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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Haddad insiste mais uma vez no kit gay MEC volta a discutir inclusão de temas como homossexualidade nas cartilhas escolares

R7
publicado em 25/11/2011 às 21h49

Do R7, com Jornal da Record




O Ministério da Educação, comandado por Fernando Haddad, pré-candidato à prefeitura de São Paulo pelo PT, insiste em passar por cima de uma ordem da presidente Dilma Rousseff. Ela já tinha mandado interromper a distribuição do chamado “kit gay” nas escolas públicas, porque considerou o material ofensivo e inadequado. Mas não freou o MEC.

O ministério voltou a definir normas para os livros didáticos, abordando o tema homossexualidade. A revelação foi feita em um seminário que aconteceu nesta semana na Câmara dos Deputados.

Segundo Fábio Meirelles de Castro, coordenador geral de Direitos Humanos do MEC, “esses programas contêm em seus editais públicos orientações e diretrizes para a inclusão da temática de gênero, identidade de gênero e orientação sexual”.

A polêmica começou no início do ano, quando o MEC anunciou que iria distribuir o kit gay para 6.000 escolas de ensino fundamental e médio. Vídeos e cartilhas levavam para dentro de sala de aula temas polêmicos como homossexualidade e bissexualidade

Um dos vídeos tratava de duas meninas que eram rejeitadas pelos colegas da escola e, para tentar combater o preconceito, decidiram assumir o namoro. Inicialmente, o vídeo mostrava um beijo na boca, mas a cena foi cortada.

Em outro vídeo, José Ricardo é transexual e luta para ser reconhecido como Bianca. Em outra produção, Leonardo se apaixona por um amigo e em seguida também percebe que gosta de uma menina.

O novo material apenas aborda a diversidade sexual, diz Castro.

– Já é um primeiro passo para a gente ter livros didáticos que respeitem a orientação afetiva sexual e que dialoguem com essa demanda do movimento para o Programa Nacional de Educação.
Assista à reportagem:
  



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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".