Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quarta-feira, 5 de março de 2008

“70% dos Comandantes de Batalhão VENEZUELANOS estâo dispostos a pedir a RENÚNCIA DE CHÁVEZ

Do portal (em espanhol) NOTICIAS 24 HORAS

“En una reunión de altos oficiales, fuera de los recintos militares, se determinó que 70% de los comandantes de batallones están dispuestos a pedirle la renuncia al presidente Chávez, quien estaría advertido de que por los momentos no puede hacer cambios militares.” Lo dice hoy Marianella Salazar, en su columna de El Nacional.

Comentário do Cavaleiro do Templo: FIDEL, RAÚL REYES e CHÁVEZ, tudo de uma vez só. Que coisa boa, não?

O QUE SIGNIFICA SER CONSERVADOR NO BRASIL?

Do portal FAROL DA DEMOCRACIA REPRESENTATIVA
Luis Afonso Assumpção, fundador e representante do FDR para a Comunidade Européia e editor do blog "Nadando contra a Maré... Vermelha"

Criei o meu blogue ao final de 2002. Estávamos em plena campanha presidencial e parecia que a vitória de Lula da Silva já configurava-se irreversível no horizonte. O título " nadando contra a maré .. vermelha" (ou a sua adaptação em inglês " swimming against the red tide") tinha a ver com o que estávamos prestes a enfrentar.

Não que a "maré" tenha começado com a eleição de Lula, mas este fato traria um componente catalisador à mistura – a esta altura em ponto de fusão – do esquerdismo cultural que empapuçava a cultura brasileira. O assalto cultural à esquerda já fazia-se sentir desde os anos 60, quando a ditadura militar preferiu combater somente a esquerda revolucionária armada, deixando os revolucionários de papel agir livremente no meio universitário. Os resultados tardaram mas apareceram. Ao final da ditadura, em 1985, o termo "acabar com o ´entulho´ autoritário" era a senha para a "vingança" da esquerda. Não havia projeto " democrático" algum já naquela época. Era a simples reedição (em DVD de luxo) da "luta" abortada pelo movimento de 1964.

Os ataques, a princípio saudados como a "volta à normalidade democrática" (inclusive eu, pois achava que o feitos do regime militar resumiam-se à inflação e à censura moralizadora dos meios de comunicação), foram revelando aos poucos a sua verdadeira face, o "Retrato de Dorian Gray" em toda a sua fealdade revelou-se, afinal. Mas não a todos. A maior parte da nação continuou imersa no mantra politicamente correto da "inclusão" contra a cultura tradicional "excludente".

Estes poucos, ao revoltar-se contra o "status quo" vigente, começaram a fazer suas vozes ouvidas, ou melhor, lidas, pois este movimento emergiu principalmente pela internet. A inspiração veio do movimento conservador norte-americano. Mas havia uma grande diferença: enquanto os conservadores do norte sabem exatamente (ou nem tanto, visto o processo eleitoral deste ano nos EUA), os conservadores brasileiros não tem o que "conservar", pois no Brasil há tudo ainda por fazer.

Este é o ponto: O quê os conservadores brasileiros defendem?

Recuperando uma recente entrevista do filósofo brasileiro - e também "patrono" não-oficial do despertar conservador no país- Olavo de Carvalho para a revista portuguesa " Atlântico", na qual ele distancia-se de duas vertentes opostas: a do " progressismo", que tenta fazer a sociedade "avançar" a um destino só uns poucos iluminados conhecem (o tal "socialismo real") ou do conservadorismo radical, que tenta fazer a sociedade congelar em valores previamente estabelecidos. Para o filósofo, ambas as visões são revolucionárias à seu modo, pois tentam submeter a sociedade aos seus valores.

O verdadeiro conservadorismo é aquele que tenta auscultar a dinâmica natural daquela sociedade e definir os seus valores a partir disso. O conservadorismo tenta defender a sociedade da dominação por grupos intelectualóides que tentam conduzí-la.

A avaliação é válida. Mas tem as suas dificuldades num ambiente como o brasileiro, onde a dualidade dever-prazer nunca foi resolvida como deveria. Tudo ficou para depois.

Só num país como o Brasil pode acontecer coisas como, durante o carnaval, ser permitido às mulheres andarem nuas enquanto que se alguma tenta praticar topless em Copacabana (Rio de Janeiro), por exemplo, ser detida por "atentado ao pudor".

A maior parte dos brasileiros acha a nudez carnavalesca "natural", enquanto a outra, uma "pouca vergonha".

Em resumo, os conservadores brasileiros têm a seguinte receita ideológica:

a) Defendem o sistema democrático, mas também sabem que a "ditadura" serviu para brecar um processo revolucionário radical nos anos 60.

b) Defendem o liberalismo econômico clássico, de Smith a Mises & Hayek.

c) Politicamente, têm seus ídolos no conservadorismo americano e inglês, com Reagan e Thatcher.

d) Culturamente, defendem as "tradições", traduzindo-se por isso a defesa das religiões que são a base desta tradição: o cristianismo e o judaísmo.

Isto os leva enfrentar uma série de "brigas" :

À esquerda, com os defensores a "democracia popular" que os definem como "nazistas", "fascistas" ou os dois, dependendo do caso, em função de seu desapego às mentiras de que os revolucionários dos anos 60 lutavam para restabelecer uma " democracia" no país.

Ao centro, com o libertários nacionais que defendem o livre-mercado, mas também uma coisa indefinida chamada " Estado Laico", na verdade um bogus criado pela esquerda para dar a sensação de que a sociedade é "dominada" por radicais religiosos (mesmo que a definição de radicalismo seja a simples visão de um crucifixo).

No campo religioso, com a plêiade de religiões cristãs que combatem umas às outras (e todas contra os judeus) no frenesi de "provar" que uma é mais "verdadeira" que a outra.

Os conservadores brasileiros têm uma dificílima tarefa à frente. E não pode ser deixada para "depois".

Pois o "depois" é agora.

(Originalmente produzido para a edição bi-semanal do Cubanology, de José Reyes)

A “Dipromacia” brasileira

Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO
Quarta-feira, 5 de Março de 2008

"Acho que isso aqui é um problema sul-americano e latino americano". O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse nesta tarde que o conflito entre Colômbia e Equador está circunscrito à região e não deve ter dimensões maiores, envolvendo os Estados Unidos, por exemplo. Mas (...) ele não disse uma só palavra sobre a intromissão do Chávez num assunto que era restrito entre o Equador e a Colômbia.

Esta é a “dipromacia” tupiniquim petista.

O desmascaramento

Do portal DIÁRIO DO COMÉRCIO
Por Denis Rosenfield, quarta-feira, 05 de março de 2008

A operação militar colombiana, em território equatoriano, a poucos metros de sua fronteira, permite ver o que os olhos espessos da ideologia esquerdizante reinante impedem de enxergar: a colaboração estreita entre as FARC e os governos de Chávez (Venezuela) e de Rafael Corrêa (Equador).

Mais do que a violação de um país vizinho pelas Forças Armadas colombianas, trata-se de uma ingerência da Venezuela e do Equador nos assuntos internos da Colômbia, por intermédio de apoio financeiro, logístico, territorial e armamentista às FARC.

Neste contexto, coloca-se a questão: quem deve pedir desculpas a quem? Será que o ministro Amorim, de Relações Exteriores, não estaria rompendo o equilíbrio diplomático que diz defender?

Vejamos os fatos. Numa operação combinada da aviação, da inteligência militar e de comandos, a Colômbia conseguiu eliminar um grupo de narcoguerrilheiros, dentre os quais se sobressaia o número dois das FARC, Raúl Reyes.

A recente libertação de reféns mostra a criminalidade, particularmente bárbara, deste grupo, hoje especializado no narcotráfico e nos seqüestros, mantendo os seus reféns sob condições subhumanas. Pessoas são lá fuziladas ou morrem lentamente pelos mais variados tipos de doenças tropicais, além de serem obrigadas a dormir acorrentadas em árvores. Nem bichos são hoje tratados desta maneira. É um evidente contra senso, como alguns ensaiaram, apoiar a "causa social" dos narco-guerrilheiros, como se se inscrevesse numa doutrina dos direitos humanos.

Neste caso, caberia a pergunta: e a humanidade dos seqüestrados? Não esqueçamos que até recentemente as FARC eram apoiadas pelo PT e pelos movimentos sociais. Chávez e Fidel Castro são ainda considerados ídolos, "companheiros" da melhor estirpe.

Quando da localização destes narco-guerrilheiros, o governo colombiano se viu diante de um dilema. Invadir o território equatoriano, num ato de legítima defesa, ou simplesmente deixar esse grupo à vontade, no usufruto de sua impunidade? A invasão, embora de poucos metros, configuraria a infração de um princípio internacional de soberania territorial dos países. Deixar esse grupo fugir mais uma vez, significaria, por sua vez, consolidar uma situação de fato: o uso do território equatoriano e venezuelano por esse grupo armado.

Neste caso, poder-se-ia dizer que uma outra forma de ingerência estaria em questão, a da Venezuela e do Equador nos assuntos colombianos, via a aliança estabelecida com as FARC. O governo colombiano não hesitou e optou por criar uma nova situação, a do enfraquecimento da narcoguerrilha e a de busca de elementos que demonstrariam a ingerência interna desses países em seu próprio território.

Eis por que o exército colombiano, não satisfeito com a operação área, efetuou uma operação terrestre, visando à apreensão de computadores pessoais e de outros documentos do líder morto. Esse material, da maior importância, começa a ser agora revelado. Segundo as últimas informações, ele é rico ao mostrar os contatos estreitos entre os governos equatorianos e venezuelanos com os narcotraficantes, travestidos de guerrilheiros.

Na verdade, os territórios desses países são usados, com beneplácito oficial, como santuários das FARC, que traficam, seqüestram e matam em território colombiano, refugiando-se depois, na perseguição, nestes países. Fica também claro o apoio financeiro emprestado por Chávez a esses "guerrilheiros", especializados no narcotráfico e nos seqüestros, além das armas fornecidas. A ingerência nos assuntos colombianos é total.

Acontece, porém, que essa ingerência nos assuntos colombianos é apresentada como um ato de "solidariedade" internacional entre "companheiros". O seu nome muda como se, assim, ela fosse justificada. Chávez tem o grande mérito de dizer as coisas por seu verdadeiro nome, pelo menos quando defende os seus. Aliás, a Venezuela não foi objeto desta incursão militar colombiana e ela já deslocou 10 batalhões para a fronteira, seguindo o seu mentor Fidel Castro, apostando nas "trombetas das armas".

Os ditadores lamentaram o ocorrido com o "companheiro" Raúl Reyes, um "bom revolucionário", certamente preocupado com a "libertação dos povos". Quase um santo. Sua morte pode mesmo transformá-lo em um mártir! Para essa nova Igreja, tudo vale!

Dizem aqui o que pensam, a saber, que qualquer tipo de violência e de ingerência são justificados para a instauração na América Latina de regimes baseados na democracia totalitária.

Nesta perspectiva, não haveria por que estranhar o modo de tratamento que eles conferem ao presidente constitucional da Colômbia: "narcotraficante", "violador dos direitos humanos", "lacaio do imperialismo". As palavras perdem totalmente o seu sentido, inscritas que estão no contexto dos que, em nome de uma suposta "justiça social", tudo fazem para justificar a violência, o narcotráfico e os seqüestros. Na verdade, estamos diante de uma degenerescência desta forma de esquerda, que parece desconhecer quaisquer limites. Entretanto, ela continua tendo admiradores entre nós!

Há uma evidente articulação latino-americana desta esquerda degenerada. Chávez, Rafael Correa, Evo Morales, Daniel Ortega e Fidel Castro já não escondem as suas garras. A operação conduzida por Álvaro Uribe os desmascarou. Eis o seu grande mérito. Devem agora reconhecer à luz do dia o que procuraram ocultar, como se tudo nascesse de atos espontâneos de partidos e organizações preocupados com uma suposta justiça social, com a "causa". Só que se trata da "narcojustiça" ou de "seqüestros sociais". Foram surpreendidos em pleno ato de delinqüência.

