Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Exemplo didático

Exemplo didático
http://www.olavodecarvalho.org/semana/091007dc.html


Olavo de Carvalho

Diário do Comércio, 7 de outubro de 2009


"Os jornalistas são arrogantes e não querem ser melhorados", afirma o ombudsman da Folha, Carlos Eduardo Lins da Silva (v.http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2209200921.htm). Tem toda a razão. Ele próprio constitui um exemplo didático dessa regra, pois, advertido o quanto seja, não quer por nada deste mundo aprender que idoneidade e isenção, em jornalismo, não consistem na mera afetação de linguagem superiormente neutra – o estilo folhístico por excelência –, mas na prática substantiva da justiça e do senso das proporções, coisas que não só a Folha, mas também O Globo e o Estadão desconhecem por completo.

Não há colunista ou editorialista nesses jornais - incluído nisso o sr. Lins da Silva – que, ao referir-se ao autor do presente artigo, não tome o cuidado de advertir que se trata de um sujeito "muito conservador", "ultraconservador" ou até "extremista de direita". Nenhum deles escreve nem escreveria jamais que o sr. Quartim de Moraes, ou o sr. Marco Aurélio Garcia, ou o sr. Emir Sader, é "muito comunista", "ultra-esquerdista" ou "extremista de esquerda".


Segundo o sentido dicionarizado da palavra, extremista é o indivíduo ou grupo que vai às últimas conseqüências na luta pelas suas idéias políticas, desejando, aprovando ou até mesmo colaborando ativamente com a instauração de regimes empenhados em assassinar em massa os seus adversários ideológicos.


Os três personagens citados enquadram-se rigorosamente nessa definição, que não se aplica a mim de maneira alguma, nem a Rush Limbaugh, nem a Glenn Beck, nem a qualquer dos outros jornalistas, brasileiros ou estrangeiros, aos quais os três maiores jornais deste país aplicam aquele qualificativo com a constância sistemática de quem aposta no poder ilimitado da mentira repetida.


Os srs. Quartim, Garcia, Sader e similares – seu nome é legião – não somente dão respaldo intelectual a regimes genocidas (o primeiro deles fez até uma candente apologia de Stalin), mas têm uma extensa folha de realizações práticas em prol desses regimes, bem como da sua extensão ao Brasil, que é o sonho das suas vidas.


Da minha parte, não escrevi nem disse nunca uma palavra em favor do princípio ditatorial, seja de modo genérico, seja em suas especiais versões direitistas, nem sugeri jamais que fosse adotado no Brasil. O que tenho defendido, para este ou para qualquer outro país do mundo, é a boa e velha democracia parlamentar, na qual os comunistas não estão na cadeia nem no cemitério e sim na praça pública, a salvo de qualquer risco exceto o de ser desmoralizados, no confronto polêmico, por pessoas malvadas como eu.


Meus atos acompanharam minhas palavras. Enquanto uma ditadura de direita existiu no Brasil, fiz o possível para combatê-la, chegando a estar entre os primeiros que tomaram posição pública, quando tantos preferiam calar, contra o mais notório de seus delitos, o assassinato do jornalista Vladimir Herzog.


O máximo que fiz em prol, não dessa ditadura, mas da simples verdade histórica, e isto bem depois da extinção do regime, foi contestar exageros difamatórios que retroativamente se produziram contra ele, como se lhe faltassem pecados reais.


Por que, então, sou eu o extremista, e não aqueles notórios defensores de medidas extremadas contra quem se oponha a seus desígnios?


Na verdade, as referências a essas criaturas, na "grande mídia" nacional, vêm sistematicamente desacompanhadas de qualquer menção, não só ao seu extremismo assumido e pertinaz, mas até à sua filiação ideológica em sentido geral, de modo que acabam constando apenas como escritores, professores ou autoridades intelectuais nos seus respectivos campos, honrosamente imunes a qualquer suspeita de viés ideológico – privilégio reservado aos seus críticos e especialmente à minha execrável pessoa.


Mais até do que a deformação ou supressão material dos fatos, o que revela com suprema clareza a falta de isenção no jornalismo são os cacoetes verbais que, traindo o discurso fingidamente neutro e equilibrado, tendem sempre contra um dos lados, poupando o outro de vexame similar. Aliás, a própria sugestão corrente de que aí existam "lados" é de uma falsidade pérfida: onde um indivíduo praticamente sozinho protesta contra as organizações bilionárias que controlam uma dúzia de países em torno, ele não está disputando o poder com elas, nem sequer movendo a elas qualquer espécie de oposição política. Está precisamente clamando no deserto contra uma situação psicótica em que toda concorrência se tornou impossível, tal a desproporção de forças entre o cidadão avulso e a hidra de mil cabeças do Foro de São Paulo. Toda afetação de equilíbrio entre dois pólos ideológicos, nessas circunstâncias, torna-se a simulação de um confronto democrático inexistente, a tentativa cínica de apresentar a macro-organização dominante e seu crítico solitário como forças de igual potência e função, diferenciadas apenas pelo sinal inverso. Dar aparência de verossimilhança a essa farsa monstruosa tem sido, há anos, a função predominante doombudsman da Folha de S. Paulo, bem como de seus equivalentes ocasionais nos demais órgãos de mídia.


