Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

‘O triunfo da democracia’ e ‘José Genoino passa por exames de coração em hospital’


 

 

Published on Sep 12, 2012 by nivaldocordeiro

A notícia que os jornais pouco a pouco vão revelando, de que os líderes do mensalão já dão a própria condenação no STF como certa, é espetacular. É o triunfo da democracia sobre o totalitarismo latente no PT. E a derrota que se desenha da legenda governante nas próximas eleições municipais reforçam ainda mais o triunfo das instituições democráticas. É a alternância de partidos no poder. As instituições democráticas vivem um bom momento em nosso país.


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FOLHA

12/09/2012 – 03h00

José Genoino (PT-SP) baixou nesta semana no hospital para fazer exames de coração. Avisado, o próprio Lula acompanha de perto o andamento das avaliações médicas. O petista será submetido a um cateterismo e poderá ser encaminhado para uma cirurgia mais complexa.

ISQUEIRO

Aos 66 anos, Genoino fuma uma cigarro atrás do outro e está sob forte pressão por conta do julgamento do mensalão no STF.

ATENÇÃO MÁXIMA

Dos réus do mensalão, Genoino, ex-presidente do PT, é o que mais preocupa o partido. Seu ânimo oscila. Como José Dirceu e Delúbio Soares, ele é acusado de formação de quadrilha (um a três anos de prisão) e corrupção ativa (dois a 12 anos de prisão).

PIOR CENÁRIO

Se condenados, no total, a mais de quatro anos, eles podem, de fato, ser recolhidos a um presídio. A mais de oito anos, o regime é fechado. Não há possibilidade de cela especial, benefício só concedido a pessoas detidas antes da condenação definitiva.

MELHOR CENÁRIO

Mas mesmo os mais pessimistas do núcleo político do mensalão acreditam que podem sofrer condenações mais leves, de quatro a oito anos. Neste caso, cumpririam pena em regime semiaberto. É que, no caso de réus com bons antecedentes, mesmo juízes "duros" evitam aplicar a pena máxima.

TOALHA

Mais de um mês depois do início do julgamento, praticamente nenhum réu político tem mais esperança de ser absolvido pelo STF.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".