
Não demonstre medo diante de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade, mesmo que isso o leve à morte. Proteja os mais fracos e seja correto. Assim, você estará em paz com Deus e contigo.
Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
Lula decretará perdão a condenados a até oito anos de prisão
Do portal BAND NEWS
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve assinar nos próximos dias um novo decreto que perdoa condenados a até oito anos de prisão. Seis mil presos devem ganhar a liberdade já a partir deste final de ano. Veja a reportagem de Valteno do Oliveira clicando aqui.
Comentário do Cavaleiro do Templo: mais uma etapa da cartilha de implantação do SOCIALISMO está sendo executada. O soltura de bandidos que depois da consecução da etapa de tomada de poder serão executados faz parte das "políticas" dos sociopatas.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve assinar nos próximos dias um novo decreto que perdoa condenados a até oito anos de prisão. Seis mil presos devem ganhar a liberdade já a partir deste final de ano. Veja a reportagem de Valteno do Oliveira clicando aqui.
Comentário do Cavaleiro do Templo: mais uma etapa da cartilha de implantação do SOCIALISMO está sendo executada. O soltura de bandidos que depois da consecução da etapa de tomada de poder serão executados faz parte das "políticas" dos sociopatas.
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
Cuba: 48 anos de conivência mórbida e criminosa
Do portal MÍDIA SEM MÁSCARA
por Graça Salgueiro em 09 de julho de 2007
Resumo: Em 13 de agosto Fidel Castro completou 81 anos, mais da metade vividos como dono da vida e da morte de cada cubano nascido ou por nascer.
© 2007 MidiaSemMascara.org
Há 48 anos Cuba vive sob um regime ditatorial despótico, dominada por um único psicopata e assassino frio, Fidel Castro. Há 48 anos Cuba parou no tempo, isolou-se do mundo civilizado e inventou guerras contra povos, enviando seus filhos para morrerem sem sentido feito buchas de canhão. Há 48 anos o mundo assiste indiferente a esta tirania sangrenta e nada faz, nada diz, como se nada tivesse a ver com isso.
Em fins de julho do ano passado o ditador Fidel, diante de uma doença grave e misteriosa passou o comando da Ilha a seu irmão Raúl, ratificando que ali vigora uma ditadura hereditária, do mesmo modo que ocorre na Coréia do Norte. Exilados mundo afora comemoraram e houve quem sonhasse com uma “mudança”, uma maior abertura à democracia acreditando que Raúl era mais “brando e flexível” do que Fidel.
Nunca tive ilusões, desde que assisti um vídeo onde estava gravado os momentos em que dois aviões do “Hermanos al Rescate” foram barbaramente abatidos em águas internacionais pelo regime cubano, em 24 de fevereiro de 1996. Neste vídeo, ouve-se as vozes esganiçadas e histéricas dos pilotos informando que haviam localizado as naves e solicitando permissão para disparar. A resposta é clara: “Atirem, atirem!” gritava de Havana o militar, subordinado a Raúl Castro. Em 25 de julho de 1996, o Conselho de Segurança da ONU condena Cuba pela violação dos direitos humanos e assassinato dos quatro jovens pilotos do “Hermanos al Rescate” mas, quem soube disso? Quem se importou com mais este crime cometido pelo ditador cubano?
Com Raúl no comando da nação, ao contrário das previsões que muitos fizeram a repressão aumentou, as perseguições aos opositores recrudesceram, a nova lei sobre a internet praticamente exclui do uso o cubano comum, a economia continuou a favor da Nomenklatura e a fome e a miséria, que já eram crônicas, continuam fazendo suas vítimas diárias. A calamidade nos hospitais para o cubano “a pé”, aquele que se opõe ao regime, é caso de polícia; no entanto, o Brasil e o mundo continuam defendendo como “logro da revolução”, as maravilhas da medicina cubana e enviando jovens comunistas, selecionados a dedo pelo regime, para estudarem na Escola Latino-Americana de Medicina (ELAM).
Por que tanta gente em tantos países ainda defendem, fazem acordos comerciais com a Ilha e falam maravilhas de uma revolução criminosa? Um regime que já afugentou mais de 2 milhões de pessoas de sua pátria amada e faz com que tantos outros arrisquem suas vidas para fugir de Cuba, deveria, no mínimo, suscitar dúvidas de que há algo de errado aí. Um país onde o sonho de toda criança quando crescer é ser “turista estrangeiro” (porque tem direitos que o cubano comum não tem) em vez de “ser como Che”, como lhes é ensinado desde os primeiros anos de vida, não pode ser um país que proclama a igualdade entre todos os seus habitantes.
Em 13 de agosto Fidel Castro completará 81 anos, mais da metade vividos como dono da vida e da morte de cada cubano nascido ou por nascer. O mundo inteiro certamente festejará e muitos rastejarão como bichos peçonhentos subservientes aos caprichos de um monstro, como se alguma honraria merecesse quem tantas mortes e desgraça causou a um povo indefeso, amordaçado, encarcerado dentro do próprio país.
Não só no Brasil mas em quase toda a América Latina as notícias que chegam de Cuba são convenientemente filtradas, de modo que o público continue acreditando nas mentiras que tanto o ditador cubano quanto os presidentes dos países governados por comunistas (delcarados ou disfarçados, como o sr. Lula) divulgam como sendo a realidade. Já passou da hora de se derrubar esta máscara horrenda, de se endeusar monstros assassinos, como Fidel e Guevara, e de se ficar bajulando um regime sanguinário e tirano.
Quem nunca viveu numa ditadura comunista de fato, não é capaz de avaliar em toda sua dimensão os horrores provocados pela supressão absoluta da liberdade, a perda do direito de ir e vir, de ter amigos, de ler o que quer ou de assistir o programa de televisão que deseje.
Há na dissidência cubana exilada nos Estados Unidos, pessoas que trabalham bravamente para mostrar ao mundo os frutos dessa revolução e desmontar esses falsos mitos. São muitos escritores, jornalistas, pessoas que, a seu modo e dentro das suas possibilidades tentam sacudir as consciências dos povos livres para esta realidade funesta. Selecionei três extraordinários cubanos, todos meus amigos pessoais, para homenagear e divulgar, pela excelência dos seus abnegados trabalhos .
Pablo Carvajal, proprietário do site PayoLibre, que informa diariamente sobre os presos-políticos que já passam dos 300, a maioria por ser cristão e não aceitar os ditames de um regime comunista. As mentiras propagadas pelo regime cubano de que não há presos-políticos na ilha, são desmascaradas fartamente e com provas, inclusive denunciando os abusos e torturas a que são submetidas aquelas pobres vítimas.
Pedro Corzo, presidente do Instituto de la Memoria Historica Cubana contra el Totalitarismo, documentarista que já produziu 5 documentários sobre os crimes de Fidel e do seu regime desde o início da revolução. Esses vídeos são de uma riqueza extraordinária, pois além de trazer depoimentos de ex-presos políticos, de sobreviventes e de ex-comandantes que participaram da guerrilha em Sierra Maestra, apresentam películas filmadas na época, onde se pode ver dentre outras preciosidades, os fuzilamentos ocorridos em La Cabaña, muitos deles sob o comando de Guevara. O mais recente deles chama-se “Assassinaram Camilo?”, que tenta desvendar os mistérios que envolveram o desaparecimento do Comandante Camilo Cienfuegos, uma provável vítima de Castro por seu magnetismo pessoal e grande popularidade, que não aprovava o comunismo nascente e que claramente fazia sombra ao “grande líder”. Estes documentários estão à venda no site da entidade ou através de pedidos pelo e-mail instituto@cubamemorial.com.
E, finalmente, Agustin Blazquez, tido por muitos como o maior cineasta de curtas sobre a realidade cubana, autor de uma série de vídeos intitulados “Cobrindo Cuba”. Agustin, ao contrário de Pedro Corzo, retrata a realidade cubana na atualidade. Os ataques brutais sofridos pelo guitarrista concertista Carlos Molina e sua família, através das turbas raivosas dos CDR (Comando de Defensa de la Revolución), são tratadas em um desses vídeos, o “Cubriendo Cuba 5: Acto de Repudio”. O número 3 da série retrata a saga de Elian, o garoto que foi utilizado de forma vil e desumana pelo regime castrista para afirmar a sua revolução. A série completa de “Cobrindo Cuba” pode ser adquirida através deste site: http://www.cubacollectibles.com/Merchant2/merchant.mvc.
Em 31 de maio deste ano, Agustin foi convidado a participar do “II Palm Beach International Latin Film Festival”, um festival que é tido como o “oscar latino” e era um dos favoritos ao prêmio; entretanto, os mesmos cúmplices do velho tirano preferiram premiar outro autor, porque Agustin fala de uma verdade incômoda e que tem de ser mantida debaixo do tapete, mesmo sabendo o custo em vidas humanas que isto acarreta. É esta conivência mórbida e criminosa que não é mais aceitável, por nenhum ângulo que se queria analisar. Tudo isto tem que ser denunciado, incessantemente, diuturnamente por todas as pessoas de bem. Os cubanos merecem nosso respeito e não lhes fazemos favor nenhum em divulgar os crimes e atrocidades cometidos na Ilha há quase meio século: é dever de cada um de nós que gozamos de liberdade, que amamos a liberdade e que desejamos que todos os povos da terra tenham os mesmos direitos que nós temos.
por Graça Salgueiro em 09 de julho de 2007
Resumo: Em 13 de agosto Fidel Castro completou 81 anos, mais da metade vividos como dono da vida e da morte de cada cubano nascido ou por nascer.
© 2007 MidiaSemMascara.org
Há 48 anos Cuba vive sob um regime ditatorial despótico, dominada por um único psicopata e assassino frio, Fidel Castro. Há 48 anos Cuba parou no tempo, isolou-se do mundo civilizado e inventou guerras contra povos, enviando seus filhos para morrerem sem sentido feito buchas de canhão. Há 48 anos o mundo assiste indiferente a esta tirania sangrenta e nada faz, nada diz, como se nada tivesse a ver com isso.
Em fins de julho do ano passado o ditador Fidel, diante de uma doença grave e misteriosa passou o comando da Ilha a seu irmão Raúl, ratificando que ali vigora uma ditadura hereditária, do mesmo modo que ocorre na Coréia do Norte. Exilados mundo afora comemoraram e houve quem sonhasse com uma “mudança”, uma maior abertura à democracia acreditando que Raúl era mais “brando e flexível” do que Fidel.
Nunca tive ilusões, desde que assisti um vídeo onde estava gravado os momentos em que dois aviões do “Hermanos al Rescate” foram barbaramente abatidos em águas internacionais pelo regime cubano, em 24 de fevereiro de 1996. Neste vídeo, ouve-se as vozes esganiçadas e histéricas dos pilotos informando que haviam localizado as naves e solicitando permissão para disparar. A resposta é clara: “Atirem, atirem!” gritava de Havana o militar, subordinado a Raúl Castro. Em 25 de julho de 1996, o Conselho de Segurança da ONU condena Cuba pela violação dos direitos humanos e assassinato dos quatro jovens pilotos do “Hermanos al Rescate” mas, quem soube disso? Quem se importou com mais este crime cometido pelo ditador cubano?
Com Raúl no comando da nação, ao contrário das previsões que muitos fizeram a repressão aumentou, as perseguições aos opositores recrudesceram, a nova lei sobre a internet praticamente exclui do uso o cubano comum, a economia continuou a favor da Nomenklatura e a fome e a miséria, que já eram crônicas, continuam fazendo suas vítimas diárias. A calamidade nos hospitais para o cubano “a pé”, aquele que se opõe ao regime, é caso de polícia; no entanto, o Brasil e o mundo continuam defendendo como “logro da revolução”, as maravilhas da medicina cubana e enviando jovens comunistas, selecionados a dedo pelo regime, para estudarem na Escola Latino-Americana de Medicina (ELAM).
Por que tanta gente em tantos países ainda defendem, fazem acordos comerciais com a Ilha e falam maravilhas de uma revolução criminosa? Um regime que já afugentou mais de 2 milhões de pessoas de sua pátria amada e faz com que tantos outros arrisquem suas vidas para fugir de Cuba, deveria, no mínimo, suscitar dúvidas de que há algo de errado aí. Um país onde o sonho de toda criança quando crescer é ser “turista estrangeiro” (porque tem direitos que o cubano comum não tem) em vez de “ser como Che”, como lhes é ensinado desde os primeiros anos de vida, não pode ser um país que proclama a igualdade entre todos os seus habitantes.
Em 13 de agosto Fidel Castro completará 81 anos, mais da metade vividos como dono da vida e da morte de cada cubano nascido ou por nascer. O mundo inteiro certamente festejará e muitos rastejarão como bichos peçonhentos subservientes aos caprichos de um monstro, como se alguma honraria merecesse quem tantas mortes e desgraça causou a um povo indefeso, amordaçado, encarcerado dentro do próprio país.