O sentido do cacoete verbal acima mencionado é demasiado evidente: para a mentalidade reinante na nossa mídia, nenhuma dose de esquerdismo, mesmo quando se eleva à apologia de tiranos genocidas ou à colaboração ativa com os regimes que eles criaram, é extrema, excessiva ou digna de nota. Ela é tão normal e aceitável que se torna rotineiro abster-se de mencioná-la, para evitar o risco de colar na imagem do seu porta-voz um rótulo mesmo vagamente pejorativo. O homem de idéias conservadoras, ao contrário, mesmo que tenha se notabilizado por mil e um feitos intelectuais alheios à política do momento, mesmo que jamais tenha se excedido na defesa de suas idéias ao ponto de aplaudir quem por elas torture, mate ou roube, deve ser sempre mencionado, antes de tudo, pela sua coloração partidária mesmo inexistente, para que nenhum leitor caia na tentação demoníaca de imaginá-lo, ainda que por instantes, homem isento e sério, capaz de raciocinar fora e acima de preconceitos ideológicos.


Repetidos ad infinitum, esses giros de linguagem têm o efeito de uma campanha difamatória devastadora contra a minoria absoluta, operação tanto mais eficiente e letal quanto mais se resguarda de fazer críticas ostensivas, francas, e mais se refugia à sombra das insinuações implícitas, difíceis de colocar em discussão mas facilmente impregnáveis, como preconceitos automatizados, na mente popular. É isso o que, com ombudsman ou sem ele, a mídia brasileira de hoje chama de jornalismo isento.

Homocracia na floresta

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA
KLAUBER CRISTOFEN PIRES | 07 OUTUBRO 2009
ARTIGOS - MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO


Perceba o leitor, de acordo com a própria programação do evento, a amplitude e a magnitude das ações dos grupos "Sopa de Letrinhas": estado + escola + religião + mídia. Temos de começar a oferecer uma frente a esta gente, e você precisa participar. Naquela semana, no Acre, os pais tiveram de engolir doutrinação homo-trans-traveco-bi-etc-sexual sobre os seus filhos.


Eu tenho uma dúvida: se "ela", na verdade, é "ele", e "ele", por sua vez, é "ela", um casamento entre os dois seria homo ou heterosexual? Nada não, mas a sopa de letras só aumenta e a minha pobre mente fechada demora a processar: agora são LGBT (corrijam-me se estiver errado: "lésbicas", "gays", "bissexuais" e "transexuais" (ou será "travestis"?)). Faltou alguém aí? Creio que em breve teremos os polissexuais (praticam sexo com qualquer membro de outro grupo), os metassexuais (só pela net), os solossexuais (na base do "cinco contra um" e assumidos) e os coisassexuais (na categoria de "diversos"). Aliás, creio que já existam, só lhes faltando suas respectivas cotas específicas nas universidades e nos empregos públicos.


Brincadeiras (ou previsões) à parte, no período de 15 a 20 de setembro de 2009 realizou-se a V Semana da Diversidade e a V parada do orgulho LGBT. Tudo com dinheiro público e espaço cedido pelas autoridades estaduais e municipais da terra do Chico Mendes e da Marina Silva. Ôpa, também com o patrocínio da Unimed e de uma entidade que não consegui reconhecer, denominada VLG. Será que é necessário informar que o estado do Acre é redutíssimo do PT?


Agora, peço a atenção aos leitores para alguns destaques da programação (confira nas fotos, ao final, se for possível ler), sobre os quais tecerei comentários logo depois.


Dia 15/09/09


09h30: Assinatura do convênio Programa de Promoção da Cidadania LGBT do Acre celebrado entre a Secretaria Estadual de Justiça e Direitos Humanos e a AHAC (Associação de Homosexuais do Acre).


10h30: Homenagem e entrega do troféu Rogério Sábio da Paciência aos Aliados da Diversidade, entidades, empresas e particulares que contribuem e colaboram com ações de combate à homo-lesbo-transfobia.


11h30: Palestra Escola sem Homofobia com Keila Simpson coordenadora da Associação de Travestis de Salvador e ex-presidente da Articulação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra).


Dia 16/09/2009


19h00: Circuito Documentário - Filme e Debate: Assim me diz a Bíblia -Através de cinco retratos íntimos de famílias cristãs com um membro gay ou lésbico, o filme explora a maneira como religiosos conservadores tentam convencer sistematicamente os fiéis a acreditarem que a Bíblia proíbe o homossexualismo.


Dia 17/09/2009


8h30às 12hoo e 14h00 às 18h00: Seminário Escola Sem Homofobia


19h00: Cinema do Mundo - Filme e Debate: Milk - A Voz da Igualdade - Drama biográfico sobre Harvey Milk, primeiro candidato gay oficialmente eleito no estado da Califórnia. Numa época em que o preconceito e a violência contra homossexuais eram aceitos abertamente como norma, Milk buscou direitos iguais e oportunidades para todos, mergulhando de cabeça nas turbulentas águas da política.


Dia 18/09/2009


17h00: Palestra Uma Escola Sem Homofobia com Silvana Conti, articuladora nacional da LIga Brasileira das Lésbicas (LBL) e da União Brasileira de Mulheres (UBM) em Porto ALegre (RS) promovida pela SEJUDH e AHAC


Dia 19/09/2009


17h00: O Diverso do olhar - o novo olhar da Publicidade e das novas mídias sobre a homossexualidade - Marco Brazzo e Sérgio de Carvalho


Dia 20/09/2009


15h00: V Parada do Orgulho Gay


20h30: Show Preta Gil


Aos Comentários...


Como um liberal, nada posso fazer contra alguém que decida usar o que é seu, i.e., a parte do seu corpo. Ainda que pareça um reducionismo, mas trata-se inquestionavelmente de uma questão de propriedade privada.


Entretanto, o problema aparece quando estes grupos utilizam-se do dinheiro público para impor a sua visão de mundo, e mais ainda quando transformam a escola em plataforma para influenciar em massa crianças e jovens sobre aspectos da vida que, devido à tenra idade, seus pais certamente não autorizariam dar-lhes conhecimento, e aqui me refiro sem excluir a escola pública, pois não é por que alguém tem seu filho estudando em um estabelecimento pago pelo governo que deve engolir qualquer coisa que afete a intimidade de seus filhos sem o seu expresso consentimento, e aqui entra, claro, a questão religiosa e a moral.


