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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Colômbia: narcoterrorismo e crime progridem, infiltrando o Judiciário

IPCO
10, janeiro, 2012


Enrique Gómez Hurtado,
ex-presidente do Senado da Colômbia

Luis Dufaur
O ressurgimento do narcoterrorismo, do sequestro, da extorsão e de ataques contra povoados em que até crianças são assassinadas ou recrutadas à força pelos bandos comuno-guerrilheiros e criminosos na Colômbia só é possível pela “deterioração do sistema da Justiça”.
A denúncia está contida em carta enviada por Enrique Gómez Hurtado, ex-presidente do Senado da Colômbia, e Rafael Nieto Navia, ex-magistrado da Corte Interamericana de Direitos Humanos e do Tribunal Penal Internacional, à presidente da Comissão de Assuntos Exteriores da Câmara de Representantes dos EUA, Ileana Ros-Lehtinen, tendo sido noticiada pelo “The Wall Street Journal Americas”.
“Levantamos a voz de alarma para advertir contra a infiltração de agentes [do narcoterrorismo] em nosso sistema judicial, e também em ONGs onde, sob o disfarce da defesa dos direitos humanos, apoiam iniciativas que visam atacar as instituições democráticas”.
As extraordinárias acusações apontam claros erros dos juízes, só explicáveis por um apriorismo ideológico dissimulado.
Como “caso emblemático” os autores mencionam a condenação de dois oficiais do Exército pela sua participação no resgate de reféns do Palácio de Justiça de Bogotá, em 1985, durante uma tentativa de golpe de Estado narcoguerrilheiro.
Naquela ocasião o movimento guerrilheiro M-19, com financiamento do narcotraficante Pablo Escobar, invadiu a Corte Suprema de Justiça, sequestrou mais de 200 pessoas e tocou fogo nos documentos da Corte. Houve dezenas de mortos. O comandante de Brigada do Exército, Jesús Armando Arias, e o coronel Alfonso Plazas foram tratados como heróis, e o M-19 condenado judicialmente pelo terrível ataque.
Soldados salvam funcionários da Justiça.
O Judiciário infiltrado inverte realidade, denunciam
Mas a esquerda não se deu por vencida. Um falso testemunho, apresentado por um sacerdote jesuíta notório pelas suas pregações de esquerda, foi então recusado. Mas, em 2007, outra falsa declaração juramentada foi usada como base para condenar o coronel Plazas e o general Arias.
Embora tenha ficado provado que o depoimento fora falso, um tribunal de três juízes em Bogotá manteve a condenação dos heróis. E não se tratou de um caso isolado. Com base em testemunhos pouco fiáveis, mas considerados bons pelos tribunais, centenas de militares colombianos já foram condenados.
O marido da Fiscal Geral da Nação, Viviane Morales, é um antigo membro do M-19 e ex-assessor do ELN e de paramilitares, informa o “Wall Street Journal”. Ele passou anos em contato com as pessoas que sua mulher devia investigar.
Porém, foi a Corte Suprema da Colômbia que escolheu a Viviane Morales para Fiscal Geral. O mesmo tribunal vem tomando decisões incompreensíveis do ponto de vista do Direito, sempre favorecendo as FARC ou os fatores de dissolução da família e da sociedade.
Se os autorizados signatários da carta – Drs. Gómez e Nieto – têm razão, fica patente que a narcoguerrilha marxista derrotada no combate, está triunfando pela infiltração de seus agentes no Judiciário.
Nesse caso, dizem os autores, a Colômbia não ganhou de maneira alguma a guerra contra a droga e a subversão marxista.
Os terroristas marxistas-leninistasa só trocaram de trincheira, conclui o jornal americano, e o uniforme pela toga.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".