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segunda-feira, 14 de maio de 2012

A verdade nua e crua sobre a “igualdade sexual” demonstrada em estudo sobre a inveja feminina destrói o feminismo

 

LUCIANO AYAN

Fonte: Folha de São Paulo

Pesquisadores queriam testar tese de que beleza é alavanca social, mas descobriram que foto pode prejudicar seleção

Em 93% dos casos, triagem era feita por mulheres, que engavetaram currículos de ‘rivais’ atraentes

MARCELO NINIO, DE JERUSALÉM

Mulheres, cuidado: a beleza pode ser um inimigo na hora de procurar emprego.

Essa é a conclusão de um estudo conduzido por dois pesquisadores israelenses, que ficaram surpresos ao descobrir que mulheres atraentes que incluem fotos no currículo têm menos chances de ser selecionadas.

Contrariando o senso comum de que a beleza é uma alavanca social infalível, o estudo mostrou que pode ser uma desvantagem para candidatas a uma entrevista.

A extensa pesquisa realizada por Zeev Shtudiner e Bradley Ruffle, especialistas em economia comportamental, identificou que o motivo principal por trás da rejeição é humano, demasiado humano: a inveja.

Ocorre que mulheres costumam ser maioria na área de recursos humanos. No estudo israelense, em 93% dos casos a triagem dos candidatos era feita por mulheres, que engavetaram os currículos das mulheres atraentes.

Shtudiner e Ruffle mandaram 5.312 currículos fictícios para 2.656 vagas reais de emprego. Para cada vaga foram enviados dois currículos praticamente idênticos, um com foto, outro sem.

Os CVs de mulheres com aparência comum tiveram duas vezes mais convites para entrevistas que as bonitas.

MEDO DA CONCORRÊNCIA

“A principal razão para não contratar mulheres atraentes parece ser a concorrência percebida pelas selecionadoras”, diz Ruffle, da Universidade Ben Gurion.

A pesquisa queria testar estudos que apontam a boa aparência como um fator certeiro de ascensão.

A literatura mostra que pessoas atraentes levam vantagem em todas as áreas, diz Shtudiner, da Universidade Ariel. Para as mulheres, isso pode ocorrer no decorrer da carreira, mas não na seleção.

“Nosso estudo reúne evidências de que há um desequilíbrio entre gêneros: se para os homens é bom ser atraente, as mulheres podem ser punidas por sua beleza.”

Segundo ele, a psicologia mostra que a competição entre homens é geralmente em termos de remuneração e sucesso profissional.

Já entre as mulheres, a aparência ocupa um lugar central na disputa social.

Uma sondagem telefônica feita com 51 empresas envolvidas no estudo confirmou um “padrão duplo”. Ao contrário das mulheres, homens de boa aparência foram favorecidos na seleção.

“A percepção é diferente entre os sexos. Homens bem apessoados são valorizados, pois incluir fotos indicaria autoconfiança”, diz Ruffle.

Com as mulheres o estudo mostrou o efeito oposto. Segundo Ruffle, o resultado revela um estigma que vai além da inveja feminina.

“A percepção é que mulheres atraentes adicionam fotos para se promover por meio da aparência, o que é encarado como falta de seriedade.”

A conclusão é clara: se você é um homem bonito, inclua a foto no CV. Se é uma mulher bonita, esqueça.

Para evitar discriminação com base na aparência, os pesquisadores recomendam que a seleção seja feita por equipes mistas, formadas por homens e mulheres.

Outra ideia é adotar o modelo usado na Bélgica, onde currículos examinados em repartições públicas não incluem características pessoais, nem sequer os nomes dos candidatos.

“Num mundo ideal os currículos deveriam ser anônimos. Isso evitaria discriminação por gênero e etnia, por exemplo”, diz Shtudiner.

Meus comentários

Essa matéria está aqui exatamente para expor em maiores detalhes um assunto citado no capítulo 3 da série “A Verdade Nua e Crua”.

O blog Lessa Bonato dá mais informações ainda, complementando a matéria acima:

O estudo, iniciado na década de 1970, mostra que os belos ganham mais e são promovidos mais rapidamente. A diferença que os israelenses apontam é a questão da suposta discriminação das mulheres bonitas na hora da escolha, reduzindo suas chances de contratação em até 30%.

A hipótese formulada para explicar os resultados é polêmica. Como a área de recursos humanos tem mão de obra predominantemente de mulheres, o motivo é a inveja feminina. De fato, no Brasil, pesquisa do Portal Catho Online, com 200 mil empresas cadastradas, mostrou que elas são 60% da mão de obra da área.

A Fundação Getúlio Vargas realizou levantamentos sobre a influência da estética feminina no mercado de trabalho. Um deles, com 15 executivas, demonstra que ser bonita demais é prejudicial. Depende do perfil da empresa. Mas um dos trabalhos afirma que é tênue a linha entre a vantagem e a desvantagem da beleza.

Há o caso de uma jovem muito bonita, tipo modelo, que um gerente queria contratar. O diretor da empresa vetou a admissão com a justificativa de que o gerente não conseguiria se concentrar.

Todas as entrevistadas de uma das pesquisas da FGV afirmaram que preferiam ter um gestor homem. Uma delas declarou: “As mulheres caem fácil na falsidade e na inveja. Quando tive uma chefe mulher, precisava pensar muito para falar, e não podia ser direta, pois tinha medo de como seria interpretada.”

O assunto é polêmico e põe o antigo adágio de que “beleza não se põe à mesa” sob suspeita. Não é para menos. Num mercado de trabalho onde as mulheres ainda ganham em média 25% menos que os homens, imagine o que não há de polêmico e sequer foi ainda levantado?

Enfim, depois de muitas campanhas hipócritas dos esquerdas dizendo que o mercado de trabalho é “injusto com as mulheres, pois elas ganham menos que os homens, mesmo em posições iguais”, descobre-se que os maiores inimigos das mulheres no mercado de trabalho estão entre… as mulheres.

Esse estudo comprova também toda a análise da dinâmica social sobre a interação sexual entre homens e mulheres.

Como já mencionei anteriormente, “O fato é que o homem é programado biologicamente para obter status, e então conseguir as melhores mulheres. Logo, os homens competem entre si por status. Já as mulheres são programadas biologicamente para obter os homens de melhor status, a partir de sua estética . Portanto, elas competem entre si por beleza.”

Não importa se uma mulher se tornou executiva e disse a si mesma “Vou focar na minha carreira”, o que importa é que o programa biológico dela diz outra coisa. Ela segue competindo para arrumar machos bem sucedidos. Se ela ganhar 20.000 reais por mês, vai buscar um macho que ganha 50.000. Simples assim.

A presença de uma mulher mais bonita que ela no ambiente profissional, pode reduzir essa chance. No sistema límbico profundo da executiva, a mensagem pode ser assim: “o macho de 50.000 por mês pode ir para essa outra bonita”. E, em seguida, elimina-se a concorrência.

É uma verdade cruel? Com certeza. Destrói praticamente todo o feminismo? Sim! Mas a forma de refutar isso seria com estudos científicos, e não com protestos emocionais pregando uma suposta “igualdade” que jamais foi validada cientificamente.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".