Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

terça-feira, 4 de março de 2008

Ação no Equador foi legítima auto-defesa, diz jornal

Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO
Terça-feira, 4 de Março de 2008

Um dos principais jornais dos Estados Unidos, o Wall Street Journal defende em editorial hoje a ação militar colombiana no Equador que resultou na morte de um dos principais líderes das Farc, o comandante Raul Reyes, e foi o pivô de uma grave crise diplomática entre a Colômbia e seus vizinhos Equador e Venezuela.

Segundo o jornal, "a ação chocou os terroristas (como o jornal se refere aos guerrilheiros das Farc (C.T. - e deviam chamar do que???) porque ocorreu no Equador. A guerrilha estava acostumada a operar dentro da Colômbia para depois escapar da perseguição dos militares colombianos no refúgio seguro do Equador e da Venezuela".

"Dessa vez os militares colombianos resolveram ir em frente, por razões legítimas de auto-defesa", diz o jornal.

"Duvidamos que os Estados Unidos teriam parado suas tropas na fronteira, se terroristas tivessem bombardeado alvos no Texas de algum ponto no México", diz a publicação. "Mas o que realmente deve ter irritado Chávez foi a captura do laptop de Reyes", diz o jornal americano. O laptop "mostra segredos de Chavez", chamado pelo jornal de "valentão colombiano".

Citando declarações do chefe de polícia da Colômbia, general Oscar Naranjo, o jornal diz que "o laptop mostrou que a Venezuela teria pago US$ 300 milhões às Farc em troca da recente libertação de seis reféns". Na Espanha, o El País afirma em editorial que "Chávez quer capitalizar a equivocada operação colombiana contra as Farc no Equador". "Mais uma vez o exagero veio do líder venezuelano, que insultou de modo chulo seu homólogo colombiano e usou linguagem bélica inadmissível em quem não é parte prejudicada. O afeto de Chávez pelas Farc - para quem pede status de Exército combatente - arrasa a decência mínima que se exige de um chefe de Estado", afirma o El País.

Na França, o jornal Le Monde diz que "pela primeira vez na história, a guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc, de extrema esquerda) foi ferida no coração".

O Le Monde ainda pergunta se, com a morte de Reyes, as Farc vão adotar uma linha dura, militarista, ou aceitar a negociação política.

"De imediato, ela (a morte de Reyes), não pode fazer nada, a não ser complicar a comunicação com as Farc. Será que Ingrid Betancourt (refém das Farc), que parece estar à beira da morte, e seus companheiros de infortúnio poderão suportar muito mais tempo nessa situação? (C.T. - e a culpa disto é de quem? De quem eles são reféns? Quem dá sustentação às FARC não é o FORO DE SÃO PAULO, ou seja, LULA, CHÁVEZ, EVO e o "novo canalha" do Equador? São reféns dos PRESIDENTES DE PAÍSES DA AMÉRICA LATINA, tirando o único HOMEM DIGNO desta p***a, o URIBE!!!)"

Colômbia denunciará Chávez por "patrocinar terrorismo"

Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO
Terça-feira, 4 de Março de 2008

O presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, denunciará o venezuelano Hugo Chávez junto ao Tribunal Penal Internacional por patrocinar o terrorismo, informou hoje a rádio Caracol. Essa é a primeira declaração que Uribe faz desde o início da crise diplomática com Equador e Venezuela desencadeada com a ação militar que culminou com a morte do líder das Farc Raúl Reyes no último sábado.

O presidente colombiano disse que a denuncia será apresentada assim que for comprovada a ligação de Chávez com as Farc através dos documentos encontrados nos computadores de Reyes.
A declaração de Uribe aconteceu na saída de um encontro entre o presidente e a ex-congressista Gloria Polanco, libertada recentemente pelas Farc. "Nós não precisamos de tapinhas no ombro para oferecer solidariedade, enquanto dão asilo aos carrascos da Colômbia", completou o presidente colombiano.

O anúncio de Uribe ocorre no momento em que as relações de seu país com a Venezuela e o Equador passam por uma intensa crise diplomática, após uma operação militar colombiana no sábado passado em território equatoriano, na qual morreu Raúl Reyes, "número dois" das Farc.

Uribe também afirmou que seus compatriotas estão "firmes contra o terrorismo e seus patrocinadores", para que Colômbia "se livre de uma vez por todas deste pesadelo do terrorismo e de seus patrocinadores".

O presidente colombiano ressaltou que precisam de "solidariedades ativas contra o terrorismo, como indica a Carta das Nações Unidas e todas as resoluções complementares".

Na segunda-feira, o Governo de Uribe disse que se dispunha pedir à Organização dos Estados Americanos (OEA) que investigasse uma suposta doação do governo da Venezuela às Farc de US$ 300 milhões, assim como um fornecimento de armas.

O diretor da polícia colombiana, general Oscar Naranjo, fez estas declarações ao informar sobre a descoberta de informações em um dos três computadores apreendidos de Raúl Reyes na operação. "De maneira patética, indubitável, indiscutível", disse Naranjo, foram encontradas no primeiro dos três computadores "relações vinculativas das Farc com diferentes governos, pelo menos com Equador e Venezuela, e com algumas personalidades públicas".

Segundo Naranjo, no mesmo computador, foi encontrado um documento que cita "Ivan Márquez", outro chefe guerrilheiro das Farc, que "fala de US$ 300 milhões com os quais o Governo venezuelano ajudaria as Farc".

Ainda na segunda-feira, o Equador decidiu romper relações diplomáticas com a Colômbia, enquanto a Venezuela expulsou todo o pessoal diplomático colombiano de Caracas, liderado pelo embaixador Fernando Marín. Com agências internacionais - Redação Terra

CARTA ABERTA AOS GOVERNANTES BRASILEIROS

Da minha amiga ESTER AZOUBEL

Senhor Presidente, Senhores Congressistas, Senhores Magistrados

Encontra-se, a América Latina, diante de um problema e uma decisão para tomada de direção em sua política externa.

Temos, de um lado, um governante sério, um dos poucos do Continente, o digno PRESIDENTE URIBE, dirigente da Colômbia. Está fazendo um trabalho belíssimo, com um governo democrático em defesa do povo, da tranqüilidade, numa luta sem trégua contra terroristas, assassinos, seqüestradores, traficantes de drogas, em suma, o que há de pior no lixo humano que infesta e infecta este planeta. É vergonhoso como o mundo civilizado tem-se dobrado ao crime organizado. Fica-se negociando a libertação de um ou dois dos quase mil inocentes seqüestrados, encarcerados em condições sub-humanas, morrendo aos poucos, como se devessem alguma homenagem aos bandidos que os mantém prisioneiros por interesses escusos e aviltantes.

O PRESIDENTE URIBE é o governante que todo país decente gostaria de ter. Ele está reconduzindo a Colômbia à condição de um país habitável, reduzindo o raio de ação das gangues terroristas que angustiam as pessoas de bem e denigrem a imagem de seu país no exterior.

URIBE acaba de realizar uma façanha notável e elogiável. Livrou o mundo de quase 20 bandidos perigosos. Fala-se que o fato aconteceu em terras do Equador, embora a Farc, a gangue à qual pertencia o bandido morto, afirme que foi em terras da Colômbia, informação corroborada por importante jornal cubano.

Vemos do outro lado, os governos de segunda, que apóiam o narcotráfico e se mantêm e se alimentam do crime organizado. O palhaço Hugo Chavez, que já se confessou usuário de cocaína e não sossega enquanto não jogar todo o continente em uma guerra fratricida para dar azo à sua loucura e seu desejo de aparecer como herói americano, reencarnação de Bolívar. Chavez está sendo acusado de fornecer às FARC uma imensa quantia em dinheiro e mais 50 kg de urânio.
Urânio para que? De onde? Terá sido roubado do Brasil (C.T. - ou dado de presente pelo LULA, amigo das FARC e fundador do FORO DE SÃO PAULO?)? Chavez deve satisfações à Colômbia por proteger e patrocinar os bandidos perigosos que têm ameaçado a paz do povo colombiano.

Tem, ainda, o Correa, Presidente do Equador, que afinal encontrou um motivo – uma suposta invasão da Colômbia ao seu território para fazer uma assepsia urgente e necessária, mas que contraria os seus interesses escusos – para espalhar seu tentáculos esquerdizóides e esquerdopatas pelo Continente. Este também deve desculpas ao povo da Colômbia por abrigar e esconder, em seu território, elementos de tal periculosidade.

Desta vez, o índio cocaleiro ficou de fora do affair. É que está muito ocupado, em seu país, tentando impor uma ditadura mambembe ao moldes de sua mente drogada.

Para onde estamos conduzindo nosso continente, senhores? Nossos governos estão caindo de joelhos diante do crime organizado e o império do tráfico de drogas e do terrorismo é respeitado e homenageado em todos os quadrantes desta pobre América Latina.

Por favor, acordem enquanto há o que salvar. Vamos apoiar o PRESIDENTE URIBE, que por enquanto, é um dos poucos que sabe o que faz.

Esperançosamente
Ester Azoubel

HUGO CHÁVEZ, A UM PASSO DO ABISMO

Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO


A imagem de Hugo Chávez rendendo homenagem ao guerrilheiro Raúl Reyes, com um minuto de silêncio, diante das câmeras de televisão, ilustra perfeitamente o grau de perversão e descolamento da realidade com que tem conduzido sua ação política, convertendo uma operação anti-terrorista em uma gravíssima crise que parece a ante-sala de uma guerra que não deveria ter lugar jamais.

Hugo Chávez tem vínculos mais profundos e emotivos com o grupo terrorista do que com o Governo legítimo da Colômbia, com quem eliminou toda comunicação e praticamente rompeu as relações diplomáticas, enquanto ofereceu à narcoguerrilha das FARC, a consideração de força beligerante.

