de lhes indicar o link do vídeo, permitam-me apenas uns breves comentários. As filmagens foram feitas durante a tristemente célebre operação Upakaton da Polícia Federal, no Estado de Roraima, na chamada Reserva Raposa Serra do Sol. Uma operação com clara violência intimidatória e violação de princípios básicos do Estado de Direito. As vítimas são brasileiros (sejam brancos, indígenas, miscigenados), proprietários e trabalhadores, que apenas desejam continuar a ser... brasileiros.

Notem, por favor, a desproporção de forças: mais de uma centena e meia de policiais fortemente armados, helicóptero, dezenas de carros, como se fossem intervir num grave incidente de terrorismo. Tudo para intimidar pessoas honestas, brasileiros que trabalham e produzem, nos confins de nosso território. É bom também tomar nota do clima de mentira: promessas reiteradas de respeito à propriedade, de não violência... desmentidas acintosamente em poucos minutos. Ao serem inquiridos a respeito de mandados judiciais, os policiais federais afirmam não os possuir, mas assim mesmo invadem propriedades particulares pela violência. Há um aspecto muito relevante: os policiais federais afirmam agir em nome do Presidente Lula e cumprindo ordens dele. Não há instâncias intermediárias de legalidade, há simplesmente a polícia cumprindo ordens do Chefe Supremo, do Führer.

Sr. Tarso Genro, Ministro da Justiça, é o responsável directo por este ato de arbítrio, melhor diria, por mais este ato de arbítrio. Aos poucos vai ele assumindo o papel de um verdadeiro "comissário do povo" (nos moldes do regime soviético), e a PF, sob seu comando, vai se tornando um poder autônomo e repressor dentro do Estado."Não há na história do mundo, na história universal, qualquer exemplo de país que tenha preservado a democracia tendo transformado a polícia em poder; onde a polícia se transformou em poder, a democracia feneceu".

Os exemplos históricos estão aí e é bom recordá-los: Gestapo, KGB, para mencionar apenas os mais conhecidos. As palavras certeiras são de Gilmar Mendes, Presidente do Supremo Tribunal Federal, no debate promovido, nestes dias, pelo jornal O Estado de S. Paulo, intitulado O Brasil e o Estado de Direito, do qual participaram também o Ministro Tarso Genro, o Procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, e Cezar Britto, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Lembrem-se destas palavras de advertência sobre uma polícia transformada em poder enquanto vêem o vídeo. Ele fala por si.




NOTÍCIA MONTRUOSA - Vacinação em massa no Brasil levanta suspeitas de programa velado de esterilização

Do blog NOTÍCIA - LEPANTO
Sábado, 16 de Agosto de 2008

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Comentário do Cavaleiro do Templo: independente do que achamos da esterilização em massa, se isto estiver ocorrendo entendam o seguinte: é desta forma que o Governo Mundial, que no Brasil é "representado" pelos desGovernos LULISTAS/PETISTAS/COMUNISTAS, vai tratar as pessoas. Para eles JÁ SOMOS GADO que será submetido aos demandos dos auto-iluminados que acreditam piamente em suas propostas não pelas propostas em si mesmas, MAS PORQUE ELAS SAÍRAM DAS SUAS CABEÇAS DOENTES QUE APRECIAM ESTADOS TOTALITÁRIOS. É nisto que resume o Governo Mundial: PODER TOTAL PARA OS "CAMARADAS". Cansei de ouvir a vida toda que a IGREJA era DITATORIAL. Pois bem, quem achava isto vai ter o gostinho (talvez para sempre) de viver sob a batuta de quem te obriga a viver como eles acham que deve, vão ver o que é DITADURA agora. E vão lembrar com saudade da época em que nossos militares salvaram nosso país deste projeto de dominação eterna e dos sermões de domingo. Mas aí será tarde demais.

LifeSiteNews.com
, 14 de agosto de 2008 — O início de um programa compulsório de vacinação em massa no Brasil está levantando suspeitas entre ativistas pró-vida internacionais, que notam que o programa é semelhante a outros em anos recentes que incluíam um agente esterilizante oculto nas vacinas.

A campanha, que começou na semana passada pelo Ministro da Saúde pró-aborto do Brasil, José Gomes Temporão, afirma que sua meta é aniquilar a rubéola na nação sul-americana.

Temporão, que tem gasto energia considerável para legalizar o aborto, afirma que está preocupado com o fato de que 17 crianças brasileiras anualmente sofrem defeitos congênitos da doença, numa nação de mais de 180 milhões de pessoas. A rubéola normalmente é pouco mais do que um incômodo para os que a contraem, com sintomas que desaparecem em questão de dias ou semanas.

