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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Cristianofobia: Agradecimento a Deus faz trabalho ser recusado na Universidade Federal do Pernambuco

SENTIR COM A IGREJA



Uma estudante universitária evangélica de Pernambuco teve um trabalho recusado pela Universidade em que estuda porque citou Deus na página dedicada a agradecimentos. A universidade chegou a orientar a universitária a retirar o agradecimento a Deus de seu trabalho para que ele fosse aceito.

A justificativa dada à aluna pela UFRPE (Universidade Federal Rural de Pernambuco) deixa claro o motivo da recusa: “Os agradecimentos devem ser relacionados à pesquisa e não a Deus”, diz o documento mostrado em reportagem do SBT.

O orientador da aluna no trabalho e vice-reitor da universidade Airton Melo afirma que não caberia a recusa do trabalho por conter um agradecimento pessoal da autora do trabalho a Deus.

Pastores evangélicos e um bispo católico elaboraram carta de protesto contra a decisão do Centro de Ensino e graduação da UFRPE classificando o caso como intolerância religiosa.

“Nós estamos em um país livre onde a profissão de fé é livre” protestou Osmar Martins, presidente da ordem de pastores do Agreste. Outro líder religioso a se manifestar sobre o assunto foi o bispo católico Dom Fernando Guimarães: “A recusa de um trabalho explicitamente porque o aluno introduz o trabalho agradecendo a Deus, isso me surpreende profundamente”.

Depois da carta dos religiosos a universidade aceitou o trabalho da aluna com o agradecimento que ela havia feito a Deus.

Sobre o ocorrido, o pastor e estudante de graduação Jonas Silva cita em seu blog o livro Como Normatizar Trabalhos Acadêmicos do dr. Marcos Roberto Nunes, que leciona na Universidade Federal de Pernambuco: “Agradecimento é parte opcional de um trabalho monográfico. É algo puramente subjetivo. Deve refletir os sentimentos do autor para com pessoas, entidades, etc.”.

Jonas Silva cita também a Constituição Federal que faz uma referência a Deus em sua introdução e garante a laicidade do estado e a “inviolável liberdade de consciência e de crença…” (Artigo 5o).

Fonte: Gospel+

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".