O estardalhaço que estão exibindo nada mais é do que a reação de pessoas que perderam a face, procurando atabalhoadamente novas máscaras.

Talvez seria o caso da diplomacia brasileira exigir, por uma questão básica de equanimidade, que a Venezuela e o Equador peçam eles desculpas à Colômbia por se imiscuírem em seus assuntos internos, com a promessa de não mais fazê-lo no futuro. Seria uma contribuição à paz!

Relatório da ONU sobre drogas irrita Lula, mesmo sem falar na relação das FARC com o tráfico e a política no Brasil

Do blog ALERTA TOTAL
Por Jorge Serrão, quarta-feira, 05 de Março de 2008

O chefão Lula ficou irritado com a divulgação de um relatório da ONU que indica um aumento do tráfico de drogas no Brasil, JUNTO com o crescente consumo de ecstasy e cocaína (C.T. - como vem dizendo o OLAVO DE CARVALHO a anos, isto é fruto desta parceria LULA/FARC via FORO DE SÃO PAULO). Também não gostou de saber que representantes das Nações Unidas criticaram a corrupção em setores das polícias e do Judiciário que prejudica a punição de narcotraficantes em território brasileiro. A insatisfação de Lula seria maior se a ONU relacionasse tudo isso com o Foro de São Paulo e a parceria operacional de sucesso entre as FARC e os narcovarejistas brasileiros para o fornecimento das drogas.

O estudo da ONU nem chegou perto dessa verdade sempre omitida pela mídia. O documento da Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes (Jife), órgão ligado à ONU, foi lido ontem pelo representante do Escritório da ONU contra Drogas e Crime para Brasil e Cone Sul, Giovanni Quaglia, no auditório da Secretaria Nacional Antidrogas (Senad). O secretário nacional Antidrogas, general Paulo Roberto Uchôa, e o diretor de Combate ao Crime Organizado da PF, Roberto Troncon, contestaram as declarações de Quaglia e a solenidade terminou em clima de constrangimento. E o dirigente da Jife nem tocou nas (C.T. - narcoguerrilheiras) FARC – o assunto do momento.

O relatório da ONU ataca a nova lei sobre drogas por estabelecer tratamento diferenciado entre usuário e traficante. Pela lei, o usuário pode ser condenado à prisão, mas punição é sempre convertida em pena alternativa, como prestação de serviços. O texto pega pesado em seu parágrafo 483: "A nova lei pode até prejudicar a investigação e o julgamento das atividades ilícitas relacionadas a drogas, e pode dar a entender à opinião pública que o governo está tratando o narcotráfico com mais indulgência". Segundo Quaglia, a condescendência com o usuário enfraquece a capacidade de investigação das polícias sobre o narcotráfico. Sem punição severa, o usuário nunca colabora com a polícia.

Comentário do Cavaleiro do Templo: Leia aqui , aqui e, principalmente, aqui (pois o PT e o LULA se dizem revolucionários) para entender porque o crime no Brasil só faz crescer.

Vamos ver o apoio de Chávez dentro da Venezuela agora

Relembrando um post anterior: "Descarto uma guerra entre a Venezuela e a Colômbia. Se o presidente Hugo Chávez quisesse empreender uma intervenção armada contra a Colômbia, o exército não apoiaria uma aventura dessa natureza e desobedeceria a uma ordem contrária à vocação pacifista de nosso povo", afirma o general Raúl Baduel, militar que foi decisivo para que Chávez aceitasse sua derrota no referendo de 2 de dezembro passado."

Leia a íntegra aqui

A internacionalização do engodo I

Do portal do OLAVO DE CARVALHO
Olavo de Carvalho, Diário do Comércio, 03 de março de 2008

Reconhecendo que Tropa de Elite é “ o filme brasileiro mais popular de todos os tempos” e que “o capitão Nascimento foi amplamente aclamado como um herói nacional”, o correspondente do jornal britânico The Guardian , sr. Conor Foley, em artigo publicado no último dia 18 de fevereiro, não hesita em se opor ao sentimento da quase totalidade dos nossos concidadãos, proclamando que, em vez disso, “o país deveria baixar sua cabeça de vergonha”.

Os motivos que levam o jornalista a essa conclusão são, em essência, dois:

(1) O filme difama as ONGs dedicadas a “programas sociais”, ao mostrá-las repletas de jovens de classe média e alta que, como consumidores de drogas, alimentam o narcotráfico ao mesmo tempo que da boca para fora professam combatê-lo. “Uma série de estudos – alega Foley -- tem demonstrado que estes programas... têm obtido sucesso na redução dos crimes.”

(2) O entusiasmo da multidão pelos métodos brutais do capitão Nascimento nasce da alienação e da ignorância: “A violência no Brasil é um sintoma de um largo conjunto de problemas sociais... A maioria da classe média brasileira nunca pôs o pé numa favela e fala sobre elas como se fossem outro país.”

Com relação ao primeiro item, seria da mais alta conveniência jornalística que Foley citasse os tais “estudos” em vez de apenas aludir vagamente a eles, mas nenhuma quantidade de “estudos”, mesmo citados um por um, poderá nada contra o fato de que a única cidade brasileira na qual houve uma redução significativa da criminalidade nos anos recentes foi São Paulo, onde o fator decisivo para isso não veio de nenhuma ONG, mas da ação policial direta.

A cena dos ongueiros fumando maconha enquanto discutem Michel Foucault não é difamatória de maneira alguma. O círculo dos estudantes universitários e do show business , onde as ONGs recrutam a quase totalidade dos seus militantes e garotos-propaganda, ainda é o mercado principal para a venda de drogas no país. E a menção ao filósofo francês também não é gratuita, já que ele consumia drogas abertamente durante suas visitas ao Brasil, ajudando a legitimá-las como um vício elegante, sobretudo nas universidades. Foi partindo das classes letradas, e sobretudo dos meios intelectuais esquerdistas, que o uso das drogas se disseminou entre a população em geral. A elite esquerdista também colaborou nessa transformação fazendo campanha para eleger governadores e parlamentares que favoreciam uma política de tolerância – se não de cumplicidade – para com os narcotraficantes. Isso é uma história bem conhecida de todos os brasileiros, e o sr. Foley não tem nada a alegar contra ela senão a sua própria ignorância do assunto.

Quanto à “alienação”, a maioria dos nossos compatriotas não põe os pés nas favelas porque ou você entra ali com salvo-conduto dos traficantes – como o faz o pessoal das ONGs e, junto com ele, o próprio sr. Foley --, ou entra para comprar drogas, ou, se entra por outro motivo qualquer, sabe que vai sair embrulhado em plástico ou desaparecer para sempre, queimado junto com um pneu para que seu cadáver se torne irreconhecível. As favelas são efetivamente “outro país”, mas não porque o povo brasileiro não se interesse em saber o que nelas se passa, e sim porque constituem um território independente, onde as leis do país não vigoram, onde até mesmo as Forças Armadas temem entrar e onde a única autoridade é a dos potentados do comércio de entorpecentes, os quais só se distinguem dos antigos senhores feudais porque não estão atados por juramento de fidelidade a um rei e sim às Farc, a fornecedora principal de cocaína ao mercado brasileiro. Ninguém no Brasil ignora que os traficantes são um poder armado e que eles não vão ceder um milímetro desse poder se não forem obrigados a isso pela força, não por “programas sociais” que, na mais rósea das hipóteses, só servem para tornar a situação nas favelas materialmente mais tolerável para as pessoas honestas que ali vivem, sem libertá-las do jugo tirânico dos narcotraficantes. Para completar, o país inteiro sabe que muitas ONGs estão intimamente associadas ao esquema político esquerdista que apóia e protege as Farc. O aplauso das platéias brasileiras ao capitão Nascimento não reflete alienação, nem muito menos mentalidade fascista, mas o cansaço geral ante um discurso social hipócrita que, sob o pretexto de zelar pelos direitos humanos, faz do governo o padrinho dos delinqüentes e o carrasco da população. Esse cansaço, aliás, não expressa apenas um sentimento popular baseado em impressões vagas: ele reflete o conhecimento exato da situação, pois a violência criminal no Brasil começou a crescer sem limites justamente a partir da década de 80, quando as novas políticas adotadas pelo governo amarraram as mãos da polícia e deram rédea solta aos delinqüentes. O gráfico anexo número 1 – dados da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo -- mostra isso claramente. O capitão Nascimento pode impressionar os espectadores britânicos pela violência das suas ações, mas no Brasil não é isso o que o diferencia de outros policiais: ele é diferente porque não rouba, não aceita suborno e usa a violência para matar criminosos, não para extorquir dinheiro de cidadãos inocentes. Ele põe sua truculência a serviço do povo, não do gangsterismo corporativo ou da santa aliança entre esquerdistas e narcotraficantes. É isto – e não a violência em si -- o que o público brasileiro aplaude nele. Se o sr. Foley tivesse entrevistado um único espectador de Tropa de Elite , perceberia isso imediatamente. Mas para tanto seria preciso que ele se dispusesse a fazer algum esforço para compreender o povo que o hospeda, em vez de julgá-lo sumariamente desde o alto das virtudes humanitárias das quais se imagina portador.

“A violência no Brasil é um sintoma de um largo conjunto de problemas sociais” é o tipo da afirmação que não significa nada, com a ressalva de que o apelo às causas sociais remotas tem sido o mais constante pretexto para desestimular a ação policial contra o problema imediato, que é o fato de criminosos estarem vendendo drogas para as crianças nas escolas e matando a tiros cinqüenta mil brasileiros por ano.

Entre a pobreza e o crime, o vínculo não é direto nem logicamente necessário. O gráfico número 2, da mesma fonte, mostra que as áreas mais perigosas do Brasil são as mais prósperas, não as mais atrasadas. Ninguém sai por aí matando pessoas ou vendendo drogas simplesmente porque é pobre. Uma coisa não produz a outra sem a interferência de um terceiro elemento, este sim decisivo, tão decisivo que pode produzir o crime sem o auxílio da pobreza. Esse elemento chama-se ação humana , entendendo-se por este termo sobretudo a ação deliberada e organizada dos indivíduos e grupos que têm meios de influenciar a vida social como um conjunto, isto é, os intelectuais e os políticos. O primeiro desses grupos, como já venho demonstrando desde 1994 (v. Bandidos & Letrados), ocupa-se, há décadas, em disseminar nas classes letradas o ódio à polícia e a simpatia cúmplice para com os bandidos. No Brasil não existe literatura policial como nos EUA, na Inglaterra ou na França. Existe, sim, literatura de apologia do crime. A ela dedicam-se os melhores escritores do país e a multidão de seus imitadores medíocres. Durante muito tempo, esse estado de espírito vigorou apenas no restrito grêmio dos intelectuais esquerdistas, que se queixavam, com razão, de estar isolados da massa popular. A partir dos anos 70- 80, a TV e o cinema passaram a servir de megafone para esse grupo, fazendo com que seus cacoetes mentais se disseminassem pela população em geral e acabassem se traduzindo em políticas públicas que ofereciam todas as facilidades para os delinqüentes, praticamente convidando os policiais a transformar-se em servidores do narcotráfico em vez de arriscar a vida num trabalho perigoso que só lhes rendia o ódio organizado dos bem-pensantes.

A ação política inspirada nesses contravalores foi inaugurada no Estado do Rio de Janeiro pelo governador Leonel Brizola, um velho amigo e colaborador de Fidel Castro. Brizola foi eleito com o apoio financeiro dos chefes do jogo ilegal, e depois os recompensou generosamente bloqueando qualquer ação policial nas favelas justamente a partir do momento em que eles entravam em peso no mercado das drogas. Naquela época, o Brasil ainda era um país ordeiro, no qual a violência carioca formava um contraste chocante. À medida que os similares de Brizola foram tomando o poder em vários estados do país e chegaram por fim a dominar o governo federal, aquilo que era um fenômeno local carioca espalhou-se pelo território nacional inteiro, sempre sob a proteção dos políticos esquerdistas e de uma legião de ONGs sustentadas por verbas públicas.