Embora o número de crianças afetadas pela Síndrome Congênita da Rubéola (SCR) seja per capita menos do que o número de crianças atingidas na Inglaterra e na Austrália na década de 1990, Temporão está liderando um programa compulsório para vacinar 70 milhões de brasileiros, o que tornaria tal vacinação a maior da história.

Adolfo Castañeda, de Vida Humana Internacional, observa que apenas dois anos atrás, pesquisadores constataram que a vacina da rubéola usada numa campanha semelhante na Argentina estava contaminada com o hormônio Gonadotropina Coriônica Humana (HCG), um hormônio da gravidez que é necessário para que um zigoto que acabou de ser concebido se implante na parede uterina depois da concepção.

Quando recebe o HCG numa vacina, o corpo o percebe como um intruso e cria anticorpos que lutam contra a presença do hormônio no corpo. A reação imunológica do corpo se volta contra a gravidez, provocando abortos quando ocorre a concepção.


"Em 2006, houve na Argentina uma campanha semelhante ao programa atual do Brasil", Castañeda escreveu num recente boletim de VHI. "Constatou-se a presença do HCG em várias amostras da vacina usada contra a rubéola. A suspeita que ocasionou a investigação foi iniciada pelo fato de que havia muito poucos casos da doença na Argentina. Esses casos não mereciam uma campanha de grande escala".

Castañeda também nota que a faixa etária das mulheres alvos da campanha é a mesma ou semelhante a outros programas que, conforme foi comprovado, incluíam agentes esterilizantes nas vacinas.

"A idade das pessoas que serão vacinadas é 12 a 49 anos para as mulheres (idade reprodutiva), e entre 12 e 39 anos para os homens", escreveu ele. "As idades para as mulheres são as mesmas idades para aquelas que receberam as vacinas na Nicarágua, onde incluíam um hormônio que esteriliza a mulher que o recebe, e semelhante à idade daquelas que receberam outro hormônio esterilizante nas Filipinas".

Aliás, conforme observa o governo australiano em sua revista, Communicable Diseases Intelligence, crianças pequenas são o principal condutor da doença. Portanto, programas de elevada eficácia nos EUA e Austrália fazem esse grupo de alvo (clique aqui). Contudo, o governo brasileiro está ignorando as crianças e está fazendo de alvo as mulheres em idade reprodutiva.

O ativista pró-vida brasileiro Julio Severo, que está escondido do governo por sua recusa de participar de programas compulsórios de vacinação, observa que, estranhamente, até mesmo aqueles que já receberam a vacina, ou que já tiveram rubéola (assim garantindo imunidade) serão forçados pelo governo a receber a vacina durante a campanha atual.

"Se o objetivo da campanha é realmente eliminar a rubéola, então por que vacinar quem já foi vacinado?", pergunta ele em seu blog, Last Days Watchman. "Por que obrigar a vacinação de quem já teve a doença? É fato mais que comprovado que a pessoa que já teve rubéola nunca mais a terá."

Severo diz que a campanha está buscando achar pessoas onde quer que se reúnam ou viajem, e não há opção, a não ser receber a vacina. Aliás, ele observa, o governo, num caso amplamente divulgado pela mídia, já tomou medidas criminais contra uma mulher porque seus filhos não receberam algumas das vacinas obrigatórias. Ela perdeu a guarda dos filhos, e os colegas de trabalho dela que sabiam da situação e não a denunciaram foram condenados pela justiça. O caso dela foi mostrado na TV como exemplo para os que poderiam querer resistir à campanha do governo para vaciná-los a força.

Ele também aponta que as mesmas agências internacionais que estão por trás da atual vacinação no Brasil estão envolvidas na pesquisa de vacinas esterilizantes há décadas, e avisa que não dá para se confiar nesses mesmos grupos, que são dedicados ao aborto e controle populacional.

"Nas campanhas de vacinação em massa na Argentina, Nigéria, Filipinas e outros países, o UNICEF mostrou que sabe aliar as piores intenções com as aparências mais angelicais", escreve Severo. "No Brasil, temos o compromisso de Temporão de que a campanha de vacinação em massa é apenas para proteger bebês e ajudar as famílias".

Links relacionados:

O que está por trás da campanha "Brasil Livre da Rubéola"?

What is behind the campaign "Brazil Free of Rubella"?