Não só no Brasil mas em quase toda a América Latina as notícias que chegam de Cuba são convenientemente filtradas, de modo que o público continue acreditando nas mentiras que tanto o ditador cubano quanto os presidentes dos países governados por comunistas (delcarados ou disfarçados, como o sr. Lula) divulgam como sendo a realidade. Já passou da hora de se derrubar esta máscara horrenda, de se endeusar monstros assassinos, como Fidel e Guevara, e de se ficar bajulando um regime sanguinário e tirano.
Quem nunca viveu numa ditadura comunista de fato, não é capaz de avaliar em toda sua dimensão os horrores provocados pela supressão absoluta da liberdade, a perda do direito de ir e vir, de ter amigos, de ler o que quer ou de assistir o programa de televisão que deseje.
Há na dissidência cubana exilada nos Estados Unidos, pessoas que trabalham bravamente para mostrar ao mundo os frutos dessa revolução e desmontar esses falsos mitos. São muitos escritores, jornalistas, pessoas que, a seu modo e dentro das suas possibilidades tentam sacudir as consciências dos povos livres para esta realidade funesta. Selecionei três extraordinários cubanos, todos meus amigos pessoais, para homenagear e divulgar, pela excelência dos seus abnegados trabalhos .
Pablo Carvajal, proprietário do site PayoLibre, que informa diariamente sobre os presos-políticos que já passam dos 300, a maioria por ser cristão e não aceitar os ditames de um regime comunista. As mentiras propagadas pelo regime cubano de que não há presos-políticos na ilha, são desmascaradas fartamente e com provas, inclusive denunciando os abusos e torturas a que são submetidas aquelas pobres vítimas.
Pedro Corzo, presidente do Instituto de la Memoria Historica Cubana contra el Totalitarismo, documentarista que já produziu 5 documentários sobre os crimes de Fidel e do seu regime desde o início da revolução. Esses vídeos são de uma riqueza extraordinária, pois além de trazer depoimentos de ex-presos políticos, de sobreviventes e de ex-comandantes que participaram da guerrilha em Sierra Maestra, apresentam películas filmadas na época, onde se pode ver dentre outras preciosidades, os fuzilamentos ocorridos em La Cabaña, muitos deles sob o comando de Guevara. O mais recente deles chama-se “Assassinaram Camilo?”, que tenta desvendar os mistérios que envolveram o desaparecimento do Comandante Camilo Cienfuegos, uma provável vítima de Castro por seu magnetismo pessoal e grande popularidade, que não aprovava o comunismo nascente e que claramente fazia sombra ao “grande líder”. Estes documentários estão à venda no site da entidade ou através de pedidos pelo e-mail instituto@cubamemorial.com.
E, finalmente, Agustin Blazquez, tido por muitos como o maior cineasta de curtas sobre a realidade cubana, autor de uma série de vídeos intitulados “Cobrindo Cuba”. Agustin, ao contrário de Pedro Corzo, retrata a realidade cubana na atualidade. Os ataques brutais sofridos pelo guitarrista concertista Carlos Molina e sua família, através das turbas raivosas dos CDR (Comando de Defensa de la Revolución), são tratadas em um desses vídeos, o “Cubriendo Cuba 5: Acto de Repudio”. O número 3 da série retrata a saga de Elian, o garoto que foi utilizado de forma vil e desumana pelo regime castrista para afirmar a sua revolução. A série completa de “Cobrindo Cuba” pode ser adquirida através deste site: http://www.cubacollectibles.com/Merchant2/merchant.mvc.
Em 31 de maio deste ano, Agustin foi convidado a participar do “II Palm Beach International Latin Film Festival”, um festival que é tido como o “oscar latino” e era um dos favoritos ao prêmio; entretanto, os mesmos cúmplices do velho tirano preferiram premiar outro autor, porque Agustin fala de uma verdade incômoda e que tem de ser mantida debaixo do tapete, mesmo sabendo o custo em vidas humanas que isto acarreta. É esta conivência mórbida e criminosa que não é mais aceitável, por nenhum ângulo que se queria analisar. Tudo isto tem que ser denunciado, incessantemente, diuturnamente por todas as pessoas de bem. Os cubanos merecem nosso respeito e não lhes fazemos favor nenhum em divulgar os crimes e atrocidades cometidos na Ilha há quase meio século: é dever de cada um de nós que gozamos de liberdade, que amamos a liberdade e que desejamos que todos os povos da terra tenham os mesmos direitos que nós temos.
Curso de Filosofia Política de Olavo de Carvalho
Colonial Heights, VA, U.S.A., abril de 2008
1. Apresentação
A filosofia política, tal como inaugurada por Sócrates, Platão e Aristóteles, tem por objetivo iluminar intelectivamente a experiência da ordem (ou desordem) político-social, balizando-a pelas duas outras ordens que, com ela, compõem a estrutura integral da realidade: a ordem cósmica ou divina (do natural ao sobrenatural) e a ordem interior da alma tal como o filósofo a descobre e a realiza em si próprio mediante a participação consciente na sociedade e no cosmos.
Isso é assim porque a filosofia em geral, como demonstrou brilhantemente Eric Voegelin, é ela própria um dos tipos de experiência da ordem existencial que se sucedem no decorrer da História; e esse tipo é definido, precisamente, pela busca da ordem interior da alma como medida de aferição da ordem ou desordem na sociedade e na cultura. Ora, a ordem da alma supõe algum tipo de experiência da ordem cósmica ou divina que a precede e articula. Traduzida nos termos práticos mais imediatamente acessíveis à experiência individual, a ordem divina aparece como um sentido da vida, na acepção que Victor Frankl dava ao termo. O sentido da vida, por sua vez, aparece sob a forma concreta de um dever, de uma missão a cumprir. A luta pelo cumprimento do dever instala na alma uma hierarquia de prioridades que se torna, de um lado, a matriz criadora da personalidade adulta e, de outro lado, o órgão sensitivo com que essa personalidade apreenderá e julgará a ordem ou a desordem na sociedade. Eis o motivo pelo qual Aristóteles acreditava que só o spoudaios, “homem maduro”, o ser humano adulto de personalidade bem desenvolvida, está capacitado para a participação frutífera na vida política, seja na condição de governante, seja na de cidadão – ou mais ainda na de filósofo.
Só assim compreendida a filosofia política tem condições de apreender a raiz do seu objeto na trama real da experiência vivida, em vez de fazer dele uma coisa, um fetiche intelectual, seja sob o nome de “fato social”, de “instituições”, de “leis do desenvolvimento histórico”, de “estruturas”, de “ideologias”, de “regimes políticos” ou de “constantes estatísticas”. Infelizmente, estas últimas alternativas têm ditado o rumo tomado pelas “ciências humanas” desde o século XIX, malgrado periódicos esforços de retorno à realidade da experiência humana, entre os quais eu destacaria os de Max Weber (Economia e Sociedade), Edmund Husserl (A Crise das Ciências Européias e a Fenomenologia Transcendental), José Ortega y Gasset (O Homem e a Gente), Gilberto Freyre (Sociologia), Julián Marías (A Estrutura Social), Georges Gusdorf (A Origem das Ciências Humanas), Ludwig von Mises (Teoria e História), Eugen Rosenstock-Huessy (Revoluções Européias) e, é claro, os do próprio Eric Voegelin (Ordem e História).
Tudo na política origina-se em ações e decisões humanas que emergem da trama real da experiência e com o tempo se coisificam em “leis”, “instituições”, “estruturas” etc., povoando essa mesma experiência de sombras e fantasmas que a tornam freqüentemente ininteligível. O retorno à inteligibilidade passa pela decomposição analítica desses complexos simbólicos e culmina na elucidação das escolhas que os produziram e dos motivos que, no quadro geral da existência e nas condições particulares do acontecer histórico, determinaram essas escolhas.
Só assim a aparente inevitabilidade e “objetividade externa” dos fatores presentes numa dada situação política podem ser devolvidas ao exercício da liberdade humana que as originou, de tal modo que os próprios fatores possam ser modificados mediante novas escolhas igualmente livres e responsáveis. Não faz sentido querer o reino da liberdade na política prática se primeiro não se apreende teoreticamente o papel ativo desempenhado pela própria liberdade na criação dos fatores que a estrangularam.
Despertar no aluno o sentido desse retorno intelectivo à realidade e à liberdade é o propósito deste curso.
OLAVO DE CARVALHO
Richmond, VA, 15 de dezembro de 2007
Maiores informações aqui.
1. Apresentação
A filosofia política, tal como inaugurada por Sócrates, Platão e Aristóteles, tem por objetivo iluminar intelectivamente a experiência da ordem (ou desordem) político-social, balizando-a pelas duas outras ordens que, com ela, compõem a estrutura integral da realidade: a ordem cósmica ou divina (do natural ao sobrenatural) e a ordem interior da alma tal como o filósofo a descobre e a realiza em si próprio mediante a participação consciente na sociedade e no cosmos.
Isso é assim porque a filosofia em geral, como demonstrou brilhantemente Eric Voegelin, é ela própria um dos tipos de experiência da ordem existencial que se sucedem no decorrer da História; e esse tipo é definido, precisamente, pela busca da ordem interior da alma como medida de aferição da ordem ou desordem na sociedade e na cultura. Ora, a ordem da alma supõe algum tipo de experiência da ordem cósmica ou divina que a precede e articula. Traduzida nos termos práticos mais imediatamente acessíveis à experiência individual, a ordem divina aparece como um sentido da vida, na acepção que Victor Frankl dava ao termo. O sentido da vida, por sua vez, aparece sob a forma concreta de um dever, de uma missão a cumprir. A luta pelo cumprimento do dever instala na alma uma hierarquia de prioridades que se torna, de um lado, a matriz criadora da personalidade adulta e, de outro lado, o órgão sensitivo com que essa personalidade apreenderá e julgará a ordem ou a desordem na sociedade. Eis o motivo pelo qual Aristóteles acreditava que só o spoudaios, “homem maduro”, o ser humano adulto de personalidade bem desenvolvida, está capacitado para a participação frutífera na vida política, seja na condição de governante, seja na de cidadão – ou mais ainda na de filósofo.
Só assim compreendida a filosofia política tem condições de apreender a raiz do seu objeto na trama real da experiência vivida, em vez de fazer dele uma coisa, um fetiche intelectual, seja sob o nome de “fato social”, de “instituições”, de “leis do desenvolvimento histórico”, de “estruturas”, de “ideologias”, de “regimes políticos” ou de “constantes estatísticas”. Infelizmente, estas últimas alternativas têm ditado o rumo tomado pelas “ciências humanas” desde o século XIX, malgrado periódicos esforços de retorno à realidade da experiência humana, entre os quais eu destacaria os de Max Weber (Economia e Sociedade), Edmund Husserl (A Crise das Ciências Européias e a Fenomenologia Transcendental), José Ortega y Gasset (O Homem e a Gente), Gilberto Freyre (Sociologia), Julián Marías (A Estrutura Social), Georges Gusdorf (A Origem das Ciências Humanas), Ludwig von Mises (Teoria e História), Eugen Rosenstock-Huessy (Revoluções Européias) e, é claro, os do próprio Eric Voegelin (Ordem e História).
Tudo na política origina-se em ações e decisões humanas que emergem da trama real da experiência e com o tempo se coisificam em “leis”, “instituições”, “estruturas” etc., povoando essa mesma experiência de sombras e fantasmas que a tornam freqüentemente ininteligível. O retorno à inteligibilidade passa pela decomposição analítica desses complexos simbólicos e culmina na elucidação das escolhas que os produziram e dos motivos que, no quadro geral da existência e nas condições particulares do acontecer histórico, determinaram essas escolhas.
Só assim a aparente inevitabilidade e “objetividade externa” dos fatores presentes numa dada situação política podem ser devolvidas ao exercício da liberdade humana que as originou, de tal modo que os próprios fatores possam ser modificados mediante novas escolhas igualmente livres e responsáveis. Não faz sentido querer o reino da liberdade na política prática se primeiro não se apreende teoreticamente o papel ativo desempenhado pela própria liberdade na criação dos fatores que a estrangularam.
Despertar no aluno o sentido desse retorno intelectivo à realidade e à liberdade é o propósito deste curso.
OLAVO DE CARVALHO
Richmond, VA, 15 de dezembro de 2007
Maiores informações aqui.
Carta aberta aos Parlamentares brasileiros
Do portal FAROL DA DEMOCRACIA REPRESENTATIVA
Senhores Senadores,
Senhores Deputados,
Inicia-se hoje a XXXIV Cúpula do Mercosul em Montevidéu, com a participação dos membros plenos do bloco – Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai – além da Venezuela que continua pendente da aprovação de seu ingresso como membro pleno, pelo Brasil e Paraguai.