Buscando agora meu lado conservador, percebo com indignação - e até medo - como estes grupos de pressão desprezam qualquer "Convenção de Genebra" sobre os seus métodos de persuasão. Simplesmente não há escrúpulos, e aqui, até a Bíblia e os "religiosos conservadores" são apontados como alvo, ao tentarem "convencer sistematicamente os fiéis a acreditarem que a Bíblia proíbe o homossexualismo." Ora, claramente a Bíblia condena, e não só o homossexualismo, mas até mesmo o adultério, que dentre os males, ainda se trata de uma conduta heterossexual. Mais uma vez, querem forçar a porta das igrejas e dos templos para imporem aos cristãos o que eles devem acreditar, e isto nada tem de igualdade, mas de poder.


Quanto ao medo, não o sinto exatamente por causa deles, mas por esta cambada de padres de "boca mole" que vacilam na fé (ou a traem, explicitamente, em benefício da revolução marxista) e não tomam a dianteira na defesa dos valores da família cristã. Um padre guarda o voto de castidade não para se tornar uma coisa assexuada e ás vezes até mesmo efeminada, mas justamente para direcionar a sua virilidade, a sua força e a sua coragem para a defesa da Cristandade.


Perceba o leitor, enfim, de acordo com a própria programação do evento, a amplitude e a magnitude das ações dos grupos "Sopa de Letrinhas": estado + escola + religião + mídia. Temos de começar a oferecer uma frente a esta gente, e você precisa participar. Naquela semana, no Acre, os pais tiveram de engolir doutrinação homo-trans-traveco-bi-etc-sexual sobre os seus filhos. Isto não é ficção. Aconteceu realmente, e logo será a vez dos seus.
Acorde!

Castro agradece à família Kennedy enquanto ataca Nixon e Bush

Fonte: MÍDIA A MAIS
por Humberto Fontova em 7 de outubro de 2009 Opinião - EUA e Geopolítica


Fidel Castro e John Kennedy: ditador cubano deve a existência ao clã dos Kennedy

O

s Kennedy, em particular o presidente assassinado, John. F. Kennedy, foram representativos de uma nova geração de americanos que confrontaram a velha e suja política de homens nos moldes de Nixon... O papel da família Kennedy na vitória eleitoral de Barack Obama não deve ser menosprezado. Sem esse apoio moral, político e financeiro, a saga suja dos clãs Bush e Nixon teria continuado”.

Essa é uma parte de um editorial publicado no final de agosto na versão cubano-stalinista do Der Sturmer da Alemanha nazista. Mas ninguém que esteja familiarizado com a história de Cuba deveria duvidar da sinceridade do editorial. Fidel e Raúl Castro, afinal, devem muito à família Kennedy. E, muito cedo nesse jogo, Castro foi tão perspicaz a respeito de Nixon quanto este foi sagaz a respeito de Castro.

É melhor torcermos para que Kennedy vença esta eleição”, Fidel Castro confidenciou a um subordinado em 1960. “Se Nixon vencer, a nossa revolução não resistirá”.

Nixon estava determinado a que a invasão tivesse êxito”, relembra o Coronel Robert Cushman, dos Fuzileiros Navais, um alto assessor militar de Eisenhower em 19601. “Na Casa Branca de Eisenhower, Nixon era o representante da ação no projeto anti-Castro, o seu maior promotor”.

Faça tudo o que for necessário em Cuba”, Eisenhower aconselhou JFK ao lhe transferir o cargo. “Nós simplesmente não podemos permitir que um regime como aquele continue. Ajude os cubanos ao máximo”.

Bem, nós todos sabemos o
resto da história.

Kennedy acabou derrotado à beira da vitória”, escreveu Richard Nixon a respeito da Baía dos Porcos e da Crise dos Mísseis. “Então, deu aos soviéticos o direito de sentar acampamento em nosso quintal”.

Nós acabamos conseguindo exatamente o que queríamos desde o início”, declarou em suas memórias, em tom gabão, Nikita Khrushchev, confirmando o que Nixon dissera.“Segurança para o regime de Fidel Castro e a remoção dos mísseis americanos da Turquia. Até hoje, os Estados Unidos cumpriram a sua promessa de não interferir no regime de Castro e de não permitir que ninguém mais inferira. Após a morte de Kennedy, seu sucessor, Lyndon Johnson, nos assegurou que manteria a promessa de não invadir Cuba”, acrescentou Khrushchev.

Nós trancamos o comunismo de Castro na América Latina e jogamos a chave fora”, rosnava Barry Goldwater, o oponente de Lyndon Johnson nas eleições de 1964. “Eu ajudaria os exilados cubanos ABERTAMENTE. Eu lhes daria armas e munição para fazer Castro voar pelos ares e para fora de sua ilha-fortaleza, agora defendida com armas soviéticas”.

Então, o Açougueiro de Budapeste girou sua faca e riu novamente: “
Teria sido ridículo se nós tivéssemos ido à guerra por Cuba — por um país a doze mil milhas de distância. Para nós, uma guerra era impensável”. Portanto, a ameaça que tanto ouriçou os Cavaleiros de Camelot2 e inspirou tantos dramas épicos literários ou cinematográficos entre os escribas da corte, era pura besteira.