HLI Report on Sterilizing Vaccines

Related LifeSiteNews Coverage:

UNICEF Nigerian Polio Vaccine Contaminated with Sterilizing Agents Scientist Finds
http://www.lifesitenews.com/ldn/2004/mar/04031101.html

NEW WORLD HEALTH ORGANIZATION CHIEF INVOLVED IN POPULATION CONTROL VACCINE SCANDAL
http://www.lifesitenews.com/ldn/2003/jan/03013003.html

UNICEF's Other Agendas Popular Children's Aid Agency at Odds With Conservative Religious Groups for Embracing Politically Correct U.N. Viewpoints
http://www.lifesitenews.com/ldn/2002/oct/021030a.html

Fonte: LifeSiteNews

Simpósio Reações internacionais ao protagonismo brasileiro: conseqüências para o EB/2022

Repasso aos interessados . . .

CLIQUE AQUI E VOTE CONTRA A LEI QUE VAI ACABAR COM A LIBERDADE NA INTERNET BRASILEIRA


Sr. Oficial,

Esta mensagem se destina a convidá-lo a participar do simpósio "Reações internacionais ao protagonismo brasileiro: conseqüências para o EB/2022", que será realizado em 19 e 20 de agosto, no auditório General Marcello (Av. do Exército - bloco "A" - 1º piso - QGEx - SMU - Brasília) no Estado-Maior do Exército, nas seguintes condições:

a) 19 Ago

Tarde (1315h-1500h):

- abertura pelo Chefe do EME (General Darke) e
- palestra/debates com Embaixador Samuel Pinheiro (Secretário Geral do Ministério das Relações Exteriores).

c) 20 Ago

1) Manhã (1030h-1200h):
- palestra do Tenente Brigadeiro Bournier (Secretário de Política, Estratégia e Assuntos Internacionais do Ministério da Defesa).

2) Tarde (1330h-1630h)
- palestra do professor Amado Cervo da UnB;
- palestra do Embaixador Rubens Ricúpero;
- debates.

c) Outros detalhes:
- acesso livre ao público em geral, sem necessidade de inscrição;
- traje: militares (Uniforme 3º D1 do Exército ou correspondente) e civis (esporte);
- acesso e estacionamento de veículos (entrada principal do Quartel-General);
- almoço indenizável (a preços aceitáveis) pelo usuário no restaurante self service, próximo ao local da palestra.

COMPAREÇA!
POR GENTILEZA, DIFUNDA ESTE EVENTO.

Atenciosamente

Cortes - Coronel

Chefe do Centro de Estudos Estratégicos do Exército

QUEM AGÜENTAR VERÁ - O DIA DO JUÍZO FINAL

Ternuma Regional Brasília

Gen. Bda RI Valmir Fonseca AZEVEDO Pereira


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Lendo as últimas noticias, fiquei preocupado.


“Nosso guia”, valha-me Deus, abandonou - nos (confesso que nunca, mas nunca esperava uma coisa destas, um homem tão bom, tão justo, um monumento de grandeza). Mas se fez, deve ter razão.

Estou aguardando o dia em que a porta da minha casa será devidamente marcada, assinalando com um símbolo discriminatório, que ali mora um terrorista abominável ou um nojento militar (o que dá na mesma).

Este será o primeiro passo para o total linchamento moral e físico dos militares, que há muito deveriam levar uns cascudos, por falta de vergonha.

Breve, estaremos acuados como animais. É bom fugir para o campo ou fingir-se de índio e acoitar-se numa reserva indígena (pois ela poderá se transformar em uma “Nação”, bem melhor do que a nossa).

Pelo andor dos acontecimentos, é fácil prever que logo, hordas de estudantes de todos os níveis (culturais?) estarão à nossa cata. Caras pintadas, bradando palavras de ordem, farão inveja aos Guardas Vermelhos do “cumpanhero” Mao.

Ontem, a metamorfose ambulante, alimentando o revanchismo, na moita, procura reabrir feridas, e diante de uma platéia da União Nacional dos Estudantes (UNE), no ato de assinatura de convênio que permitirá reconstruir a sede histórica da entidade, no Rio, destruída ao tempo da ditadura, citou Tiradentes, como o último herói nacional, esquecendo, propositadamente, Caxias e tantos outros.

Sindicatos e seus afiliados ocuparão seus lares (terrorista não tem lar , quando muito, um sujo covil), depredarão seus bens ou se apossarão deles.