Chávez tem atuando também, conforme tudo indica, como o instigador da extemporânea reação do presidente equatoriano, Rafael Correa, que passou de uma atitude razoável, quando foi informado sobre a operação militar em seu território, a repetir os mesmos insultos que lançava o venezuelano, contra o presidente Uribe.

Na realidade, o Governo equatoriano tem muito mais explicações a dar para Bogotá, pois, se por um lado, é verdade que as tropas colombianas atravessaram a fronteira, foi porque os terroristas se abrigavam em território equatoriano, e pelo que está demonstrado nos documentos apreendidos no PC de Reys, se escondiam com a escandalosa complacência do presidente Correa.

Ao ordenar publicamente o envio de forças militares à fronteira com a Colômbia, aguçando irresponsavelmente os sentimentos belicistas entre seus seguidores, Hugo Chávez se comporta com um dirigente desequilibrado. Os argumentos que esgrime para justificar esta escalada militar não têm precedentes na historia recente, e não podem, portanto, explicar que ele pretenda arrastar para a guerra inútil e sem sentido, os 3 países –ou quatro, se o nicaragüense Daniel Ortega seguir obedecendo as instruções de Caracas, como faz Rafael Correa. Se havia alguma dúvida, agora sabemos o porquê das armas que Chávez vem comprando e acumulando nos últimos anos.

Afortunadamente, as autoridades colombianas estão mantendo, por agora, a calma, e se abstiveram de mandar tropas para a fronteira ou de fazerem qualquer gesto que contribua para agravar ainda mais a situação.

Chávez não ignora que, depois de sua derrota no referendo, seu regime começou a ruir, e que o descontentamento dos venezuelanos cresce a cada dia. Invocar o inimigo exterior é uma artimanha à qual outros caudilhos e ditadores já recorreram, no passado, porém, raramente funcionou. Abc.es

Reinaldo Azevedo - Especial: Colômbia X Foro de São Paulo

Do portal MOVIMENTO ENDIREITAR
Escrito por Reinaldo Azevedo em 04 de março de 2008
Sequência de reportagens de Reinaldo Azevedo sobre o caso Colômbia X Foro de São Paulo.
Fonte: http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/

Os terroristas e a caricatura. Ah, sim: O governo do Equador vinha colaborando com os terroristas

As Farc são parte da Internacional do Terror que opera hoje na América Latina. Ela junta duas drogas: o “socialismo”, de que são entusiastas os presidentes Hugo Chávez (Venezuela), Rafael Corrêa (Equador) e Evo Morales (Bolívia) (C.T. - ei Reinaldo, não esqueça do LULA/PT), e a cocaína dos narcoterroristas. Toda essa gente está submetida a uma orientação política, que lhe é dada pelo Foro de São Paulo, fundado por Lula e Fidel Castro, integrado por movimentos e partidos de esquerda do continente. Ali têm assento, vejam vocês, tanto as Farc de Raúl Reyes, o pançudo morto, como o PT. Sim, o PT. O silêncio cúmplice de parte da imprensa brasileira é uma vergonha que grita.

A loucura da canalha narcocomunista acaba de produzir mais um capítulo. Na operação das forças colombianas que resultou na morte de Reyes, foram apreendidos três computadores que deixam clara a colaboração entre as Farc e o governo equatoriano. É isto mesmo que vocês leram: Rafael Correa, que se faz agora de agravado, colaborava com os narcoterroristas. O principal contato é Gustavo Larrea, ministro do Interior do Equador. Num dos documentos, fala-se da disposição do governo do país de ajudar efetivamente os bandidos na área de fronteira ocupada pela guerrilha; em outro, o próprio Reyes informa que "Larrea, em nome do presidente Correa, tem interesse em oficializar suas relações com as Farc”.

O governo do Equador, ora, ora, nega tais relações. É mesmo? Correa foi à TV, chamou o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, de "mentiroso" e acusou a violação de território. Deslocou soldados para a fronteira e classificou a ação de ato de guerra. É mesmo? Não seria também um “ato de guerra” abrigar terroristas que atacam o vizinho? O aspecto mais patético da fala do delinqüente equatoriano é a afirmação de que os terroristas mortos estavam de pijama. Como se vê, a tranqüilidade era tal, não é?, que eles podiam se despir daqueles uniformes de camuflagem para vestir, sei lá eu, ceroulas de bolinhas. A idéia de que o pançudo, seqüestrador e assassino morreu vestindo uma ceroula de bolinhas deve alimentar o nosso senso de justiça contra esses homicidas.

O cerco de que o presidente Uribe é vítima é de uma canalhice formidável. Recomendam-lhe prudência. Mais: é tratado com visível má vontade, como se demonstrasse intransigência ao não ceder às chantagens do terror. Tem de suportar as censuras de “estadistas” como o também “forista” Daniel Ortega, aquele das orelhas grandes e idéias curtas. “As orelhas do outro agora são uma categoria política, Reinaldo?” Não! São uma caricatura, assim como a ceroula e bolinhas do pançudo ou os arroubos do Beiçola de Caracas.

Deus do céu! Estamos num teatro de horrores. Forças comprovadamente terroristas são tratadas por governos latino-americanos e por pelo menos um europeu — o da França — como um grupo com o qual se pode dialogar e negociar.

Uribe fez bem. Ao abrigar terroristas, fornecer-lhes apoio e manter com eles um “entendimento”, quem declarou guerra à Colômbia foi o Equador. É isto mesmo: é para buscar os facínoras onde eles estiverem. Com suas ceroulas de bolinhas.

---

Até quando se vai silenciar sobre a Internacional do Terror na América Latina? Leiam o que dizia o terrorista pançudo

Como noticiei no começo desta madrugada, o governo colombiano tem evidências de que a corja bolivariana de Rafael Correa, presidente do Equador, negocia com as Farc. Sim, o continente continuará a ignorar o óbvio e o que está aos olhos de toda gente: os movimentos de esquerda da América Latina — no caso da Colômbia, misturados ao narcoterrorismo — têm uma central para definir suas estratégias: o Foro de São Paulo.

As esquerdas, como sempre, conseguiram submeter a verdade ao ridículo, transformando-a numa espécie de delírio conspiratório. “Ah, quem fala do Foro no Brasil?” E logo respondem: “Ah, o Olavo de Carvalho, o Reinaldo, esses malucos”.

É mesmo? Lula já discursou no Foro e saudou os governos alinhados com seus princípios. O vídeo feito para o 3º Congresso do PT no ano passado mostra os países caindo sob o domínio do foro, uma espécie de Teoria do Dominó. Em 2003, o narcoterrorista morto pelas forças democráticas da Colômbia concedeu uma entrevista a Fabiano Maisonnave, da Folha. Leia trecho. Volto depois:

(...)
Folha - Vocês têm buscado contato com o governo Lula?
Reyes - Estamos tentando estabelecer -ou restabelecer- as mesmas relações que tínhamos antes, quando ele era apenas o candidato do PT à Presidência.

Folha - O sr. conheceu Lula?
Reyes - Sim, não me recordo exatamente em que ano, foi em San Salvador, em um dos Foros de São Paulo.

Folha - Houve uma conversa?
Reyes - Sim, ficamos encarregados de presidir o encontro. Desde então, nos encontramos em locais diferentes e mantivemos contato até recentemente. Quando ele se tornou presidente, não pudemos mais falar com ele.

Folha - Qual foi a última vez que o sr. falou com ele?
Reyes - Não me lembro exatamente. Faz uns três anos.

Folha - Fora do governo, quais são os contatos das Farc no Brasil?
Reyes - As Farc têm contatos não apenas no Brasil com distintas forças políticas e governos, partidos e movimentos sociais. Na época do presidente [Fernando Henrique] Cardoso, tínhamos uma delegação no Brasil.

Folha - O sr. pode nomear as mais importantes?
Reyes - Bem, o PT, e, claro, dentro do PT há uma quantidade de forças; os sem-terra, os sem-teto, os estudantes, sindicalistas, intelectuais, sacerdotes, historiadores, jornalistas...

Folha - Quais intelectuais?
Reyes - [O sociólogo] Emir Sader, frei Betto [assessor especial de Lula] e muitos outros.
(...)
Folha - Qual é a relação entre as Farc e os traficantes que compram droga dos camponeses?
Reyes - As Farc cobram imposto desses comerciantes, que compram dos camponeses. Não apenas dos que vendem coca, mas também dos que produzem grandes quantidades de soja, arroz, milho. Não se cobra dos camponeses, mas dos comerciantes.
(...)
Íntegra da entrevista aqui

Voltei

Como? Não me digam que os humanistas Frei Betto e Emir Sader eram amigos da canalha terrorista!!! Estou tão surpreso! O dito “religioso” não quer apenas o bem da humanidade segundo os princípios cristãos? O que ele faz falando com gente que seqüestra, tortura e mata? E os Emirados Sáderes? O nascoterror virou um atalho para o socialismo?

Chegou a hora de expor às claras essa coordenação continental entre as esquerdas da América Latina, que, vejam só!, podem ir do mercadismo, como a brasileira, ao terrorismo, como as Farc. Um mesmo ente as reúne. É por isso que o presidente Álvaro Uribe, que preside o país que é a verdadeira vítima desse processo, está sendo levado a se explicar. Por quê? Será porque caçou um terrorista que passava seus dias, a exemplo de seus companheiros, planejando seqüestros e assassinatos?

Vejam a posição do Itamaraty: é, para dizer pouco, pusilânime. E, por pusilânime, é, então, favorável ao terror. O governo brasileiro não disse, até agora, o óbvio: as Farc são um grupo terrorista. E não disse, entre outras razões, porque o partido do presidente divide com a organização a mesa do Foro de São Paulo. Mais do que isso: Lula é o pai da criança, junto com Fidel Castro. A mãe é a impostura esquerdopata (C.T. - e porque se o Governo Federal reconhecer qualquer um do FORO DE SÃO PAULO como grupo fora-da-lei o PT está, AUTOMATICAMENTE, extinto pois nossa Constituição Federal assim determina quando partidos políticos mantém relações com grupos fora-da-lei, Reinaldo).