A reação do sr. Foley ao filme de José Padilha é tão extravagante e despropositada que, não vendo motivos racionais que a justifiquem, sai em busca de outras hipóteses. Não tive de procurar muito. Num artigo publicado dois dias depois no mesmo jornal, sob o título “Viva Lula”, o correspondente do Guardian revela seu entusiasmo pela pessoa do presidente brasileiro, um entusiasmo tão cego e fanático que o leva a negar peremptoriamente os fatos mais óbvios e bem provados:

“ Veja , a bíblia da classe média brasileira, tem derramado um fluxo constante de bile e invectivas sobre o governo Lula. Este é repetidamente, e espuriamente, associado a Castro, a Chhávez e aos guerrilheiros das Farc, e acusado de tentar subverter o Estado brasileiro.”

Ora, quem associa Lula às Farc e ao eixo Castro-Chavez não é Veja : são as atas que ele mesmo assinou como fundador e – por doze anos – presidente do Foro de São Paulo, o comando estratégico do movimento comunista na América Latina; e é também a palavra dele próprio, como se vê não apenas em um, mas em dois discursos que ele pronunciou já como presidente da República, nos quais confessa meticulosamente as atividades clandestinas que desenvolveu, com aqueles e com outros parceiros esquerdistas, no quadro do Foro de São Paulo (v. Digitais do Foro de São Paulo (C.T. - leia este também). Já escrevi tanto sobre isso, e já dei tantas provas documentais, que nem agüento mais falar do assunto. E se Veja decidiu finalmente romper seu longo silêncio – contrastando, nisso, com o restante da grande mídia brasileira --, foi porque o acúmulo de provas que forneci a seu colunista Reinaldo Azevedo, homem sério e aberto à verdade, acabou por despertar nos donos da publicação alguns resíduos de escrupulosidade jornalística.

Todos os assessores de Lula sabem que ele não é bom em guardar segredos. O homem fala demais e por isso tem de viver cercado de amortecedores incumbidos de camuflar retroativamente o sentido de suas palavras. Que seus ajudantes diretos se ocupem desse serviço sujo, é deprimente mas é natural. O que singulariza o caso brasileiro é que toda a grande mídia, até mesmo a “de oposição”, consentiu voluntariamente em colaborar no mesmo empreendimento: não contente em ocultar por dezesseis anos a existência da mais poderosa organização política e revolucionária que já existiu na América Latina, encobriu até a confissão saída da própria boca do fundador e comandante da entidade. Autoconstituídos em serviço proteção à imagem presidencial, os maiores jornais e canais de TV do Brasil se tornaram ainda mais lulistas do que o próprio Lula.

O fenômeno, em si, já era espantoso. Nada de semelhante se observou jamais na história da mídia mundial. Com a entrada em cena do sr. Foley, o maior engodo jornalístico de todos os tempos conquistou um merecido upgrade , subindo à escala internacional. Afinal, por que só os brasileiros teriam o direito de ser ludibrados?







Denúncia - Brasil vende armas ILEGALMENTE para a Venezuela

Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO
Quarta-feira, 5 de Março de 2008

No Site, a afirmação que Brasil teria negociado 31,5 toneladas em armas com a Venezuela. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, rechaçou a denúncia, ontem, de que o governo brasileiro enviou, clandestinamente, armamento para a Venezuela. A informação foi levada ontem (4) a plenário pelo líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), e dava conta de que o Brasil transportaria secretamente para a Venezuela, por meio de quatro vôos da empresa área TAM, 31,5 toneladas de armas de fogo. A denúncia do tucano se baseia em informações da organização internacional World-Check. A TAM também negou a denúncia.

ARMAS PARA A VENEZUELA - O AUTOR DA DENUNCIA ESTÁ NO BRASIL

Essa dica vem do Orkut. O autor original da notícia mais bombástica do ano está no Rio de Janeiro e ninguém vai ao menos dizer isso na mídia? Por que não aproveitam para falar com o autor da denúncia, e esclarecer de uma vez sobre o assunto?

Comentário do Cavaleiro do Templo: se LULA vendeu armas ilegalmente para a Venezuela, elas podem matar colombianos, o povo que mais sofre com as FARC pois estes amigos do LULA, FIDEL, EVO, CHÁVEZ e do "mais novo canalha", o equatoriano RAFAEL CORREA, associados no FORO DE SÃO PAULO. Eu não quero nem sonhar com esta possibilidade, de uma bala de armas brasileiras ilegais sequer acertar o dedo de um colombiano. Está ouvindo seu LULA?

Os artigos 142 contra os “171”

Do blog ALERTA TOTAL
Por Jorge Serrão, Domingo, 17 de setembro 17 de 2006

A defesa da Pátria é um dever supra-constitucional. Eis o papel das nossas Forças Armadas. Mas alguns militares fingem ignorar isto. O Exército, a Marinha e a Força Aérea servem para garantir a defesa da Pátria contra qualquer ação (interna ou externa) que submeta risco à Soberania Nacional. A regra é clara. A Doutrina também. A defesa é a ação efetiva para se obter ou manter o grau de segurança desejado. A segurança é a condição em que o Estado, a sociedade e os indivíduos não se sentem expostos a riscos ou ameaças objetivas.

Qualquer militar aprendeu na escola que a Política de Defesa Nacional trabalha com dois conceitos básicos. A Segurança é a condição que permite ao País a preservação da soberania e da integridade territorial, a realização dos seus interesses nacionais, livre de pressões e ameaças de qualquer natureza, e a garantia aos cidadãos do exercício dos direitos e deveres constitucionais. A Defesa Nacional é o conjunto de medidas e ações do Estado, com ênfase na expressão militar, para a defesa do território, da soberania e dos interesses nacionais contra ameaças preponderantemente externas, potenciais ou manifestas.

A doutrina também vale para ameaças internas, principalmente se elas forem oriundas de forças externas. Com base na Constituição Federal e em prol da Defesa Nacional, as Forças Armadas poderão ser empregadas contra ameaças internas, visando à preservação do exercício da soberania do Estado e à indissolubilidade da unidade federativa. O artigo de nossa Lei Maior que define a destinação das Forças Armadas se subordina à sua Missão Institucional – e não o contrário, como preferem alguns comodistas intérpretes do Direito Constitucional.

O artigo 142 da Constituição Federal é cristalino e fácil de ser lido por quem não seja um “analfabeto político”: “As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”.

A existência do Brasil, como País independente e soberano, depende, diretamente, do cumprimento incondicional do dever de “defesa da pátria”. Tal obrigação não está sujeita a qualquer restrição imposta por quaisquer dos três poderes: o Executivo, o Legislativo e o Judiciário. Além disso, é uma obrigação supra-constitucional, pois a segurança da Lei Maior depende do estrito cumprimento dessa missão das Forças Armadas. Por isso, as Forças Armadas têm a obrigação constitucional de zelar pela “Segurança do Direito”, que é o verdadeiro conceito de Democracia.

As Forças Armadas são instituições nacionais permanentes. Expressam o Poder Nacional. Tal expressão militar do País se fundamenta na capacidade das Forças Armadas e no potencial dos recursos nacionais mobilizáveis. Por essa lógica, fica evidente que os militares não são um fim em si mesmos. Não podem e nem devem ser. Servem à Nação e à sociedade. A sociedade só pode se servir deles dentro dos limites da democracia, que é a segurança do direito. Exatamente neste ponto reside a questão crucial para o Brasil de hoje, que tem sua segurança, soberania e independência ameaçadas pelo governo do crime organizado - que rompe e corrompe as instituições, nos três poderes.

A Política de Defesa Nacional é fácil de ser compreendida e assimilada por quem ama o Brasil e quer ver o nosso povo feliz de verdade – sem ser escravizado. O Estado tem como pressupostos básicos o território, o povo, leis e governo próprios e independência nas relações externas. Ele detém o monopólio legítimo dos meios de coerção para fazer valer a lei e a ordem, estabelecidas democraticamente, provendo-lhes, também, a segurança.

As medidas que visam à segurança são de largo espectro. Além da defesa externa, envolvem a defesa civil, a segurança pública, as políticas econômicas, de saúde, educacionais, ambientais. Também envolve muitas outras áreas das quais não são tratadas por meio dos instrumentos político-militares. Cabe considerar que a segurança pode ser enfocada a partir do indivíduo, da sociedade e do Estado. Daí resultam definições com diferentes perspectivas.

Outro ponto importante é que a Constituição Federal de 1988 tem como um de seus princípios, nas relações internacionais, o repúdio ao terrorismo – que é uma ameaça externa contra várias nações, inclusive a nossa. O Brasil considera que o terrorismo internacional constitui risco à paz e à segurança mundiais. Condena enfaticamente suas ações e apóia as resoluções emanadas pela ONU, reconhecendo a necessidade de que as nações trabalhem em conjunto no sentido de prevenir e combater as ameaças terroristas. Conceitualmente, o terrorismo é o uso ilegal da força ou da violência contra pessoas ou propriedades, objetivando influenciar uma audiência e coagir um governo e a população de um Estado, em proveito de objetivos políticos, sociais, religiosos ou ideológicos.

Por esse motivo, no caso de ocorrer agressão ao País, no formato terrorista, a vertente reativa da defesa empregará todo o poder nacional, com ênfase na expressão militar, exercendo o direito de legítima defesa previsto na Carta da ONU. Nada custa lembrar, toda hora, que isso vale para as agressões internas de todo tipo, motivadas por interesses externos. Tudo bem objetivo, e não subjetivo. Não vale apenas para terrorismos, do ponto de vista formal. Mas para outros tipos de agressões mais sutis, impostas por um controlador externo.

A Doutrina é clara. A interpretação constitucional também. A Defesa da Pátria não pode se subordinar à vontade política - de indivíduos, autoridades ou partidos – e nem aos interesses econômicos – nacionais ou transnacionais. Na defesa da Pátria e dos Poderes Constitucionais, a “iniciativa” (prevista no Artigo 142 da CF) deve e pode ser dos comandantes das Forças Armadas, em cumprimento do dever de ofício. Agir de forma contrária significa incorrer em crime de responsabilidade ou até de prevaricação, dependendo do caso.

Novamente, a regra e a doutrina são claras. A convocação das Forças Armadas pelos Poderes Constitucionais é prevista, apenas, para a defesa da lei e da ordem. Tal missão é essencialmente policial. Neste caso, só se justifica a convocação das Forças Armadas para que não ocorra a sobreposição de atribuições, ou eventuais desvios de função. Além disso, tal dispositivo constitucional teve o objetivo de impedir que a União usasse as forças armadas para interferir em assuntos estaduais e municipais – o que feriria o pacto federativo e comprometeria o equilíbrio entre os poderes, além de agredir o próprio Estado democrático de Direito (tão desrespeitado em nosso Brasil).

Mas é bom ficar legalmente claro para os comandantes militares a sua autonomia e liberdade de atuação institucional, quando se trata da defesa da Pátria. Eles não dependem de “convocação”. Têm de atuar por obrigação. Embora seja dever de todos os cidadãos brasileiros, a defesa da soberania nacional é um papel a ser cumprido, prioritariamente (mas não só) pelos comandantes militares.

O motivo é simples. Eles detêm o poder de polícia judiciária militar, nos crimes de sua competência exclusiva. Por isso, na hora de decidir se agem ou não na defesa da pátria e da soberania, os comandantes militares não precisam ficar com a dúvida. Quando tiverem a obrigação de cumprir o que define a Constituição, não correm risco de serem acusados de “golpistas” – como é o temor geral pós-64, que apavora as legiões. O servidor público militar que tiver medo de cumprir a Lei Maior deve mudar de profissão ou passar para o lado do crime organizado, cuja lei é a barbárie. Não serve para “servir” às Forças Armadas.