Precavido e prevenido, na minha janela, há algum tempo, tremula a bandeira do PT. Quando não venta, eu e minha família nos revezamos na tarefa de tremular ao vento, graciosamente, o nosso novo vermelho pendão.

Não sei se adianta, pois, infelizmente, ainda recebo correspondências que denunciam a minha antiga e malfadada profissão. Já avisei ao porteiro de que elas não são minhas.

Procurei mudar de hábitos: chego atrasado aos meus compromissos, quando vou; cuspo no chão, atraso no pagamento das contas, não leio jornais, nem notícias que deponham contra o governo. Não cultivo nada, além da minha paixão, que é torcer pelo “curíntias” e acompanhar os pronunciamentos do “nosso guia” para tentar aumentar minha escassa bagagem cultural.

Sou ou fiquei grosseiro, jogo lixo no chão e cigarro aceso nas macegas. Procuro, enfim, misturar-me com a multidão. Boçalizando, entrei no universo da negação total. Nego valores, nego patriotismo, nego amor à pátria que eu não sou tatu. Nego e renego o meu passado. Espero que sirva de atenuante na hora do juízo. Acredito na Petrobras, na estatização da Vale do Rio Doce, da Siderúrgica Nacional e de tantas estatizações quanto possível, consciente de que só com o predomínio do Estado e com a moral do proletariado chegaremos às alturas. Abomino a meritocracia.

Telefone, não atendo a não ser da minha família, graças a um intrincado sistema de senhas e macetes, que adotamos para evitar qualquer grampo da Policia Federal, novel Gestapo empenhada na nobre missão de vigiar os inimigos do estado.

Cortei a assinatura da Inconfidência, sai do TERNUMA, nunca ouvi falar em Grupo Guararapes, Liga de Defesa Nacional, Andec, Tribuna e outras entidades que, maldosamente, teimam em opor-se ao inevitável.

Cancelei a internet. Agora posso acompanhar com total dedicação as novelas da Globo.

Sou favorável às imensas áreas indígenas e reservas florestais, pois um índio vale muito mais do que um bando de brancos ignorantes e usurpadores dos pobres silvícolas. Simpatizo com as FARC.

Hoje, preparo - me para ser um não-branco. Como minha avó era negra, creio que estou com um pé na comunidade quilombola. Penso, seriamente, em adotar um índio. Pelos impostos que pago com certeza já adotei a família do “Severino” há muito tempo. Só falta publicar o fato oficialmente no Diário Oficial, oficiosa já é.

Quando o presidente fala no seu programa de rádio às segundas feiras, levanto ao máximo o volume para que os vizinhos percebam que sou mais um deles.

Não canto mais o Hino Nacional. Qualquer música do Gil ou do Cae pega melhor. Levantar, nem pensar.

Não bebo. Ando de bicicleta para não ser multado, nem agüento mais dar esmola para flanelinha em qualquer lugar que eu estacione seja dia ou mesmo qualquer hora da noite. Eles são perenes. Aos sábados, domingos ou feriados, lá estão eles. Egoísta, fruto de um empedernido capitalismo que ainda me consome, nego - me a completar sua bolsa-família e assemelhadas. Para compensar, já comprei o kit do MST, boné, bandeirinha e foice para degolar a cabeça dos capitalistas e simpatizantes.

Estou muito quietinho no meu canto. Assim, não sou assaltado. Assustado, procuro respirar baixinho. Sem perturbar ninguém.

Para piorar, ultimamente, tenho um medo incontrolável de guarda de trânsito, de policia rodoviário,... na verdade, de qualquer tipo de “poliça”, ainda mais agora, que eles foram designados como guardiões da moralidade nacional. Borro-me diante de um militar da Força Nacional de Segurança.

Arrependo–me, quando, boçalmente, apregoava minha situação de militar do EB. Tolo, assumo o “mea-culpa”. Como eu poderia imaginar que desceríamos a tanto.

Recentemente, passei a economizar o dízimo do Partidão, ao qual me filiarei no mais curto prazo.

Antes que alguém pergunte como atingi tal estado de insustentável leveza do ar, explico. É inútil resistir. O estupro é inevitável (e hoje, creio que a ex-Ministra do Turismo tinha razão ao se dirigir aos maltratados passageiros dos aeroportos).

Meus comandantes acreditam em Papai Noel, por que eu não? Eles não querem polemizar. Quem sou eu para...