O ponto alto deste encontro é a assinatura de um Tratado de Livre Comércio entre Israel e o Mercosul que demonstra ser promissor para as partes interessadas. Entretanto, é importante lembrar que o presidente Hugo Chávez mantém acordos bilaterais com o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, além de uma relação dita por ambos como “amigos e irmãos”, país que é sabidamente inimigo de Israel. Além disso, é de conhecimento de todos os venezuelanos seu aberto e publicamente declarado anti-semitismo, tendo inclusive permitido um ataque pelo corpo da Segurança do Estado, na madrugada do dia 2 de dezembro – dia da votação do referendum - ao Colégio e Centro Social, Cultural e Desportivo Hebraica da comunidade judaica de Caracas.
Membros do Governo brasileiro, sobretudo o presidente Lula, o Sr. Marco Aurélio Garcia e o deputado Dr. Rosinha, alegam não haver justificativa para impedir o ingresso do presidente Chávez no Mercosul, afirmando que na Venezuela existe “democracia em excesso”, baseando-se na “aceitação” à derrota sofrida sobre a modificação à Constituição vigente que lhe permitiria reeleger-se indefinidamente, um caráter eminentemente autoritário ditatorial e não democrático, como alegam seus defensores.
Uma democracia não se define apenas porque seus cidadãos votam, caso contrário poder-se-ia concluir que o regime da Cuba de Fidel Castro não é uma ditadura, pois lá também, apesar de ser uma chapa única e um partido único, os cubanos vão às urnas “escolher” seus futuros dirigentes. Numa verdadeira democracia as liberdades individuais são respeitadas, bem como a iniciativa privada e o império das leis, garantidos pelo Estado de Direito e há muito estes elementos essenciais ao bem-estar social e desenvolvimento do país estão sendo dizimados da Venezuela.
Cito alguns exemplos insofismáveis: a Federação Internacional de Jornalistas classificou a Venezuela entre os países que, freqüentemente, atacam a imprensa e violam os Direitos Humanos, ao lado do Azerbaijão, Tunísia, Paquistão e Nigéria e apenas um dia antes da visita do presidente Lula àquele país, no dia 13 pp., surpreendendo até o Itamaraty, Chávez negou o visto a jornalistas brasileiros para cobrir o evento.
Discorrer nesta mensagem sobre todos os crimes cometidos contra os Direitos Humanos dos cidadãos venezuelanos seria desgastante e tornaria a mensagem um tratado, por isso chamo a atenção dos Senhores para o fato de Chávez ser membro do Foro de São Paulo, uma organização que congrega em seu seio partidos comunistas da América Latina e do mundo, ditadores como Fidel Castro – seu fundador junto com o presidente Lula - além de bandos terroristas como as FARC e o ELN colombianos, o MIR chileno, para citar apenas três deles.
Convido-os a assistirem o vídeo abaixo, onde exilados venezuelanos fazem um apelo à comunidade internacional sobre a situação dos presos-políticos que já somam mais de 300, além dos dissidentes que vivem fora de sua Pátria por perseguições de um governo que alguns acreditam ser democrático. Então, faço-lhes esta pergunta: numa verdadeira democracia é crime passível de prisão e longas condenações por apenas discordar do pensamento e ideologia do presidente da República?
O dirigente opositor venezuelano, Alejandro Peña Esclusa, foi “proibido” de sair do país para proferir palestra num seminário sobre Liberdade e Democracia, em El Salvador, há pouco mais de dois meses. Onde, senão em ditaduras, um cidadão é privado de sua liberdade de ir e vir, apenas por discordar do Governo?
Encerro esta mensagem aos Senhores pedindo que reflitam muito sobre o que vai aqui escrito, antes de apoiarem a entrada do presidente Chávez – dele, sim, e não da Venezuela – como membro pleno do Mercosul, apelando para o mesmo espírito que os animou na recente votação sobre a prorrogação da CPMF, onde reinou solene a razão e o bom senso.
Convido-os a lerem o artigo que segue abaixo, bem como a acessarem este “Chávez e o Mercosul” – para que tomem uma posição amadurecida e embasada quando da votação referida acima. Se nós queremos preservar o que temos de democracia em nosso país, não podemos permitir o ingresso do presidente Hugo Chávez ao Mercosul.
Confiando na seriedade e discernimento dos Senhores, despeço-me na certeza de que prevalecerá o respeito às liberdades democráticas de todos nós brasileiros.
Com votos de um feliz Natal,
Atenciosamente,
Graça Salgueiro
Fundadora e Representante para a América Latina do FDR
A Venezuela esteve a ponto de uma guerra civil
Alejandro Peña Esclusa
Faltando poucos dias para a realização do referendum na Venezuela, todas as pesquisas davam como ganhadora a opção do NÃO, o que vale dizer que a maioria dos venezuelanos se opunha à reforma constitucional proposta por Hugo Chávez.
A reforma não só outorgava a Chávez poderes ilimitados e a presidência vitalícia, senão que convertia a Venezuela – um país tradicionalmente livre e democrático – em uma nova Cuba.
Na noite de 2 de dezembro, depois de haver-se encerrado os centros de votação, a situação era muito tensa posto que, em que pese o evidente triunfo do NÃO, confirmado pelas pesquisas de boca de urna (exit polls), havia indícios de que as autoridades eleitorais, por instruções do próprio Chávez, dariam como ganhador o SIM.
Dado as aterradoras suspeitas de fraude em eleições anteriores, o povo venezuelano estava disposto a sair às ruas para defender sua vontade soberana. Porém, afortunadamente, grande parte dos militares não estavam dispostos a reprimir milhões de manifestantes pacíficos que protestariam por razões legítimas, e assim fizeram Chávez tomar conhecimento.
Na prática funcionou uma operação tipo torquês – quer dizer, em dois flancos – para forçar o oficialismo a reconhecer a derrota. Por um lado, as forças opositoras que votaram pelo NÃO fiscalizaram as mesas, recolheram as atas e contabilizaram os votos. E por outro, a ameaça de sair às ruas em todo o território nacional, em caso de se materializar a fraude.
Pressionado por ambos os flancos, o Regime viu-se obrigado a aceitar os resultados, mesmo que maquiados, para não parecer tão contundentes.
Pouco depois o próprio Chávez admitiu publicamente que esteve tentado a não ceder. Porém, evidentemente, fez suas contas e percebeu que não só haveria uma guerra civil, como, além disso, a perderia.
Embora os partidos políticos que promoveram a opção do NÃO tivessem feito seu trabalho para conseguir o triunfo, na realidade a democracia venezuelana foi salva por milhares de heróis anônimos que estiveram dispostos a arriscar tudo nas ruas, para impedir que seus filhos vivessem em uma ditadura castro-comunista.
A lição é esta: há que manter a luta democrática, porém sempre respaldada pela possibilidade de ativar o protesto popular. Essa é a única combinação que um regime ditatorial verdadeiramente teme.
Graças a Deus, os venezuelanos podem celebrar em paz este Natal, porém a luta continua porque Chávez tentará impor seu modelo totalitário, embora seja por outros meios.
Tradução: Graça Salgueiro
Senhores Senadores,
Senhores Deputados,
Inicia-se hoje a XXXIV Cúpula do Mercosul em Montevidéu, com a participação dos membros plenos do bloco – Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai – além da Venezuela que continua pendente da aprovação de seu ingresso como membro pleno, pelo Brasil e Paraguai.
O ponto alto deste encontro é a assinatura de um Tratado de Livre Comércio entre Israel e o Mercosul que demonstra ser promissor para as partes interessadas. Entretanto, é importante lembrar que o presidente Hugo Chávez mantém acordos bilaterais com o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, além de uma relação dita por ambos como “amigos e irmãos”, país que é sabidamente inimigo de Israel. Além disso, é de conhecimento de todos os venezuelanos seu aberto e publicamente declarado anti-semitismo, tendo inclusive permitido um ataque pelo corpo da Segurança do Estado, na madrugada do dia 2 de dezembro – dia da votação do referendum - ao Colégio e Centro Social, Cultural e Desportivo Hebraica da comunidade judaica de Caracas.
Membros do Governo brasileiro, sobretudo o presidente Lula, o Sr. Marco Aurélio Garcia e o deputado Dr. Rosinha, alegam não haver justificativa para impedir o ingresso do presidente Chávez no Mercosul, afirmando que na Venezuela existe “democracia em excesso”, baseando-se na “aceitação” à derrota sofrida sobre a modificação à Constituição vigente que lhe permitiria reeleger-se indefinidamente, um caráter eminentemente autoritário ditatorial e não democrático, como alegam seus defensores.
Uma democracia não se define apenas porque seus cidadãos votam, caso contrário poder-se-ia concluir que o regime da Cuba de Fidel Castro não é uma ditadura, pois lá também, apesar de ser uma chapa única e um partido único, os cubanos vão às urnas “escolher” seus futuros dirigentes. Numa verdadeira democracia as liberdades individuais são respeitadas, bem como a iniciativa privada e o império das leis, garantidos pelo Estado de Direito e há muito estes elementos essenciais ao bem-estar social e desenvolvimento do país estão sendo dizimados da Venezuela.
Cito alguns exemplos insofismáveis: a Federação Internacional de Jornalistas classificou a Venezuela entre os países que, freqüentemente, atacam a imprensa e violam os Direitos Humanos, ao lado do Azerbaijão, Tunísia, Paquistão e Nigéria e apenas um dia antes da visita do presidente Lula àquele país, no dia 13 pp., surpreendendo até o Itamaraty, Chávez negou o visto a jornalistas brasileiros para cobrir o evento.
Discorrer nesta mensagem sobre todos os crimes cometidos contra os Direitos Humanos dos cidadãos venezuelanos seria desgastante e tornaria a mensagem um tratado, por isso chamo a atenção dos Senhores para o fato de Chávez ser membro do Foro de São Paulo, uma organização que congrega em seu seio partidos comunistas da América Latina e do mundo, ditadores como Fidel Castro – seu fundador junto com o presidente Lula - além de bandos terroristas como as FARC e o ELN colombianos, o MIR chileno, para citar apenas três deles.
Convido-os a assistirem o vídeo abaixo, onde exilados venezuelanos fazem um apelo à comunidade internacional sobre a situação dos presos-políticos que já somam mais de 300, além dos dissidentes que vivem fora de sua Pátria por perseguições de um governo que alguns acreditam ser democrático. Então, faço-lhes esta pergunta: numa verdadeira democracia é crime passível de prisão e longas condenações por apenas discordar do pensamento e ideologia do presidente da República?
O dirigente opositor venezuelano, Alejandro Peña Esclusa, foi “proibido” de sair do país para proferir palestra num seminário sobre Liberdade e Democracia, em El Salvador, há pouco mais de dois meses. Onde, senão em ditaduras, um cidadão é privado de sua liberdade de ir e vir, apenas por discordar do Governo?
Encerro esta mensagem aos Senhores pedindo que reflitam muito sobre o que vai aqui escrito, antes de apoiarem a entrada do presidente Chávez – dele, sim, e não da Venezuela – como membro pleno do Mercosul, apelando para o mesmo espírito que os animou na recente votação sobre a prorrogação da CPMF, onde reinou solene a razão e o bom senso.
Convido-os a lerem o artigo que segue abaixo, bem como a acessarem este “Chávez e o Mercosul” – para que tomem uma posição amadurecida e embasada quando da votação referida acima. Se nós queremos preservar o que temos de democracia em nosso país, não podemos permitir o ingresso do presidente Hugo Chávez ao Mercosul.
Confiando na seriedade e discernimento dos Senhores, despeço-me na certeza de que prevalecerá o respeito às liberdades democráticas de todos nós brasileiros.
Com votos de um feliz Natal,
Atenciosamente,
Graça Salgueiro
Fundadora e Representante para a América Latina do FDR
A Venezuela esteve a ponto de uma guerra civil
Alejandro Peña Esclusa
Faltando poucos dias para a realização do referendum na Venezuela, todas as pesquisas davam como ganhadora a opção do NÃO, o que vale dizer que a maioria dos venezuelanos se opunha à reforma constitucional proposta por Hugo Chávez.
A reforma não só outorgava a Chávez poderes ilimitados e a presidência vitalícia, senão que convertia a Venezuela – um país tradicionalmente livre e democrático – em uma nova Cuba.
Na noite de 2 de dezembro, depois de haver-se encerrado os centros de votação, a situação era muito tensa posto que, em que pese o evidente triunfo do NÃO, confirmado pelas pesquisas de boca de urna (exit polls), havia indícios de que as autoridades eleitorais, por instruções do próprio Chávez, dariam como ganhador o SIM.
Dado as aterradoras suspeitas de fraude em eleições anteriores, o povo venezuelano estava disposto a sair às ruas para defender sua vontade soberana. Porém, afortunadamente, grande parte dos militares não estavam dispostos a reprimir milhões de manifestantes pacíficos que protestariam por razões legítimas, e assim fizeram Chávez tomar conhecimento.