A técnica jurídica da redação do artigo 142 da Constituição Federal hierarquiza a destinação das Forças Armadas, priorizando a “defesa da Pátria”. A ordem é bem objetiva. Primeiro, as Forças Armadas se destinam à defesa da pátria (que é a nossa soberania). Segundo, as Forças Armadas se destinam à defesa dos Poderes Constitucionais. Terceiro, as Forças Armadas se destinam à defesa da lei e da ordem, por iniciativa (apenas neste caso) de qualquer dos poderes constitucionais. E PT saudações. Sem trocadilho, para não magoar alguns inimigos históricos das Forças Armadas.

A hierarquia constitucionalmente prevista tem uma razão objetiva de existir. De nada adianta a garantia dos poderes constitucionais se a pátria estiver indefesa ou ameaçada, interna ou externamente. Da mesma forma, a defesa da lei e da ordem é impossível sem a garantia prévia dos Poderes Constitucionais. Por isso, a interpretação objetiva (e não subjetiva) do artigo 142 da Constituição deixa bem clara que, em caso de defesa da soberania nacional, o dever prioritário é dos comandantes militares, sem a necessidade de licença, ordem ou convocação de ninguém. Ninguém mesmo. Nem do Comandante em Chefe, seja ele quem for.

Além do artigo 142 da Constituição Federal, os militares devem observar um outro artigo 142 (também em vigor e para ser obedecido). Trata-se do Artigo 142 do Código Penal Militar – que não vale apenas para os militares, mas para quem “tentar” cometer três crimes. I – Submeter o território nacional, ou parte dele, à soberania de país estrangeiro; II – Desmembrar, por meio de movimento armado ou tumultos planejados, o território nacional, desde que o fato atente contra a segurança externa do Brasil ou a sua soberania; e III – internacionalizar, por qualquer meio, região ou parte do território nacional.

A pena prevista é de reclusão, de quinze a trinta anos, para os cabeças; de dez a vinte anos, para os demais agentes infratores. E um detalhe importante: no Código Penal Militar não existe o regime de progressão de pena. Quem for condenado tem de cumprir a integralmente a pena prevista. Deveria servir de lição para os exploradores e traidores da pátria, eventualmente nos poderes da República, que sempre agem certos da impunidade, pois jamais convocariam as Forças Armadas para agir contra si mesmos.

Por isso, amparados na Constituição Federal, os comandantes militares de área têm toda competência legal e objetiva para instaurar o inquérito policial militar contra aqueles que atentarem contra a defesa da pátria e a soberania nacional. Vale repetir a determinação legal, para que sejam evitados casos criminosos de omissão. Os comandantes militares não ficam sujeitos a “convocações” ou “autorizações” para cumprir o seu dever legal. A tese já foi exposta oficialmente, aos Comandantes Militares e ao Ministro da Defesa, em carta enviada no dia 2 de janeiro de 2006, pelo advogado Antônio José Ribas Paiva, presidente do grupo de estudos estratégicos União Nacionalista Democrática. O texto é motivo de constantes debates nas reuniões fechadas do Alto Comando do Exército.

Os militares não precisam ter medo de cumprir a Lei Maior. Sua ação legal, em defesa da Pátria e da soberania nacional, estará respaldada pela Constituição. Ninguém precisa ter medo de ser taxado de “golpista”. Até porque “golpe” é o ato praticado pela banda podre da classe política, que determinou os destinos do Brasil nos últimos 20 anos, mantendo a nação criminosa e artificialmente na miséria. Golpistas de verdade são aqueles que permitem o desvio de nossas riquezas nacionais, atuando como agentes conscientes e cumprindo as ordens dos controladores externos da economia brasileira.

Tais bandidos, verdadeiros “171” da vida nacional, bem que mereciam cada um dos 15 a 30 anos previstos no artigo 142 do Código Penal Militar. Para acabar com o governo do crime organizado - que desorganiza a vida nacional -, basta que a sociedade brasileira perca o preconceito ou o medo de ver o artigo 142 da Constituição ser aplicado democraticamente, em nome da Segurança do Direito. Os brasileiros precisam de autodeterminação e soberania. As Forças Armadas podem e devem dar “uma força” nesta direção, cumprindo sua missão claramente estabelecida na Constituição.

No Brasil, da mesma forma como não existe espaço para “quarteladas”, também não há mais condições para omissões. O momento é de ação contra os verdadeiros inimigos externos – cujos agentes conscientes e inconscientes agem aqui dentro, para explorar nossas riquezas e roubar o nosso povo. Tais bandidos, e os “171” que os servem, são os inimigos reais do Brasil e adversários diretos de quem tem o dever de garantir a defesa da nossa Pátria e a nossa soberania.

“A democracia brasileira (pós-64), equivocadamente, cassou a palavra dos militares que têm conhecimentos especializados para contribuir para grandes soluções nacionais”. A frase é do pesquisador Eliezer Rizzo de Oliveira. Atualmente, o especialista em assuntos militares coordena um importante e oportuno curso de extensão em “Segurança e Defesa Nacional”, no Memorial da América Latina, em São Paulo. O curso, que começou dia 11 de setembro e vai até 11 de dezembro, conta com grande presença de jovens estudantes – uma prova de que nada está perdido no Brasil, como os mais pessimistas fazem parecer.

Mas os militares precisam lembrar que, atualmente, o mundo convive em meio a uma guerra de quinta geração. Trata-se da chamada Guerra Assimétrica, onde vale tudo. É uma guerra de desgaste, sem frentes nem retaguarda, flexível, e que pode expressar a sua violência através de guerrilha, de terrorismo, do crime organizado. Depende muito da imaginação e da força de vontade do adversário. É uma guerra sem campanhas, sem bases, sem uniformes, sem santuários, sem pontos de apoio, sem respeito pelos limites territoriais sem uma estratégia e sem uma táctica definida, de objetivos fluidos.

As “virtudes” da guerra assimétrica estão na inovação, na surpresa e na imprevisibilidade, empregando por vezes o terror (limpeza étnica, massacre, rapto), onde o estatuto de neutralidade e a distinção civil/militar desaparecem. A população, tal como nas guerras subversivas, desempenha um papel fundamental. O cidadão é o apoio de retaguarda logístico, em informações, e, ao mesmo tempo, fonte de recrutamento. Por outro lado, também é o alvo principal. Nestas guerras há uma desvinculação do estatal, já não há a associação aos interesses nacionais, mas sim às pessoas que surgem como as maiores vítimas. O fenômeno é bem estudado pelos portugueses Francisco Proença Garcia e Maria Francisca Saraiva, do Visor Militar do Triplov.com, pelo brasileiro Olavo de Carvalho, além dos professores e estagiários da Adesg em São Paulo.

A guerra assimétrica não tem limites éticos e explora tudo como arma. Um de seus princípios é o de que é melhor controlar do que matar. Valem quaisquer compromissos morais, jurídicos e sociais que amarram as mãos do adversário. Tal batalha, desigual, emprega novas tecnologias e informações para cyberwar e vírus, a fim de neutralizar ou desgastar as forças políticas, econômicas, sociais, bem como afetar a informação militar e sua infra-estrutura de comando e controle. Em suma, entender e empregar o princípio da assimetria corretamente permite explorar os pontos fracos do inimigo. É o que precisam fazer nossos militares hoje.

A sociedade precisa reagir. Os militares têm tudo para agir, dentro da Constituição, para não serem apanhados de surpresa na guerra assimétrica. Por isso, na guerra dos artigos 142 contra os “171” só sairá vencedor o cidadão brasileiro que não fizer parte do governo crime organizado - definido tecnicamente como “a sinistra associação objetiva de criminosos formais de toda a espécie com membros dos poderes estatais, para a prática de ações delituosas, utilizando a corrupção sobre as instituições republicanas como o principal meio para atingir seus fins”.

Itamaraty e Forças Armadas são omissas sobre denúncias de invasão de áreas do Brasil pela Venezuela

D0 blog ALERTA TOTAL
Por Jorge Serrão, terça-feira, 04 de março de 2008

"A violação do território de outro país deve ser condenada". Este princípio aplicado pelo ministro das Relações Exteriores Celso Amorim ao conflito (Equador-Colômbia) só não vale quando o Brasil é a vítima de uma invasão sistemática de seu território pela Venezuela. Os índios Yanomami denunciaram oficialmente – e ninguém tomou providência no Itamaraty ou nas Forças Armadas – que, no dia 8 de agosto do ano passado, tropas venezuelanas, em um helicóptero, invadiram a região do Xitei, extremo oeste da Terra Indígena Yanomami (TIY) em Roraima. A invasão aconteceu próxima à região do Surucucu, onde o exército brasileiro tem tropas aquarteladas.

A Hutukara Associação Yanomami (HAY) elaborou e enviou um documento às autoridades competentes denunciando a invasão. A HAY assinala que uma expedição de investigação organizada pelo Exército Brasileiro e assessorada pela CCPY confirmou posteriormente as preocupações dos Yanomami quanto à freqüência das incursões intempestivas dos militares venezuelanos em território brasileiro. Os yanomami denunciam que a recente invasão não é acontecimento isolado. Em 2003 foram denunciadas várias entradas não-autorizadas de militares venezuelanos na TIY. O documento foi assinado por Dário Vitório Kopenawa Yanomami, Tesoureiro da Hutukara Associação Yanomami

“Em determinado momento, soldados venezuelanos chegaram a pernoitar na comunidade yanomami do Poimopë, no alto rio Mucajaí, onde intimidaram uma funcionária da organização Urihi Saúde Yanomami (ex-conveniada da Funasa) que atuava então no atendimento de saúde na região. No mesmo período, outro grupo ocupou uma pista de pouso de garimpo clandestino no alto rio Catrimani, igualmente em território brasileiro, onde torturou garimpeiros e saqueou seus pertences. Uma expedição de investigação organizada pelo Exército Brasileiro e assessorada pela CCPY confirmou posteriormente as preocupações dos Yanomami quanto à freqüência das incursões intempestivas dos militares venezuelanos em território brasileiro”. (ver Boletim 41).

A retórica do Itamaraty só se aplica ao problemas dos outros – mas não ao nosso, brasileiro. “O Brasil condena qualquer violação territorial, a situação é grave”. O ministro das Relações exteriores brasileiros fez este comentário ontem. Acontece que a reclamação de Celso Amorim não foi para condenar o sistemático caso de invasão do território brasileiro por tropas da Venezuela (como no caso da entrada ilegal na área Yanomani, em setembro de 2007). Ontem, o desgoverno brasileiro condenou publicamente a Colômbia pelo ataque às Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) em território equatoriano.

Crime contra o Brasil

Pela atual diplomacia de resultados do Itamaraty, órgão hoje aparelhado pela ideologia do Foro de São Paulo e pelas conveniências do desgoverno petista, o Brasil pode ser invadido pela Venezuela, pelas tropas das Farc e etc que nada será feito para reprimir os abusos contra a integridade do território nacional.

Mais grave que a posição do Itamaraty é a omissão pública das Forças Armadas brasileiras em relação a incidentes como o Yanomami.

Tal omissão só demonstra o descumprimento dos artigos 142: da Constituição e do Código Penal Militar.

Entenda por que relendo: Os artigos 142 contra os “171”, publicado no distante 17 de setembro de 2006 neste Alerta Total.