Assim, os feitos de coragem, frieza e resolução que inspiraram o eunuco da corte de Camelot, Arthur Schlesinger, a hiperventilar que: “
O mundo inteiro viu... a insuperável liderança americana na administração responsável do poder... uma combinação de dureza, nervos e sabedoria, tão brilhantemente controlada, tão inigualavelmente calibrada, que deslumbrou o mundo!”, foi, na verdade a covarde sucumbência dos Melhores e Mais Brilhantes da América diante da falsa ameaça de um valentão de escola, um camponês ucraniano batedor de sapato3ordinário.

Não que Kennedy estivesse ele mesmo acima das trapaças – mas essas tinham como alvo os seus compatriotas e a expensas da segurança nacional de seu país. Eis um exemplo:

Os Republicanos permitiram que uma ditadura comunista florescesse a oito minutos de vôo a jato de nossas fronteiras”, acusava John F. Kennedy pouco antes de seu famoso debate com Richard Nixon durante a campanha presidencial de 1960. “Nós precisamos apoiar os combatentes anticastristas. Até agora, esses combatentes pela liberdade não receberam nenhuma ajuda de nosso governo”.

Duas semanas antes daquele debate crucial em outubro de 1960, JFK tinha sido informado em detalhes pela CIA (sob ordens de Eisenhower) acerca dos planos de invasão a Cuba (que mais tarde seria conhecida como a invasão da Baía dos Porcos). Portanto, JFK
sabia perfeitamente bem que a administração Republicana estava ajudando os combatentes anti-Castro. Mas, uma vez que os planos eram secretos, ele sabia perfeitamentebem que Nixon não poderia refutá-lo em público.

Em outras palavras, para atingir seu oponente Republicano com um golpe baixo, Kennedy contava com o patriotismo desse oponente. Sejamos francos: aqui os Republicanos estavam em desvantagem deplorável. Nixon teve de ficar quieto. Ele poderia ter derrubado Kennedy facilmente nesse ponto. Mas, para alguns candidatos, a segurança nacional (e a dos combatentes anticastristas) pesava mais do que ganhar pontos em um debate.

E vocês sabem como os companheiros de viagem de Castro e Che adoram respirar fundo e dizer: “
Nossa! Que coisa! Não é excitante ver como Castro desafiou dez presidentes americanos? Ah, ele é tão cheio de sonhos!” E se vocês acham que eu exagero, aqui vão algumas citações documentadas:

Fidel deixa a arma cair ao chão, bate as mãos nas coxas e se levanta ereto. Ele é como um pênis poderoso tomando vida!” (Abbie Hoffman)

Você é o primeiro e o maior herói a aparecer no mundo desde a II Guerra Mundial! É como se o fantasma de Cortez tivesse surgido em nosso século, montando o cavalo branco de Zapata!” (Norman Mailer)

Um dos homens mais encantadores que jamais conheci!...Castro é pessoalmente dominador. É muito mais do que carisma. Castro permanece uma das poucas personalidades verdadeiramente eletrizantes num mundo onde seus pares parecem maçantes!” (Frank Mankiewics, ex-secretário de imprensa de Robert Kennedy e articulador de campanha Democrata).

Enquanto Fidel falava, eu podia sentir uma sensação peculiar em sua presença. Era como se eu estivesse encontrando-me com uma nova força da natureza! É um homem tão cheio de energia que ele é quase de uma espécie diferente! Força se irradia dele!” (Saul Landau,cineasta)

Bem, como é de praxe, quando se trata de descrições de qualquer coisa relacionada a Castro/Cuba por parte da mídia especializada e através de estudos sérios, a verdade não é apenas diferente - mas o total
oposto daquilo que vocês obtêm da grande mídia e dos livros-texto universitários.

De fato, depois da “
combinação de dureza, nervos e sabedoria, tão brilhantemente controlada, tão inigualavelmente calibrada, que deslumbrou o mundo!” de Camelot, o “corajoso desafio” de Castro aos Estados Unidos tomou a forma da Guarda Costeira americana e até mesmo da marinha britânica (quando alguns intrépidos exilados transferiram suas operações para as Bahamas) fazendo um escudo protetor ao redor da ilha de Castro. Muito longe de “desafiar” uma superpotência, Castro escondeu-se por trás das saias de duas superpotências, mais o Império Britânico.

E nesse caso, pelo menos, tal como evidenciado pelo recente editorial, não podemos acusar os irmãos Castro de ingratidão.

Tradução:
Henrique Dmyterko

Publicado originalmente no American Thinker em 03/09/2009
1 NT: Richard Nixon era o vice de Eisenhower e candidato à presidência em 1960.
2 NT: Camelot, a Corte do Rei Artur, ou o sonho de Camelot, era a auto-imagem promovida pelos Kennedy e sua máquina política e de propaganda.
3 NT: Alusão ao episódio em que Khrushchev tirou o sapato e o bateu sobre a mesa durante Assembléia da ONU.

...verbetes para interpretar corretamente a linguagem da mídia-esquerdista...

Fonte: SOU CONSERVADOR SIM, E DAÍ?


Golpe de estado: quando se derruba um líder esquerdista;

Reação popular contra a opressão: quando se derruba um líder 'plûtot' conservador, ou pelo menos que não faça o jogo da esquerda;

Movimento social: revolução armada para tomar o poder;

Conspiração da elite: reação popular contra a esquerda;

Democracia: as bandeiras da esquerda;

Ditadura, autocracia: as bandeiras anti-esquerda;

Povo: revolucionários ligados ao partidão ou aos movimentos sociais (vide acima: Movimento Social);

Elite podre: qualquer um, mesmo que pobre, que se opõem à esquerda;

Massa de manobra: gente honesta e trabalhadora que não vota na esquerda (vide também: Elite podre);

Povo consciente: vide: Povo;

Por que Honduras pôde e a Venezuela não?

