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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Bento XVI: nenhuma oração é perdida, Deus sempre as acolhe com amor

 

Published on Sep 12, 2012 by acidigital

"A oração é como uma janela que permite manter nosso olhar dirigido a Deus, não apenas para lembrar a meta à qual nos dirigimos, mas também para permitir que a vontade de Deus ilumine o nosso caminho terreno e nos ajude a vivê-lo com intensidade e compromisso. "Assim afirmou o Papa Bento XVI na audiência geral desta quarta-feira 12 de Setembro sobre a oração na segunda metade do livro do Apocalipse. O Papa disse aos fiéis reunidos na Sala Paulo VI que levantando os olhos para o "Céu de Deus, em constante relação com Cristo", "aprendemos a ver as coisas de uma maneira nova e a compreender o seu verdadeiro sentido." É assim que, diante dos males no mundo - a violência que vem do desejo de possuir, a injustiça, a fome, a doença a morte- a comunidade eclesial é convidada a jamais perder a esperança, mas manter-se firme na crença de que a onipotência aparente do Maligno, na verdade enfrenta a verdadeira onipotência; a de Deus". A Igreja vive na história, ela não se fecha em si mesma, mas corajosamente enfrenta sua jornada em meio a dificuldades e sofrimentos, afirmando vigorosamente que o mal não derrota o bem, que as trevas não ofuscam o esplendor de Deus. Este é um ponto importante também para nós, disse o Papa: como cristãos, Jamais podemos ser pessimistas. A oração, acima de tudo, nos educa a ver os sinais de Deus, sua presença e sua ação, ou melhor, nos educa para que nos tornemos luzes de bondade, espalhando esperança e indicando que a vitória é de Deus". Podemos ter certeza -- concluiu o Papa de que não há tal coisa como uma oração supérflua ou inútil. Nenhuma oração é perdida. ... Deus não é alheio às nossas orações. ... Quando enfrentamos o mal muitas vezes temos a sensação de que não podemos fazer nada, mas, nossas orações são de fato a primeira e mais eficaz resposta que podemos dar, elas fortalecem nosso compromisso diário com a bondade e o poder de Deus faz forte a nossa fraqueza".

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".