Na prática funcionou uma operação tipo torquês – quer dizer, em dois flancos – para forçar o oficialismo a reconhecer a derrota. Por um lado, as forças opositoras que votaram pelo NÃO fiscalizaram as mesas, recolheram as atas e contabilizaram os votos. E por outro, a ameaça de sair às ruas em todo o território nacional, em caso de se materializar a fraude.
Pressionado por ambos os flancos, o Regime viu-se obrigado a aceitar os resultados, mesmo que maquiados, para não parecer tão contundentes.
Pouco depois o próprio Chávez admitiu publicamente que esteve tentado a não ceder. Porém, evidentemente, fez suas contas e percebeu que não só haveria uma guerra civil, como, além disso, a perderia.
Embora os partidos políticos que promoveram a opção do NÃO tivessem feito seu trabalho para conseguir o triunfo, na realidade a democracia venezuelana foi salva por milhares de heróis anônimos que estiveram dispostos a arriscar tudo nas ruas, para impedir que seus filhos vivessem em uma ditadura castro-comunista.
A lição é esta: há que manter a luta democrática, porém sempre respaldada pela possibilidade de ativar o protesto popular. Essa é a única combinação que um regime ditatorial verdadeiramente teme.
Graças a Deus, os venezuelanos podem celebrar em paz este Natal, porém a luta continua porque Chávez tentará impor seu modelo totalitário, embora seja por outros meios.
Tradução: Graça Salgueiro
Para refletir
Quem eram os personagens do "outro lado" do Movimento Cívico-patriótico que nossas Forças Armadas empreenderam com o objetivo de impedir que tomassem o poder através da força neste país em 1964?
Quem eram as pessoas do "outro lado", quais os nomes delas? Será que alguns deles estão HOJE onde queriam chegar naquela época (ou seja, no mando da nação) tendo utilizado para isto a estupidez e o desprezo pelo conhecimento de toda uma nação que vota em quem adora FIDEL, um assassino de 100 mil de seus compatriotas que discordaram, em algum momento, que CUBA era um paraíso?
Estou errado?
Quem eram as pessoas do "outro lado", quais os nomes delas? Será que alguns deles estão HOJE onde queriam chegar naquela época (ou seja, no mando da nação) tendo utilizado para isto a estupidez e o desprezo pelo conhecimento de toda uma nação que vota em quem adora FIDEL, um assassino de 100 mil de seus compatriotas que discordaram, em algum momento, que CUBA era um paraíso?
Estou errado?
Enquete
A enquete "Se alguém diz que vai te matar, o que você faz?" chegou ao fim com o seguinte resultado com dois votos apenas:
. Diz "tudo bem!!!" - 0
. Chama a polícia - 0
. Sai correndo - 1 voto (50%)
. Aplica ao interlocutor a mesma penalidade antes dele fazê-lo - 1 voto (50%).
Tem nova enquete no ar.
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segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
Marx e o Foro de São Paulo
Do portal MOVIMENTO ENDIREITAR
Escrito por Wellington Moraes em 14 de dezembro de 2007
Em 2005, no XII Encontro do Foro de São Paulo (FSP), o presidente Lula, que fundou o FSP junto com Fidel Castro, afirmou que “graças a uma ação política de companheiros”, eles puderam “atuar junto a outros países com os nossos companheiros do movimento social, dos partidos daqueles países, do movimento sindical, sempre utilizando a relação construída no Foro de São Paulo para que pudéssemos conversar sem que parecesse e sem que as pessoas entendessem qualquer interferência política".
Marx e Engels recomendavam na "Mensagem do Comitê Central à Liga dos Comunistas (Mensagem)" uma organização "ao mesmo tempo legal e secreta" dos comunistas justamente para que eles pudessem "conversar sem que parecesse e sem que as pessoas entendessem qualquer interferência política". Nas palavras de Marx e Engels, estas organizações serviriam para que "os interesses do proletariado possam ser discutidos independentemente das influências burguesas."
Marx disse numa carta a Engels (13 julho, 1851), que essa Mensagem era "no fundo nada mais que um plano de guerra contra a democracia".
Uma nota na página 674 do Volume 10 (1978) do Marx-Engels Collected Works diz que a Mensagem “continha as proposições fundamentais do programa e táticas Marxistas".
"Embora pouco conhecido e raramente estudada," diz o historiador inglês Robert Payne (Marx, Londres, 1968, p.239), a Mensagem é "um dos documentos mais importantes e seminais do século XIX", ela "agiu como uma bomba com um fusível atrasado, explodindo só no século XX".
Já o autor americano Hal Draper (marxista) afirma, no Volume II de sua obra Karl Marx's Theory Of Revolution, 1978, que “a Mensagem” é "uma expressão das visões de Marx e Engels que, mutatis mutandum, continuaram refletindo seus pensamentos políticos até o fim". (As citações são do dos livros Karl Marx and the Critical Examination of His Works I e II).
Na tradição comunista sempre existiram organizações "legais e secretas". A Liga Comunista controlada por Marx e Engels foi a primeira. Tempos depois tivemos o Kommitern. Aqui na América Latina tivemos a Tricontinental e a Organização de Solidariedade Latino-Americana (OLAS) na década de 1960 sob comando de Fidel Castro.
O Foro de São Paulo, que foi fundado em 1990, é a continuação desta tradição. A diferença é que depois da desativação do Kommitern na década de 1940 eles passaram a utilizar denominações eufemísticas para tentar camuflar as organizações comunistas. Mais: como nos informa as FARC em seu site, o FSP foi "uma tábua de salvação e a esperança que tudo não foi perdido" para os comunistas após a queda do Muro de Berlim, o que confirma a tese de que é um grande engano pensar que o comunismo está morto. (v. Conselho Europeu condena o comunismo e Marxismo: A Máquina Assassina).
Ora, na prática, despido de todo o seu pretenso ideal de justiça social, o marxismo significa violações maciças dos direitos do homem, assassinatos e execuções individuais ou coletivas, terrorismo sanguinário, expurgos mortais, seqüestros, campos letais de prisioneiros e trabalhos forçados assassinos, deportações fatais, fomes provocadas por homens, execuções extrajudiciais e julgamentos “teatrais”, descarado genocídio e perseguições por motivos étnicos ou religiosos. (O próprio Engels considera "um passo adiante" o "desaparecimento da face da terra não somente das classes e das dinastias reacionárias, mas também de todas as nações reacionárias" em The Magyar Struggle; ele também defende a utilização de uma "uma luta de vida-e-morte inexorável [...] uma batalha de aniquilação e terrorismo cruel [...] nos interesses da Revolução" em Democratic Pan-Slavism).
São membros do Foro de São Paulo: Partido Comunista de Cuba, Partido Comunista do Brasil, Partido Comunista Colombiano, Partido Comunista da Argentina, Partido Comunista da Bolívia, Partido Comunista do Chile, Partido Comunista Paraguaio, Partido Comunista Peruano, Partido Comunista do Uruguai, Partido Comunista da Venezuela.
E mais: Partido dos Trabalhadores (Brasil), Movimento de Esquerda Revolucionária (Colômbia), Exército de Libertação Nacional (Colômbia), Forças Armadas Revolucionarias de Colômbia (FARC), Movimento Clement Payne (Barbados), Partido Socialista do Chile, Partido Popular Costa-Riquenho, Partido Trabalhista de Dominica, Partido de Libertação Dominicano, Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional (El Salvador), União Revolucionária Nacional da Guatemala, Aliança do Povo Trabalhador (Guiana), Partido do Trabalho (México), Partido Socialista Popular (México), Partido da Revolução Democrática (México), Frente Sandinista de Libertação Nacional (Nicarágua), Partido Pátria Livre (Paraguai), Partido Socialista do Peru, Partido Nacionalista Porto-riquenho, Frente Socialista (Porto Rico), Movimento de Independência Nacional Hostosiano (Porto Rico), Federação Universitária Pró-Independência de Porto Rico, Frente Ampla (Uruguai), Partido Socialista do Uruguai, Tupamaros (Uruguai).
Não é por acaso que o engenheiro venezuelano Alejandro Peña Esclusa considera o FSP como um perigo para o hemisfério.
Num discurso na Associação Comercial do Rio de Janeiro em 8 de março de 1919, não muito tempo depois da Revolução Russa, Rui Barbosa, em tom profético, afirmava: “O Comunismo não é a fraternidade: é a invasão do ódio entre as classes. Não é a reconciliação dos homens: é a sua exterminação mútua. Não arvora a bandeira do Evangelho: bane Deus das almas e das reivindicações populares. Não dá tréguas à ordem. Não conhece a liberdade cristã. Dissolveria a sociedade. Extinguiria a religião. Desumanaria a humanidade. Everteria, subverteria, inverteria a obra do Criador”.
Escrito por Wellington Moraes em 14 de dezembro de 2007
Em 2005, no XII Encontro do Foro de São Paulo (FSP), o presidente Lula, que fundou o FSP junto com Fidel Castro, afirmou que “graças a uma ação política de companheiros”, eles puderam “atuar junto a outros países com os nossos companheiros do movimento social, dos partidos daqueles países, do movimento sindical, sempre utilizando a relação construída no Foro de São Paulo para que pudéssemos conversar sem que parecesse e sem que as pessoas entendessem qualquer interferência política".
Marx e Engels recomendavam na "Mensagem do Comitê Central à Liga dos Comunistas (Mensagem)" uma organização "ao mesmo tempo legal e secreta" dos comunistas justamente para que eles pudessem "conversar sem que parecesse e sem que as pessoas entendessem qualquer interferência política". Nas palavras de Marx e Engels, estas organizações serviriam para que "os interesses do proletariado possam ser discutidos independentemente das influências burguesas."
Marx disse numa carta a Engels (13 julho, 1851), que essa Mensagem era "no fundo nada mais que um plano de guerra contra a democracia".
Uma nota na página 674 do Volume 10 (1978) do Marx-Engels Collected Works diz que a Mensagem “continha as proposições fundamentais do programa e táticas Marxistas".
"Embora pouco conhecido e raramente estudada," diz o historiador inglês Robert Payne (Marx, Londres, 1968, p.239), a Mensagem é "um dos documentos mais importantes e seminais do século XIX", ela "agiu como uma bomba com um fusível atrasado, explodindo só no século XX".
Já o autor americano Hal Draper (marxista) afirma, no Volume II de sua obra Karl Marx's Theory Of Revolution, 1978, que “a Mensagem” é "uma expressão das visões de Marx e Engels que, mutatis mutandum, continuaram refletindo seus pensamentos políticos até o fim". (As citações são do dos livros Karl Marx and the Critical Examination of His Works I e II).
Na tradição comunista sempre existiram organizações "legais e secretas". A Liga Comunista controlada por Marx e Engels foi a primeira. Tempos depois tivemos o Kommitern. Aqui na América Latina tivemos a Tricontinental e a Organização de Solidariedade Latino-Americana (OLAS) na década de 1960 sob comando de Fidel Castro.
O Foro de São Paulo, que foi fundado em 1990, é a continuação desta tradição. A diferença é que depois da desativação do Kommitern na década de 1940 eles passaram a utilizar denominações eufemísticas para tentar camuflar as organizações comunistas. Mais: como nos informa as FARC em seu site, o FSP foi "uma tábua de salvação e a esperança que tudo não foi perdido" para os comunistas após a queda do Muro de Berlim, o que confirma a tese de que é um grande engano pensar que o comunismo está morto. (v. Conselho Europeu condena o comunismo e Marxismo: A Máquina Assassina).
Ora, na prática, despido de todo o seu pretenso ideal de justiça social, o marxismo significa violações maciças dos direitos do homem, assassinatos e execuções individuais ou coletivas, terrorismo sanguinário, expurgos mortais, seqüestros, campos letais de prisioneiros e trabalhos forçados assassinos, deportações fatais, fomes provocadas por homens, execuções extrajudiciais e julgamentos “teatrais”, descarado genocídio e perseguições por motivos étnicos ou religiosos. (O próprio Engels considera "um passo adiante" o "desaparecimento da face da terra não somente das classes e das dinastias reacionárias, mas também de todas as nações reacionárias" em The Magyar Struggle; ele também defende a utilização de uma "uma luta de vida-e-morte inexorável [...] uma batalha de aniquilação e terrorismo cruel [...] nos interesses da Revolução" em Democratic Pan-Slavism).
São membros do Foro de São Paulo: Partido Comunista de Cuba, Partido Comunista do Brasil, Partido Comunista Colombiano, Partido Comunista da Argentina, Partido Comunista da Bolívia, Partido Comunista do Chile, Partido Comunista Paraguaio, Partido Comunista Peruano, Partido Comunista do Uruguai, Partido Comunista da Venezuela.
