Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

China compra empresas brasileiras com estratégia de conquista

IPCO
19, fevereiro, 2011


Luis Dufaur
Em 2010, a China comunista foi o país que aplicou mais capitais diretos no Brasil: US$ 17 bilhões, pouco menos de um terço do total de US$ 52,6 bilhões. A estimativa é da Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização (Sobeet).
Os chineses trazem os capitais ‒ como na operação da Sinopec com a Repsol ‒ via paraísos fiscais. Eles procuram commodities e instalações de infraestrutura estratégicas.
Em maio, a Sinochem comprou, por US$ 3 bilhões, 40% do campo petrolífero de Peregrino e adquiriu sete companhias de transmissão de energia por US$ 1,7 bilhão, enquanto a ECE comprou a mineradora Itaminas por US$ 1,2 bilhão.
O presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China, Charles Tang, calcula que as compras de empresas no Brasil por chineses podem ter superado US$ 20 bilhões em 2010.
A cifra deve ser somada aos US$ 10 bilhões que o China Development Bank emprestou à Petrobras. Até 2009, os investimentos chineses acumulados no país não passavam de US$ 400 milhões.
Em seu túmulo, Mao Tsé Tung, fundador do comunismo chinês deve estar esfregando as mãos.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".