---

O governo brasileiro já tem uma posição: de joelhos para o terror

Cantei a bola, não foi?

A reação do ministro Celso Amorim, que traz a posição oficial do governo brasileiro — e a posição oficial do governo brasileiro é de joelhos para o terrorismo — é qual? Censura à Colômbia. Isto mesmo: o Equador abriga terroristas; há evidências de que um acordo estava em curso, mas Amorim quer falar da invasão de fronteira.

Um governo que dá guarida a terroristas reconhece fronteiras? Dizer o quê? O Itamaraty, nesse caso, repete aquela que tem sido a sua política constante: apoio a delinqüentes.

Segundo Amorim, o tema principal a ser debatido pela OEA não é a proteção ao terror garantida pelo Equador ou a ameaça de guerra de Chávez. Não, não. O tema principal é a invasão da fronteira equatoriana. Ele também disse que o Brasil quer uma solução para a crise. Não se disse uma miserável palavra de censura às Farc. Nada!

Rafael Correa abriga terroristas, mas Amorim quer que a Colômbia peça desculpas sem condicionantes.

Querem saber de uma coisa? O comportamento do governo brasileiro consegue ser mais asqueroso do que o do Beiçola de Caracas.

A diplomacia brasileira nunca desceu tão baixo.

---

Envie seu protesto ao Itamaraty e ao Senado contra a o apoio covarde do governo brasileiro às Farc e aos filoterroristas Chávez e Correa

Em linguagem respeitosa, envie o seu protesto ao Itamaraty contra a posição do governo brasileiro em face da agressão de que é vítima o povo colombiano. Envie os e-mails para os seguintes departamentos:

- Assessoria de Imprensa do Gabinete do ministro Celso Amorim - imprensa@mre.gov.br
Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email

- DEA - Divisão da Organização dos Estados Americanos - dea@mre.gov.br
Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email

- DHS - Departamento de Direitos Humanos e Temas Sociais - dhs@mre.gov.br
Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email

Envie, depois, uma cópia de seu protesto para a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado. Não é preciso mandar cópia a todos os membros. Basta que ela chegue ao senador Heráclito Fortes (DEM-PI), o presidente. O e-mail do senador é este: heraclito.fortes@senador.gov.br
Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email

Espalhe esses endereços na rede.

---

Celso Amorim Chega ao limite da estupidez. E dá mais um passo

A delinqüência teórica de Celso Amorim não tem limites. Usando o método Lula de argumentação — escolher sempre a metáfora mais rasa, mais chinfrim, mais tonta —, quando alguém “entra na sua casa”, primeiro pede desculpa e depois se vê por quê. É? Já que temos de ignorar o Direito Internacional para ficar em alegoria doméstica, vamos lá. Se Celso Amorim fosse meu vizinho e usasse a sua casa para jogar cocô, bomba ou meleca na minha, eu primeiro acionaria a Polícia. Se a Polícia não fizesse nada, eu iria lá, invadiria a sua casa e o cobriria de porrada. A minha comparação é vagabunda, mas a de Amorim também é. Estou argumentando segundo o gosto da casa. E com um detalhe: a quem Álvaro Uribe poderia apelar — cadê a polícia dessa alegoria? — para coibir as ações do filoterrorista Rafael Correa?

Sabem por que o chicaneiro de Caracas deu chilique? Porque ele sabe que tem culpa no cartório. Está com medo das informações que sairão dos laptops do Raúl Reyes, o terrorista pançudo, o que dormia no Equador com ceroulão de bolinhas.

---

Foro de São Paulo 1 – O meu artigo de janeiro na VEJA

http://www.endireitar.org/content/view/228/76/

---

Foro de São Paulo 2 – Merval Pereira rompe o silêncio no rádio

O mal original é o mito da revolução, conforme escrevi na revista VEJA na semana passada. Leiam lá. Afirmo que ele justifica tudo, até os mensaleiros brasileiros. Alguns jornalistas têm coragem de romper o silêncio para lembrar o óbvio: o Foro de São Paulo é a organização que junta as Farc, Chávez, Rafael Correa, Evo Morales e, ó surpresa!, o PT (C.T. - surpresa nenhuma, basta ler o que o próprio Reinaldo escreveu ali em cima, começando com "O mal original..."). As esquerdas querem criar o seu clubinho? Tudo bem! Quando se admitem terroristas e traficantes como membros, então é associação para o crime.

Mesmo assim, impera o silêncio a respeito. Ontem, falando a Carlos Alberto Sardenberg, na CBN, o jornalista Merval Pereira, colunista de O Globo, tratou do assunto. Para ouvir a conversa, clique aqui.


---

Foro de São Paulo 3 – O que eu disse e o que eles disseram

No post lá do ato, o de nº 9, fica evidente que os delinqüentes Hugo Chávez e Rafael Correa usam os reféns das Farc para fazer política. E isso os tonra nada menos do que parceiros do terror. Vamos fazer uma experiência? Coloquem no Google o nome de alguns analistas do jornalismo “nem-nem” (a turma do nem isso nem aquilo) e tentem saber como os luminares tratavam as “negociações” de Chávez com as Farc para libertar reféns no fim do ano passado e início deste. Bem, aqui no blog, eu escrevia coisas como esta:

No dia 27 de dezembro de 2008:

Não. Não é a primeira vez que a estupidez toma conta do mundo, de vários atores ao mesmo tempo, das mais variadas tendências e com moralidades as mais diversas. Refiro-me à “concertação” internacional (como diria Tarso Genro), liderada por Hugo Chávez, para libertar os reféns feitos pelas Farc. Comecemos pelo óbvio: todas as hostilidades do bufão de Caracas, até hoje, foram dirigidas contra o governo constitucional da Colômbia; jamais contra a guerrilha. O ditador venezuelano diz querer conversar com o líder dos narcoterroristas. Chávez (C.T. - e LULA) são aliados dos bandidos, não é negociador coisa nenhuma. Ao governo da Colômbia, dada a pressão internacional energúmena, bucéfala, estúpida, não restou outra saída a não ser aceitar essa “negociação”, que contará com observadores de outros países, inclusive do Brasil. Fazer o quê? Mas é um absurdo sem medida. As Farc, que vivem do tráfico de drogas, do seqüestro, do assassinato, da chantagem, da violência, tornam-se, assim, vejam só, interlocutoras de governo legalmente constituídos. Ora, a negociação só caminhou para este terreno porque os bandidos, incluindo Chávez, viram no episódio um momento excepcional para fazer seu proselitismo. E é justamente a apologia da bandidagem política que Chávez pretende fazer.

No dia 1º de janeiro, sobre a participação de Marco Aurélio Garcia na pantomima chavista para “libertar” os reféns.

A delinqüência moral das Farc e de Hugo Chávez, nesse episódio da libertação que não houve dos reféns, está à altura dos trajes de Marco Aurélio Top Top Garcia para visitar o coração das trevas. Parecia um desses caudilhos latino-americanos do século passado, com seu ar enfatuado, conferindo-se ares de grande negociador de causas mundiais. O ridículo deste senhor não conhece limites. É mais um desses trastes sem superego que superpovoam o governo Lula. É nojento. Sim, certas coisas são de dar medo. O mundo assiste, impassível, a um espetáculo degradante, que transforma a vida de três pessoas – e também a dos demais reféns, que não entraram nessa “negociação” – em matéria do mais vagabundo proselitismo. Sabemos o que fazem nesse meio o Brasil e a Argentina, por exemplo. Mas não a França. Para proteger uma cidadã que também tem nacionalidade francesa, Nicolas Sarkozy comete um erro grave, indigno de sua trajetória até aqui.

Essa “negociação”, por enquanto calculadamente emperrada, é uma barbaridade: trata-se de um assalto à legalidade, ao bom senso, ao estado democrático de direito, à civilidade. Os países que aceitaram ser “observadores” dessa pantomima estão legitimando o terrorismo e igualando narcotraficantes ao governo legal e constitucional da Colômbia. É o que faz, por exemplo, uma nota do Itamaraty ao lamentar o insucesso da operação.

"Insucesso”? Depende. O que se queria? Libertar os reféns? Não necessariamente. Isso é mero pretexto. A vida dessas pessoas é apenas instrumental. O objetivo do ditador venezuelano é retirar autoridade de Álvaro Uribe, presidente da Colômbia, transformando-o, vejam que ironia, num REFÉM POLÍTICO EM SEU PRÓPRIO PAÍS. Por que afirmo isso? Observem que o coronel amigo dos terroristas atribuiu ao outro o insucesso da operação. O presidente teria de ficar trancado em palácio e dar livre trânsito às Farc, que passariam, então, a governar a Colômbia em parceria com... Chávez. Só assim três – e apenas três – pessoas seriam libertadas, restando, ademais, a dúvida se o garoto Emmanuel, filho de Clara Rojas, nascido em cativeiro, está mesmo entre elas.

Chávez tripudia sobre o desespero dos familiares, que se agarram, como seria de se esperar, à sua mediação. Nunca – notem bem: nunca – um governante usou de instrumento tão sujo, tão asqueroso, para, “pacificamente”, se meter na política interna de um outro país. Isso quando a Venezuela é, na América Latina, o segundo país com o maior número de reféns – perde justamente para a Colômbia, onde há a guerrilha. Caracas é a capital mais violenta do continente, com o maior número de assassinatos por 100 mil habitantes. E o meliante se atreve a enfiar o nariz em assuntos alheios!