Carta em português

Confira a carta de Dário Vitório Kopenawa Yanomami, Tesoureiro da Hutukara Associação Yanomami, traduzida do Yanomani para o português por Bruce Albert e Luis Fernando Pereira:

Sim, é dirigido a vocês, grandes homens, que nós Yanomami, membros da Hutukara Associação Yanomami, fizemos este documento. No dia 08/08/2007 durante nossa reunião na região do Xitei vimos um helicóptero do exército venezuelano (sobrevoando), havia também não-indígenas (vendo isso conosco). Ao pousarmos na pista do Xitei, na floresta brasileira, lá estava o helicóptero da Venezuela vindo em nossa direção, todos nós o vimos. Havia representantes da Diocese, Ministério Público Federal, o chefe do Distrito Sanitário Especial Yanomami e Ye´kuana, o membro da Hutukara Associação Yanomami. Foi assim que nós vimos o helicóptero da Venezuela. Nós Yanomami ficamos muito preocupados, por isso fizemos este documento. Na região do Surucucu se encontra o Exército Brasileiro mas ele não falou ainda, o que é não é bom. Em Auaris há também o Exército Brasileiro mas ele não ficou realmente com os olhos atentos a isso. Os venezuelanos tal vez estão procurando por ouro no Brasil, é o que nós Yanomami pensamos. O pessoal (Yanomami) de Xitei vive na terra do Brasil. Como o Exército Brasileiro realmente pensa sobre este assunto? Quando os habitantes da Venezuela entram no Brasil vocês do Exército Brasileiro não falam nada? Vocês estão presente na terra-floresta yanomami, mas por que não mostram sua valentia? Por esses motivos, nós Yanomami estamos muito preocupados, pelo fato do Exército não falar nada.

Assim foram nossas palavras.

Atenciosamente.
Dário Vitório Kopenawa Yanomami,Tesoureiro da Hutukara Associação Yanomami- HAY

LULA SE REÚNE AMANHÃ COM PRESIDENTE DO EQUADOR

Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO
Terça-feira, 4 de Março de 2008

Em sua primeira manifestação após a crise entre países da América do Sul, o presidente Lula afirmou nesta terça-feira que a Colômbia violou a soberania territorial do Equador e que o presidente equatoriano merece um pedido de desculpas.

Lula disse que Correa não aceitou o pedido de desculpas do presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, porque era "cheio de explicações". "Ele queria um pedido de desculpas mais direto. E também um compromisso que a Colômbia não repetirá esse fato." "Do ponto de vista prático, a Colômbia poderia ter pedido que Equador fizesse a prisão dos membros das Farc lá. (Reuters) - Por Carmen Munari

COMENTÁRIO:

Olha a conversa do beócio: “Correa não aceitou o pedido de desculpas de Uribe, porque era “cheio de explicações”. Por que no te calas, Lula?! Que vergonha! Que falta de argumento para apoiar o imponderável, não é?

Lula menospreza a inteligência dos outros, acha que o mundo inteiro é burro. Se tivessem avisado o presidente do Equador sobre incursão do exército colombiano, logicamente que o Correa teria dado um jeito de proteger os criminosos. Afinal, ele tem coragem de entregar até mesmo os próprios policiais equatorianos que não facilitam a vida para os guerrilheiros.

O fato é que os planos do Foro de São Paulo (a entidade mafiosa da qual o seu Lula é um dos fundadores), podem vir à tona, já que o PC do criminoso Reys está mãos das autoridades Colombianas. É impressionante como os apoiadores do crime se acobertam.

A visita do protetor de terrorista - o Correa - amanhã, no Brasil, certamente tem a ver com algum plano para tentar acobertar a súcia, cujo traseiro começa a ficar descoberto. Por Gaúcho/Gabriela

Comentário do Cavaleiro do Templo: que tal uma manifestação no aeroporto quando chegar o "mais novo canalha latino", o equatoriano, se este encontro entre os canalhas for no Brasil???

Colômbia denuncia presidentes na OEA

Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO
Terça-feira, 04 de Março de 2008

PRESIDENTES DA VENEZUELA E DO EQUADOR NEGOCIAM COM TERRORISTAS

O Embaixador da Colômbia na OEA está apresentando, agora (C.T. - dia 04 de março de 2008), a alegação de seu país reiterando a denúncia contra os Governos do Equador e da Venezuela. A Colômbia colocou os computadores de Raúl Reyes à disposição da OEA para sua verificação.

Denunciam que o tráfico de pessoas, armas e drogas acontece com a colaboração dos Governos do Equador e Venezuela. A Colômbia denuncia também a entrega de US $ 300 milhões, parte de Hugo Chávez às FARC, além de outras remessas de dinheiro. Também denunciam a existência de acampamentos das FARC no Equador, e centenas de quilos de cocaína que são traficadas usando o mesmo.

“Não resta dúvida de que os Governos do Equador e da Venezuela negociam com terroristas e narcotraficantes”.

O Embaixador afirmou que é lamentável que ainda se busque a condenar seu país pela morte de um terrorista, e que a Venezuela tenha lhe rendido honras. Notícia 24 Horas - Acompanhe ao vivo, direto da OEA - AQUI

terça-feira, 4 de março de 2008

Ação no Equador foi legítima auto-defesa, diz jornal

Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO
Terça-feira, 4 de Março de 2008

Um dos principais jornais dos Estados Unidos, o Wall Street Journal defende em editorial hoje a ação militar colombiana no Equador que resultou na morte de um dos principais líderes das Farc, o comandante Raul Reyes, e foi o pivô de uma grave crise diplomática entre a Colômbia e seus vizinhos Equador e Venezuela.

Segundo o jornal, "a ação chocou os terroristas (como o jornal se refere aos guerrilheiros das Farc (C.T. - e deviam chamar do que???) porque ocorreu no Equador. A guerrilha estava acostumada a operar dentro da Colômbia para depois escapar da perseguição dos militares colombianos no refúgio seguro do Equador e da Venezuela".

"Dessa vez os militares colombianos resolveram ir em frente, por razões legítimas de auto-defesa", diz o jornal.

"Duvidamos que os Estados Unidos teriam parado suas tropas na fronteira, se terroristas tivessem bombardeado alvos no Texas de algum ponto no México", diz a publicação. "Mas o que realmente deve ter irritado Chávez foi a captura do laptop de Reyes", diz o jornal americano. O laptop "mostra segredos de Chavez", chamado pelo jornal de "valentão colombiano".

Citando declarações do chefe de polícia da Colômbia, general Oscar Naranjo, o jornal diz que "o laptop mostrou que a Venezuela teria pago US$ 300 milhões às Farc em troca da recente libertação de seis reféns". Na Espanha, o El País afirma em editorial que "Chávez quer capitalizar a equivocada operação colombiana contra as Farc no Equador". "Mais uma vez o exagero veio do líder venezuelano, que insultou de modo chulo seu homólogo colombiano e usou linguagem bélica inadmissível em quem não é parte prejudicada. O afeto de Chávez pelas Farc - para quem pede status de Exército combatente - arrasa a decência mínima que se exige de um chefe de Estado", afirma o El País.

Na França, o jornal Le Monde diz que "pela primeira vez na história, a guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc, de extrema esquerda) foi ferida no coração".

O Le Monde ainda pergunta se, com a morte de Reyes, as Farc vão adotar uma linha dura, militarista, ou aceitar a negociação política.

"De imediato, ela (a morte de Reyes), não pode fazer nada, a não ser complicar a comunicação com as Farc. Será que Ingrid Betancourt (refém das Farc), que parece estar à beira da morte, e seus companheiros de infortúnio poderão suportar muito mais tempo nessa situação? (C.T. - e a culpa disto é de quem? De quem eles são reféns? Quem dá sustentação às FARC não é o FORO DE SÃO PAULO, ou seja, LULA, CHÁVEZ, EVO e o "novo canalha" do Equador? São reféns dos PRESIDENTES DE PAÍSES DA AMÉRICA LATINA, tirando o único HOMEM DIGNO desta p***a, o URIBE!!!)"

Colômbia denunciará Chávez por "patrocinar terrorismo"

Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO
Terça-feira, 4 de Março de 2008

O presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, denunciará o venezuelano Hugo Chávez junto ao Tribunal Penal Internacional por patrocinar o terrorismo, informou hoje a rádio Caracol. Essa é a primeira declaração que Uribe faz desde o início da crise diplomática com Equador e Venezuela desencadeada com a ação militar que culminou com a morte do líder das Farc Raúl Reyes no último sábado.

O presidente colombiano disse que a denuncia será apresentada assim que for comprovada a ligação de Chávez com as Farc através dos documentos encontrados nos computadores de Reyes.
A declaração de Uribe aconteceu na saída de um encontro entre o presidente e a ex-congressista Gloria Polanco, libertada recentemente pelas Farc. "Nós não precisamos de tapinhas no ombro para oferecer solidariedade, enquanto dão asilo aos carrascos da Colômbia", completou o presidente colombiano.

O anúncio de Uribe ocorre no momento em que as relações de seu país com a Venezuela e o Equador passam por uma intensa crise diplomática, após uma operação militar colombiana no sábado passado em território equatoriano, na qual morreu Raúl Reyes, "número dois" das Farc.

Uribe também afirmou que seus compatriotas estão "firmes contra o terrorismo e seus patrocinadores", para que Colômbia "se livre de uma vez por todas deste pesadelo do terrorismo e de seus patrocinadores".

O presidente colombiano ressaltou que precisam de "solidariedades ativas contra o terrorismo, como indica a Carta das Nações Unidas e todas as resoluções complementares".

Na segunda-feira, o Governo de Uribe disse que se dispunha pedir à Organização dos Estados Americanos (OEA) que investigasse uma suposta doação do governo da Venezuela às Farc de US$ 300 milhões, assim como um fornecimento de armas.

O diretor da polícia colombiana, general Oscar Naranjo, fez estas declarações ao informar sobre a descoberta de informações em um dos três computadores apreendidos de Raúl Reyes na operação. "De maneira patética, indubitável, indiscutível", disse Naranjo, foram encontradas no primeiro dos três computadores "relações vinculativas das Farc com diferentes governos, pelo menos com Equador e Venezuela, e com algumas personalidades públicas".

Segundo Naranjo, no mesmo computador, foi encontrado um documento que cita "Ivan Márquez", outro chefe guerrilheiro das Farc, que "fala de US$ 300 milhões com os quais o Governo venezuelano ajudaria as Farc".

Ainda na segunda-feira, o Equador decidiu romper relações diplomáticas com a Colômbia, enquanto a Venezuela expulsou todo o pessoal diplomático colombiano de Caracas, liderado pelo embaixador Fernando Marín. Com agências internacionais - Redação Terra

CARTA ABERTA AOS GOVERNANTES BRASILEIROS

Da minha amiga ESTER AZOUBEL

Senhor Presidente, Senhores Congressistas, Senhores Magistrados

Encontra-se, a América Latina, diante de um problema e uma decisão para tomada de direção em sua política externa.

Temos, de um lado, um governante sério, um dos poucos do Continente, o digno PRESIDENTE URIBE, dirigente da Colômbia. Está fazendo um trabalho belíssimo, com um governo democrático em defesa do povo, da tranqüilidade, numa luta sem trégua contra terroristas, assassinos, seqüestradores, traficantes de drogas, em suma, o que há de pior no lixo humano que infesta e infecta este planeta. É vergonhoso como o mundo civilizado tem-se dobrado ao crime organizado. Fica-se negociando a libertação de um ou dois dos quase mil inocentes seqüestrados, encarcerados em condições sub-humanas, morrendo aos poucos, como se devessem alguma homenagem aos bandidos que os mantém prisioneiros por interesses escusos e aviltantes.

O PRESIDENTE URIBE é o governante que todo país decente gostaria de ter. Ele está reconduzindo a Colômbia à condição de um país habitável, reduzindo o raio de ação das gangues terroristas que angustiam as pessoas de bem e denigrem a imagem de seu país no exterior.

URIBE acaba de realizar uma façanha notável e elogiável. Livrou o mundo de quase 20 bandidos perigosos. Fala-se que o fato aconteceu em terras do Equador, embora a Farc, a gangue à qual pertencia o bandido morto, afirme que foi em terras da Colômbia, informação corroborada por importante jornal cubano.

