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sábado, 15 de setembro de 2012

O corruPTo partido do MEN$ALÃO: HADDAD TEM O PIOR DESEMPENHO DE UM PETISTA EM SP EM 20 ANOS NESTA ETAPA DA DISPUTA

 

REINALDO AZEVEDO

12/09/2012 às 6:23


Os petistas sabem que não têm rojões para soltar. Ao contrário. A situação não é nada boa para seu candidato. Se Fernando Haddad vai ou não ser eleito, isso não tenho como prever. Que o quadro não é dos melhores, isso se pode afirmar com certeza.

Procurei alguns dados no site do Datafolha que justificam a minha afirmação. Haddad tem o pior desempenho de um petista nesta etapa da disputa em 20 anos. Vamos ver?

1992 – No dia 16 de setembro, Eduardo Suplicy tinha 24% das intenções de voto. Paulo Maluf foi eleito.
1996 – No dia 28 de agosto (não há pesquisa em meados de setembro), Luíza Erundina tinha 21%. Celso Pitta se elegeu.
2000 – No dia 15 de setembro, Marta Suplicy tinha 32%. Foi eleita contra Paulo Maluf no segundo turno, com o apoio dos tucanos.
2004 – No dia 10 de setembro, Marta tinha 33%. Foi eleito o tucano José Serra.
2008 – No dia 13 de setembro, Marta (mais uma vez) tinha 37%. Elegeu-se Gilberto Kassab, então no DEM.
2012 – No dia 12 de setembro, Haddad tem 18% (índice ajustado para cima). Num eventual segundo turno contra Russomanno, a pesquisa dá ao rapaz do PRB uma vantagem de 23 pontos.

Ainda que o pior aconteça e seja Haddad a enfrentar Russomanno no segundo turno, o retrospecto não é nada favorável ao petismo.

Por Reinaldo Azevedo

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".