Enquanto, eles aguardam que o “molusco-guia” de um “basta” na perseguição do Tarso e caterva, a Presidência financia o tremendo Seminário internacional "Direito à Memória e à Verdade" que será aberto pelo ministro Paulo Vanucci, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, cujo maior atrativo será o nefasto juiz espanhol Baltasar Garzón. Dá para combater?

Para piorar, se é possível, numa cabal demonstração de que o Tarso estava coberto de razões nas suas imprecações, um seleto número de magistrados, advogados, juízes, procuradores e assemelhados, recolhem assinaturas que endossarão, legalmente, o linchamento dos militares.

É a chamada pressão da sociedade conivente, em conluio com a imprensa revanchista e raivosa. Esta, nem o molusco resiste.

O duro não é tropeçar e cair. O trágico é ser incapaz de reagir ou levantar.

Meus superiores, pares e subordinados, minhas envergonhadas condolências.

Brasília, DF, 14 de agosto de 2008


Microempreendedor individual (MEI)

Por e-mail

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Estimados amigos

A Câmara dos Deputados aprovou no dia 13 de agosto, o Projeto de Lei Complementar 2/07, de minha autoria, que cria a categoria do microempreendedor individual (MEI) no regime de tributação diferenciada conhecido como Supersimples.

O projeto beneficia o microempresário com receita bruta de até R$ 36 mil anuais e poderá trazer para a formalidade trabalhadores que passarão a ter acesso a todos os benefícios da Previdência Social, como a aposentadoria por idade, a licença maternidade, auxílio-acidente e também a pensão por morte.

Atualmente esses segmentos estão na informalidade, devido à alta carga tributária e à burocracia.

A proposta permite também a adesão de novos setores econômicos ao Simples Nacional. Serão beneficiados laboratórios de análises clínicas, serviços de tomografia e diagnóstico médico por imagem, de tradução, decoração e paisagismo, consertos, de próteses, de corretagem de seguro e escolas de ensino médio e pré-vestibulares. A expectativa é de que pelo menos 800 mil empresas poderão ser beneficiadas.

O projeto segue agora para o Senado, e solicito sua ajuda para acelerar sua tramitação, enviando um e-mail ao Presidente do Senado, Senador Garibaldi Alves Filho (garibaldi.alves@senador.gov.br), solicitando que o projeto tramite em regime de urgência e seja aprovado ainda este ano.

Um forte abraço,

Antonio Carlos Mendes Thame
Deputado Federal


PS1: Clique aqui, para enviar-nos os e-mails de seus amigos a fim de que também possamos encaminhar-lhes este mesmo e-mail, solicitando ajuda para aprovação do projeto.

PS2: Para ler o texto completo do Projeto de Lei Complementar 2/07, basta clicar aqui.

PS3: Para deixar de receber nossos informativos, responda essa mensagem colocando REMOVER no campo ASSUNTO.


Antonio Carlos Mendes Thame é deputado federal (PSDB, SP) e professor (licenciado) do Departamento de Economia da ESALQ/USP. (e-mail: dep.mendesthame@terra.com.br )


Entrevista com Olavo de Carvalho - blog DIRETO DO ABISMO

Do blog DIRETO DO ABISMO
Domingo, 17 de Agosto de 2008

CLIQUE AQUI E VOTE CONTRA A LEI QUE VAI ACABAR COM A LIBERDADE NA INTERNET BRASILEIRA


É com muita honra que publicamos a 1ª parte da entrevista que nos concedeu o professor, filósofo, escritor e jornalista Olavo de Carvalho, a quem agradecemos a preciosa colaboração.

Esperamos que o vídeo abaixo seja o primeiro de muitos.

“Poucas condutas humanas se igualam, em baixeza, à covardia que começa por se camuflar de impassibilidade olímpica e, pela persistência, acaba por se transformar em cumplicidade ativa. Mas essas criaturas haviam investido tão pesado no slogan anestésico Lula mudou , que, para não reconhecer o erro, preferiram dobrar, triplicar e quadruplicar a aposta na mentira, até que contestá-la se tornasse, como de fato se tornou, prova de doença mental.”
(Olavo de Carvalho em Como eu dizia)

“O que está acontecendo neste país é a mais vasta operação de confisco territorial já observado na história humana desde a coletivização da agricultura na URSS e na China – e as chamadas elites, sentadas sobre esse paiol de pólvora, com um sorriso amarelo na boca, só querem dar a impressão de que a paz reina, as instituições são sólidas e São Lulinha zela pelo bem de todos.”
(Olavo de Carvalho em Como eu dizia)