Fonte: HEITOR DE PAOLA


Alejandro Peña Esclusa

Presidente de
Fuerza Solidaria e UnoAmérica



Os venezuelanos contemplam – com assombro e admiração – como os hondurenhos impediram que o modelo chavista triunfasse em seu país e como resistem todos os dias às mais brutais e injustas agressões internacionais. É natural que muitos se perguntem: por que os hondurenhos podem e nós não?

Uma explicação razoável é que os hondurenhos se anteciparam à tragédia porque já a conheciam. Viram através da mídia o que Chávez fez na Venezuela e quando Zelaya quis convocar uma constituinte, reagiram a tempo.

Outra explicação, também válida, é que Zelaya não controlava o Congresso, nem a Corte, à diferença de Chávez que mantém seqüestrados todos os poderes públicos.

Entretanto, em minha opinião, há outro motivo mais importante, relacionado com a humildade e com a religiosidade do povo hondurenho.

Em julho deste ano, quando visitei Tegucigalpa, fiquei impressionado com a simplicidade e clareza dos hondurenhos. Creio que vários fatores influíram para formar esse caráter nacional, entre eles, a consciência de suas próprias limitações econômicas, a necessidade de trabalhar muito duro para sobreviver e o empenho em preservar seus valores familiares e crenças religiosas. Parece, além disso, que o relativismo e o materialismo não permearam tanto em Honduras, como ocorreu na Venezuela e em outros países sul-americanos.

Os hondurenhos mostram uma grande firmeza e inteireza moral na hora de defender seus princípios. Por isso, foram capazes de tomar decisões sem titubear e de suportar enormes pressões, inclusive dos setores internacionais mais poderosos.

Durante minha permanência em Honduras me atrevi a comentar que lá me sentia como na Venezuela rural de meu pai, onde prevalecia a cortesia, a simplicidade e a retidão.

Sem dúvida, décadas de bonança petroleira mal administrada tem prejudicado os venezuelanos. O materialismo e o consumismo afetaram negativamente o caráter nacional, diluindo da memória coletiva os princípios que nossos antepassados compartilhavam. Dez anos de governo Chávez – carregados de cinismo, mentiras e frustrações – debilitaram ainda mais nossos valores, embora tudo isto não signifique que estejamos derrotados.

O testemunho dos hondurenhos deve suscitar uma profunda reflexão nos venezuelanos. A hora é de analisar nossos paradigmas e crenças, para recobrar o caminho que perdemos em algum momento da bonança petroleira. O exemplo desse pequeno país centro-americano pode nos servir de inspiração.

Hoje, mais do que nunca, é necessário recorrer aos ensinamentos e recomendações de nosso grande guia espiritual, o Cardeal Rosalio Castillo Lara, que disse, em 14 de janeiro de 2006, por motivo do Dia da Divina Pastora:

“Nos encontramos em uma situação de extrema gravidade como em muito poucas de nossa história. Um governo eleito democraticamente perdeu seu rumo democrático e apresenta lampejos de ditadura, onde todos os poderes estão praticamente nas mãos de uma só pessoa que os exerce arbitrária e despoticamente, não para o maior bem da nação, senão para um torcido e anacrônico projeto político: o de implantar na Venezuela um regime desastroso como o que Fidel Castro impôs a Cuba”.

Castillo Lara depois acrescentou: “Nosso Senhor Jesus Cristo quis, talvez, dar-nos uma dura lição por nossas infidelidades, por não ter sabido aproveitar os dons que nos deu de uma natureza tão fértil e rica, de uma população inteligente, trabalhadora e generosa, e por não ter ajudado devidamente aos mais necessitados e não ter vivido limpamente nossa fé cristã”.

A solução para a nossa crise não sairá, pois, de uma receita política, ou de um acontecimento eleitoral, senão de uma mudança interna, baseada na recuperação de nossos valores mais caros uma mudança que nos proporcione a força e a determinação para enfrentar uma ditadura tão perversa e destruidora, como a que hoje domina a Venezeula.


Tradução: Graça Salgueiro

Movimiento internacional por la defensa de Honduras

Fonte: FUERZA SOLIDARIA
5 Oct 2009



En el editorial de esta semana, Peña Esclusa explica por qué constituye una prioridad para todos los sectores democráticos de América Latina - y particularmente los venezolanos - defender la democracia en Honduras, de los ataques hipócritas de la OEA. También explica que, con las acciones de Lula, al avalar el regreso clandestino de Zelaya a Honduras, ha quedado demostrado que las dos izquierdas - moderada y radical - trabajan coordinadamente, pese a las diferencias en sus estilos de gobierno.

Honduras Crisis, EUA critica duramente a Zelaya por su retorno como IRRESPONSABLE

Estados Unidos critica duramente a Zelaya lo llama IRRESPONSABLE.
Culpa a quienes lo ayudaron a entrar a Honduras por la violencia desatada entre sus seguidores.



Olha quem ajudou Zelaya:

Temos na Iberoamerica dois machos em governos: Uribe e Micheletti. Vejam o vídeo e leiam o artigo.



“Ustedes nos señalan por detener la corrupción”



El presidente interino, Roberto Micheletti, afirmó ante cancilleres y miembros de la OEA que habrá elecciones en noviembre. “Sólo que nos manden un ataque y que nos invadan” no habrá






07.10.09

Jessica Figueroa. Redacción La Prensa: jessica.figueroa@laprensa.hn


TEGUCIGALPA,

HONDURAS


El presidente interino Roberto Micheletti sostuvo ayer la posición que ha mantenido en los últimos tres meses: el diálogo debe enmarcarse en la Constitución y la amnistía sólo la puede otorgar el Congreso Nacional. La respuesta fue dirigida a los miembros de la OEA que han venido a observar el diálogo que debe poner fin a la crisis política desatada el 28 de junio, tras la separación del entonces presidente Manuel Zelaya.