E mais: Partido dos Trabalhadores (Brasil), Movimento de Esquerda Revolucionária (Colômbia), Exército de Libertação Nacional (Colômbia), Forças Armadas Revolucionarias de Colômbia (FARC), Movimento Clement Payne (Barbados), Partido Socialista do Chile, Partido Popular Costa-Riquenho, Partido Trabalhista de Dominica, Partido de Libertação Dominicano, Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional (El Salvador), União Revolucionária Nacional da Guatemala, Aliança do Povo Trabalhador (Guiana), Partido do Trabalho (México), Partido Socialista Popular (México), Partido da Revolução Democrática (México), Frente Sandinista de Libertação Nacional (Nicarágua), Partido Pátria Livre (Paraguai), Partido Socialista do Peru, Partido Nacionalista Porto-riquenho, Frente Socialista (Porto Rico), Movimento de Independência Nacional Hostosiano (Porto Rico), Federação Universitária Pró-Independência de Porto Rico, Frente Ampla (Uruguai), Partido Socialista do Uruguai, Tupamaros (Uruguai).
Não é por acaso que o engenheiro venezuelano Alejandro Peña Esclusa considera o FSP como um perigo para o hemisfério.
Num discurso na Associação Comercial do Rio de Janeiro em 8 de março de 1919, não muito tempo depois da Revolução Russa, Rui Barbosa, em tom profético, afirmava: “O Comunismo não é a fraternidade: é a invasão do ódio entre as classes. Não é a reconciliação dos homens: é a sua exterminação mútua. Não arvora a bandeira do Evangelho: bane Deus das almas e das reivindicações populares. Não dá tréguas à ordem. Não conhece a liberdade cristã. Dissolveria a sociedade. Extinguiria a religião. Desumanaria a humanidade. Everteria, subverteria, inverteria a obra do Criador”.
Saindo do armário
Do portal FAROL DA DEMOCRACIA REPRESENTATIVA
Olavo de Carvalho Membro Fundador e Consultor do Farol da Democracia Representativa
No discurso que fez durante o Encontro de Governadores da Frente Norte do Mercosul, em Belém do Pará, no dia 6 de dezembro (aqui publicado em áudio e encontrável em formato texto em http://www.info.planalto.gov.br/download/discursos/pr464-2@.doc), o senhor presidente da República foi ainda mais explícito do que em 2 de julho de 2005 - 15º aniversário do Foro de São Paulo - e a grande mídia nacional foi ainda mais aplicada e unânime em fingir que não o ouviu. O que ele disse foi, em essência, o seguinte:
1. O Foro de São Paulo, fundado por ele, é o comando estratégico da esquerda continental.
2. Ao longo de 17 anos de ações coordenadas, a estratégia do Foro mudou o curso da História na América Latina, não só salvando da extinção o movimento comunista internacional mas entregando a ele o poder sobre várias nações e abrindo caminho para a sua expansão ilimitada.
Essas afirmações são verdades facílimas de comprovar. Basta cotejar as atas das assembléias e grupos de trabalho daquela misteriosa entidade com o noticiário das mudanças políticas sobrevindas em escala continental desde a sua fundação em 1990. Praticamente tudo o que aconteceu de importante na política latino-americana na última década e meia foi tramado e decidido com antecedência no Foro de São Paulo.
O senhor presidente só mentiu num ponto: disse que os cientistas sociais terão dificuldade em entender essa gigantesca transformação histórica porque "foi tudo muito rápido". Não foi rápido coisa nenhuma. Houve tempo suficiente para compreender o processo e até para detê-lo. O que faltou foi informação. Tudo o que se discutiu e se decidiu no Foro ao longo de 17 anos foi mantido em segredo, com a colaboração servil e criminosa da mídia cúmplice e de uma oposição de fancaria, programada para calar o bico. Ludibriado, o povo assistiu às mudanças sem saber de onde vinham, como se fosse tudo uma inexplicável tempestade de curiosas coincidências. Agindo por toda parte sem jamais ser visto, discutido ou denunciado, o Foro de São Paulo transformou-se literalmente no governo mágico preconizado por Antonio Gramsci, investido do "poder invisível e onipresente de um imperativo categórico, de um mandamento divino".
Nunca, na história do mundo, acontecimentos dessa magnitude permaneceram ocultos perante tanta gente durante tanto tempo, com conseqüências tão vastas.
O fato de que, diante desse fenômeno assombroso, os próprios antipetistas reais ou fingidos se encolham e prefiram discutir miudezas administrativas e legais, como se estivéssemos numa antiga e aprazível democracia européia onde a política se tornou mera rotina burocrática, mostra que a ousadia e o cinismo dos planos monumentais da esquerda não inibiram em seus adversários só a coragem de lutar, mas até o desejo de pensar, o mero impulso de saber. O mal que cresce em torno deles tornou-se grande demais para que desejem enxergá-lo. Como drogados numa boate em chamas, preferem deixar-se cair pelas poltronas, esperando que o incêndio passe como se fosse apenas uma bad trip.
Agora que a luta está praticamente ganha, o próprio inventor da trama pode abrir o armário e mostrar a bela coleção de esqueletos acumulada no escuro ao longo dos anos.
Ele já não tem motivo para calar. Já ninguém tem força para punir seus crimes. Aquilo que foi encoberto pode ser exibido, sem risco, de cima dos telhados. Apenas, aqueles que solicitamente colaboraram com a ocultação se sentem, é claro, um pouco envergonhados de confessar que seu silêncio obsequioso, tão constante, tão devoto, se tornou de repente uma relíquia inútil, desprezada por seu próprio beneficiário maior.
Fonte: Jornal do Brasil - 13 /12/2007
http://jbonline.terra.com.br/sitehtml/papel/pais/papel/2007/12/13/pais20071213024.html
Olavo de Carvalho Membro Fundador e Consultor do Farol da Democracia Representativa
No discurso que fez durante o Encontro de Governadores da Frente Norte do Mercosul, em Belém do Pará, no dia 6 de dezembro (aqui publicado em áudio e encontrável em formato texto em http://www.info.planalto.gov.br/download/discursos/pr464-2@.doc), o senhor presidente da República foi ainda mais explícito do que em 2 de julho de 2005 - 15º aniversário do Foro de São Paulo - e a grande mídia nacional foi ainda mais aplicada e unânime em fingir que não o ouviu. O que ele disse foi, em essência, o seguinte:
1. O Foro de São Paulo, fundado por ele, é o comando estratégico da esquerda continental.
2. Ao longo de 17 anos de ações coordenadas, a estratégia do Foro mudou o curso da História na América Latina, não só salvando da extinção o movimento comunista internacional mas entregando a ele o poder sobre várias nações e abrindo caminho para a sua expansão ilimitada.
Essas afirmações são verdades facílimas de comprovar. Basta cotejar as atas das assembléias e grupos de trabalho daquela misteriosa entidade com o noticiário das mudanças políticas sobrevindas em escala continental desde a sua fundação em 1990. Praticamente tudo o que aconteceu de importante na política latino-americana na última década e meia foi tramado e decidido com antecedência no Foro de São Paulo.
O senhor presidente só mentiu num ponto: disse que os cientistas sociais terão dificuldade em entender essa gigantesca transformação histórica porque "foi tudo muito rápido". Não foi rápido coisa nenhuma. Houve tempo suficiente para compreender o processo e até para detê-lo. O que faltou foi informação. Tudo o que se discutiu e se decidiu no Foro ao longo de 17 anos foi mantido em segredo, com a colaboração servil e criminosa da mídia cúmplice e de uma oposição de fancaria, programada para calar o bico. Ludibriado, o povo assistiu às mudanças sem saber de onde vinham, como se fosse tudo uma inexplicável tempestade de curiosas coincidências. Agindo por toda parte sem jamais ser visto, discutido ou denunciado, o Foro de São Paulo transformou-se literalmente no governo mágico preconizado por Antonio Gramsci, investido do "poder invisível e onipresente de um imperativo categórico, de um mandamento divino".
Nunca, na história do mundo, acontecimentos dessa magnitude permaneceram ocultos perante tanta gente durante tanto tempo, com conseqüências tão vastas.
O fato de que, diante desse fenômeno assombroso, os próprios antipetistas reais ou fingidos se encolham e prefiram discutir miudezas administrativas e legais, como se estivéssemos numa antiga e aprazível democracia européia onde a política se tornou mera rotina burocrática, mostra que a ousadia e o cinismo dos planos monumentais da esquerda não inibiram em seus adversários só a coragem de lutar, mas até o desejo de pensar, o mero impulso de saber. O mal que cresce em torno deles tornou-se grande demais para que desejem enxergá-lo. Como drogados numa boate em chamas, preferem deixar-se cair pelas poltronas, esperando que o incêndio passe como se fosse apenas uma bad trip.
Agora que a luta está praticamente ganha, o próprio inventor da trama pode abrir o armário e mostrar a bela coleção de esqueletos acumulada no escuro ao longo dos anos.
Ele já não tem motivo para calar. Já ninguém tem força para punir seus crimes. Aquilo que foi encoberto pode ser exibido, sem risco, de cima dos telhados. Apenas, aqueles que solicitamente colaboraram com a ocultação se sentem, é claro, um pouco envergonhados de confessar que seu silêncio obsequioso, tão constante, tão devoto, se tornou de repente uma relíquia inútil, desprezada por seu próprio beneficiário maior.
Fonte: Jornal do Brasil - 13 /12/2007
http://jbonline.terra.com.br/sitehtml/papel/pais/papel/2007/12/13/pais20071213024.html
Lula, quem diria, lê Mídia Sem Máscara!
Do portal MÍDIA SEM MÁSCARA
por Heitor De Paola em 13 de dezembro de 2007
Resumo: É o que parece, a julgar pelo conteúdo de seu discurso de encerramento no Encontro de Governadores da Frente Norte do Mercosul, onde mais uma vez voltou a falar sobre a "organização que não existe", o Foro de São Paulo.
© 2007 MidiaSemMascara.org
Fontes bem informadas revelaram que o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva é leitor assíduo do site neo-fascista-conservador-reacionário-ultradireitista Mídia Sem Máscara, desprezando a imprensa oficial/oficiosa da qual já está enfadado de tanto puxa-saquismo. Apesar do todas as negativas desta mídia, Lula converteu-se ao credo psicótico de Olavo de Carvalho e seus colaboradores e usou a nossa “Editoria do Foro de São Paulo” para compor seu discurso de encerramento do Encontro de Governadores da Frente Norte do Mercosul em Belém do Pará, no último dia 6 (que pode ser encontrado em http://www.info.planalto.gov.br/download/discursos/pr464-2@.doc, com opção de áudio). Não deu nem bola para o fato, de conhecimento geral e consensual de ser esta história um delírio de malucos, como expliquei no artigo “O satânico professor Ô!”.
Revelando-se um atento leitor das Atas do Foro, já começou sua peroração assim (negritos acrescentados por mim em todo este artigo): “Meus companheiros representantes dos países da América do Sul, eu tive a felicidade de, em 1990, convocar (...) eu tive o prazer de convocar a primeira reunião da esquerda na América Latina, em 1990. Eu tinha terminado a eleição de 89, nós tínhamos saído muito fortalecidos do processo eleitoral e era preciso, então, fazer um chamamento a todas as organizações de esquerda que militavam na política da América Latina, para que pudéssemos começar a estabelecer uma estratégia de procedimento entre a esquerda da América Latina”. “Eu me lembro (...) como se fosse hoje, era época da Copa do Mundo de 1990, e a reunião foi feita em São Paulo, por isso é que ficou constituído o Foro de São Paulo”.
Prossegue Sua Excelência: “Qual é a mudança que houve nesses 18 anos? Olhem o mapa da América do Sul hoje. O que aconteceu na América do Sul é um fenômeno político que, possivelmente, os sociólogos levarão um tempo para compreender por que aconteceu tão rápido a mudança que houve, uma mudança extremamente importante. (...) E hoje nós vemos que o que aconteceu na América do Sul está se espraiando para a América Central e para a América Latina, em quase todos os países. Há um mapa exatamente antagônico ao mapa que existiu de 1980 a 1990, ou ao ano 2000. Quando o povo teve oportunidade, na América do Sul, ele fez uma guinada completa, ele trocou o neoliberalismo pelo que tinha de mais avançado em políticas sociais em todos os países da América do Sul, e está acontecendo, agora, na América Latina”.
Só se os sociólogos a que se refere o Presidente forem do tipo Emir Sader, “frei” (uma ova!) Beto, Luis Felipe de Alencastro, “Os Três Patetas” e outros do mesmo calibre. Embora o próprio orador nos diga o seguinte: “Eu, por exemplo, conheci o (Fidel) em um encontro que fizemos em Cuba. Tinha acabado de ser preso por conta do golpe e acabado de ser liberado. Conheci o Chávez em um encontro do Foro de São Paulo, como conheci também o Daniel Ortega, como conheci tantos companheiros da Argentina, do Chile, do Uruguai, do Paraguai, da Bolívia, do Equador, da Venezuela, da Colômbia” (quais da Colômbia, Senhor Presidente?). E agora Merval Pereira? E agora Miriam Leitão? E agora, Diogo Mainardi? E agora Ali Kamel? E agora Frías? E agora Jabor? Certamente Lula não tinha nenhum conhecimento disto antes de ler nossa Editoria, como, por exemplo, negou tudo em entrevista a Boris Casoy, a quem mandou calar a boca e jamais voltar a falar do Foro.