“Na nova concepção imposta pela elite globalista iluminada, o Estado é o “agente de transformação social”, a vanguarda da revolução cultural incumbida de fazer o povo gostar do que não gosta, aprovar o que não aprova, cultuar o que despreza e desprezar o que cultuava. É o órgão do estupro psicológico permanente, empenhado em chocar, escandalizar e contrariar a alma popular até que esta se renda, vencida pelo cansaço, e passe a aceitar como decreto da Providência, como fatalidade natural inevitável, o que quer que venha da burocracia dominante.”
(Olavo de Carvalho em Estupro psicológico estatal)

“Notem bem. Eu jamais aprovaria que se usasse contra a esquerda o recurso, tão típico dela, à ênfase forçada, à autovitimização fingida, ao denuncismo histriônico. Mas o sentimento de justiça, que deve vigorar no estilo literário como em tudo o mais, exige que se chamem as coisas pelos seus nomes, o pervertido de pervertido, o mentiroso de mentiroso, o vigarista de vigarista.”
(Olavo de Carvalho em Responder à altura)

“Poder concentrado em torno de uma promessa de futuro: eis a fórmula infalível do genocídio.”
(Olavo de Carvalho em Nas origens do morticínio)

“O que singulariza o sr. Barack Obama e explica a onda de badalação em torno dele não é a cor da sua pele, nem a soma de seus duvidosos talentos. (...)Tal como Lula, ele foi adotado pela elite globalista e investido do dom da impecância eterna, imune à sujeira da sua vida real, que todo mundo conhece mas que é proibido levar em conta.”
(Olavo de Carvalho em O queridinho da elite global)

“O Foro já é a autoridade supranacional, ante a qual as nações se curvam com obediência reverente, nada ousando falar contra uma entidade tão sublime. Para que, depois disso, será preciso um órgão encarregado de realizar a “integração”?"
(Olavo de Carvalho em Governo Mundial)

“Mas a sra. Cantanhede não se contenta com meter o sorvete na testa, como o retardado mental daquela piada cruel: esfrega-o com força, para exibir controle motor.”
(Olavo de Carvalho em Da estupidez auto-infligida)

“Se o Foro de São Paulo se autodefine como coordenação estratégica da revolução continental, e se entidades como as Farc e o Mir estão submetidas a essa coordenação, nada no mundo, exceto a mendacidade cínica ou a rejeição psicótica da realidade, pode abolir o fato de que o criador e presidente do Foro é, por definição, o chefe da subversão, do narcotráfico e da indústria dos seqüestros na América Latina.”
(Olavo de Carvalho em O mercado e um lembrete)


1- Apesar de todas as denúncias que você fez durante anos sobre o Foro de São Paulo e as ligações deste com o narcoterrorismo terem sido mais que comprovadas, o atual governo petista continua intocável, blindado com o apoio de “intelectuais orgânicos”, de boa parte do Judiciário cooptado, da mídia conivente (com raras exceções), de um Legislativo praticamente destruído, das Forças Armadas divididas, da tal “oposição” que levanta as bandeiras do inimigo, e tudo diante de uma população inerte e “as chamadas elites, sentadas sobre esse paiol de pólvora, com um sorriso amarelo na boca, só querem dar a impressão de que a paz reina, as instituições são sólidas e São Lulinha zela pelo bem de todos.”
(Olavo de Carvalho em Como eu dizia). Não basta desmascarar a corja que está no poder?

Olavo de Carvalho -->



domingo, 17 de agosto de 2008

UM CRIME PATROCINADO PELO ESTADO TERRORISTA DO LULA/PT

Do blog MOVCC

"MARCHA A RORAIMA" CONSEGUE FURAR BLOQUEIO

A operação realizada por integrantes do Conselho Indígena de Roraima (CIR), Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra de Roraima (MST), Movimento das Mulheres Camponesas de Roraima (MMC), Comissão Pastoral da Terra (CPT), Central Única dos Trabalhadores (CUT), ontem, não foi suficiente para impedir a chegada da “Marcha a Roraima” ao Estado.

Os manifestantes começaram a se organizar por volta das 7h, entretanto, apenas às 17h obstruíram o trecho da rodovia BR-174, a cerca de 10 quilômetros da sede do Município de Mucajaí, no sentido Boa Vista/Manaus, em frente do acampamento Irmã Dorothy Stang, em área invadida pelo MST.

Pedaços de madeira, pneus, galhos de árvores e uma barreira humana impediam que veículos passassem em dois pontos da estrada. Cerca de 600 metros, segundo estimativa de James Rocha, um dos dirigentes do MST, separavam um local bloqueado do outro.