Los diplomáticos, encabezados por el secretario de la Organización de Estados Americanos, José Miguel Insulza, fueron recibidos en Casa Presidencial. Horas después visitaron a Zelaya en la sede de la embajada de Brasil, donde está en calidad de “huésped”.


Micheletti aprovechó un espacio de al menos 25 minutos para exponer a la misión algunos puntos sobre la condena que la OEA hizo a Honduras, habló sobre los actos de corrupción cometidos por Zelaya “que el mundo no quiere ver” y de las elecciones del próximo 29 de noviembre, que “nadie puede detener”.


Su exposición fue enérgica y franca, tanto que en repetidas ocasiones los cancilleres se llevaron las manos al rostro.


“Primero quiero agradecerles infinitamente por la buena voluntad que están demostrando (...) pero debemos de hablar algo: la verdad.

Ni ustedes saben toda la verdad ni de repente quieren escucharla. Por qué no iniciamos las investigaciones de lo que pasó desde antes del 28 de junio. Se ha insistido que hay que reconsiderar ciertas cosas y estamos en la mejor disposición y yo creo que estamos en todo el derecho a que se escuche la verdad.


Denuncia corrupción


Prosiguió refiriéndose a las denuncias de actos de corrupción durante el gobierno de Manuel Zelaya.


“Yo hacía un comentario a unos amigos míos que aquí no tenemos miedo a Estados Unidos, ni al Departamento de Estado, ni a Brasil, ni a México, pero le tenemos miedo a Mel Zelaya. Le tenemos pánico a Mel Zelaya.


Otra de las cosas que yo apunto siempre: todos los países del mundo están señalando a los países pequeños como el nuestro ‘corruptos, corruptos, corruptos, corruptos’ .


Estamos debatiendo en cual lugar estamos los países que estamos en situaciones como éstas, y hoy que detenemos los actos de corrupción somos señalados por ustedes. Hoy que estamos demostrando al mundo la clase de gobierno que teníamos aquí nosotros, hoy ustedes están molestos con nosotros.


Hoy que están las pruebas ahí, no es cuestión que estamos diciendo. Están las pruebas ahí. Donde el caballo del señor comía con dinero del Estado, donde le pagaban al señor que le cuidaba los caballos 27 mil lempiras mensuales y 20 mil lempiras del alimento de los caballos.


Donde se sacaron joyas de una joyería privada para el Gobierno. ¿Joyas para qué? No sabemos, pero cargados al Gobierno de la República.


Pero esas cosas no se quieren ver. Yo sólo quisiera que ustedes investigaran o que hicieran una investigación sobre lo que ha pasado con los fondos de Honduras en estos tres meses que hemos estado”, recalcó enérgico.


Defendió la Constitución


“Fuimos acusados y enjuiciados en 20 minutos que duró la sesión que tuvo la OEA en aquel momento donde se suponía que habíamos cometido un golpe de Estado.


En este país, desgraciadamente algunas personas leen la Constitución de la República y dicen que es un adefesio, pero el adefesio ha podido mantener el orden, la tranquilidad y la paz en este país por 29 años. 29 años bajo una hegemonía, bajo un régimen democrático, donde no ha habido nadie antes que se atreviera a intentar romper el orden constitucional llevando a una Constituyente a nuestro país. De repente mi forma de ser es así. Soy fuerte para expresarme sin la menor intención de herirles sus sentimientos, si sienten así discúlpenme. No tengo la menor intención sino el mayor deseo de que ustedes se den cuenta de que nosotros en Honduras, con esa Constitución, hemos tratado de mantener el orden, la paz y la tranquilidad.


Constitución que le tocó dos años a un grupo de ciudadanos, que yo me incluyo, porque fui constituyente, tratar de hacerla así, protegerla así para que no nos apareciera un extraordinario hombre a quererla reformar, autoprotegerla, para que no hubiera una persona que tuviera la influencia de otros países en su cabeza para poder hacer una cosa de ésta.


Queremos que se sepa la verdad, sólo queremos la verdad. Y además yo dije antes y lo repito hoy, si yo soy obstáculo, aunque mis amigos dicen que no hable de eso. Si yo soy obstáculo me hago a un lado, pero así exijo que se haga a un lado este señor que vino a causar los más grandes desastres en la economía y en la moral del país”, continuó el Presidente.


Habrá elecciones


Micheletti afirmó a los visitantes que el 80 por ciento de la población está atenta a lo que está pasando y su único objetivo al final son las elecciones que se van a protagonizar el 29 de noviembre.


“Se van a protagonizar el 29 de noviembre. Solamente que nos manden un ataque y que nos invadan, es la única forma que lo van a detener. No hay forma que detengan las elecciones generales del 29 de noviembre. Y no porque me encapricho yo y digo que se van a hacer, sino porque estaban programadas.


En el 2008 fuimos a elecciones internas o primarias, se escogieron los candidatos que iban ir a esta elección y ya andan en campaña política. (...)


Yo me pregunto que él (Zelaya) dice que no tenía intenciones de quedarse en el poder. Y por qué no le dio un centavo al Tribunal Supremo Electoral que es quien conduce las elecciones en mi país. Y no las conduce el Presidente ni el Congreso, es el Tribunal Supremo Electoral, electo también hace año y medio.


Por qué no les había dado ni un tan solo centavo, para que empezaran a hacer los programas de las fechas que corresponden a los llamamientos que exige la ley.


Nosotros llegamos, a la semana habíamos entregado ya el dinero al Tribunal Supremo Electoral. En este país creo que es el único en el mundo donde no teníamos presupuesto para gobernar a la nación.