Ao comentar o “insucesso” da negociação, além de atacar Uribe, o ditador da Venezuela afirmou que pode recorrer a outros métodos para libertar os reféns se os pacíficos falharem. O que terá querido dizer o bandido? Vai criar alguma força de assalto para invadir um país estrangeiro? Vai entrar em confronto armado com seus coleguinhas narcoterroristas?

Nem o Irã, que é a matriz do terrorista Hezbollah, que atua no Líbano, assumiu, em relação àquela força, o papel que Chávez se atribui nas “conversações” com as Farc. Sob o silêncio cúmplice e abestalhado do mundo. Pobres reféns! Para arremate de todos os males, ainda contam com a clarividente colaboração de Marco Aurélio Top Top Garcia, a ilustração bufa do coração das trevas.

---

Foro de São Paulo 4 – Esclarecido o segredo da ceroula de bolinhas

Por que diabos um guerrilheiro dormiria de pijama, que estou chamando de “ceroula de bolinhas”? Está tudo esclarecido. Ontem, o chefe da Polícia Nacional da Colômbia, general Oscar Naranjo, demonstrou, com imagens, que o acampamento dos terroristas do Equador não era uma cabaninha improvisada, não. Tratava-se mesmo de uma instalação para longa permanência, o que evidencia a conivência do governo equatoriano com as Farc. Mas Celso Amorim, já sabemos, quer um pedido de desculpas da Colômbia.

---

Foro de São Paulo 6 – A questão do urânio. E os vídeos

Se vocês clicarem aqui, terão acesso a vários vídeos sobre o episódio, inclusive àquele em que o chefe da Polícia Nacional da Colômbia, general Oscar Naranjo, relata que, no computador de Raúl Reyes, há um documento demonstrando que as Farc estavam interessadas em comprar 50 quilos de urânio. Urânio? Urânio pra quê?

Sabe-se que o material serve à fabricação das chamadas “armas sujas”. Fariam elas mesmas as ditas-cujas? Duvido. Mas isso daria à organização o status de player internacional no mundo do terror. (C.T. - lembremos que o PT mantém relações com o Partido Baath do SADDAM HUSSEIN e, portanto, através do FORO DE SÃO PAULO não seria impossível este urânio ir para as mãos daqueles outros dementes também). Naranjo observa, e está correto, que o episódio demonstra que combater as Farc não é mais um problema apenas da Colômbia. O interesse é do continente e, de fato, de todo o mundo.

Amorim já sabia disso quando concedeu ontem aquela entrevista estúpida? Já. E, não obstante, não deu um pio a respeito.

---

Foro de São Paulo 9 – Chávez e Correa desrespeitam Resolução 1373 do Conselho de Segurança da ONU

Editorial da Folha de hoje censura o governo da Colômbia, embora reconheça que as Farc formam uma “súcia”. “Súcia” é pouco. Trata-se de uma organização terrorista. Alguém criticou os Estados Unidos quando o país foi buscar os terroristas do 11 de Setembro no Afeganistão? Ademais, Venezuela e Equador desrespeitam a Resolução 1373 da ONU. Esses dois países é que têm de ser denunciados.

No dia 28 de setembro de 2001, por unanimidade, foi adotada a resolução com o objetivo de suprimir o financiamento ao terrorismo. ATENÇÃO: o texto prevê que aqueles que colaboram com o terror devem ser levados a julgamento.

Segue, abaixo, trecho da resolução. Volto em seguida:

"Agindo de acordo com o capítulo VII do estatuto da Organização das Nações Unidas,

"1. Decide que todos os Estados membros deverão:
"(a) Impedir e suprimir o financiamento de atos terroristas;
"(b) Criminalizar a provisão ou a coleta intencional, por quaisquer meios, direta ou indiretamente, de fundos por seus cidadãos ou em seus territórios com a intenção de que estes fundos sejam usados, ou que se saiba que estes fundos são usados para a prática de atos terroristas
"(c) Congelar sem demora fundos ou outros ativos financeiros ou recursos econômicos de pessoas que cometam ou tentam cometer atos terroristas ou participem ou facilitem a execução de atos terroristas; de entidades de propriedade ou controladas direta ou indiretamente por estas pessoas; e de pessoas e entidades que ajam em favor ou orientadas por tais pessoas e entidades, incluindo fundos oriundos ou gerados de bens de propriedade ou que sejam controlados direta ou indiretamente por tais pessoas e pessoas/entidades associadas;
"(d) Proibir seus cidadãos ou quaisquer pessoas ou entidades em seu território de disponibilizar fundos, ativos financeiros, recursos econômicos, serviços financeiros ou correlatos, direta ou indiretamente, para beneficiar pessoas que cometem ou tentam cometer, participem ou facilitem a execução de atos terroristas, de entidades de propriedade ou controladas, direta ou indiretamente, por tais pessoas e pessoas/entidades que ajam em favor ou orientadas por tais pessoas:

"2.Decide que os Estados membros também deverão:
"(a) Abster-se de fornecer qualquer forma de apoio, ativo ou passivo, a entidades ou pessoas envolvidas em atos terroristas, incluindo a supressão de recrutamento de membros de grupos terroristas e eliminando o fornecimento de armas para os terroristas;
"(b) Tomar as medidas necessárias para impedir a execução de atos terroristas, inclusive informando, antecipadamente, outros Estados membros através de troca de informações;
"(c) Negar refúgio seguro para aqueles que financiem, planejem, apóiem ou cometam atos terroristas,;
"(d) Impedir que aqueles que financiam, planejam, facilitam ou cometem atos terroristas usem seus respectivos territórios para propósitos contra outros Estados membros ou seus cidadãos;
"(e) Garantir que qualquer pessoa que participe no financiamento, planejamento, preparação ou execução de atos terroristas ou que apóie tais atos seja julgada e garanta que, além de outras medidas contrárias, tais atos terroristas sejam considerados como graves delitos criminais pelas leis de cada país, e que a gravidade de tais atos se reflita na pena a eles imputada.
"(f) Apoiar um ao outro no processo de investigações ou procedimentos criminais relacionadas com o financiamento ou apoio a atos terroristas, inclusive colaborando no processo de obter evidências que sejam necessárias para estes procedimentos;
"(g) Impedir a movimentação de terroristas ou de grupos terroristas através de eficientes controles de fronteira e controle na emissão de documentos de identidade e passaportes, e através de medidas que impeçam a falsificação e o uso fraudulento de documentos de identidade e de viagem.

"3.Convoca todos os Estados membros a:
"(a) Encontrar meios de intensificar e acelerar a troca de informações operacionais, especialmente as referentes a ações ou movimentações de terroristas ou redes de terrorismo; documentos de viagem falsos ou forjados; tráfico de armas, de explosivos ou de material bélico; uso de tecnologias de comunicação por grupos terroristas; e a ameaça representada pela posse de armamentos de destruição de massa por grupos terroristas;
"(b) Trocar informações de acordo com as leis nacionais e internacionais e cooperar administrativa e judicialmente para impedir a execução de atos terroristas;
"(c) Cooperar, em particular, através de acordos e planos bilaterais e multilaterais para impedir e suprimir ataques terroristas e punir os responsáveis por tais atos;
"(d) Tornar-se membro, o mais rapidamente possível, de todas as convenções e protocolos internacionais relevantes relacionados ao terrorismo, inclusive a Convenção Internacional para a Supressão de Financiamento ao Terrorismo de 9 de dezembro de 1999;
"(e) Aumentar a cooperação e implantar de forma total as convenções e protocolos internacionais relevantes relacionados com o terrorismo e com as resoluções 1269 (1999) e 1368 (20010 do Conselho de Segurança;
"(f) Tomar as medidas adequadas em conformidade com o previsto em leis nacionais e internacionais, incluindo padrões internacionais de direitos humanos, antes de conceder condição de refugiado, com o propósito de assegurar que aquele que solicita refúgio não tenha planejado, facilitado ou participado da execução de atos terroristas;
"(g) Assegurar, em conformidade com leis internacionais, que a condição de refugiado não seja violada por executores, organizadores ou facilitadores de atos terroristas, e que alegações de ordem política não sejam usadas para recusar os pedidos de extradição dos supostos terroristas;

"4. Observa com preocupação a estreita ligação entre o terrorismo internacional e o crime organizado transnacional, drogas ilícitas, lavagem de dinheiro, o tráfico ilegal de armas e a movimentação ilegal de material nuclear, substâncias químicas e biológicas e outras igualmente mortais, e sob este aspecto enfatiza a necessidade de aprimorar a coordenação de esforços a nível nacional, sub-regional, regional e internacional que fortaleçam uma resposta mundial a esta ameaça contra a segurança internacional;

"5. Declara que atos, métodos e práticas de terrorismo são contrários aos propósitos e princípios da Organização das Nações Unidas e que o conhecimento de financiamento, do planejamento e a incitação de atos terroristas também são contrários aos propósitos e princípios da Organização das Nações Unidas;

"6.Decide estabelecer, de acordo com a norma 28 de suas normas de procedimento, o Comitê do Conselho de Segurança, composto de todos os membros do Conselho, para monitorar a implantação desta resolução, com a ajuda de especialistas, e convoca todos os Estados membros a informar a este Conselho as medidas tomadas para a implantação desta resolução, no prazo de 90 dias a partir da data da adoção desta resolução, e a seguir em datas a serem propostas pelo Comitê;

Voltei

Hugo Chávez e Rafael Correa não apenas deixaram de cumprir a sua parte no combate ao terror, como decidiram, eles próprios, promovê-lo, apoiá-lo e financiá-lo. Delinqüentes, nessa história, são os dois bandoleiros. Eles, sim, deveriam estar sendo condenados por Celso Amorim. Acontece que o Brasil não considera as Farcs terroristas, mas um grupo de resistência. Uma resistência que seqüestra, tortura, mata e pratica tráfico de drogas. Aliada do PT no Foro de São Paulo.