Vemos do outro lado, os governos de segunda, que apóiam o narcotráfico e se mantêm e se alimentam do crime organizado. O palhaço Hugo Chavez, que já se confessou usuário de cocaína e não sossega enquanto não jogar todo o continente em uma guerra fratricida para dar azo à sua loucura e seu desejo de aparecer como herói americano, reencarnação de Bolívar. Chavez está sendo acusado de fornecer às FARC uma imensa quantia em dinheiro e mais 50 kg de urânio.
Urânio para que? De onde? Terá sido roubado do Brasil (C.T. - ou dado de presente pelo LULA, amigo das FARC e fundador do FORO DE SÃO PAULO?)? Chavez deve satisfações à Colômbia por proteger e patrocinar os bandidos perigosos que têm ameaçado a paz do povo colombiano.

Tem, ainda, o Correa, Presidente do Equador, que afinal encontrou um motivo – uma suposta invasão da Colômbia ao seu território para fazer uma assepsia urgente e necessária, mas que contraria os seus interesses escusos – para espalhar seu tentáculos esquerdizóides e esquerdopatas pelo Continente. Este também deve desculpas ao povo da Colômbia por abrigar e esconder, em seu território, elementos de tal periculosidade.

Desta vez, o índio cocaleiro ficou de fora do affair. É que está muito ocupado, em seu país, tentando impor uma ditadura mambembe ao moldes de sua mente drogada.

Para onde estamos conduzindo nosso continente, senhores? Nossos governos estão caindo de joelhos diante do crime organizado e o império do tráfico de drogas e do terrorismo é respeitado e homenageado em todos os quadrantes desta pobre América Latina.

Por favor, acordem enquanto há o que salvar. Vamos apoiar o PRESIDENTE URIBE, que por enquanto, é um dos poucos que sabe o que faz.

Esperançosamente
Ester Azoubel

HUGO CHÁVEZ, A UM PASSO DO ABISMO

Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO


A imagem de Hugo Chávez rendendo homenagem ao guerrilheiro Raúl Reyes, com um minuto de silêncio, diante das câmeras de televisão, ilustra perfeitamente o grau de perversão e descolamento da realidade com que tem conduzido sua ação política, convertendo uma operação anti-terrorista em uma gravíssima crise que parece a ante-sala de uma guerra que não deveria ter lugar jamais.

Hugo Chávez tem vínculos mais profundos e emotivos com o grupo terrorista do que com o Governo legítimo da Colômbia, com quem eliminou toda comunicação e praticamente rompeu as relações diplomáticas, enquanto ofereceu à narcoguerrilha das FARC, a consideração de força beligerante.

Chávez tem atuando também, conforme tudo indica, como o instigador da extemporânea reação do presidente equatoriano, Rafael Correa, que passou de uma atitude razoável, quando foi informado sobre a operação militar em seu território, a repetir os mesmos insultos que lançava o venezuelano, contra o presidente Uribe.

Na realidade, o Governo equatoriano tem muito mais explicações a dar para Bogotá, pois, se por um lado, é verdade que as tropas colombianas atravessaram a fronteira, foi porque os terroristas se abrigavam em território equatoriano, e pelo que está demonstrado nos documentos apreendidos no PC de Reys, se escondiam com a escandalosa complacência do presidente Correa.

Ao ordenar publicamente o envio de forças militares à fronteira com a Colômbia, aguçando irresponsavelmente os sentimentos belicistas entre seus seguidores, Hugo Chávez se comporta com um dirigente desequilibrado. Os argumentos que esgrime para justificar esta escalada militar não têm precedentes na historia recente, e não podem, portanto, explicar que ele pretenda arrastar para a guerra inútil e sem sentido, os 3 países –ou quatro, se o nicaragüense Daniel Ortega seguir obedecendo as instruções de Caracas, como faz Rafael Correa. Se havia alguma dúvida, agora sabemos o porquê das armas que Chávez vem comprando e acumulando nos últimos anos.

Afortunadamente, as autoridades colombianas estão mantendo, por agora, a calma, e se abstiveram de mandar tropas para a fronteira ou de fazerem qualquer gesto que contribua para agravar ainda mais a situação.

Chávez não ignora que, depois de sua derrota no referendo, seu regime começou a ruir, e que o descontentamento dos venezuelanos cresce a cada dia. Invocar o inimigo exterior é uma artimanha à qual outros caudilhos e ditadores já recorreram, no passado, porém, raramente funcionou. Abc.es

Reinaldo Azevedo - Especial: Colômbia X Foro de São Paulo

Do portal MOVIMENTO ENDIREITAR
Escrito por Reinaldo Azevedo em 04 de março de 2008
Sequência de reportagens de Reinaldo Azevedo sobre o caso Colômbia X Foro de São Paulo.
Fonte: http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/

Os terroristas e a caricatura. Ah, sim: O governo do Equador vinha colaborando com os terroristas

As Farc são parte da Internacional do Terror que opera hoje na América Latina. Ela junta duas drogas: o “socialismo”, de que são entusiastas os presidentes Hugo Chávez (Venezuela), Rafael Corrêa (Equador) e Evo Morales (Bolívia) (C.T. - ei Reinaldo, não esqueça do LULA/PT), e a cocaína dos narcoterroristas. Toda essa gente está submetida a uma orientação política, que lhe é dada pelo Foro de São Paulo, fundado por Lula e Fidel Castro, integrado por movimentos e partidos de esquerda do continente. Ali têm assento, vejam vocês, tanto as Farc de Raúl Reyes, o pançudo morto, como o PT. Sim, o PT. O silêncio cúmplice de parte da imprensa brasileira é uma vergonha que grita.

A loucura da canalha narcocomunista acaba de produzir mais um capítulo. Na operação das forças colombianas que resultou na morte de Reyes, foram apreendidos três computadores que deixam clara a colaboração entre as Farc e o governo equatoriano. É isto mesmo que vocês leram: Rafael Correa, que se faz agora de agravado, colaborava com os narcoterroristas. O principal contato é Gustavo Larrea, ministro do Interior do Equador. Num dos documentos, fala-se da disposição do governo do país de ajudar efetivamente os bandidos na área de fronteira ocupada pela guerrilha; em outro, o próprio Reyes informa que "Larrea, em nome do presidente Correa, tem interesse em oficializar suas relações com as Farc”.

O governo do Equador, ora, ora, nega tais relações. É mesmo? Correa foi à TV, chamou o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, de "mentiroso" e acusou a violação de território. Deslocou soldados para a fronteira e classificou a ação de ato de guerra. É mesmo? Não seria também um “ato de guerra” abrigar terroristas que atacam o vizinho? O aspecto mais patético da fala do delinqüente equatoriano é a afirmação de que os terroristas mortos estavam de pijama. Como se vê, a tranqüilidade era tal, não é?, que eles podiam se despir daqueles uniformes de camuflagem para vestir, sei lá eu, ceroulas de bolinhas. A idéia de que o pançudo, seqüestrador e assassino morreu vestindo uma ceroula de bolinhas deve alimentar o nosso senso de justiça contra esses homicidas.

O cerco de que o presidente Uribe é vítima é de uma canalhice formidável. Recomendam-lhe prudência. Mais: é tratado com visível má vontade, como se demonstrasse intransigência ao não ceder às chantagens do terror. Tem de suportar as censuras de “estadistas” como o também “forista” Daniel Ortega, aquele das orelhas grandes e idéias curtas. “As orelhas do outro agora são uma categoria política, Reinaldo?” Não! São uma caricatura, assim como a ceroula e bolinhas do pançudo ou os arroubos do Beiçola de Caracas.

Deus do céu! Estamos num teatro de horrores. Forças comprovadamente terroristas são tratadas por governos latino-americanos e por pelo menos um europeu — o da França — como um grupo com o qual se pode dialogar e negociar.

Uribe fez bem. Ao abrigar terroristas, fornecer-lhes apoio e manter com eles um “entendimento”, quem declarou guerra à Colômbia foi o Equador. É isto mesmo: é para buscar os facínoras onde eles estiverem. Com suas ceroulas de bolinhas.

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Até quando se vai silenciar sobre a Internacional do Terror na América Latina? Leiam o que dizia o terrorista pançudo

Como noticiei no começo desta madrugada, o governo colombiano tem evidências de que a corja bolivariana de Rafael Correa, presidente do Equador, negocia com as Farc. Sim, o continente continuará a ignorar o óbvio e o que está aos olhos de toda gente: os movimentos de esquerda da América Latina — no caso da Colômbia, misturados ao narcoterrorismo — têm uma central para definir suas estratégias: o Foro de São Paulo.

As esquerdas, como sempre, conseguiram submeter a verdade ao ridículo, transformando-a numa espécie de delírio conspiratório. “Ah, quem fala do Foro no Brasil?” E logo respondem: “Ah, o Olavo de Carvalho, o Reinaldo, esses malucos”.

É mesmo? Lula já discursou no Foro e saudou os governos alinhados com seus princípios. O vídeo feito para o 3º Congresso do PT no ano passado mostra os países caindo sob o domínio do foro, uma espécie de Teoria do Dominó. Em 2003, o narcoterrorista morto pelas forças democráticas da Colômbia concedeu uma entrevista a Fabiano Maisonnave, da Folha. Leia trecho. Volto depois:

(...)
Folha - Vocês têm buscado contato com o governo Lula?
Reyes - Estamos tentando estabelecer -ou restabelecer- as mesmas relações que tínhamos antes, quando ele era apenas o candidato do PT à Presidência.

Folha - O sr. conheceu Lula?
Reyes - Sim, não me recordo exatamente em que ano, foi em San Salvador, em um dos Foros de São Paulo.

Folha - Houve uma conversa?
Reyes - Sim, ficamos encarregados de presidir o encontro. Desde então, nos encontramos em locais diferentes e mantivemos contato até recentemente. Quando ele se tornou presidente, não pudemos mais falar com ele.

Folha - Qual foi a última vez que o sr. falou com ele?
Reyes - Não me lembro exatamente. Faz uns três anos.

Folha - Fora do governo, quais são os contatos das Farc no Brasil?
Reyes - As Farc têm contatos não apenas no Brasil com distintas forças políticas e governos, partidos e movimentos sociais. Na época do presidente [Fernando Henrique] Cardoso, tínhamos uma delegação no Brasil.

Folha - O sr. pode nomear as mais importantes?
Reyes - Bem, o PT, e, claro, dentro do PT há uma quantidade de forças; os sem-terra, os sem-teto, os estudantes, sindicalistas, intelectuais, sacerdotes, historiadores, jornalistas...

Folha - Quais intelectuais?
Reyes - [O sociólogo] Emir Sader, frei Betto [assessor especial de Lula] e muitos outros.
(...)
Folha - Qual é a relação entre as Farc e os traficantes que compram droga dos camponeses?
Reyes - As Farc cobram imposto desses comerciantes, que compram dos camponeses. Não apenas dos que vendem coca, mas também dos que produzem grandes quantidades de soja, arroz, milho. Não se cobra dos camponeses, mas dos comerciantes.
(...)
Íntegra da entrevista aqui

Voltei

Como? Não me digam que os humanistas Frei Betto e Emir Sader eram amigos da canalha terrorista!!! Estou tão surpreso! O dito “religioso” não quer apenas o bem da humanidade segundo os princípios cristãos? O que ele faz falando com gente que seqüestra, tortura e mata? E os Emirados Sáderes? O nascoterror virou um atalho para o socialismo?

Chegou a hora de expor às claras essa coordenação continental entre as esquerdas da América Latina, que, vejam só!, podem ir do mercadismo, como a brasileira, ao terrorismo, como as Farc. Um mesmo ente as reúne. É por isso que o presidente Álvaro Uribe, que preside o país que é a verdadeira vítima desse processo, está sendo levado a se explicar. Por quê? Será porque caçou um terrorista que passava seus dias, a exemplo de seus companheiros, planejando seqüestros e assassinatos?