Nueve meses sin presupuesto en este país y dice la señora ministra de Finanzas actual que hay 5,600 millones de lempiras que no se sabe dónde se fueron, que no se sabe cómo se gastaron porque no tenemos documentos para comparar.


Por favor, yo quisiera que escucháramos todos la verdad, lo que pasó o los errores que cometimos los acepto, pero yo quiero que mi propuesta es una demostración más que yo no pelee por estar aquí, yo era presidente del Congreso Nacional de la República y la sucesión así lo ordena al no haber vicepresidente.


“Por favor, les suplico desde lo más profundo de mi corazón: no vayan a ser malos y dejar a nuestro país sin la posibilidad que le reconozcan las elecciones, sin la posibilidad que tenga apertura para que ustedes se den cuenta que éste es un país noble, un país bueno, un país de gente que quiere salir adelante, un país que merece una mejor suerte”.


Antes de finalizar su intervención también dejó claro que: “nuestra Constitución puede tener lo más feo del mundo pero está enmarcada dentro del pensamiento que hombres y mujeres tuvieron para sostener la democracia. Nos gustaría que nos enmarcáramos en cualquier diálogo dentro de nuestra Constitución y de nuestras leyes, del estado de derecho.


Yo nunca más voy a poder volver aspirar a ser Presidente de Honduras porque la ley me lo impide, por mucho liderazgo que pueda tener aquí cualquiera.


Enmarquémonos dentro de la ley, yo les suplico a ustedes que digan que es una decisión de los hondureños que estamos dentro de la Constitución”.


Disertación de los cancilleres


Peter Kent
Canciller de Canadá


“El inicio del diálogo en sí mismo marca uno de los pasos hacia adelante más significativos desde el 28 de junio”, señaló. Pidió a la comunidad internacional dar soporte en cualquier vía posible, incluyendo ayuda a las elecciones, con el fin de encontrar una solución comprensiva a tiempo.


“Es absolutamente esencial que las elecciones de noviembre 29 sean libres, justas y transparentes para que sus resultados sean aceptados por la comunidad internacional”.


En la mañana, dijo que la reinstauración de Zelaya “será un acto simbólico”. “Simplemente quiere concluir el término por el que fue elegido democráticamente”.


Thomas Shannon
Subsecretario EUA


El secretario de Estado para asuntos latinoamericanos, Thomas Shannon, dijo que EUA desea que Honduras pueda realizar sus elecciones de una manera “esperanzadora”, en un marco de compromiso con la democracia. “Nosotros queremos desesperadamente que Honduras regrese a la OEA, y entendemos su deseo de usar las elecciones para ese propósito, pero que sea de una manera que nosotros creemos debe ser respetuosa, a la vez que esperanzadora”.


“Estamos listos para trabajar con usted, con los miembros de su gobierno y con el presidente Zelaya y los que lo apoyan, y con todos los hondureños para alcanzar ese propósito”.


Melitón Arrocha
Vicecanciller de Panamá


Durante su intervención en la Casa Presidencial, el vicecanciller panameño dijo que la visión de la comisión de la Organización de Estados Americanos, OEA, es facilitar una evolución positiva del proceso.


“La República de Panamá será colaborador y observador. Cuenten con los buenos oficios para ser facilitadores de ese proceso y que el diálogo lleve a elecciones democráticas y participativas”, dijo.


Exhortó a que las negociaciones de ambas comisiones transiten a través del Acuerdo de San José, promovido por el presidente de Costa Rica y Premio Nobel de la Paz, Óscar Arias.


Haroldo Rodas
Canciller de Guatemala


El canciller de Guatemala abogó por mantener el diálogo.


“Los centroamericanos somos hermanos. La solución a este problema no ocurrirá viendo el pasado, aunque, es importante para no cometer los errores”.


“No puedo referirme a los problemas de Honduras, sólo a los de mi país. Esperamos que aquí se llegue a una solución a la hondureña. Apreciamos el compromiso de respetar el pacto de los hondureños, el tiempo está en contra.


Los chapines les decimos a los catrachos que los queremos mucho y que estamos vinculados a cualquier situación que puedan tomar”.


Hugo Martínez
Canciller salvadoreño


“Si la solución es entre hondureños no tendremos más que respaldarla y que se restablezca la cooperación y los demás beneficios suspendidos.


Algunos piensan que esta solución se resolverá el próximo 29 de noviembre, lo que quisiéramos es que se dé una solución a la crisis y un proceso electoral transparente. Una buena medida es el Acuerdo de San José que puede aportar muchas luces para una solución a la crisis”. Dijo a Micheletti que se estaba privando a Honduras y a la región de un “comercio adecuado y de los beneficios del turismo y la cooperación internacional”. “Reflexionemos sobre el impacto de esto”, dijo.


Bruno Stagno
Canciller de Costa Rica


“Cuando el presidente Óscar Arias entregó la propuesta de San José les dijo que estos puntos no estaban escritos en piedra. Tienen el ADN cercano a usted señor Micheletti y también de la otra parte. Necesitamos que los hondureños piensen en el bien de Honduras.