---

Foro de São Paulo 10 – Rafael Correa admite contato com os terroristas e dá uma desculpa esfarrapada

No post nº 3 desta série, recupero dois textos que escrevi à época em que o ditador venezuelano Hugo Chávez negociava a “libertação” de reféns em poder das Farc. Acusei, então, quase de modo solitário (podem pesquisar), que estávamos diante de um conluio, de uma sociedade, de um acordo de interesses entre os terroristas e o ditador. E, sim, VEA também fez a coisa certa em reportagem. Os dados de um dos laptops de Raúl Reyes, o pançudo morto, não deixam dúvida: Chávez e Rafael Correa, presidente do Equador, são aliados e ativos colaboradores dos terroristas.

A autoridade equatoriana que negociava com as Farc é Gustavo Larrea, ministro do Interior, conforme se noticiou aqui na madrugada de ontem. Venezuela e Equador dizem que os documentos são falsos. É mesmo? Foi preciso que a Colômbia divulgasse o achado para que Larrea e o próprio Correa admitissem que, de fato, negociavam com o terror. Mas agora vem a parte mais interessante: eles afirmam que os contatos com as Farc tinham o objetivo de libertar 12 reféns. Foram adiante: depois da ação da Colômbia, dizem, as negociações não tiveram mais como progredir. Viram só? O real culpado pelos seqüestros praticados pelas Farc seria... Uribe!!! Atenção: em um dos documentos, os terroristas dizem que Correa, de fato, precisava aparecer como tendo libertado ao menos uma pessoa. É a prova provada de que os refèns são mero material de proselitismo dos dois bandidos.

Deixem-me ver se entendi: quer dizer que Larrea negociava a libertação de reféns, mas ao arrepio do governo da Colômbia, é isso? Na surdina, sem que ninguém soubesse? É uma piada.

Entenderam? Os reféns não servem apenas à extorsão e a chantagem das Farc, mas também são joguetes nas mãos de Chávez e Corrêa. Não obstante, o que o Brasil espera que a OEA (Organização dos Estados Americans) debata hoje? O fato de dois países darem apoio logístico ao terror? A exploração política imunda da desgraça dos inocentes seqüestrados? Não! Amorim foi muito claro: ele quer que o governo Uribe peça desculpas: “Correa, perdão por ter matado terroristas do meu país, que você abrigava no seu para que praticassem atentados no meu”. É pura delinqüência.

Esses documentos, que o governo da Colômbia disse estar disposto a submeter a uma perícia internacional, da OEA, põem as coisas em pratos limpos. Explica-se, agora, a reação irada do Beiçola de Caracas diante da morte de Raúl Reyes: ele sabia que seus crimes viriam à tona. Está mais do que evidente, agora, o caráter das tais “missões humanitárias” propostas por Chávez. O governo brasileiro (veja posts de ontem) também exibe as mãos sujas no episódio. Nicolas Sarkozy, presidente da França, prova que, em questões internacionais, não passa, por enquanto, de um bobo alegre.

O Foro

Por que este post está numa seqüência que traz no título a expressão “Foro de São Paulo”? Porque resta evidente que o presidente Álvaro Uribe está enfrentando um alinhamento de países que lhes são hostis. Vai da hostilidade soft, revelada ontem, uma vez mais, pelo ministro Celso Amorim, à hostilidade armada — a das Farc, apoiada por Rafael Correa e financiada por Hugo Chávez.

O Foro (veja texto que publiquei na VEJA a respeito, no post nº 1) tem hoje influência nos governos da Argentina — dinheiro venezuelano financiou a campanha de Cristina Kirchner —, Uruguai, Brasil, Bolívia, Equador e Venezuela e é integrado por praticamente todos os partidos de esquerda da América Latina. Uribe não faz parte da turma. E, por isso, querem derrubá-lo. Inútil: pesquisa de opinião demonstra que 83% dos colombianos apoiaram o ato do governo. Para saber mais a respeito, clique aqui.

Respeitem a dor do povo colombiano, Sr. Amorim e Sr. Lula da Silva!

Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO
Segunda-feira, 3 de Março de 2008

AMORIM DIZ QUE COLÔMBIA DEVE “PEDIDO DE DESCULPA” AO EQUADOR

Para o ministro, governo colombiano deve formalizar as desculpas para conter a crise gerada pelo ataque às Farc. O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, condenou em Brasília nesta segunda-feira, 3, o ataque militar colombiano aos rebeldes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) no último sábado, 1º, acrescentando que Bogotá deve um pedido de desculpas formal."A violação territorial é muito séria e precisa ser condenada", afirmou o ministro. "O Brasil condena qualquer violação de território." FSP

COMENTÁRIO:

A questão crucial desse imbróglio é que o Chávez financia e fornece armas a guerrilha, e o Rafael Correa, do Equador, também negocia e protege os terroristas dentro do território equatoriano. A possível violação territorial da Colômbia, coisa que o presidente da Álvaro Uribe rebateu, é o detalhe mais ridículo dessa história. Essa gritaria não passa de cortina de fumaça para tentar desviar a opinião pública do verdadeiro crime hediondo que está sendo cometido pelos presidentes da Venezuela e do Equador.

O fato é: quem dá guarida a criminoso, criminoso é! Mais um pouco, e Lula da Silva e seu corpo “dipromático”, também fazem 01 minuto de silêncio em homenagem ao companheiro morto, do Foro de São Paulo, Raul Reys.

Tenham vergonha na cara! Respeitem a dor de um povo que vive refém nas mãos desses facínoras. Por Gaúcho/Gabriela

ENVIEM SEU PROTESTO AO ITAMARATY E AO SENADO
(Sugestão do Reinaldo Azevedo)

Envie seu protesto contra a o apoio covarde do governo brasileiro às Farc e aos filoterroristas Chávez e Correa Em linguagem respeitosa, envie o seu protesto ao Itamaraty contra a posição do governo brasileiro em face da agressão de que é vítima o povo colombiano. Envie os e-mails para os seguintes departamentos:

- Assessoria de Imprensa do Gabinete do ministro Celso Amorim
imprensa@mre.gov.br

- DEA - Divisão da Organização dos Estados Americanos
dea@mre.gov.br

- DHS - Departamento de Direitos Humanos e Temas Sociais
dhs@mre.gov.br

Envie, depois, uma cópia de seu protesto para a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado. Não é preciso mandar cópia a todos os membros. Basta que ela chegue ao senador Heráclito Fortes (DEM-PI), o presidente.O e-mail do senador é este:
heraclito.fortes@senador.gov.br

Espalhe esses endereços na rede.

URGE LIBERTAR-SE DE CHÁVEZ

Do portal FAROL DA DEMOCRACIA REPRESENTATIVA
Alejandro Peña Esclusa
Ex-Candidato a Presidente da Venezuela, Presidente da Organização Fuerza Solidaria, Consultor do FDR

Caracas, 3 de março de 2008

Os fatos ocorridos durante as últimas 72 horas, demonstram sem deixar dúvidas o que venho denunciando desde o ano de 1995: que Chávez é – e sempre foi – um agente da guerrilha colombiana.

Se bem que até há poucos meses Chávez havia dissimulado sua relação com as FARC, hoje a manifesta pública e descaradamente, ao ponto de estar disposto a enviar à morte milhares de venezuelanos, em uma guerra inútil e injustificada com a Colômbia, só para vingar a morte de seu aliado e amigo Raúl Reyes.

Muitos pensam que uma guerra com a Colômbia é improvável e que o envio de tropas à fronteira é mais uma palhaçada de Chávez; porém, não se pode deixá-lo a seu livre arbítrio. Sua permanência no poder constitui um risco permanente, sobretudo pelo estado irracional em que se encontra.

Em seu estado de ânimo, Chávez é capaz de cometer ações sumamente perigosas, desde agitar seus sócios do Foro de São Paulo para cercar a Colômbia, até fornecer armamento de ponta à guerrilha, para que leve a cabo um ataque de retaliação pela morte de Reyes.

Em outras palavras, embora Uribe queira evitar uma confrontação, é possível que Chávez não lhe deixe outro caminho. Como venho explicando em meus últimos artigos, muito antes que esta crise estourasse, existem mecanismos democráticos e constitucionais para libertar-se de Chávez, porém isso necessita de um grande acordo nacional, seguido de mobilizações populares generalizadas. As novas circunstâncias obrigam a acelerar o processo de sua saída.

Por sua parte, os militares venezuelanos terão que tomar uma decisão: morrer absurdamente na fronteira para defender os interesses das FARC, ou exigir que Chávez deponha sua atitude belicista.

Artigos relacionados:

1 ¡Ni un día más! – disponível em http://www.fuerzasolidaria.org/WebFS/Escritos?NiUnDiaMas.htm

2. Mecanismo de reemplazo – disponivel em http://www.fuerzasolidaria.org/WebFS/Escritos/MecanismoDeReemplazo.htm

Tradução: Graça Salgueiro

segunda-feira, 3 de março de 2008

NOVA DENÚNCIA - General revela os negócios de Chávez com as FARC

Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO
NEGÓCIOS QUE ENVOLVEM ARMAS, MILHÕES DE DÓLARES E URÂNIO

O General Oscar Naranjo está apresentando documentos e fotografias contidas nos PC de Raúl Reyes, que provam fortes ligações entre o Presidente de Venezuela e as FARC.