Após mais de 12h de mobilização, que foi arquitetada por entidades no movimento realizado no último dia 13, na Praça do Centro Cívico, teve um desfecho pacífico, por volta das 20h, embora já tivesse causado grandes transtornos a inúmeras pessoas que ficaram impedidos de passar pelo bloqueio no sentido Manaus/Boa Vista e Boa Vista/Manaus.

“Queremos ouvir quais as propostas e projetos destes produtores para a nossa terra. Eles devem nos dar explicações sobre as intenções deles em nosso Estado. Caso os produtores do Mato Grosso não queiram negociar, vamos impedir que cheguem à Capital”, afirmou Terêncio Manduca, vice-coordenador do CIR.

Porém, as explicações que Manduca queria ouvir ficaram para outra ocasião, pois cerca de 12 do total de 19 caminhonetes, que carregavam os produtores vindos de diferentes municípios do Mato Grosso, conseguiram fazer um desvio e chegar ao Município de Mucajaí.

Para evitar o confronto, a comitiva contou com a ajuda de policiais militares de Caracaraí, que os guiaram pela Vicinal do Roxinho, uma estrada sem asfalto cuja entrada é no Município de Iracema e saída em Mucajaí.

Os produtores chegaram por volta das 19h30 a Mucajaí. Muito exaltados, pois sete veículos se perderam da comitiva que fez o desvio pela Vicinal do Roxinho, estrada sem asfalto que liga Iracema a Mucajaí, eles explicaram que só dariam entrevistas à imprensa depois da chegada deles a Boa Vista.

Conforme Manduca, 150 indígenas das etnias Macuxi e Wapixana estavam no local, desde as 12h, esperando o comboio. Foram três ônibus alugados para levá-los até o local. “Sabemos o horário de chegada, entretanto, não temos previsão para irmos embora, por isso estamos com mantimentos e preparados para passar a noite aqui de plantão”, relatava Manduca.

Por volta das 18h30, a situação já causava revoltada nos cerca de 20 carros enfileirados ao lado da pista esperando a resolução do problema para irem até a Capital. Um deles era o técnico em enfermagem Daniel Zanona, 22, que havia saído às 12h do Município de Caroebe, a mais de 350 km de Boa Vista.

Zanona voltava da comunidade indígena de Jatapu, em Caroebe, onde presta atendimento de saúde aos índios, por meio de convênio entre CIR e Fundação Nacional de Saúde (Funasa), e na qual estava há mais de 12 dias. “A população tem todo o direito de reclamar, porém não pode atrapalhar a vida de outras pessoas. Estão nos privando do nosso direito de cidadãos de ir e vir”, disse Zanona.

Entretanto, as opiniões divergiam em relação ao bloqueio. David Albano, analista judiciário do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), que trabalha em Caracaraí, município a cerca de 150 km da Capital, era um dos favoráveis a situação, embora tenha afirmado que não é favor nem contra a demarcação contínua da reserva indígena Raposa Serra do Sol.

“Estas pessoas estão exercendo um direito delas, pois é uma das poucas formas que eles têm de chamar a atenção da população roraimense à causa defendida por eles”, opinou Albano. Conforme o analista, a viagem dele até Boa Vista era a serviço, pois pretendia entregar documentos ao TRE de Boa Vista, algo que foi adiado até a próxima segunda.

POLÍCIAS - Neste mesmo horário, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) já havia deixado os 36 homens do efetivo da instituição em alerta. “Estamos aqui para garantir que não haja conflito e evitar que prejuízos ao patrimônio público e de terceiros não aconteçam”, disse o inspetor da PRF, Tarcísio Melo.

Apesar da possibilidade de conflito, primeiro entre manifestantes e produtores, depois entre a população impedida de trafegar na rodovia, que com o passar do tempo aumentava a irritação, e os bloqueadores, havia apenas dois policiais da PRF, dois da Polícia Federal, dois da Força Nacional, 15 policiais civis e quatro militares.

Embora existisse um grande número de materiais que bloqueavam a passagem, e até mesmo fogo ateado em pneus, sempre que uma ambulância ou outros tipos de veículos com pessoas doentes necessitavam passar era removida parte dos entulhos para possibilitar a passagem. “Pelo menos estes carros eles permitem que transitem, confesso estar mais aliviado com esta iniciativa”, disse Albano.

