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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Arquidiocese de Goiânia afasta padre que usava a Bíblia nas missas

DIHITT

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O padre Luiz Augusto, que reunia milhares de pessoas, foi afastado sem explicação oficial.

Em um país que já se acostumou a ver padres como Marcelo Rossi e Fábio de Melo atraírem multidões é de se estranhar que o sacerdote Luiz Augusto Ferreira da Silva, 51, da paróquia Sagrada Família em Goiânia seja punido por ser popular.

Chamado de “evangelizador das multidões”, em sua igreja recolhia mensalmente cerca de R$ 450 mil em dízimo (a maior arrecadação de Goiás). Além das missas concorridas, o padre liderava projetos sociais que faziam distribuição de cestas básicas, acolhi moradores de rua e ajudava dependentes químicos com parte da arrecadação. Padre Luiz levava alimentos, brinquedos e celebrava missas para as pessoas que moram em meio ao lixo depositado diariamente no aterro sanitário de Aparecida de Goiânia.

Depois de 15 anos na Sagrada Família, Luiz Augusto, teve de restringido o seu contato com os fiéis por imposição da Arquidiocese de Goiânia. Transferido de paróquia duas vezes por ordem de dom Washington Cruz, arcebispo de Goiânia, está agora proibido de celebrar missas para o público e de participar de programas de rádio e de TV.

Segundo a reportagem da revista ISATOÉ desta semana, não há um motivo claro para essa decisão. “Trata-se de um caso de nítida perseguição a esse sacerdote, um líder nato que arrebanha multidões, mas causa inveja e ciúme”, disse à revista a odontopediatra Soraya Sebba Chater.

Ela conta que foi criada uma comunidade virtual de apoio ao padre e uma passeata em favor do padre com seis mil fiéis, além de um abaixo-assinado apoiado por cinco mil pessoas pedindo a permanência do pároco na Sagrada Família.

Entre os insatisfeitos está Maria Dulce Loyola Teixeira, 60, que relata a indignação dos fiéis em um blog. Ela disse: “O público se manifesta, canta, há uma grande euforia nas pregações do padre Luiz Augusto. E os superiores dele veem nisso um excesso”.

Ainda segundo a revista, um dos motivos para a censura é a liturgia empregada pelo sacerdote, pois ele usa a Bíblia e não os tradicionais folhetos em suas cerimônias. No site A Redação,a leitora Jessika Vitória, que afirma conhecer o padre e seu trabalho, deixou o seguinte comentário “Só porque ele não usava folheto na missa e fazia uso da Bíblia era perseguido”.

Um sacerdote funcionário do Tribunal Eclesiástico de São Paulo, declarou: “Eu acredito que o afastamento dele deve ter partido de uma regra disciplinar do próprio bispo local.”

Segundo a arquidiocese, Luiz Augusto está passando por um processo de “correção da postura pastoral”, que incluem aconselhamentos com o bispo auxiliar de Goiânia, dom Waldemar Passini Dalbello.

Em sua defesa, o padre afirma apenas que “Sinceramente, não vejo motivo para eu seguir afastado… Passei pela Canção Nova (comunidade), onde padres celebram normalmente. Vejo o mesmo na Shalom. Eu não escolheria vir para cá, quando fui transferido da Sagrada Família, se soubesse que aqui eu não poderia celebrar… Se a arquidiocese tem a intenção de me corrigir, me ajudar, tudo bem. Mas seria falso se dissesse que estou contente”.

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Notícias Cristãs com informações de A Redação e Isto É via Gospel Prime

Um comentário:

Julio Cesar Carneiro disse...

Ao analisar o conteúdo, creio que o Bispo agiu certo. Não é o Padre que é o centro da Missa. O centro é Jesus. Se essas pessoas se aglomeravam aos monte e seus dízimos eram muitos bons, com certeza, por Deus e não pelo Padre, se continuar isso, vai render bons frutos. Porque no final, Padre fez certo, colocou-os no caminho de Deus. CONVÉM QUE ELE CRESÇA E EU DIMINUA - João 3:30

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".