O General Naranjo assegurou que, nos documentos do PC de Reyes, estão as comprovações da entrega de U$ 300 milhões, em financiamento, fornecimento de em armas de outras coisas para as FARC, pelo governo da Venezuela. Que as FARC deram 100 milhões de pesos ao Presidente Chávez quando estava preso e negociaram a aquisição de 50 quilos de urânio

Uma comunicação revela o destino da divisão de “50 quilos de urânio. A informação está contida em uma carta de Iván Márquez datada de 14-02-08, depois de uma reunião com o Ministro Rodríguez Chacín. Igualmente outras cartas revelam outros aportes econômicos de Chávez às FARC. Também se falou em entrega de armas. Notícias 24hs – Assistam ao vídeo da nova denuncia do general aqui

SERÁ? RECORDAR É VIVER!
O CONTRABANDO DE URÂNIO BRASILEIRO.
Reportagem Especial ISTOÉ – Edição de 2006

Investigação secreta da Polícia Federa desvenda quadrilha que extrai e envia material radioativo para fora do País. O Palácio do Planalto já recebeu o alerta de que, daqui, o urânio pode estar indo parar, também, nas mãos do terrorismo internacional. Material aqui

O cume do progresso humano

Do portal do OLAVO DE CARVALHO
Olavo de Carvalho no Diário do Comércio, 04 de fevereiro de 2008

Freud costumava dizer que a história da mente ocidental tinha sido marcada por três derrotas humilhantes impostas sucessivamente às presunções do ego humano: primeiro, Copérnico demonstrara que o planeta que habitamos não é o centro do universo; depois, Darwin ensinara que o homem não é um ente superior, mas apenas um animal entre outros; por fim, o próprio Freud trazia a prova de que a consciência individual não é sequer a dona de si própria, mas o joguete de forças inconscientes.

A idéia do progresso do conhecimento como uma troca de ilusões grandiosas por verdades cada vez mais deprimentes impregnou-se tão profundamente na cosmovisão das classes letradas, que outros episódios da história das idéias foram interpretados de acordo com ela, quase que por automatismo. Entre Copérnico e Darwin, Newton e Galileu haviam ensinado que nossas impressões do mundo sensível são subjetivas e enganosas, só as quantidades mensuráveis podendo ser objeto de conhecimento certo, e Kant demonstrara a impossibilidade de saber algo de positivo sobre Deus e a imortalidade da alma. Entre Darwin e Freud, Marx evidenciara que a própria história das idéias não é senão a exteriorização aparente de interesses econômicos camuflados, Comte oficializara a proibição de perguntar sobre aquilo que não podemos conhecer pelos métodos da ciência newtoniana, e por fim um contemporâneo de Freud, Max Weber, tirara disso a mais letal das conseqüências: não só o bem e o mal são escolhas arbitrárias, mas o próprio conhecimento científico não é possível sem alguma escolha arbitrária inicial.

Nas décadas seguintes, o rebaixamento da espécie humana prosseguiu implacavelmente. O behaviorismo substituiu a noção mesma da “psique” por um conjunto de reflexos condicionados não muito diferentes dos que determinam a conduta de um rato ou, em última instância, de uma ameba. O estruturalismo e o desconstrucionismo aboliram a noção marxista do sentido da História como um resíduo das ilusões humanistas. A genética, a neurofisiologia, os modelos informáticos do cérebro e a psiquiatria de base farmacológica reduziram a nada as pretensões da própria psicologia freudiana. A ecologia mostrou o ser humano como um bicho mal comportado e destrutivo, prejudicial à natureza. Por fim, o filósofo Peter Singer promoveu os frangos e porcos a titulares de direitos humanos, em pé de igualdade até com uma criatura sublime como ele próprio.

Assim vieram caindo, uma a uma, as “ilusões narcísicas” -- como as chamava Freud – de uma espécie animal que ousara se proclamar imagem e semelhança de Deus. A história das idéias científicas, vista sob esse aspecto, é uma história da humildade intelectual.

Mas aí há três problemas.

O primeiro é que nem todas as teorias incluídas nessa narrativa são igualmente verdadeiras. Galileu fez do Sol o centro do universo, e não só do sistema solar. Marx jurava que o capitalismo iria restringir o mercado, em vez de expandi-lo. O evolucionismo continua em estado de hipótese discutível. E a psicanálise se desmoralizou tanto que Lacan, para tentar salvá-la, teve de descobrir nela uma parte inconsciente e dizer que esta, e não aquela que Freud conhecia, era a genuína psicanálise. Não tem sentido equalizar verdades científicas, erros medonhos e fantasias idiotas como degraus ascendentes de uma escalada cognitiva.

Segundo problema: cada um dos degraus dessa pretensa escalada foi galgado à custa de alguma falsificação monstruosa dos dados históricos. O esquema usado foi sempre o mesmo: embutir à força, em alguma doutrina passada, significados totalmente estranhos à época em que foi enunciada e à mentalidade de seu autor.

Copérnico nunca imaginou que o heliocentrismo tirasse “o homem” do topo do universo criado. Esta interpretação foi inventada um século depois por Giordano Bruno. E, àqueles que pretendessem tirar daí alguma conclusão materialista, o próprio Bruno advertia: façam isso, e se tornarão estúpidos ao ponto de duvidar da sua própria existência (isto veio a acontecer literalmente quando o desconstrucionismo apregoou a “inexistência do sujeito”).

A doutrina darwiniana, ao colocar o ser humano no cume da evolução animal, não podia ao mesmo tempo rebaixá-lo ao nível de um bicho qualquer. A palavra mesma “evolução” exprime uma subida de nível, não uma descida. Isso deveria ser óbvio à primeira vista, mesmo sem a ajuda dos parágrafos finais de A Origem das Espécies , que celebram a ascensão evolutiva como uma obra divina de intelligent design (oh, horror!).

A doutrina freudiana, sim, parece rebaixar o ser humano, na medida em que reduz a consciência a um produto de fatores inconscientes. Mas, se a passagem para o nível autoconsciente resultava da destruição das ilusões narcísicas da infância, como poderia a destruição de mais uma ilusão ser um rebaixamento e não uma subida? O próprio Freud jamais desistiu da aposta em que o Ego terminaria por absorver e superar o Id, nisto consistindo, aliás, a promessa central da psicanálise. Ao falar de rebaixamento das pretensões humanas, Freud usou de uma figura de linguagem que enfatizava unilateralmente um só aspecto da sua própria obra, omitindo a compensação dialética da qual estava perfeitamente consciente. E fez o mesmo com os ensinamentos de Copérnico e Darwin para transformar os dois, à força, em precursores dele próprio.

Daí por diante, fazer história das idéias mediante analogias extemporâneas tornou-se moda universal, rebaixando a compreensão pública do passado a uma sucessão de fofocas de cortiço contra a dignidade humana. O resumo enciclopédico dessas fofocas constitui a visão histórica vigente, como um dogma de fé, nas cabeças de praticamente todos os nossos contemporâneos. Ela ressurge diariamente em editoriais de jornal, discursos parlamentares e redações de escola, com unanimidade global, e serve de argumento para justificar decisões políticas, econômicas e estratégicas, bem como para arbitrar discussões domésticas e dar aparência de coisa importante a teses universitárias sem pé nem cabeça.

O terceiro problema é que nenhuma daquelas descobertas alegadamente humilhantes tornou a intelectualidade mais humilde. Ao contrário: cada uma delas foi celebrada como uma vitória da razão e das luzes contra as trevas do passado, daí resultando efusões de orgulho cada vez mais demenciais e reivindicações de poder cada vez mais ilimitadas.

Copérnico e Newton serviram de argumento para os revolucionários de 1789 concentrarem mais poder em suas mãos do que qualquer tirano da antigüidade e matarem mais gente em um ano do que a Inquisição matara em três séculos.

O positivismo e o cientificismo deram nascimento a inumeráveis ditaduras iluminadas, algumas das quais entendiam a matança de padres, freiras e índios (especialmente cristianizados) como uma expressão superior da racionalidade humana.

O marxismo, não preciso nem falar. Quem não conhece o “Livro Negro do Comunismo”? Os feitos bárbaros que ele descreve seriam monumentos à humildade intelectual?

O behaviorismo e escolas psicológicas subseqüentes desenvolveram nos seus praticantes a ambição de moldar o comportamento alheio como se fosse um produto industrial. A ecologia reforçou essa ambição, criando projetos de controle global que determinam até o que você pode ou não pode comer e obrigam você a preencher uma pilha de formulários para colher um cacho de bananas.

Eric Voegelin chamava “historiogênese” a visão simbólica da história como um processo ascendente que, culminando na pessoa do narrador, fazia da sua época a suprema detentora do conhecimento humano. Inicialmente ele pensou que esse esquema fosse uma invenção da modernidade, mas depois descobriu que isso já existia no antigo Egito e na Mesopotâmia. A historiogênese é um cacoete mental deformante que reaparece em todas as épocas, graças à incoercível tendência do ser humano para fazer de si próprio o umbigo do universo.

A modernidade só acrescentou a isso o detalhe especialmente ridículo de que ela descreve a ascensão gloriosa que conduz até ela própria como um processo de autolimitação racional e humildade intelectual crescente. Com isso a concepção umbigocêntrica da história tornou-se caricatura de si própria, nisto consistindo a suprema glória intelectual dos tempos modernos.

Proporção inversa

Do portal do OLAVO DE CARVALHO
Por Olavo de Carvalho, Jornal do Brasil em 14 de fevereiro de 2008

A ofensiva cultural soviética começou nos anos 20 e durou até o fim da URSS. Tanto pelas dimensões quanto pelos métodos que empregava, foi fenômeno sem similares no mundo. Não houve onde sua influência não penetrasse, determinando os rumos da história cultural de nações inteiras. Seus meios de ação estendiam-se para muito além da propaganda, dos festivais, das turnês de artistas e congressos de escritores. Iam muito além das viagens de cortesia, inumeráveis e freqüentemente prolongadas em estágios de treinamento na KGB. Iam muito além do financiamento perpétuo a milhares de escritores e jornalistas. Iam até mesmo além da dominação exercida sobre centenas de jornais, revistas e estações de rádio em todo o mundo. Incluiam todos os recursos usados em espionagem, monitorando a vida pessoal dos “companheiros de viagem” para mantê-los sob a ameaça de chantagem, implantando discretos comitês de censura na imprensa cultural, nas universidades e nos meios editoriais para boicotar os autores indesejáveis até o limite da exclusão total e bajular os desejáveis até o limite da idolatria. Após a queda da URSS, a máquina laboriosamente montada não se desmantelou: adaptou-se à estratégia gramsciana e à nova organização da esquerda internacional em “redes”, muniu-se de novas fontes de financiamento e, aliviada do entulho burocrático soviético, continuou funcionando, mais eficiente do que nunca e tão prepotente quanto sempre.