Motorista temia explosão de combustível

O motorista de caminhão–tanque Veraldo da Silva, que vinha do Município de Caracaraí, após ter passado o dia carregando o veículo de gasolina na base da Petrobras, temia que um confronto acontecesse e, devido a isto, deixou o transporte a cerca de 500 metros do tumulto.

“Carrego um produto inflamável que não pode ficar por muito tempo no tanque, pois é perigoso. A ameaça aumenta com a possibilidade de um confronto com fogo que poderia provocar uma explosão, caso o meu caminhão estivesse muito próximo”, relatou Silva.

O caminhoneiro era uma das muitas pessoas que se diziam prejudicadas e irritadas com a situação. “Meu telefone está descarregado, minha filha ficou em casa doente, não almocei e preciso levar a gasolina para abastecer o posto no qual trabalho. Essa manifestação é uma vergonha, pois está me impedindo de trabalhar”, reclamou.

MST mobiliza acampados

Um dos representantes do MST em Roraima, James Rocha, demonstrou apoio à comunidade indígena que luta pela permanência da demarcação contínua da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol. Para demonstrar a adesão do movimento à causa, o local do bloqueio da rodovia BR-174 foi em frente ao acampamento Dorothy Stang, a cerca de 10 km de Mucajaí.

Segundo Rocha, vivem à beira da rodovia 180 famílias, totalizando 320 pessoas, e a situação das duas comunidades, indígena e sem terras, são semelhantes, por isso devem unir forças para lutar contra os latifundiários e impedir que pessoas de outros estados se envolvam com os problemas locais.

“Realizamos um ato legítimo em reivindicação a melhorias para a população sofredora de Roraima. Nós somos pacíficos e não pretendemos criar conflitos, mas queremos explicações destes produtores vindos de outras regiões para se meter em nossos assuntos”, afirmava Rocha.

Cleidiane Freitas, 27, solteira, agricultora, um filho de 6 outro de 2 anos, está no acampamento desde que ele foi organizado, em março deste ano, e afirmou concordar com as lutas dos índios. “Se for possível, fico a noite inteira de plantão para resolvermos esta situação. Queremos uma resposta quanto aos interesses destas pessoas em Roraima. Acho um absurdo que eles tenham tanta terra e nós, agricultores familiares, não tenhamos nada”, reclamou Cleidiane.

O acampamento Dorothy Stang, segundo Rocha, é uma região com cerca de 30 mil hectares e reivindicada por famílias sem terras. Elas afirmam que o local está abandonado há mais de 16 anos e é uma área improdutiva, contudo, aguardam que o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) regularize a situação, porém, para isto ocorrer é necessário esperar que possíveis donos se manifestem.

Empresa de ônibus planejava baldeação

Uma empresa de transporte rodoviário de Roraima planejava realizar baldeação caso a situação não fosse resolvida até 00h. Juntamente com cerca de 150 veículos impossibilitados de passar estavam quatro ônibus, dos quais dois iam para Manaus (AM) e dois vinham até Boa Vista.

Segundo José Ferreira, motorista de um destes veículos que saiu às 18h da Capital com destino a Manaus, o ônibus que ele dirigia estava com 24 passageiros aguardando apreensivos a liberação da pista.

“Comuniquei o que está acontecendo aos meus superiores e, se houver liberação da rodovia até 00h, será necessário fazer baldeação, sendo que as pessoas dos dois ônibus com destino a Boa vista passarão para os veículos que irão até a capital amazonense e vice-versa”, disse. Por WILLAME SOUSA – Folha de Boa Vista

ÔNIBUS CAPOTA NA BR-174; POLÍCIA CONFIRMA MORTOS E FERIDOS, INCLUSIVE BEBÊ

Hoje, por volta das 6 horas, um, ônibus da empresa de transporte interestadual Amatur, que vinha de Manaus com 37 passageiros em direção a Boa Vista, capotou nas proximidades da ponte de Mucajaí e sete pessoas morreram, entre elas quatro homens, duas mulheres e um bebê de 40 dias.

As informações obtidas pela equipe de reportagem da Folha foram de que o ônibus capotou ao tentar desviar de uma carreta que estava na contramão. Neste momento, equipes da Polícia Militar, PRF, Bombeiros e Defesa Civil estão mobilizadas no resgate dos acidentados. O trabalho estaria complicado, pois muitos ainda estão presos dentro do ônibus.Quatro ambulâncias estão posicionadas no local para transportar os acidentados e uma já chegou em Boa Vista, trazendo os feridos para o Pronto Socorro Francisco Elesbão. Redação Folha de Boa Vista

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".