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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Entenda o que vai mudar na sua vida com a nova política de privacidade do Google

 

R7

publicado em 12/02/2012 às 05h30:

Explicamos as diferenças da nova regra, que passa a valer dia 1º de março

Do R7

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Imagens: Reprodução e Getty Images/Montagem: R7

Google: tudo em um pacote só

O Google mudará sua política de privacidade no dia 1º de março. E o que isso muda na sua vida? O R7 conversou com especialistas e com o próprio Google para poder explicar para você como sua internet será a partir de agora.

Antes, você tinha que concordar com as regras do Gmail ao se cadastrar, depois com um grupo diferente de regras para o YouTube, outro para Picasa, Google+... Agora, não mais: vai ser um mesmo acordo para quase todos os serviços. As informações que você dá sobre você e as páginas que você acessa em um dos sites do Google vão valer para montar um perfil mais "global" sobre você, que vai ser usado em todos os sites. Cerca de 60 sites vão ter suas regras diferentes de funcionamento unificadas em uma só.

Resumidamente, o Google vai aproveitar as informações e coisas que você procura ou se interessa para te oferecer algo semelhante - em todos os sites do grupo. Felix Ximenes, diretor de comunicação do Google no Brasil, deu um exemplo prático, explicando que ele poderia colocar uma foto do George Clooney, por exemplo, no Picasa. Só que, se colocasse essa mesma foto no YouTube, ela não seria permitida por violar direitos. Agora, a política é uma só para todos os sites e, por isso mesmo, vale ficar por dentro do que você pode ou não pode fazer.

Nova política não deve gerar "efeito Big Brother"

- Você coloca no seu Google+ que você gosta de filme independente europeu. Aí você vai procura conteúdo sobre cinema e aparece filme de Hollywood. Se você já falou para ele que gosta de filme europeu, por que é que ele vai te dar filme de Hollywood? Você fala se quer receber esse tipo de conteúdo, se não quer receber esse tipo de conteúdo. Um painel só é mais simples, mais direto, mais controlável.

Na prática, para o Google, essa mudança só traz benefícios.Com seus sites integrados, será possível usar informações de buscas que você fez no Google para te sugerir vídeos parecidos no YouTube, por exemplo. Eles vão interligar todas as suas navegações nos serviços do Google, para poder oferecer sugestões mais precisas - e anúncios publicitários mais precisos também, é claro.
E se eu não quiser?

Má notícia: a partir de 1º de março, o Google vai funcionar assim. E ponto final. Se você não quiser aderir a essa política, não vai mais ter conta nos sites deles - ou seja, vai ter que excluir seu perfil.

Mas, antes de tudo, é importante ressaltar um fator, que Ximenes comentou: as regras só valem se você estiver logado (ou seja, tiver feito o login, tiver se cadastrado e se registrado). Se você não quiser, não precisa se cadastrar. Pode usar os serviços de forma anônima. Ao menos alguns deles.

- Há uma opção de saída para a política: não usar o produto. Ou usar de forma anônima. Você não é obrigado a assinar o Google para fazer uma busca, para ver o YouTube. Para mandar um email, sim. É sua conta pessoal. Uma vez que está assinado, você começa a armazenar dados lá. Isso é normal, qualquer serviço é assim. Até porque precisamos ter garantia, em caso de um abuso ou uma violação de termos de serviço, ou mesmo cometer um crime usando nossos serviços, precisamos rastrear esse cara. E não é assim, que você topa nossa regra ou você está fora do jogo. Você pode usar a busca, pode usar YouTube. Só não pode usar as coisas que por natureza precisa estar logado. Existem serviços nossos que não precisam de login.

Mas e quem já tinha - como eu, você e a maioria das pessoas - um login do Google com as políticas antigas? E se essa pessoa, que já deu "OK" em outros termos, não está satisfeita com os novos? Ela não pode usar, judicialmente, o anterior? O professor Coriolano Almeida Camargo, especialista em crimes eletrônicos, explicou que, sim, talvez possa. Mas é um caso complicado:

- Na verdade não é um contrato. É uma política de privacidade. É um documento unilateral. O que se critica sob o ponto de vista contratual é que é um contrato de adesão, que as pessoas aderem ou simplesmente não aceitam. Em um tribunal, se alguém eventualmente for lesado, pode ter sua validade jurídica questionada, uma vez que uma pessoa comprove que ela efetivamente sofreu algum dano pela má gestão ou má utilização dessa política de privacidade por parte do Google. Ele pode ingressar com uma ação judicial para que o contrato anterior continue valendo. Que a política que na visão dele seja mais adequada na relação entre Google e usuário prevaleça. Se ele mostrar claramente que dentro do perfil dele como usuário que a nova política fere a sua privacidade, fere a qualidade do serviço que o Google tá se propondo a prestar, sem dúvida nenhuma os tribunais vão analisar com olhos atentos essa questão no sentido de que o Google continue usando uma política antiga - ou até mesmo o poder judiciário pode dar diretrizes para que o Google não venha a ferir a privacidade das pessoas. Mesmo esse contrato sendo unilateral.

Ximenes explicou ainda que o Google sempre adotou a postura de permitir que o usuário salve seus dados e leve para outro serviço, caso não goste dos oferecidos pela empresa. A novidade é que eles unificaram as mais de 60 políticas de privacidade. Não é que o Google vai adotar essa postura agora. Sempre foi assim. E o botão sempre vai estar lá para exportar seus dados e levar para outro serviço.

De qualquer forma, Victor Haikal, advogado especializado em direito digital, explicou que é importante ler o documento com a nova resolução do Google, para você saber se quer mesmo aceitar:

- Esse tipo de contrato é o que a gente chama de contrato de adesão. Como é feito por milhares de pessoas, é muito difícil ficar discutindo cláusulas customizadas, para cada pessoa. Então se cria um regime único. As pessoas que quiserem dizem sim e as que não quiserem não usam o serviço. Infelizmente, é muito mais fácil as pessoas saindo usando o serviço do que lerem esses textos, mas em relação ao anterior, o texto é menor.

Não gostou? Se você quiser ver o que o Google "sabe" sobre você, eles sugerem que você dê uma olhada no Google Dashboard (painel que reúne tudo o que você tem no Google). Se quiser fechar sua conta, vá a Google Contas (https://accounts.google.com/EditServices) e escolha a opção para apagar tudo o que você tem.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".