Loja OLAVETTES: produtos Olavo de Carvalho

Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

A diferença entre Monarquia e República (uma anedota)

WHAT´S UP, BRAZIL?
05 Julho 2010

Alguns anos atrás, estive fazendo estudos monárquicos e encontrei uma anedota muito interessante que transcrevo aqui, na íntegra e com algumas adaptações:

_ Oi, compadre! Você entende bem qual a diferença entre Monarquia e República?

_ Pra mim, isto é o mesmo que engordar porco.

_ Como assim?

_ Na Monarquia, você pega um porco magro, coloca ele no chiqueiro e dá muita comida pra ele todos os dias (milho, farelo, restos de comida....); depois de algum tempo ele fica gordo, pesado e já não come tanto como no início - basta uma ou outra espiga de milho e sobras da comida para saciar o apetite do bicho. Na República, você coloca um porco magro no chiqueiro - e gasta muito milho e farelo, até ele engordar. Quando ele fica gordo, você tira ele do cercado e coloca outro porco magro para engordar. Aí, você tira o porco gordo e coloca outro magro e fica toda a vida repentindo a operação, infinitas vezes...

_ Peraí, compadre. Assim não há milho que agüente .

Respondeu, então, o que estava explicando:

_ Vejo que você bem entendeu a diferença. No final, estaremos todos mortos.

A fonte da anedota eu encontrei aqui, embora eu ache que o site esteja fora do ar. Isso faz alguns anos que encontrei esta anedota:

http://www.globoonliners.com.br/icox.php?mdl=pagina&op=listar&usuario=2857&post=10910

Queria dar o crédito pelo autor da anedota que, juro, não fui eu.

Hoje não foi o Thiago que escreveu; aqui quem vos escreve é José Octavio Viégas Dettmann, amigo do Thiago, com o qual costumo me corresponder sempre.

Nenhum comentário:

wibiya widget

A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".