Estamos alentados con el inicio de la mesa del diálogo. El presidente Arias manifestó que disfrutó conversar con usted y le alienta para que el diálogo siga adelante. El proceso no se dilata al consultar a otros poderes sino que los miembros de la comisiones tienen la autoridad de quien los nombró”.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

NOVE - AS NOVAS CARAS DO MOVIMENTO ESTUDANTIL

Fonte: O GLOBO
07/10 às 00h07 Maiá Menezes


Nove, grupo que se organizou após crise do Enem, critica UNE e Ubes



giovana beviláqua do colégio legrand e carolina delamare, integrantes do nove - michel filho

RIO - No condomínio de um prédio na Gávea, Zona Sul do Rio, 12 estudantes de classe média organizam um movimento que acabou de nascer e já ganhou as ruas: o Nove, Nova Organização Voluntária Estudantil. Mais do que protestar contra a desorganização do Enem, eles defendem a reforma do sistema educacional brasileiro. Com metas estruturadas e uma adesão relâmpago, inflamada pelas redes sociais na internet e pela revolta com o vazamento das provas do enem , os jovens rejeitam lideranças, fazem cara feia para políticos e são unânimes em desqualificar a UNE e a Ubes (entidades que existem para representar estudantes universitários e do ensino médio) como representantes de seus pleitos. ( leia mais: mec marca para os dias 5 e 6 de dezembro nova prova do enem).

Reunidos nesta terça-feira a pedido do GLOBO depois de seguidas passeatas nas ruas do Rio, os 12 frisaram que são apenas parte do Nove. Ao todo, os organizadores já passam de 45, representando alunos de 24 escolas (mais do que o dobro da semana passada, quando foi descoberta a fraude e o Nove foi criado).


- Somos apartidários, não queremos nos envolver com nenhum tipo de jogo político. A maioria dos movimentos se perde porque acaba devendo a algum governo ou a algum partido. E deixam de representar os estudantes - sintetizou Pedro Lontra, 18 anos, estudante do Notre Dame, em Ipanema.


Estudante do Pedro II do Centro do Rio, Julia Bustamante, de 17 anos, ironiza a presença de representantes da Ubes em sua escola:


- Eles aparecem de dois em dois anos.


É sensação parecida com a de Bruno Glatt, de 17 anos, estudante do colégio PH, em Ipanema, e de Kenzo Soares, estudante da UFRJ que participa das reuniões, mas não integra o movimento:


- Muita gente não sabe como encontrá-los (os representantes da Ubes). A gente não vê esse movimento estudantil nas escolas - diz Bruno Glatt.


- As entidades que deveriam representar os estudantes não conseguem mais se articular com a gente. A nossa articulação se dá por esses espaços de base, com reuniões nas escolas - completa Kenzo, que participa das reuniões para ter chances de "construir pontes" entre quem está nas escolas e quem formula as políticas públicas de educação.


Nove nasceu na classe média fluminense

júlia almeida defende o acesso a uma educação melhor - michel filho

Nascido há exatamente seis dias, no berço da classe média fluminense, o Nove rechaça o preconceito dos que taxam o movimento de elitista:


- Podem falar que eu sou patricinha. Mas ninguém é uma coisa só. O que não quero é que daqui a alguns anos eu tenha um filho e ele não tenha a educação que tive. Quero que ele possa ter acesso a isso, independentemente de em que classe social esteja - diz Julia Almeida, de 17 anos, aluna do Teresiano, ressaltando que consegue dividir a militância com o salão de beleza para cuidar das unhas e do cabelo impecável.


- Não é um movimento de classe média. Tivemos adesão de escolas públicas, como os colégios de aplicação e o Pedro II. Teve um embrião aí, mas não é o perfil do movimento - rejeita Paulo Di Celio, de 17 anos, estudante da Escola Parque.


Para dar ênfase à preocupação de democratizar o protesto, Carol de Lamare, do colégio Santo Inácio, conta que o grupo descartou ideia proposta por colegas, na comunidade do movimento, no orkut, de que a primeira passeata em protesto contra a desorganização do Enem fosse em Ipanema. O ato reuniu cerca de 200 estudantes no Centro do Rio.


- Ipanema é mais perto da minha casa (em Copacabana). Eu iria de bicicleta. Mas disse: não é isso que a gente quer. Não queremos ser Zona Sul. É muito maior do que isso. Pedimos também que viessem de camisa branca, para não diferenciar as escolas.


O engajamento dos estudantes tem seu grau de pragmatismo. Mesmo conscientes de que o acesso à educação qualificada garante a eles segurança no futuro, os jovens avaliam que o resultado do investimento público no setor vai mudar a vida de todos - o que ajuda no desenvolvimento do país:


- Não é que a gente seja santo. No futuro será vantajoso para todo mundo. Com mais educação se tem um país que produz mais, menos violento, mais seguro. Educação é a base. Isso é falado nas redações que a gente faz para o vestibular. Se a gente conseguir isso, é a solução maior. Leva país para a frente - diz Paulo Di Celio.


O "neomovimento estudantil", nas palavras dos estudantes, prevê o exercício demorado da democracia: o primeiro encontro do grupo durou quatro horas. A lentidão das decisões, no entanto, tem como contraponto a agilidade da internet. Grande parte dos jovens, caso de Giovanna Bevilacqua, do Legrand, foi convocada por mensagens de celular e por redes sociais.


Herdeiros de uma geração que lutou contra a ditadura militar, os jovens relatam a angústia com um vazio por novas bandeiras. A maioria acabou de despertar para a possibilidade de mudar a sociedade:


- Nunca tive ideais revolucionários. Mas fazer algo em relação à educação sempre esteve nos meus planos. E foi isso que me fez aderir ao Nove - conta Bruno Glatt.


- O movimento valeu para eu suprir um vazio. Não é pelo fato de a gente não ter mais ditadura militar que a gente não tem mecanismos repressivos na sociedade. A gente tem muitos problemas no Brasil por que lutar - diz Paulo Di Celio.


- Para mim é uma oportunidade de acabar com o comodismo - faz coro Ana Elisa Bekken, com vaga já garantida na universidade, depois de passar para Relações Internacionais na PUC. - Meu objetivo maior agora é reformar o sistema educacional no Brasil.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".