A história cultural do Brasil nas últimas seis ou sete décadas é absolutamente incompreensível sem o estudo dessa imensa obra de engenharia, cujo custo não se pode calcular.

No entanto, não existe nenhum livro brasileiro a respeito, e a imensa bibliografia estrangeira sobre o assunto (muito aumentada depois da abertura dos Arquivos de Moscou) continua vetada ao nosso público. Nas universidades e na mídia, muitos de nossos intelectuais continuam trabalhando nas linhas determinadas por Stálin, Karl Radek e Willi Münzenberg, não porque ainda tenham alguma conexão formal com o aparato (a maioria nem tem), mas simplesmente porque nunca aprenderam a fazer outra coisa. O mais patético é que em geral esses indivíduos, tão ciosos de “historicidade”, não têm a menor suspeita da origem de seus hábitos mentais. Vivendo da ignorância das suas próprias raízes ocultas, tornam-nas ainda mais invisíveis mediante o hábito compulsivo de ofuscar-se lançando uma luz demasiado forte sobre a história secreta (ou suposta história secreta) de seus desafetos políticos. O número de livros-denúncia contra a CIA que circulam no Brasil supera em muito o dos agentes da CIA já localizados comprovadamente no país. Não é de estranhar que àqueles livros se some agora, com formidável alarde midiático, o de Frances Stonor Saunders sobre o Congresso pela Liberdade da Cultura, a resposta muito modesta e tardia (e, no mínimo, moralmente obrigatória), que a CIA esboçou ao avanço cultural soviético entre os anos 1950-1967 (The Cultural Cold War, publicado pela Record com o título de Quem Pagou a Conta?). Embora enfatizando que o empreendimento tinha objetivos de propaganda política – como se algum dos participantes o ignorasse! --, a autora nada consegue alegar contra o argumento de que o Congresso se distingue de seu antagonista por jamais ter usado de chantagem, intimidação ou censura, nem rebaixado artistas à condição de office-boys, nem subornado alguém para mentir deliberadamente, práticas usuais da KGB na guerra cultural. No fim das contas, a tese de Saunders pode ser resumida nesta frase: “No seu auge, o Congresso empregava dúzias de funcionários.” Mesmo no seu ponto mais baixo, a ofensiva cultural soviética não empregava dúzias de pessoas, mas dúzias de milhares. Se a diferença entre as duas campanhas é inversamente proporcional à atenção que recebem da mídia brasileira, isso só mostra o sucesso continuado de uma delas.

DENÚNCIA GRAVE: Escandaloso vínculo do presidente equatoriano com as FARC

Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO
Segunda-feira, 3 de Março de 2008

O Governo do Equador, o Presidente Correa o seu Ministro Larrea tem acordos e compromissos com as FARC, segundo informações obtidas nos 3 computadores apreendidos, de Raul Reys, revelou o General Oscar Naranjo, Diretor da Policia da Colômbia.

O general informou ainda, que a Colômbia tem informações sobre os negócios das FARC com outros Governos e personalidades, que se tornarão públicas nos próximos dias. O diretor da Policia, general Óscar Naranjo, em entrevista à imprensa, ontem à noite, leu uma série de documentos explicitando a vergonhosa e criminosa relação do mandatário equatoriano com o grupo terrorista.

Inicialmente, ele leu um primeiro documento (uma espécie de ata de reunião) subscrito entre Raúl Reyes e o Ministro equatoriano Larrea, onde o Governo do Equador se compromete a revelar (entregar) os nomes dos chefes policiais que não foram amistosos com as FARC.

A Colômbia está exigindo respostas do governo do Equador sobre suas relações com as FARC, que comprometeram a segurança na Colômbia. O general afirma que existem muitas comunicações trocadas entre Raúl Reyes e o Governo de Venezuela.

“Colômbia não irá tolerar ser vítima de terrorismo”, advertiu o General: Matéria completa no El Tiempo - aqui

DENÚNCIA DO GENERAL

Assista aos vídeos do General denunciando à imprensa, o envolvimento do presidente equatoriano com as FARC:

1 - O Comandante da Policia colombiana afirma que a informação encontrada no computador de Raúl Reyes sugere possíveis entrevistas entre as FARC e altos funcionários do governo equatoriano. Aqui

2 – Compromissos FARC-Governo Equatoriano. Informação encontrada no computador de Raúl Reyes mostra comunicações do alto comando do governo trocadas com a guerrilha. Nesse vídeo, a revelação do General de que o governo equatoriano se comprometeu com as FARC, de revelar as ordens policiais e militares para garantir a livre mobilidade da guerrilha. Aqui

3 - Colômbia exige esclarecimento do Equador. O General Naranjo explica que o comunicado da Chancelaria colombiana exihe explicações do governo equatoriano, sobre seus nexos com as FARC. Aqui

CORREA COLOCA-SE COMO UM CACHORRO DE CHÁVEZ

O diário colombiano El Tiempo, o de maior circulação na Colômbia, dedica hoje seu editorial ao comportamento dos mandatários da Venezuela e Equador, durante o acelerado e tenso dia de ontem.

REAÇÕES INADIMISSÍVEIS
Editorial Diario El Tiempo, Bogotá

Enquanto na Colômbia, em cerimônia fúnebre presidida pelo presidente Álvaro Uribe no Canto Norte de Bogotá, se lhe rendiam honras nacionais ao soldado Carlos Hernández León, morto em combate na ação contra 'Raúl Reyes', na Venezuela, o presidente Chávez decretava um minuto de silencio em homenagem ao "guerrilheiro".

É preciso estar muito 'desmiolado' para ignorar de tal maneira a sensibilidade de um povo; para ofender tão burlamente a sensibilidade de milhões de colombianos que, há menos de um mês, numa massiva mobilização - a maior da historia do país - saíram às ruas para gritar seu repúdio a tudo que representa 'Raúl Reyes'.

A reação do mandatário venezuelano revela, ademais, que sua relação com os dirigentes das FARC é mais profunda e emotiva do que se temia, bem como sua influência sobre o presidente Rafael. Leia o editorial completo aqui (espanhol)

Morre o segundo terrorista mais importante das FARC - CHORA CHÁVEZ, CHORA LULA!


O segundo homem mais importante do grupo terrorista das FARC da Colômbia 'Raúl Reyes', foi morto em uma operação aérea dos militares, nesta madrugada, na fronteira entre Colômbia e Equador. Outros 16 guerrilheiros que estavam juntos no acampamento com Raul Reys, também morreram durante o bombardeio."Este é o golpe mais contundente dado ao grupo terrorista até o momento", disse hoje o ministro da Defesa, Juan Manuel Santos, ao confirmar a noticia.
O criminoso 'Raúl Reyes' era procurado por delito de violação e ato sexual violento (ESTUPRO), por terrorismo, rebelião, destruição de bens protegidos, recrutamento ilícito de menores, furto qualificado, seqüestro de aeronave, tráfico e seqüestro. El País – Leia mais aqui

COMENTÁRIO: Foi muito providencial a chegada ao poder de Álvaro Uribe. Nosso MOVCC saúda a “virtude da não paciência”, para com esses monstros protegidos pelo Foro de São Paulo. É o começo da limpeza. A América Latina vive um imenso mar de lama, com a infiltração dessa esquerda apoiadora das FARC. O mundo hoje sorri, porque os deuses da guerra do bem apontaram a direção da limpeza. Muita luz e força a todos os homens de bem.

EL AFECTADO

Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO

Hugo está furioso pelo “assassinato covarde” de Raúl Reyes. No seu programa “alô presidente”, Chávez guardou 1 minuto de silêncio em homenagem a Reys - a quem classificou como "bom revolucionário"* - e, também, em homenagem aos "compatriotas mortos". Em seguida atacou Uribe, chamando-o de “criminoso, mafioso, paramilitar" e de dirigir um "narcogoverno". (impressionante como o pessoal do FORO DE SÃO PAULO continua rezando a cartilha comunista até hoje: "xingue-os do que você é, acuse-os do que você faz"). Chávez ordenou o fechamento da embaixada da Venezuela em Bogotá e mobilizou 10 batalhões, incluídos tanques e aviões, na fronteira com a Colômbia. Matéria completa no El Tiempo aqui (espanhol).

No entanto, todas as acusações contra o governo da Colômbia, por suposta violação da soberania equatoriana, caíram por terra porque a própria Revista Resistência, a publicação das FARC, se pronunciou neste domingo, e assegurou que o acampamento onde estava Raul Reys, não se encontrava no Equador e, sim, na Colômbia. Leia mais aqui - O Chávez não acerta uma.

* Comentário do C.T. - eu concordo com esta afirmação do Chávez "de Cadeia", a de que o canalha é um bom revolucionário. Explicando: agora ele É um bom revolucionário, pois está MORTO!!! Não existe melhor revolucionário do que os que ostentam esta situação.

sábado, 1 de março de 2008

FARC PASSAM PELO BRASIL, DIZ EX-REFÉM

Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO
Por Gaúcho/Gabriela em sexta-feira, 29 de Fevereiro de 2008

Mesmo procurando se afastar de qualquer participação direta na luta pela libertação de presos políticos pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), o Brasil é uma das nações pelas quais os guerrilheiros colombianos transitam livremente, transportando reféns, e de onde também recebem provisões.