Vejam a posição do Itamaraty: é, para dizer pouco, pusilânime. E, por pusilânime, é, então, favorável ao terror. O governo brasileiro não disse, até agora, o óbvio: as Farc são um grupo terrorista. E não disse, entre outras razões, porque o partido do presidente divide com a organização a mesa do Foro de São Paulo. Mais do que isso: Lula é o pai da criança, junto com Fidel Castro. A mãe é a impostura esquerdopata (C.T. - e porque se o Governo Federal reconhecer qualquer um do FORO DE SÃO PAULO como grupo fora-da-lei o PT está, AUTOMATICAMENTE, extinto pois nossa Constituição Federal assim determina quando partidos políticos mantém relações com grupos fora-da-lei, Reinaldo).

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O governo brasileiro já tem uma posição: de joelhos para o terror

Cantei a bola, não foi?

A reação do ministro Celso Amorim, que traz a posição oficial do governo brasileiro — e a posição oficial do governo brasileiro é de joelhos para o terrorismo — é qual? Censura à Colômbia. Isto mesmo: o Equador abriga terroristas; há evidências de que um acordo estava em curso, mas Amorim quer falar da invasão de fronteira.

Um governo que dá guarida a terroristas reconhece fronteiras? Dizer o quê? O Itamaraty, nesse caso, repete aquela que tem sido a sua política constante: apoio a delinqüentes.

Segundo Amorim, o tema principal a ser debatido pela OEA não é a proteção ao terror garantida pelo Equador ou a ameaça de guerra de Chávez. Não, não. O tema principal é a invasão da fronteira equatoriana. Ele também disse que o Brasil quer uma solução para a crise. Não se disse uma miserável palavra de censura às Farc. Nada!

Rafael Correa abriga terroristas, mas Amorim quer que a Colômbia peça desculpas sem condicionantes.

Querem saber de uma coisa? O comportamento do governo brasileiro consegue ser mais asqueroso do que o do Beiçola de Caracas.

A diplomacia brasileira nunca desceu tão baixo.

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Envie seu protesto ao Itamaraty e ao Senado contra a o apoio covarde do governo brasileiro às Farc e aos filoterroristas Chávez e Correa

Em linguagem respeitosa, envie o seu protesto ao Itamaraty contra a posição do governo brasileiro em face da agressão de que é vítima o povo colombiano. Envie os e-mails para os seguintes departamentos:

- Assessoria de Imprensa do Gabinete do ministro Celso Amorim - imprensa@mre.gov.br
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- DEA - Divisão da Organização dos Estados Americanos - dea@mre.gov.br
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- DHS - Departamento de Direitos Humanos e Temas Sociais - dhs@mre.gov.br
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Envie, depois, uma cópia de seu protesto para a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado. Não é preciso mandar cópia a todos os membros. Basta que ela chegue ao senador Heráclito Fortes (DEM-PI), o presidente. O e-mail do senador é este: heraclito.fortes@senador.gov.br
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Espalhe esses endereços na rede.

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Celso Amorim Chega ao limite da estupidez. E dá mais um passo

A delinqüência teórica de Celso Amorim não tem limites. Usando o método Lula de argumentação — escolher sempre a metáfora mais rasa, mais chinfrim, mais tonta —, quando alguém “entra na sua casa”, primeiro pede desculpa e depois se vê por quê. É? Já que temos de ignorar o Direito Internacional para ficar em alegoria doméstica, vamos lá. Se Celso Amorim fosse meu vizinho e usasse a sua casa para jogar cocô, bomba ou meleca na minha, eu primeiro acionaria a Polícia. Se a Polícia não fizesse nada, eu iria lá, invadiria a sua casa e o cobriria de porrada. A minha comparação é vagabunda, mas a de Amorim também é. Estou argumentando segundo o gosto da casa. E com um detalhe: a quem Álvaro Uribe poderia apelar — cadê a polícia dessa alegoria? — para coibir as ações do filoterrorista Rafael Correa?

Sabem por que o chicaneiro de Caracas deu chilique? Porque ele sabe que tem culpa no cartório. Está com medo das informações que sairão dos laptops do Raúl Reyes, o terrorista pançudo, o que dormia no Equador com ceroulão de bolinhas.

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Foro de São Paulo 1 – O meu artigo de janeiro na VEJA

http://www.endireitar.org/content/view/228/76/

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Foro de São Paulo 2 – Merval Pereira rompe o silêncio no rádio

O mal original é o mito da revolução, conforme escrevi na revista VEJA na semana passada. Leiam lá. Afirmo que ele justifica tudo, até os mensaleiros brasileiros. Alguns jornalistas têm coragem de romper o silêncio para lembrar o óbvio: o Foro de São Paulo é a organização que junta as Farc, Chávez, Rafael Correa, Evo Morales e, ó surpresa!, o PT (C.T. - surpresa nenhuma, basta ler o que o próprio Reinaldo escreveu ali em cima, começando com "O mal original..."). As esquerdas querem criar o seu clubinho? Tudo bem! Quando se admitem terroristas e traficantes como membros, então é associação para o crime.

Mesmo assim, impera o silêncio a respeito. Ontem, falando a Carlos Alberto Sardenberg, na CBN, o jornalista Merval Pereira, colunista de O Globo, tratou do assunto. Para ouvir a conversa, clique aqui.


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Foro de São Paulo 3 – O que eu disse e o que eles disseram

No post lá do ato, o de nº 9, fica evidente que os delinqüentes Hugo Chávez e Rafael Correa usam os reféns das Farc para fazer política. E isso os tonra nada menos do que parceiros do terror. Vamos fazer uma experiência? Coloquem no Google o nome de alguns analistas do jornalismo “nem-nem” (a turma do nem isso nem aquilo) e tentem saber como os luminares tratavam as “negociações” de Chávez com as Farc para libertar reféns no fim do ano passado e início deste. Bem, aqui no blog, eu escrevia coisas como esta:

No dia 27 de dezembro de 2008:

Não. Não é a primeira vez que a estupidez toma conta do mundo, de vários atores ao mesmo tempo, das mais variadas tendências e com moralidades as mais diversas. Refiro-me à “concertação” internacional (como diria Tarso Genro), liderada por Hugo Chávez, para libertar os reféns feitos pelas Farc. Comecemos pelo óbvio: todas as hostilidades do bufão de Caracas, até hoje, foram dirigidas contra o governo constitucional da Colômbia; jamais contra a guerrilha. O ditador venezuelano diz querer conversar com o líder dos narcoterroristas. Chávez (C.T. - e LULA) são aliados dos bandidos, não é negociador coisa nenhuma. Ao governo da Colômbia, dada a pressão internacional energúmena, bucéfala, estúpida, não restou outra saída a não ser aceitar essa “negociação”, que contará com observadores de outros países, inclusive do Brasil. Fazer o quê? Mas é um absurdo sem medida. As Farc, que vivem do tráfico de drogas, do seqüestro, do assassinato, da chantagem, da violência, tornam-se, assim, vejam só, interlocutoras de governo legalmente constituídos. Ora, a negociação só caminhou para este terreno porque os bandidos, incluindo Chávez, viram no episódio um momento excepcional para fazer seu proselitismo. E é justamente a apologia da bandidagem política que Chávez pretende fazer.

No dia 1º de janeiro, sobre a participação de Marco Aurélio Garcia na pantomima chavista para “libertar” os reféns.

A delinqüência moral das Farc e de Hugo Chávez, nesse episódio da libertação que não houve dos reféns, está à altura dos trajes de Marco Aurélio Top Top Garcia para visitar o coração das trevas. Parecia um desses caudilhos latino-americanos do século passado, com seu ar enfatuado, conferindo-se ares de grande negociador de causas mundiais. O ridículo deste senhor não conhece limites. É mais um desses trastes sem superego que superpovoam o governo Lula. É nojento. Sim, certas coisas são de dar medo. O mundo assiste, impassível, a um espetáculo degradante, que transforma a vida de três pessoas – e também a dos demais reféns, que não entraram nessa “negociação” – em matéria do mais vagabundo proselitismo. Sabemos o que fazem nesse meio o Brasil e a Argentina, por exemplo. Mas não a França. Para proteger uma cidadã que também tem nacionalidade francesa, Nicolas Sarkozy comete um erro grave, indigno de sua trajetória até aqui.

Essa “negociação”, por enquanto calculadamente emperrada, é uma barbaridade: trata-se de um assalto à legalidade, ao bom senso, ao estado democrático de direito, à civilidade. Os países que aceitaram ser “observadores” dessa pantomima estão legitimando o terrorismo e igualando narcotraficantes ao governo legal e constitucional da Colômbia. É o que faz, por exemplo, uma nota do Itamaraty ao lamentar o insucesso da operação.

"Insucesso”? Depende. O que se queria? Libertar os reféns? Não necessariamente. Isso é mero pretexto. A vida dessas pessoas é apenas instrumental. O objetivo do ditador venezuelano é retirar autoridade de Álvaro Uribe, presidente da Colômbia, transformando-o, vejam que ironia, num REFÉM POLÍTICO EM SEU PRÓPRIO PAÍS. Por que afirmo isso? Observem que o coronel amigo dos terroristas atribuiu ao outro o insucesso da operação. O presidente teria de ficar trancado em palácio e dar livre trânsito às Farc, que passariam, então, a governar a Colômbia em parceria com... Chávez. Só assim três – e apenas três – pessoas seriam libertadas, restando, ademais, a dúvida se o garoto Emmanuel, filho de Clara Rojas, nascido em cativeiro, está mesmo entre elas.

Chávez tripudia sobre o desespero dos familiares, que se agarram, como seria de se esperar, à sua mediação. Nunca – notem bem: nunca – um governante usou de instrumento tão sujo, tão asqueroso, para, “pacificamente”, se meter na política interna de um outro país. Isso quando a Venezuela é, na América Latina, o segundo país com o maior número de reféns – perde justamente para a Colômbia, onde há a guerrilha. Caracas é a capital mais violenta do continente, com o maior número de assassinatos por 100 mil habitantes. E o meliante se atreve a enfiar o nariz em assuntos alheios!

Ao comentar o “insucesso” da negociação, além de atacar Uribe, o ditador da Venezuela afirmou que pode recorrer a outros métodos para libertar os reféns se os pacíficos falharem. O que terá querido dizer o bandido? Vai criar alguma força de assalto para invadir um país estrangeiro? Vai entrar em confronto armado com seus coleguinhas narcoterroristas?

Nem o Irã, que é a matriz do terrorista Hezbollah, que atua no Líbano, assumiu, em relação àquela força, o papel que Chávez se atribui nas “conversações” com as Farc. Sob o silêncio cúmplice e abestalhado do mundo. Pobres reféns! Para arremate de todos os males, ainda contam com a clarividente colaboração de Marco Aurélio Top Top Garcia, a ilustração bufa do coração das trevas.

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Foro de São Paulo 4 – Esclarecido o segredo da ceroula de bolinhas

Por que diabos um guerrilheiro dormiria de pijama, que estou chamando de “ceroula de bolinhas”? Está tudo esclarecido. Ontem, o chefe da Polícia Nacional da Colômbia, general Oscar Naranjo, demonstrou, com imagens, que o acampamento dos terroristas do Equador não era uma cabaninha improvisada, não. Tratava-se mesmo de uma instalação para longa permanência, o que evidencia a conivência do governo equatoriano com as Farc. Mas Celso Amorim, já sabemos, quer um pedido de desculpas da Colômbia.

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Foro de São Paulo 6 – A questão do urânio. E os vídeos

Se vocês clicarem aqui, terão acesso a vários vídeos sobre o episódio, inclusive àquele em que o chefe da Polícia Nacional da Colômbia, general Oscar Naranjo, relata que, no computador de Raúl Reyes, há um documento demonstrando que as Farc estavam interessadas em comprar 50 quilos de urânio. Urânio? Urânio pra quê?

