Loja OLAVETTES: produtos Olavo de Carvalho

Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Mensalão: Lewandowski vota sobre crimes de lavagem

 

VEJA

12/09/2012 - 08:31

Justiça

 

Revisor do processo analisa nesta quarta o trecho da denúncia que trata dos artifícios usados pelo Banco Rural e por Marcos Valério para esconder repasses

Gabriel Castro

O ministro Joaquim Barbosa, relator do caso do Mensalão no STF

O ministro Joaquim Barbosa, relator do caso do Mensalão no STF - Felipe Sampaio/SCO/STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) chega nesta quarta-feira ao 22º dia de julgamento do mensalão. Em pauta, está a sequência de crimes de lavagem de dinheiro cometidos por dez réus ligados ao Banco Rural e às empresas de Marcos Valério de Souza, os chamados núcleos financeiro e publicitário do esquema.

São dez os réus julgados neste capítulo do relatório: Marcos Valério, Cristiano Paz, Ramon Hollerbach, Simone Vasconcellos, Geiza Dias, Rogério Tolentino, Kátia Rabello, José Roberto Salgado, Vinícius Samarane e Ayanna Tenório. O revisor do processo, Ricardo Lewandowski, deve dedicar a sessão à apresentação de seu voto sobre esse trecho da denúncia.

Infográficos:
Entenda o escândalo do mensalão
Acompanhe o placar da votação, réu a réu

Na sessão anterior, de segunda-feira, o relator Joaquim Barbosa considerou todos os réus culpados pelo crime de lavagem de dinheiro. Mas acabou livrando Ayanna Tenório, ex-vice-presidente do Banco Rural, porque ela foi absolvida pelo STF do crime de gestão fraudulenta. Se ela foi considerada inocente por este crime, argumentou Barbosa, a acusação de lavagem cai automaticamente - mesmo que, pessoalmente, ele veja crime na atuação de Ayanna.

Os crimes analisados neste capítulo do processo tratam de manobras para esconder as transações financeiras que abasteceram o mensalão - o que inclui 32 milhões de reais repassados pelo Banco Rural por meio de empréstimos fraudulentos.

Após o voto de Lewandowski, será a vez de os outros ministros se pronunciarem sobre a culpa dos réus. O mais provável é que a participação de todos os integrantes da corte se encerre apenas na próxima segunda-feira.

Depois desse capítulo, o Supremo Tribunal Federal vai analisar as acusações contra deputados federais de PR, PP, PTB e PMDB que receberam o mensalão para votar com o governo Lula. Este será o quarto dos sete itens da denúncia.

Nenhum comentário:

wibiya widget

A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".