Sobre os acontecimentos na Bolívia, disse: “...estava em época de eleição quando o Evo Morales quis nacionalizar o gás dele e eu disse: o gás é do Evo (não é da Bolívia?), ele está correto de nacionalizar. O gás é um instrumento, é uma matéria-prima, e é a única coisa que a Bolívia tem”. Entretanto, a nossa imprensa, que sabe melhor das coisas do que o próprio Presidente fica propalando que a Petrossauro foi extorquida, alguns falsos opositores desancam o Presidente chamando-o de covarde por não reagir, e vem agora Sua Excelência concordar com nossas delirantes teorias sobre a existência de uma aliança entre eles! Que vergonha, Senhor Presidente, o Senhor não acredita na imprensa brasileira e dá ouvido a psicóticos? Tsk, tsk, tsk!
Seis dias depois deste discurso o Globo (12/12/2007) publica a notícia de que Lula vai à Bolívia para propor a Morales uma aliança para contrabalançar Chávez e diminuir sua influência. Mais uma vez o Presidente teima em desmentir os “especialistas”, só que desta vez o desmentido veio antes da notícia, no próprio discurso: “De vez em quando querem que eu brigue com o Chávez. Cada coisa que eu falo é uma manchete negativa. Se nós, governantes, políticos e a imprensa aprendêssemos que a coisa mais nobre numa relação internacional é o respeito às decisões soberanas de cada país... Cada país decide o que é bom para si, cada país decide a sua moeda, cada país decide a sua política industrial, cada país decide o seu regime político (...) somos países com histórias diferentes, conquistas de independência em datas diferentes, colonizadores diferentes. Então, se nós não respeitarmos as tradições históricas e culturais de nossos países, também não terá integração. E como nós não queremos mais ser colonizados, nós queremos apenas que deixem a vida nos levar, como diz o Zeca Pagodinho, deixem a vida nos levar que nós saberemos construir a nossa democracia...”. Ué, então há aliança com Evito y Huguito ao mesmo tempo? Não, mil vezes não, nossos “especialistas” é que devem ter razão! Ora, não nos afirmam Os Três Patetas que existem duas esquerdas na América Latina e Lula é da “vegetariana” enquanto Evito y Huguito são da “carnívora”? Será que eles vão comer (no sentido digestivo, leitores, por favor!) nossa plantinha Presidencial? E agora Montaner? E agora Vargas Llosa? E agora Apuleyo?
Quanto às intenções sindicalistas Lula foi claro: “E eu acho que logo, logo, as centrais sindicais vão ter que criar uma central da América do Sul, uma central do Mercosul, nós vamos ter que criar entidades dos países que compõem o Mercosul, porque é isso que vai dar a sustentação de uma combinação entre a discussão macroeconômica de cada país, a discussão comercial, e a complementação – que não é secundária, é prioridade – que é o resultado das políticas sociais para ajudar o povo mais pobre dos nossos países”. E suas intenções quanto ao empresariado também: “Tem duas coisas, Marina (Marina Silva, Ministra do Meio Ambiente), que nós temos que fazer. Primeiro, nós temos que dizer, em alto e bom som: neste País tem empresário sério na agricultura, tem empresário sério em fábrica de madeireira, que fazem as coisas corretas, honestas, pagam seus impostos e fazem as coisas certas. Nós temos que salvaguardar esses e mostrá-los, porque a sociedade tem que saber que em tudo tem coisa boa e coisa ruim. E tem aqueles que são predadores, aqueles que não respeitam a lei, aqueles que não respeitam a autoridade. Para esses tem que ter o bastão do Estado em cima deles, para aprenderem a respeitar as leis aprovadas pelo Congresso Nacional”. Faltou esclarecer o que o Presidente do mensalão entende por “honestidade”. Serão os empresários que abjetamente contribuem para o PT e para conseguirem mamatas na Venezuela aceitam vergonhosamente publicar no Brasil dois milhões de exemplares do livrinho bolivariano, assim comprando a corda com que serão enforcados? Como dizia o ditador Vargas, que alguns consideram um grande “estadista”: aos amigos, tudo; aos inimigos, a Lei.
por Heitor De Paola em 13 de dezembro de 2007
Resumo: É o que parece, a julgar pelo conteúdo de seu discurso de encerramento no Encontro de Governadores da Frente Norte do Mercosul, onde mais uma vez voltou a falar sobre a "organização que não existe", o Foro de São Paulo.
© 2007 MidiaSemMascara.org
Fontes bem informadas revelaram que o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva é leitor assíduo do site neo-fascista-conservador-reacionário-ultradireitista Mídia Sem Máscara, desprezando a imprensa oficial/oficiosa da qual já está enfadado de tanto puxa-saquismo. Apesar do todas as negativas desta mídia, Lula converteu-se ao credo psicótico de Olavo de Carvalho e seus colaboradores e usou a nossa “Editoria do Foro de São Paulo” para compor seu discurso de encerramento do Encontro de Governadores da Frente Norte do Mercosul em Belém do Pará, no último dia 6 (que pode ser encontrado em http://www.info.planalto.gov.br/download/discursos/pr464-2@.doc, com opção de áudio). Não deu nem bola para o fato, de conhecimento geral e consensual de ser esta história um delírio de malucos, como expliquei no artigo “O satânico professor Ô!”.
Revelando-se um atento leitor das Atas do Foro, já começou sua peroração assim (negritos acrescentados por mim em todo este artigo): “Meus companheiros representantes dos países da América do Sul, eu tive a felicidade de, em 1990, convocar (...) eu tive o prazer de convocar a primeira reunião da esquerda na América Latina, em 1990. Eu tinha terminado a eleição de 89, nós tínhamos saído muito fortalecidos do processo eleitoral e era preciso, então, fazer um chamamento a todas as organizações de esquerda que militavam na política da América Latina, para que pudéssemos começar a estabelecer uma estratégia de procedimento entre a esquerda da América Latina”. “Eu me lembro (...) como se fosse hoje, era época da Copa do Mundo de 1990, e a reunião foi feita em São Paulo, por isso é que ficou constituído o Foro de São Paulo”.
Prossegue Sua Excelência: “Qual é a mudança que houve nesses 18 anos? Olhem o mapa da América do Sul hoje. O que aconteceu na América do Sul é um fenômeno político que, possivelmente, os sociólogos levarão um tempo para compreender por que aconteceu tão rápido a mudança que houve, uma mudança extremamente importante. (...) E hoje nós vemos que o que aconteceu na América do Sul está se espraiando para a América Central e para a América Latina, em quase todos os países. Há um mapa exatamente antagônico ao mapa que existiu de 1980 a 1990, ou ao ano 2000. Quando o povo teve oportunidade, na América do Sul, ele fez uma guinada completa, ele trocou o neoliberalismo pelo que tinha de mais avançado em políticas sociais em todos os países da América do Sul, e está acontecendo, agora, na América Latina”.
Só se os sociólogos a que se refere o Presidente forem do tipo Emir Sader, “frei” (uma ova!) Beto, Luis Felipe de Alencastro, “Os Três Patetas” e outros do mesmo calibre. Embora o próprio orador nos diga o seguinte: “Eu, por exemplo, conheci o (Fidel) em um encontro que fizemos em Cuba. Tinha acabado de ser preso por conta do golpe e acabado de ser liberado. Conheci o Chávez em um encontro do Foro de São Paulo, como conheci também o Daniel Ortega, como conheci tantos companheiros da Argentina, do Chile, do Uruguai, do Paraguai, da Bolívia, do Equador, da Venezuela, da Colômbia” (quais da Colômbia, Senhor Presidente?). E agora Merval Pereira? E agora Miriam Leitão? E agora, Diogo Mainardi? E agora Ali Kamel? E agora Frías? E agora Jabor? Certamente Lula não tinha nenhum conhecimento disto antes de ler nossa Editoria, como, por exemplo, negou tudo em entrevista a Boris Casoy, a quem mandou calar a boca e jamais voltar a falar do Foro.
Sobre os acontecimentos na Bolívia, disse: “...estava em época de eleição quando o Evo Morales quis nacionalizar o gás dele e eu disse: o gás é do Evo (não é da Bolívia?), ele está correto de nacionalizar. O gás é um instrumento, é uma matéria-prima, e é a única coisa que a Bolívia tem”. Entretanto, a nossa imprensa, que sabe melhor das coisas do que o próprio Presidente fica propalando que a Petrossauro foi extorquida, alguns falsos opositores desancam o Presidente chamando-o de covarde por não reagir, e vem agora Sua Excelência concordar com nossas delirantes teorias sobre a existência de uma aliança entre eles! Que vergonha, Senhor Presidente, o Senhor não acredita na imprensa brasileira e dá ouvido a psicóticos? Tsk, tsk, tsk!
Seis dias depois deste discurso o Globo (12/12/2007) publica a notícia de que Lula vai à Bolívia para propor a Morales uma aliança para contrabalançar Chávez e diminuir sua influência. Mais uma vez o Presidente teima em desmentir os “especialistas”, só que desta vez o desmentido veio antes da notícia, no próprio discurso: “De vez em quando querem que eu brigue com o Chávez. Cada coisa que eu falo é uma manchete negativa. Se nós, governantes, políticos e a imprensa aprendêssemos que a coisa mais nobre numa relação internacional é o respeito às decisões soberanas de cada país... Cada país decide o que é bom para si, cada país decide a sua moeda, cada país decide a sua política industrial, cada país decide o seu regime político (...) somos países com histórias diferentes, conquistas de independência em datas diferentes, colonizadores diferentes. Então, se nós não respeitarmos as tradições históricas e culturais de nossos países, também não terá integração. E como nós não queremos mais ser colonizados, nós queremos apenas que deixem a vida nos levar, como diz o Zeca Pagodinho, deixem a vida nos levar que nós saberemos construir a nossa democracia...”. Ué, então há aliança com Evito y Huguito ao mesmo tempo? Não, mil vezes não, nossos “especialistas” é que devem ter razão! Ora, não nos afirmam Os Três Patetas que existem duas esquerdas na América Latina e Lula é da “vegetariana” enquanto Evito y Huguito são da “carnívora”? Será que eles vão comer (no sentido digestivo, leitores, por favor!) nossa plantinha Presidencial? E agora Montaner? E agora Vargas Llosa? E agora Apuleyo?
Quanto às intenções sindicalistas Lula foi claro: “E eu acho que logo, logo, as centrais sindicais vão ter que criar uma central da América do Sul, uma central do Mercosul, nós vamos ter que criar entidades dos países que compõem o Mercosul, porque é isso que vai dar a sustentação de uma combinação entre a discussão macroeconômica de cada país, a discussão comercial, e a complementação – que não é secundária, é prioridade – que é o resultado das políticas sociais para ajudar o povo mais pobre dos nossos países”. E suas intenções quanto ao empresariado também: “Tem duas coisas, Marina (Marina Silva, Ministra do Meio Ambiente), que nós temos que fazer. Primeiro, nós temos que dizer, em alto e bom som: neste País tem empresário sério na agricultura, tem empresário sério em fábrica de madeireira, que fazem as coisas corretas, honestas, pagam seus impostos e fazem as coisas certas. Nós temos que salvaguardar esses e mostrá-los, porque a sociedade tem que saber que em tudo tem coisa boa e coisa ruim. E tem aqueles que são predadores, aqueles que não respeitam a lei, aqueles que não respeitam a autoridade. Para esses tem que ter o bastão do Estado em cima deles, para aprenderem a respeitar as leis aprovadas pelo Congresso Nacional”. Faltou esclarecer o que o Presidente do mensalão entende por “honestidade”. Serão os empresários que abjetamente contribuem para o PT e para conseguirem mamatas na Venezuela aceitam vergonhosamente publicar no Brasil dois milhões de exemplares do livrinho bolivariano, assim comprando a corda com que serão enforcados? Como dizia o ditador Vargas, que alguns consideram um grande “estadista”: aos amigos, tudo; aos inimigos, a Lei.
* * *
Para isto contaram com a cumplicidade do Departamento de Estado americano, pois eu mesmo denunciei ao vivo o Foro no Atlas Liberty Forum em Miami, em 2005, e mostrei a nossa estranheza frente à inação americana, ao que recebi como resposta do Honorable Otto Reich: “Miss Rice (Condoleezza Rice) knows what she is doing!”. É, parece que sabe mesmo: o porta-voz americano acaba de dar todo apoio à reforma constitucional “de aprofundamento da democracia e da justiça social” de Morales, deixando a ver navios os que deveria considerar seus aliados, os Governadores dos departamentos da Media Luna, que defendem os direitos individuais e o livre mercado.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Aécio "NeveR"
Aécio Neves acredita mesmo que é o candidato preferido da Oligarquia Financeira Transnacional para a sucessão de Lula, conforme lhe prometeram, anos atrás, em jantar no castelo dos banqueiros Rothschild, na Inglaterra (leia um pouco sobre a City de Londres aqui e aqui).