Sabe-se que o material serve à fabricação das chamadas “armas sujas”. Fariam elas mesmas as ditas-cujas? Duvido. Mas isso daria à organização o status de player internacional no mundo do terror. (C.T. - lembremos que o PT mantém relações com o Partido Baath do SADDAM HUSSEIN e, portanto, através do FORO DE SÃO PAULO não seria impossível este urânio ir para as mãos daqueles outros dementes também). Naranjo observa, e está correto, que o episódio demonstra que combater as Farc não é mais um problema apenas da Colômbia. O interesse é do continente e, de fato, de todo o mundo.

Amorim já sabia disso quando concedeu ontem aquela entrevista estúpida? Já. E, não obstante, não deu um pio a respeito.

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Foro de São Paulo 9 – Chávez e Correa desrespeitam Resolução 1373 do Conselho de Segurança da ONU

Editorial da Folha de hoje censura o governo da Colômbia, embora reconheça que as Farc formam uma “súcia”. “Súcia” é pouco. Trata-se de uma organização terrorista. Alguém criticou os Estados Unidos quando o país foi buscar os terroristas do 11 de Setembro no Afeganistão? Ademais, Venezuela e Equador desrespeitam a Resolução 1373 da ONU. Esses dois países é que têm de ser denunciados.

No dia 28 de setembro de 2001, por unanimidade, foi adotada a resolução com o objetivo de suprimir o financiamento ao terrorismo. ATENÇÃO: o texto prevê que aqueles que colaboram com o terror devem ser levados a julgamento.

Segue, abaixo, trecho da resolução. Volto em seguida:

"Agindo de acordo com o capítulo VII do estatuto da Organização das Nações Unidas,

"1. Decide que todos os Estados membros deverão:
"(a) Impedir e suprimir o financiamento de atos terroristas;
"(b) Criminalizar a provisão ou a coleta intencional, por quaisquer meios, direta ou indiretamente, de fundos por seus cidadãos ou em seus territórios com a intenção de que estes fundos sejam usados, ou que se saiba que estes fundos são usados para a prática de atos terroristas
"(c) Congelar sem demora fundos ou outros ativos financeiros ou recursos econômicos de pessoas que cometam ou tentam cometer atos terroristas ou participem ou facilitem a execução de atos terroristas; de entidades de propriedade ou controladas direta ou indiretamente por estas pessoas; e de pessoas e entidades que ajam em favor ou orientadas por tais pessoas e entidades, incluindo fundos oriundos ou gerados de bens de propriedade ou que sejam controlados direta ou indiretamente por tais pessoas e pessoas/entidades associadas;
"(d) Proibir seus cidadãos ou quaisquer pessoas ou entidades em seu território de disponibilizar fundos, ativos financeiros, recursos econômicos, serviços financeiros ou correlatos, direta ou indiretamente, para beneficiar pessoas que cometem ou tentam cometer, participem ou facilitem a execução de atos terroristas, de entidades de propriedade ou controladas, direta ou indiretamente, por tais pessoas e pessoas/entidades que ajam em favor ou orientadas por tais pessoas:

"2.Decide que os Estados membros também deverão:
"(a) Abster-se de fornecer qualquer forma de apoio, ativo ou passivo, a entidades ou pessoas envolvidas em atos terroristas, incluindo a supressão de recrutamento de membros de grupos terroristas e eliminando o fornecimento de armas para os terroristas;
"(b) Tomar as medidas necessárias para impedir a execução de atos terroristas, inclusive informando, antecipadamente, outros Estados membros através de troca de informações;
"(c) Negar refúgio seguro para aqueles que financiem, planejem, apóiem ou cometam atos terroristas,;
"(d) Impedir que aqueles que financiam, planejam, facilitam ou cometem atos terroristas usem seus respectivos territórios para propósitos contra outros Estados membros ou seus cidadãos;
"(e) Garantir que qualquer pessoa que participe no financiamento, planejamento, preparação ou execução de atos terroristas ou que apóie tais atos seja julgada e garanta que, além de outras medidas contrárias, tais atos terroristas sejam considerados como graves delitos criminais pelas leis de cada país, e que a gravidade de tais atos se reflita na pena a eles imputada.
"(f) Apoiar um ao outro no processo de investigações ou procedimentos criminais relacionadas com o financiamento ou apoio a atos terroristas, inclusive colaborando no processo de obter evidências que sejam necessárias para estes procedimentos;
"(g) Impedir a movimentação de terroristas ou de grupos terroristas através de eficientes controles de fronteira e controle na emissão de documentos de identidade e passaportes, e através de medidas que impeçam a falsificação e o uso fraudulento de documentos de identidade e de viagem.

"3.Convoca todos os Estados membros a:
"(a) Encontrar meios de intensificar e acelerar a troca de informações operacionais, especialmente as referentes a ações ou movimentações de terroristas ou redes de terrorismo; documentos de viagem falsos ou forjados; tráfico de armas, de explosivos ou de material bélico; uso de tecnologias de comunicação por grupos terroristas; e a ameaça representada pela posse de armamentos de destruição de massa por grupos terroristas;
"(b) Trocar informações de acordo com as leis nacionais e internacionais e cooperar administrativa e judicialmente para impedir a execução de atos terroristas;
"(c) Cooperar, em particular, através de acordos e planos bilaterais e multilaterais para impedir e suprimir ataques terroristas e punir os responsáveis por tais atos;
"(d) Tornar-se membro, o mais rapidamente possível, de todas as convenções e protocolos internacionais relevantes relacionados ao terrorismo, inclusive a Convenção Internacional para a Supressão de Financiamento ao Terrorismo de 9 de dezembro de 1999;
"(e) Aumentar a cooperação e implantar de forma total as convenções e protocolos internacionais relevantes relacionados com o terrorismo e com as resoluções 1269 (1999) e 1368 (20010 do Conselho de Segurança;
"(f) Tomar as medidas adequadas em conformidade com o previsto em leis nacionais e internacionais, incluindo padrões internacionais de direitos humanos, antes de conceder condição de refugiado, com o propósito de assegurar que aquele que solicita refúgio não tenha planejado, facilitado ou participado da execução de atos terroristas;
"(g) Assegurar, em conformidade com leis internacionais, que a condição de refugiado não seja violada por executores, organizadores ou facilitadores de atos terroristas, e que alegações de ordem política não sejam usadas para recusar os pedidos de extradição dos supostos terroristas;

"4. Observa com preocupação a estreita ligação entre o terrorismo internacional e o crime organizado transnacional, drogas ilícitas, lavagem de dinheiro, o tráfico ilegal de armas e a movimentação ilegal de material nuclear, substâncias químicas e biológicas e outras igualmente mortais, e sob este aspecto enfatiza a necessidade de aprimorar a coordenação de esforços a nível nacional, sub-regional, regional e internacional que fortaleçam uma resposta mundial a esta ameaça contra a segurança internacional;

"5. Declara que atos, métodos e práticas de terrorismo são contrários aos propósitos e princípios da Organização das Nações Unidas e que o conhecimento de financiamento, do planejamento e a incitação de atos terroristas também são contrários aos propósitos e princípios da Organização das Nações Unidas;

"6.Decide estabelecer, de acordo com a norma 28 de suas normas de procedimento, o Comitê do Conselho de Segurança, composto de todos os membros do Conselho, para monitorar a implantação desta resolução, com a ajuda de especialistas, e convoca todos os Estados membros a informar a este Conselho as medidas tomadas para a implantação desta resolução, no prazo de 90 dias a partir da data da adoção desta resolução, e a seguir em datas a serem propostas pelo Comitê;

Voltei

Hugo Chávez e Rafael Correa não apenas deixaram de cumprir a sua parte no combate ao terror, como decidiram, eles próprios, promovê-lo, apoiá-lo e financiá-lo. Delinqüentes, nessa história, são os dois bandoleiros. Eles, sim, deveriam estar sendo condenados por Celso Amorim. Acontece que o Brasil não considera as Farcs terroristas, mas um grupo de resistência. Uma resistência que seqüestra, tortura, mata e pratica tráfico de drogas. Aliada do PT no Foro de São Paulo.

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Foro de São Paulo 10 – Rafael Correa admite contato com os terroristas e dá uma desculpa esfarrapada

No post nº 3 desta série, recupero dois textos que escrevi à época em que o ditador venezuelano Hugo Chávez negociava a “libertação” de reféns em poder das Farc. Acusei, então, quase de modo solitário (podem pesquisar), que estávamos diante de um conluio, de uma sociedade, de um acordo de interesses entre os terroristas e o ditador. E, sim, VEA também fez a coisa certa em reportagem. Os dados de um dos laptops de Raúl Reyes, o pançudo morto, não deixam dúvida: Chávez e Rafael Correa, presidente do Equador, são aliados e ativos colaboradores dos terroristas.

A autoridade equatoriana que negociava com as Farc é Gustavo Larrea, ministro do Interior, conforme se noticiou aqui na madrugada de ontem. Venezuela e Equador dizem que os documentos são falsos. É mesmo? Foi preciso que a Colômbia divulgasse o achado para que Larrea e o próprio Correa admitissem que, de fato, negociavam com o terror. Mas agora vem a parte mais interessante: eles afirmam que os contatos com as Farc tinham o objetivo de libertar 12 reféns. Foram adiante: depois da ação da Colômbia, dizem, as negociações não tiveram mais como progredir. Viram só? O real culpado pelos seqüestros praticados pelas Farc seria... Uribe!!! Atenção: em um dos documentos, os terroristas dizem que Correa, de fato, precisava aparecer como tendo libertado ao menos uma pessoa. É a prova provada de que os refèns são mero material de proselitismo dos dois bandidos.

Deixem-me ver se entendi: quer dizer que Larrea negociava a libertação de reféns, mas ao arrepio do governo da Colômbia, é isso? Na surdina, sem que ninguém soubesse? É uma piada.

Entenderam? Os reféns não servem apenas à extorsão e a chantagem das Farc, mas também são joguetes nas mãos de Chávez e Corrêa. Não obstante, o que o Brasil espera que a OEA (Organização dos Estados Americans) debata hoje? O fato de dois países darem apoio logístico ao terror? A exploração política imunda da desgraça dos inocentes seqüestrados? Não! Amorim foi muito claro: ele quer que o governo Uribe peça desculpas: “Correa, perdão por ter matado terroristas do meu país, que você abrigava no seu para que praticassem atentados no meu”. É pura delinqüência.

Esses documentos, que o governo da Colômbia disse estar disposto a submeter a uma perícia internacional, da OEA, põem as coisas em pratos limpos. Explica-se, agora, a reação irada do Beiçola de Caracas diante da morte de Raúl Reyes: ele sabia que seus crimes viriam à tona. Está mais do que evidente, agora, o caráter das tais “missões humanitárias” propostas por Chávez. O governo brasileiro (veja posts de ontem) também exibe as mãos sujas no episódio. Nicolas Sarkozy, presidente da França, prova que, em questões internacionais, não passa, por enquanto, de um bobo alegre.

O Foro

Por que este post está numa seqüência que traz no título a expressão “Foro de São Paulo”? Porque resta evidente que o presidente Álvaro Uribe está enfrentando um alinhamento de países que lhes são hostis. Vai da hostilidade soft, revelada ontem, uma vez mais, pelo ministro Celso Amorim, à hostilidade armada — a das Farc, apoiada por Rafael Correa e financiada por Hugo Chávez.

O Foro (veja texto que publiquei na VEJA a respeito, no post nº 1) tem hoje influência nos governos da Argentina — dinheiro venezuelano financiou a campanha de Cristina Kirchner —, Uruguai, Brasil, Bolívia, Equador e Venezuela e é integrado por praticamente todos os partidos de esquerda da América Latina. Uribe não faz parte da turma. E, por isso, querem derrubá-lo. Inútil: pesquisa de opinião demonstra que 83% dos colombianos apoiaram o ato do governo. Para saber mais a respeito, clique aqui.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".