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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

O caso da psicologa cristã Marisa Lobo: de um lado, sociopatia, do outro, ingenuidade, burrice e covardia

 

LUCIANO AYAN

Segundo o blog Resistência Cristã, a psicóloga cristã Marisa Lobo está sendo ameaçada pelo Conselho Federal de Psicologia a renunciar ao cristianismo e à sua opinião de achar o comportamento gay algo errado. (Ela recebeu um prazo de 15 dias para retirar das redes sociais toda mídia que a vinculasse ao cristianismo)

A solicitação foi feita no dia 09 de fevereiro, às 11 horas da manhã.

Marisa Lobo afirma o seguinte, sobre sua visita ao conselho:

  • “Sobre a mesa colocaram Xerox de recados de twitter, o que me deixou indignada, como poderia estar sendo chamada para discutir ética, por denúncias de ateus, militantes gays, canabistas sem base legal alguma e que claramente me perseguem pelas minhas posições de direito de professar minha fé. Me senti perseguida, ouvi coisas absurdas, uma pressão psicológica que se eu não tivesse sanidade mental, teria me acovardado e desistido de minha fé.”
  • “Tentaram o tempo todo me vincular a homofobia, deixei claro que processaria todos eles, pois não sou homofóbica, nunca agredi ninguém apenas tinho minhas opiniões, que foram claramente negadas a mim pelas fiscais, me senti tolhida em meu direito de liberdade de expressão.”

Segundo Marisa, as seguintes frases ditas pelas fiscais a indignaram:

  • “Você não tem o direito, não pode se disser Cristã e psicóloga ao mesmo tempo é ferir o código de ética.”
  • “Você não pode dizer que Jesus cura, sendo psicóloga,”
  • “Você não pode se disser psicóloga e cristã, guarde sua fé pra você, não tem direito de externar para mídia.”
  • “Você não pode dar declarações que induza pessoas a acreditar que seu Deus cura, como faz em seus sites e blogs.”
  • “Você não tem direito de dizer em público que ama gay, mas quer ter um filho hetero.”

Ela ainda afirma:

  • “Quando questionei que estavam me pedindo para negar Deus se quiser continuar exercendo minha profissão, elas se olhavam, e diziam: Não é isso, você pode ter sua fé mas não pode externar, guarde pra você, pois está induzindo pessoas a acreditarem em você pela sua influência.”
  • “Deixei claro que não uso a religião para tratar meus pacientes, não tenho nenhuma reclamação em 15 anos no conselho, eles sabem disso. Então não estava entendendo, porque tanto código de ética. Se com meus pacientes nunca cometi um erro.”
  • “Sou uma cidadã livre, a constituição me dá esse direito de professar minha fé, fora do meu consultório, elas sempre debatiam dizendo” “como psicóloga não.”
  • “Quando disse que então seria cassada, pois não negaria minha Fé, uma delas que disse:”
  • “Você não precisa ser cassada pode abandonar a psicologia”

Na foto que ilustra essa matéria, Marisa segurou uma Bíblia na frente do CFP, deixando os militantes de esquerda da Internet ainda mais incomodados. Segundo, eles isso é uma “provocação”.

Marisa afirma que não abandonará sua profissão. Segundo ela: “[...] não estou sozinha, que paguei caro pela minha formação, gastei anos da minha vida, e que não vou abandonar minha profissão, e que pago caro o conselho.” As fiscais lhe responderam: “Então deixe de falar de seu Deus, de sua fé.”

Para finalizar, nas palavras dela: “Eu enfrentei e disse vamos para o enfrentamento e cassação.”

Meus comentários

Ao que parece a Marisa Lobo é evangélica. Não sou religioso, e, quando eu era, também não seria evangélico. Nunca concordei com a abordagem deles.

Mas uma coisa é o fato de eu não ser religioso, outra coisa é proibi-los de expressar suas crenças.

Do lado dos anti-religiosos, todos eles estão desejando ardentemente que Marisa Lobo tenha a sua licença cassada. Como se vê, em militantes de esquerda, não há traços de caridade. Para eles, quanto pior o destino do adversário, melhor.

Essa incapacidade de ter empatia pelos outros é o que nos permite, sem sombra de dúvidas, qualificá-los como sociopatas.

Duvidam? Então vejam no blog Paulopes como eles já definiram a condenação de Marisa Lobo. O critério deles é: “É religiosa? Então façam tudo que for possível contra ela, encontrando brechas na lei para isso!”.

Por sorte, hoje o máximo que conseguem é, através da militância, tentar burlar lei e regulamentos para tirar os conservadores e religiosos do páreo.

Por outro lado, a própria Marisa Lobo está sendo ingênua, pois ela poderia usar o mínimo de estratégia nesse caso.

Ela poderia retirar as declarações de que é cristã nas redes sociais, fazer um backup, buscar por exemplos de psicólogos que se declararam ateus em público, e daí meter um PROCESSO por discriminação contra o Conselho Federal de Psicologia, e ao mesmo tempo processar todos os que estão apoiando o CFP.

Quer dizer, ao mesmo tempo em que não dá pretexto ao inimigo, ela investigaria para identificar se está sendo vítima de discriminação. Se o pedido para esconder opção religiosa for somente contra ela, por ser cristã, ela tem direito moral a um processo por discriminação religiosa. Simples assim.

O próprio fato dela aparecer com uma Bíblia na frente do Conselho Federal de Psicologia e isso ser chamado de “ofensivo”, já dá o direito dela processar TODOS OS COMENTARISTAS neo ateus do blog Paulopes e qualquer um que tenha chamado isso de “ofensivo”. Mais uma vez, o processo poderia ser por causa de discriminação. Fato inegável: se alguém apenas está lendo uma Bíblia em público e isso é chamado de “ofensivo”, já é uma discriminação. A lei está aí. Basta recorrer a ela.

Se ela for chamada de homofóbica, pode imediatamente lançar processos por conta de denunciação caluniosa, como Olavo de Carvalho já explicou.

Isso seria uma ação mostrando O MÍNIMO de estratégia. Qualquer coisa diferentemente disso, neste momento, é burrice.

Do jeito que está, ela vai perder sua licença, os anti-religiosos vão rir à beça e ela terá que se contentar com lamúrias. Agir assim é uma ingenuidade intolerável. Não há como dourar a pílula.

Por fim, quanto aos líderes cristãos que estão assistindo a isso sem fazer nada, só posso chamá-los de covardes.

Sei que meros cidadãos comuns não tem como ficar lançando processos em série, mas os LÍDERES deveriam no mínimo honrar as calças que vestem e ajudar Marisa.

Infelizmente, ela está sozinha. Com isso, os sociopatas vencerão, diante de uma adversária ingênua até o limite, e nem um pouco protegida por uma legião de líderes cristãos covardes, omissos e coniventes.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".