Só isto explica o fato de o governador tucano de Minas defender a recriação da CPMF para financiar a saúde a partir de 2008:
"O que eu posso dizer é que espero que possa haver agora a serenidade e tranqüilidade para que um entendimento entre o governo federal e o Senado da República possibilite a garantia do financiamento da saúde e o seu alargamento a partir do próximo ano, mesmo com uma noventena, um interregno, na cobrança".
Para recriar o tributo, o governo terá de cumprir a chamada noventena --carência de 90 dias para novos tributos.
Só isto explica o fato de o governador tucano de Minas defender a recriação da CPMF para financiar a saúde a partir de 2008:
"O que eu posso dizer é que espero que possa haver agora a serenidade e tranqüilidade para que um entendimento entre o governo federal e o Senado da República possibilite a garantia do financiamento da saúde e o seu alargamento a partir do próximo ano, mesmo com uma noventena, um interregno, na cobrança".
Para recriar o tributo, o governo terá de cumprir a chamada noventena --carência de 90 dias para novos tributos.
Porque PT e PSDB apenas fazem de conta que são um oposição do outro
Após a derrota na aprovação da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), oposição e governistas admitem a criação de um tributo para substituir o "imposto do cheque".
A idéia deve ser debatida durante a discussão da reforma tributária, segundo integrantes do PSDB e do PT.
O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio Netto (AM), sugere que a CPMF seja recriada com um novo formato.
Já a líder do PT na Casa, Ideli Salvatti (SC), reconheceu que a medida pode ser analisada na discussão da reforma tributária.
A idéia deve ser debatida durante a discussão da reforma tributária, segundo integrantes do PSDB e do PT.
O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio Netto (AM), sugere que a CPMF seja recriada com um novo formato.
Já a líder do PT na Casa, Ideli Salvatti (SC), reconheceu que a medida pode ser analisada na discussão da reforma tributária.
Os 74 impostos pagos no Brasil
Do portal ACLAME - ASSOCIAÇÃO DA CLASSE MÉDIA
* Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante - AFRMM - Lei 10.893/2004
* Contribuição á Direção de Portos e Costas (DPC) - Lei 5.46 1/1968
* Contribuição ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - FNDCT - Lei 10.168/2000
* Contribuição ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), também chamado "Salário Educação"
* Contribuição ao Funrural
* Contribuição ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) - Lei 2.613/1955
* Contribuição ao Seguro Acidente de Trabalho (SAT)
* Contribuição ao Serviço Brasileiro de Apoio a Pequena Empresa (Sebrae) - Lei 8.029/1990
* Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Comercial ( SENAC) - Lei 8.621/1946
* Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado dos Transportes ( SENAT) - Lei 8.706/1993
* Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Industrial (SENAI) - Lei 4.048/1942
* Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Rural (SENAR) - Lei 8.315/1991
* Contribuição ao Serviço Social da Indústria (SESI) - Lei 9.403/1946
* Contribuição ao Serviço Social do Comércio (SESC) - Lei 9.853/1946
* Contribuição ao Serviço Social do Cooperativismo (SESCOOP)
* Contribuição ao Serviço Social dos Transportes (SEST) - Lei 8.706/1993
* Contribuição Confederativa Laboral (dos empregados)
* Contribuição Confederativa Patronal (das empresas)
* Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico - CIDE Combustíveis - Lei 10.336/2001
* Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública - Emenda Constitucional 39/2002
* Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional - CONDECINE - art. 32 da Medida Provisória 2228-1/2001 e Lei 10.454/2002
* Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF)
* Contribuição Sindical Laboral (não se confunde com a Contribuição Confederativa Laboral, vide comentários sobre a Contribuição Sindical Patronal)
* Contribuição Sindical Patronal (não se confunde com a Contribuição Confederativa Patronal, já que a Contribuição Sindical Patronal é obrigatória, pelo artigo 578 da CLT, e a Confederativa foi instituída pelo art. 8º, inciso IV, da Constituição Federal e é obrigatória em função da assembléia do Sindic ato que a instituir para seus associados, independentemente da contribuição prevista na CLT)
* Contribuição Social Adicional para Reposição das Perdas Inflacionárias do FGTS - Lei Complementar 110/2001
* Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS)
* Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL)
* Contribuições aos Órgãos de Fiscalização Profissional (OAB, CRC, CREA, CRECI, CORE, etc.)
* Contribuições de Melhoria: asfalto, calçamento, esgoto, rede de água, rede de esgoto, etc.
* Fundo Aeroviário (FAER) - Decreto Lei 1.305/1974
* Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (FISTEL) - lei 5.070/1966 com novas disposições da lei 9.472/1997
* Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS)
* Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST) - art. 6 da Lei 9998/2000
* Fundo Especial de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização (Fundaf) - art.6 do Decreto-lei 1.437/1975 e art. 10 da IN SRF 180/2002.
* Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS)
* Imposto sobre a Exportação (IE)
* Imposto sobre a Importação (II)
* Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA)
* Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU)
* Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR)
* Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza (IR - pessoa física e jurídica)
* Imposto sobre Operações de Crédito (IOF)
* Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS)
* Imposto sobre Transmissão Bens Intervivos (ITBI)
* Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD)
* INSS - Autônomos e Empresários
* INSS - Empregados
* INSS - Patronal
* IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados)
* Programa de Integração Social (PIS) e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP)
* Taxa de Autorização do Trabalho Estrangeiro
* Taxa de Avaliação in loco das Instituições de Educação e Cursos de Graduação - lei 10.870/2004
* Taxa de Classificação, Inspeção e Fiscalização de produtos animais e vegetais ou de consumo nas atividades agropecuárias - Decreto Lei 1.899/1981
* Taxa de Coleta de Lixo
* Taxa de Combate a Incêndios
* Taxa de Conservação e Limpeza Pública
* Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental - TCFA - lei 10.165/2000
* Taxa de Controle e Fiscalização de Produtos Químicos - lei 10.357/2001, art. 16
* Taxa de Emissão de Documentos (níveis municipais, estaduais e federais)
* Taxa de Fiscalização CVM (Comissão de Valores Mobiliários) - lei 7.940/1989
* Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária Lei 9.782/1999, art. 23
* Taxa de Fiscalização dos Produtos Controlados pelo Exército Brasileiro - TFPC - lei 10.834/2003
* Taxa de Fiscalização e Controle da Previdência Complementar - TAFIC - art. 12 da MP 233/2004
* Taxa de Licenciamento Anual de Veículo
* Taxa de Licenciamento para Funcionamento e Alvará Municipal
* Taxa de Pesquisa Mineral DNPM - Portaria Ministerial 503/1999
* Taxa de Serviços Administrativos - TSA - Zona Franca de Manaus - lei 9960/2000
* Taxa de Serviços Metrológicos - art. 11 da lei 9933/199 9
* Taxas ao Conselho Nacional de Petróleo (CNP)
* Taxas de Outorgas (Radiodifusão, Telecomunicações, Transporte Rodoviário e Ferroviário, etc.)
* Taxas de Saúde Suplementar - ANS - lei 9.961/2000, art. 18
* Taxa de Utilização do MERCANTE - Decreto 5.324/2004
* Taxas do Registro do Comércio (Juntas Comerciais)
* Taxa Processual Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE - Lei 9.718/1998
* Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante - AFRMM - Lei 10.893/2004
* Contribuição á Direção de Portos e Costas (DPC) - Lei 5.46 1/1968
* Contribuição ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - FNDCT - Lei 10.168/2000
* Contribuição ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), também chamado "Salário Educação"
* Contribuição ao Funrural
* Contribuição ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) - Lei 2.613/1955
* Contribuição ao Seguro Acidente de Trabalho (SAT)
* Contribuição ao Serviço Brasileiro de Apoio a Pequena Empresa (Sebrae) - Lei 8.029/1990
* Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Comercial ( SENAC) - Lei 8.621/1946
* Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado dos Transportes ( SENAT) - Lei 8.706/1993
* Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Industrial (SENAI) - Lei 4.048/1942
* Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Rural (SENAR) - Lei 8.315/1991
* Contribuição ao Serviço Social da Indústria (SESI) - Lei 9.403/1946
* Contribuição ao Serviço Social do Comércio (SESC) - Lei 9.853/1946
* Contribuição ao Serviço Social do Cooperativismo (SESCOOP)
* Contribuição ao Serviço Social dos Transportes (SEST) - Lei 8.706/1993
* Contribuição Confederativa Laboral (dos empregados)
* Contribuição Confederativa Patronal (das empresas)
* Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico - CIDE Combustíveis - Lei 10.336/2001
* Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública - Emenda Constitucional 39/2002
* Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional - CONDECINE - art. 32 da Medida Provisória 2228-1/2001 e Lei 10.454/2002
* Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF)
* Contribuição Sindical Laboral (não se confunde com a Contribuição Confederativa Laboral, vide comentários sobre a Contribuição Sindical Patronal)
* Contribuição Sindical Patronal (não se confunde com a Contribuição Confederativa Patronal, já que a Contribuição Sindical Patronal é obrigatória, pelo artigo 578 da CLT, e a Confederativa foi instituída pelo art. 8º, inciso IV, da Constituição Federal e é obrigatória em função da assembléia do Sindic ato que a instituir para seus associados, independentemente da contribuição prevista na CLT)
* Contribuição Social Adicional para Reposição das Perdas Inflacionárias do FGTS - Lei Complementar 110/2001
* Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS)
* Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL)
* Contribuições aos Órgãos de Fiscalização Profissional (OAB, CRC, CREA, CRECI, CORE, etc.)
* Contribuições de Melhoria: asfalto, calçamento, esgoto, rede de água, rede de esgoto, etc.
* Fundo Aeroviário (FAER) - Decreto Lei 1.305/1974
* Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (FISTEL) - lei 5.070/1966 com novas disposições da lei 9.472/1997
* Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS)
* Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST) - art. 6 da Lei 9998/2000
* Fundo Especial de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização (Fundaf) - art.6 do Decreto-lei 1.437/1975 e art. 10 da IN SRF 180/2002.
* Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS)
* Imposto sobre a Exportação (IE)
* Imposto sobre a Importação (II)
* Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA)
* Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU)
* Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR)
* Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza (IR - pessoa física e jurídica)
* Imposto sobre Operações de Crédito (IOF)
* Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS)
* Imposto sobre Transmissão Bens Intervivos (ITBI)
* Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD)
* INSS - Autônomos e Empresários
* INSS - Empregados
* INSS - Patronal
* IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados)
* Programa de Integração Social (PIS) e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP)
* Taxa de Autorização do Trabalho Estrangeiro
* Taxa de Avaliação in loco das Instituições de Educação e Cursos de Graduação - lei 10.870/2004
* Taxa de Classificação, Inspeção e Fiscalização de produtos animais e vegetais ou de consumo nas atividades agropecuárias - Decreto Lei 1.899/1981
* Taxa de Coleta de Lixo
* Taxa de Combate a Incêndios
* Taxa de Conservação e Limpeza Pública
* Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental - TCFA - lei 10.165/2000
* Taxa de Controle e Fiscalização de Produtos Químicos - lei 10.357/2001, art. 16
* Taxa de Emissão de Documentos (níveis municipais, estaduais e federais)
* Taxa de Fiscalização CVM (Comissão de Valores Mobiliários) - lei 7.940/1989
* Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária Lei 9.782/1999, art. 23
* Taxa de Fiscalização dos Produtos Controlados pelo Exército Brasileiro - TFPC - lei 10.834/2003
* Taxa de Fiscalização e Controle da Previdência Complementar - TAFIC - art. 12 da MP 233/2004
* Taxa de Licenciamento Anual de Veículo
* Taxa de Licenciamento para Funcionamento e Alvará Municipal
* Taxa de Pesquisa Mineral DNPM - Portaria Ministerial 503/1999
* Taxa de Serviços Administrativos - TSA - Zona Franca de Manaus - lei 9960/2000
* Taxa de Serviços Metrológicos - art. 11 da lei 9933/199 9
* Taxas ao Conselho Nacional de Petróleo (CNP)
* Taxas de Outorgas (Radiodifusão, Telecomunicações, Transporte Rodoviário e Ferroviário, etc.)
* Taxas de Saúde Suplementar - ANS - lei 9.961/2000, art. 18
* Taxa de Utilização do MERCANTE - Decreto 5.324/2004
* Taxas do Registro do Comércio (Juntas Comerciais)
* Taxa Processual Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE - Lei 9.718/1998
Para refletir
"Em nosso primeiro mundo é assim: enquanto o educando não é socializado na escola, o bandido é ressocializado na cadeia."
