Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

A ligação, com dados de fontes primárias, entre o GOVERNO FEDERAL e o GGB - Grupo Gay da Bahia - do defensor da pedofilia LUIZ MOTT

Perguntemo-nos: 

- O que será que deseja um defensor da pedofilia ao propor a si mesmo imunidade mesmo contra a crítica?



Íntegra abaixo:
Brasil Sem Homofobia - Governo Federal


E as palavras de LUIZ MOTT no final de 2011:

Fonte: site dentro do portal UOL em
http://acapa.virgula.uol.com.br/politica/grupo-gay-da-bahia-nao-fara-mais-levantamento-de-crimes-contra-homossexuais-no-pais/2/14/15400

Grupo Gay da Bahia (GGB) não fará mais levantamento de crimes contra homossexuais no país

Por Redação em 16/12/2011 às 16h09

O antropólogo e fundador do Grupo Gay da Bahia (GGB), Luiz Mott, declarou que a partir de 2012 a entidade não irá mais contabilizar o número de homossexuais assassinados no país.

Em carta enviada à 2ª Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos LGBT, Mott afirma que quem deve realizar esse levantamento é o governo federal, já que não promove iniciativas para criminalizar ataques contra homossexuais.

"Nunca, como nos últimos dez anos, o governo federal fez tanta propaganda, prometeu maravilhas, fez conferências e grupos de trabalho e não obstante, como disse duas vezes a senadora Marta Suplicy, a situação piorou para os homossexuais no Brasil. Na Argentina tem casamento gay, aqui tem espancamento!", afirmou Mott.

De acordo com o antropólogo, no governo da presidente Dilma Rousseff "a imprensa noticia um assassinato a cada 36 horas". Sendo assim, ele passará a responsabilidade de notificar esses casos à Secretária Nacional de Direitos Humanos. "Quem pariu Mateus, que o embale", declarou.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".