Demóstenes Torres, senador DEM-GO
Demóstenes Torres, senador DEM-GO
Educandos e reeducandos no melhor dos mundos
Do BLOG DO NOBLAT
pelo senador DEMÓSTENES TORRES/DEM-GO
Trecho: "...documento do Bird qualifica de decepcionante a redução da pobreza no Brasil no período de 1985 a 2004. Para não dizer que foram duas décadas perdidas, o número de brasileiros que vive com menos de um dólar por dia caiu de 8% para 7% da população..."
Demóstenes Torres é procurador de Justiça e senador (DEM-GO)
Íntegra aqui.
pelo senador DEMÓSTENES TORRES/DEM-GO
Trecho: "...documento do Bird qualifica de decepcionante a redução da pobreza no Brasil no período de 1985 a 2004. Para não dizer que foram duas décadas perdidas, o número de brasileiros que vive com menos de um dólar por dia caiu de 8% para 7% da população..."
Demóstenes Torres é procurador de Justiça e senador (DEM-GO)
Íntegra aqui.
Bolsa estupro
Projeto de lei em tramitação no Congresso pretende combater o aborto em gestação resultante de estupro, com base no pagamento de um salário mínimo para a mulher durante 18 anos.
A idéia é, segundo o deputado Henrique Afonso (PT-AC), é "dar estímulo financeiro para a mulher ter o filho".
A proposta já foi maldosamente apelidada de “bolsa-estupro”.
Comentário do Cavaleiro do Templo: vejam vocês mais uma vez a estratégia revolucionária esquerdista em ação, desta vez com a intenção de fazer-nos perder o rumo lógico das coisas e não identificarmos quais são os reais interesses do PT. Análise rápida: o Ministro TEMPORÃO quer legalizar o aborto independente do motivo que a mulher alegar ao mesmo tempo que o PT quer dar dinheiro para uma mulher (que disser que foi) estuprada até os 18 anos da criança. Se tentarmos aplicar a lógica, não chegamos a lugar algum e ficamos doidos. É este o objetivo real do PT. Esconder seus objetivos, que são criar um clima GERAL na nação de animosidade entre as pessoas. O velho "dividir para conquistar". E é aí que temos que bater, na "má fé" deste partido. Outra: quantas mulheres que ficarem grávidas não vão aparecer na Delegacia alegar estupro se esta lei passar?
A idéia é, segundo o deputado Henrique Afonso (PT-AC), é "dar estímulo financeiro para a mulher ter o filho".
A proposta já foi maldosamente apelidada de “bolsa-estupro”.
Comentário do Cavaleiro do Templo: vejam vocês mais uma vez a estratégia revolucionária esquerdista em ação, desta vez com a intenção de fazer-nos perder o rumo lógico das coisas e não identificarmos quais são os reais interesses do PT. Análise rápida: o Ministro TEMPORÃO quer legalizar o aborto independente do motivo que a mulher alegar ao mesmo tempo que o PT quer dar dinheiro para uma mulher (que disser que foi) estuprada até os 18 anos da criança. Se tentarmos aplicar a lógica, não chegamos a lugar algum e ficamos doidos. É este o objetivo real do PT. Esconder seus objetivos, que são criar um clima GERAL na nação de animosidade entre as pessoas. O velho "dividir para conquistar". E é aí que temos que bater, na "má fé" deste partido. Outra: quantas mulheres que ficarem grávidas não vão aparecer na Delegacia alegar estupro se esta lei passar?
Guerra à vista
O sempre guerrilheiro Daniel Ortega acaba de colocar o exército nicaraguense em prontidão para uma guerra contra a Colômbia:
"No quisiéramos que este Ejército se viera enfrentado a ninguna acción bélica, pero debe estar preparado".
A Corte Internacional da Haia ditará amanhã um parecer preliminar sobre um litígio fronteiriço.
Colômbia e Nicarágua disputam a soberania do arquipélago de San Andres, Providencia e Santa Catalina, bem como algumas outras pequenas áreas insulares e marítimas.
Comentário do Cavaleiro do Templo: é o FORO DE SÃO PAULO querendo acabar com o único homem decente no mando de um país latRino americano, o GRANDE ÁLVARO URIBE, que conta com mais de 80% de aprovação da sua populaçao na Colômbia.
"No quisiéramos que este Ejército se viera enfrentado a ninguna acción bélica, pero debe estar preparado".
A Corte Internacional da Haia ditará amanhã um parecer preliminar sobre um litígio fronteiriço.
Colômbia e Nicarágua disputam a soberania do arquipélago de San Andres, Providencia e Santa Catalina, bem como algumas outras pequenas áreas insulares e marítimas.
Comentário do Cavaleiro do Templo: é o FORO DE SÃO PAULO querendo acabar com o único homem decente no mando de um país latRino americano, o GRANDE ÁLVARO URIBE, que conta com mais de 80% de aprovação da sua populaçao na Colômbia.
Quem vai fazer alguma coisa?
Guerrilheiros das Farc, expulsos da cidade fronteiriça colombiana de San Felipe, invadiram o território brasileiro e permanecem escondidos ao longo do Rio Negro, no Amazonas.
A denúncia é do comandante do Exército na região, general Antônio Mourão.
Segundo o militar, os guerrilheiros são de origem indígena e têm parentes no Brasil.
Perguntar não ofende: Forças Armadas Brasileiras não vão fazer nada diante disso?
A denúncia é do comandante do Exército na região, general Antônio Mourão.
Segundo o militar, os guerrilheiros são de origem indígena e têm parentes no Brasil.
Perguntar não ofende: Forças Armadas Brasileiras não vão fazer nada diante disso?
Mala do Chávez
A Corte Federal do Sul da Califórnia, nos EUA, acusa o venezuelano Hugo Chávez de ser o verdadeiro dono da mala apreendida com US$ 790 mil para contribuição da campanha eleitoral da esposa do então presidente argentino, Néstor Kirchner.
Depois que o dinheiro foi confiscado, no aeroporto Ezeiza, em Buenos Aires, em agosto deste ano, os norte-americanos descobriram que a PDVSA - a petroleira estatal venezuelana - pagaria todas as despesas e penalidades financeiras para que os homens da mala de Chávez não revelassem a verdadeira origem do dinheiro.
A acusação foi feita após a prisão, em Miami, de três venezuelanos e um uruguaio acusados de "conspirar como agentes" da Venezuela nos Estados Unidos.
Carlos Kauffman, Moisés Maionica, Franklin Durán e Rodolfo Wanseele foram indiciados por "combinar, conspirar, formar quadrilha e agir no país como agentes de um governo estrangeiro, sem notificação prévia ao Procurador-Geral dos EUA, como exige a lei".
Um quinto homem, o venezuelano Antonio José Canchica Gomez, que faz parte do grupo, continua sendo procurado pelo FBI, a polícia federal dos EUA.
Depois que o dinheiro foi confiscado, no aeroporto Ezeiza, em Buenos Aires, em agosto deste ano, os norte-americanos descobriram que a PDVSA - a petroleira estatal venezuelana - pagaria todas as despesas e penalidades financeiras para que os homens da mala de Chávez não revelassem a verdadeira origem do dinheiro.
A acusação foi feita após a prisão, em Miami, de três venezuelanos e um uruguaio acusados de "conspirar como agentes" da Venezuela nos Estados Unidos.
Carlos Kauffman, Moisés Maionica, Franklin Durán e Rodolfo Wanseele foram indiciados por "combinar, conspirar, formar quadrilha e agir no país como agentes de um governo estrangeiro, sem notificação prévia ao Procurador-Geral dos EUA, como exige a lei".
Um quinto homem, o venezuelano Antonio José Canchica Gomez, que faz parte do grupo, continua sendo procurado pelo FBI, a polícia federal dos EUA.
Recado supremo para o chefão
Os ministros do STF demonstraram indignação com a prática recorrente do desgoverno Lula de legislar por meio de medida provisória.
O ministro Celso de Mello reclama que há um "grave abuso" do governo ao agir dessa forma.
“Tenho demonstrado preocupação com excesso de medidas provisórias. Há um exercício abusivo do presidente da República de legislar mediante medida provisória”.
O ministro Celso de Mello reclama que há um "grave abuso" do governo ao agir dessa forma.
“Tenho demonstrado preocupação com excesso de medidas provisórias. Há um exercício abusivo do presidente da República de legislar mediante medida provisória”.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
As duas faces do apedeuta
Do super blog do meu "mano velho" Tarzan, o Lost in the e-Jungle
É assim: Hugo vive com a boca cheia de "CARAJO" e "MIERDA", Evo diz que Fidel é um humanitário e que Cuba vive sob a DEMOCRACIA e Lula... Basta ver abaixo mais algumas do pobre diabo...
É assim: Hugo vive com a boca cheia de "CARAJO" e "MIERDA", Evo diz que Fidel é um humanitário e que Cuba vive sob a DEMOCRACIA e Lula... Basta ver abaixo mais algumas do pobre diabo...
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
Estes três imundos do Espírito Santo votaram pela CONTINUIDADE DA CPMF. Vou postar os nomes de novo para que a gente boa do Estado não esquecer nunca mais:
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
Acabou a CPMF e estes votaram pelo SIM. Não nos esqueçamos deles
Almeida Lima PMDB/SE
Aloizio Mercadante PT/SP
Antônio Carlos Valadares PSB/SE
Augusto Botelho PT/RR
Cristovam Buarque PDT/DF
Delcídio Amaral PT/MS
Edison Lobão PMDB/MA
Eduardo Suplicy PT/SP
Epitácio Cafeteira PTB/MA
Euclydes Mello PRB/AL
Fátima Cleide PT/RO
Flávio Arns PT/PR
Francisco Dornelles PP/RJ
Gerson Camata PMDB/ES
Gilvam Borges PMDB/AP
Gim Argello PTB/DF
Ideli Salvatti PT/SC
Inácio Arruda PC do B/CE
Jefferson Peres PDT/AM
João Durval PDT/BA
João Pedro PT/AM
João Ribeiro PR/TO
João Vicente Claudino PTB/PI
José Maranhão PMDB/PB
José Sarney PMDB/AP
Leomar Quintanilha PMDB/TO
Magno Malta PR/ES
Marcelo Crivella PRB/RJ
Neuto De Conto PMDB/SC
Osmar Dias PDT/PR
Patrícia Saboya PDT/CE
Paulo Duque PMDB/RJ
Paulo Paim PT/RS
Pedro Simon PMDB/RS
Renan Calheiros PMDB/AL
Renato Casagrande PSB/ES
Romero Jucá PMDB/RR
Roseana Sarney PMDB/MA
Sérgio Zambiasi PTB/RS
Serys Slhessarenko PT/MT
Sibá Machado PT/AC
Tião Viana PT/AC
Valdir Raupp PMDB/RO
Valter Pereira PMDB/MS
Wellington Salgado de Oliveira PMDB/MG
Mozarildo Cavalcanti PTB/RR AUSENTE
Comentário do Cavaleiro de Templo: não devemos esquecer dos nomes destes canalhas. Eles não devem mais ganhar nem para vereador. Quem vota no Espírito Santo, minha terra, não deve esquecer de MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE.
Aloizio Mercadante PT/SP
Antônio Carlos Valadares PSB/SE
Augusto Botelho PT/RR
Cristovam Buarque PDT/DF
Delcídio Amaral PT/MS
Edison Lobão PMDB/MA
Eduardo Suplicy PT/SP
Epitácio Cafeteira PTB/MA
Euclydes Mello PRB/AL
Fátima Cleide PT/RO
Flávio Arns PT/PR
Francisco Dornelles PP/RJ
Gerson Camata PMDB/ES
Gilvam Borges PMDB/AP
Gim Argello PTB/DF
Ideli Salvatti PT/SC
Inácio Arruda PC do B/CE
Jefferson Peres PDT/AM
João Durval PDT/BA
João Pedro PT/AM
João Ribeiro PR/TO
João Vicente Claudino PTB/PI
José Maranhão PMDB/PB
José Sarney PMDB/AP
Leomar Quintanilha PMDB/TO
Magno Malta PR/ES
Marcelo Crivella PRB/RJ
Neuto De Conto PMDB/SC
Osmar Dias PDT/PR
Patrícia Saboya PDT/CE
Paulo Duque PMDB/RJ
Paulo Paim PT/RS
Pedro Simon PMDB/RS
Renan Calheiros PMDB/AL
Renato Casagrande PSB/ES
Romero Jucá PMDB/RR
Roseana Sarney PMDB/MA
Sérgio Zambiasi PTB/RS
Serys Slhessarenko PT/MT
Sibá Machado PT/AC
Tião Viana PT/AC
Valdir Raupp PMDB/RO
Valter Pereira PMDB/MS
Wellington Salgado de Oliveira PMDB/MG
Mozarildo Cavalcanti PTB/RR AUSENTE
Comentário do Cavaleiro de Templo: não devemos esquecer dos nomes destes canalhas. Eles não devem mais ganhar nem para vereador. Quem vota no Espírito Santo, minha terra, não deve esquecer de MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE.
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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".