O ex-congressista Luis Eladio Pérez, libertado quarta-feira, revelou ontem que, durante os mais de seis anos que permaneceu em cativeiro, os rebeldes se movimentaram pelas divisas do país e chegaram a usar desodorantes e remédios brasileiros.

O comando do Exército na Amazônia alegou que é impossível controlar a movimentação devido à extensão do território. O Itamaraty negou que o governo tenha doado suprimentos para a guerrilha. Em entrevista por telefone à Caracol Radio de Bogotá, Pérez disse que, em poder das Farc, esteve nas fronteiras do Brasil, Peru, Venezuela e Equador - nesta última, dormiu quando a guerrilha o transferiu das montanhas do Sul até as florestas do interior colombiano, para levá-lo para junto de outro grupo de seqüestrados.

- Usávamos botas de marca equatoriana, foram usados explosivos, munição equatoriana, desodorantes e alguns remédios brasileiros, cremes dentais e sabões venezuelanos - contou Pérez.

CONTROLE

À frente do Comando Militar da Amazônia (CMA), responsável pelas fronteiras do Brasil com a Colômbia, o general Augusto Heleno Pereira afirmou que a fronteira possui 11 mil quilômetros, o que torna impossível controlar a passagem dos guerrilheiros.

O general cogita a hipótese dos produtos serem comprados na própria Colômbia, exportados por via legal, porém revela que a cidade mais próxima da fronteira, São Gabriel da Cachoeira, com cerca de 50 mil habitantes, é "sabidamente" fonte de abastecimento para as Farc.

- Os guerrilheiros não atravessam a fronteira como guerrilheiros, e os postos na fronteira são temporários, como se fossem uma blitz - ressalta, dizendo desconfiar de que alguns colombianos à procura de atendimento médico na região sejam rebeldes - Uma vez na cidade, contudo, se misturam à população local, formada também por indígenas, colombianos, peruanos.

O comandante do CMA conta que revelou a presença de rebeldes em palestra aos ministros da Defesa, Nelson Jobim, e da Casa Civil, Dilma Roussef.

A declaração de Pérez ocorre um dia depois das Farc ameaçarem iniciar uma campanha de seqüestros e ataques ao Panamá caso o governo do país não liberte até o dia 1° de março seis combatentes do grupo capturados no fim de semana passado. O general descarta a possibilidade do mesmo acontecer com brasileiros.

- O último confronto ocorreu por incidente, em 1991, quando deram de cara com o Exército na mata - lembra Heleno. - Tudo que acontece a gente fica sabendo, e não é de interesse deles abrir outra frente, criar outro problema. JB Online

COMENTÁRIO

A matéria economiza no detalhe sobre: o “Itamaraty negou que o governo enviou suprimentos à guerrilha”, mas a menção merece nossa atenção, porque sinaliza que pode ter ocorrido alguma acusação nesse sentido. Possibilidade da qual não se pode duvidar de jeito nenhum. Afinal, as FARC são membro do Foro de São Paulo, parceiros do Lula/PT – os apoiadores dos crimes que os terroristas cometem em nome da "Revolução Bolivariana" de Chávez.

Lula se comporta exatamente como o Chávez. Os dois mentirosos rezam na mesma cartilha da ignorância, ao querer criticar outros países e instituições para desviar a atenção sobre as próprias incompetências.

O Chávez, por exemplo, ao invés de cuidar do povo venezuelano que está passando fome, ele fica envolvido nessa história sem fim de resgatar reféns, como se não tivesse um país em agonia nas mãos. E, diga-se de passagem, uma agonia totalmente produzida por sua incompetência. O jornal "El Nacional" classificou em seu editorial o governo de Hugo Chávez de esquizofrênico, pois "se compromete com a libertação de reféns colombianos e, por outro lado, abre a fronteira a guerrilheiros, para que ataquem camponeses e produtores rurais que trabalham a terra em nosso território".

A imprensa internacional, nesse momento, só fala do estado lamentável de saúde de Ingrid Bittencourt. Os áulicos do esquizofrênico Chávez querem promover o martírio da Senadora Ingrid Bittencourt, para que ele possa posar diante do mundo como um homem decente e humano. Só que ele é uma besta humana tentando faturar em cima da dor alheia, ao invés de ir tratar dos assuntos internos de seu próprio país, onde falta até mesmo papel higiênico.

Lula, por sua vez, não fica atrás. Ao invés de cuidar dos assuntos de relevância para o País, como a questão da segurança nacional das nossas fronteiras - que estão tomadas por hordas de terroristas narcotraficantes assassinos - ele prefere subir em palanques para se queixar que não consegue governar, por causa dos outros.

Lula e Chávez são duas aberrações que desafiam a “liturgia do cargo” São os parasitas da imoralidade no Poder, esculhambando com a vida do povo, porque eles acreditam que seus umbigos são importantes demais!

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Gallup: 61% dos brasileiros estão ‘insatisfeitos’

Do blog JOSIAS DE SOUZA
Escrito por Josias de Souza em 29 de fevereiro de 2008 às 03h50

Citado na autobiografia de Mark Twain, Disraeli (1804-1881) ensinou que há três tipos de mentiras: mentiras, mentiras deslavadas e estatísticas.” As pesquisas de opinião, por científicas, produzem estatísticas nas quais se pode confiar até certo ponto. O ponto de interrogação.

Há duas semanas, o instituto Sensus foi às ruas e informou que a aprovação de Lula roça o céu: 69,9%. Há na rede uma outra pesquisa, realizada pelo norte-americano Gallup com resultado contrastante. Realizada em julho e agosto de 2007, mostra um brasileiro de humor azedado.

Em vez de perguntar ao entrevistado se aprova o presidente ou sua administração, o Gallup quis saber se o brasileiro está satisfeito com os esforços do governo para atenuar os problemas da população mais pobre.

Nada menos que 61% das pessoas ouvidas disseram que não estão satisfeitas com a maneira que o país trata os seus pobres. Mais: 69% acham que o fosso entre pobres e ricos está aumentando no Brasil. A sensação captada pelo Gallup não coincide com os fatos. Órgãos nacionais, como o Ipea, e internacionais, como a ONU e o Banco Mundial, atestam que as desigualdades sociais e de renda vêm se estreitando no país.

Parte dos dados da pesquisa foi exposta em texto redigido a propósito da descoberta, pela Petrobras, da megareserva de óleo, no campo de Tupi -aqui, em inglês, no sítio do Gallup. Ouviram-se 1.038 brasileiros acima de 15 anos. A margem de erro, segundo o instituto é de três pontos percentuais. Abaixo há um vídeo com a apresentação dos dados. Foi obtido pelo repórter no blog TV Política. Infelizmente, a locutora fala em língua inglesa.

Fica uma sólida impressão: em se tratando da captação do humor das pessoas, o resultado das pesquisas depende enormemente da formulação das perguntas. Que venha logo um Datafolha!

Curiosidade: o escândalo dos cartões de crédito, a kriptonita do momento, chegou ao conhecimento de 64,1% dos ouvidos. Nesse universo, a maioria desaprova o uso –e o abuso— de cartões (83,1%), acredita que o malfeito afeta a imagem do presidente (74,9%) e pensa que ministros e servidores pilhados devem perder o cargo e devolver o dinheiro (70,2%).


Frase do dia

O dia em que os bons tiverem a ousadia dos canalhas, o Brasil melhora.

A VIDA PRECISA SER PRESERVADA

Do portal FAROL DA DEMOCRACIA REPRESENTATIVA
Por Ubiratan Iorio Economista, Presidente-Executivo do Centro Interdisciplinar de Ética e Economia Personalista (CIEEP), Pesquisador do IBMEC. Fundador do FDR

Leia matéria logo abaixo do teor da petição.

ASSINE A PETIÇÃO AO STF:

http://www.petitiononline.com/vidasim/

Teor da petição:

EMBRIÃO HUMANO: PESSOA OU COISA?
_______________________________

O Supremo Tribunal Federal decidirá a questão em 05 de março de 2008.

(julgamento da ADI 3510, contra o artigo 5º da Lei de Biossegurança, que permite a destruição de embriões humanos)

(assinaturas iniciam em 28 de fevereiro e terminam na véspera da sentença final)

Em março de 2005 foi publicada a Lei de Biossegurança (Lei 11.105 de 24 de março de 2005), que no art. 5°, permite a destruição de embriões humanos para serem usados em pesquisa. Trata-se de uma lei que regula o uso de organismos genticamente modificados, e o ser humano na fase embrionária foi nela misturado à soja e ao milho transgênicos.

No dia 30 de maio de 2005, o então Procurador Geral da República Dr. Cláudio Fontelles ajuizou a Ação Direta de Inconstitucionalidade n.º 3510 (ADI 3510) contra o art. 5° da Lei de Biossegurança (Lei n.º 11.105/05) que protege o direito à vida e indica a igualdade de todos perante a lei.

No dia 20 de abril de 2007, o Supremo Tribunal Federal, pela primeira vez na história, abriu suas portas para uma audiência pública. O objetivo era instruir os Ministros sobre "quando começa a vida humana". A discussão se dividiu entre os que afirmaram o óbvio (qualquer aluno da 7ª. Série sabe que a vida começa na concepção) e aqueles que tentaram negar o óbvio.

Nenhum dos oradores favoráveis à destruição de embriões ousou dizer que eles não eram indivíduos humanos. Quando muito, disseram que "não sabiam". De um modo geral, tentaram dizer que essa questão não tem importância, diante da perspectiva de cura de doenças degenerativas mediante o uso de células-tronco embrionárias.

Como, porém, estavam debatendo com cientistas pró-vida de alto gabarito, não puderam fazer no Supremo a propaganda enganosa que fizeram na Câmara e no Senado. Foram constrangidos a admitir que até hoje ninguém foi curado com transplante de células-tronco embrionárias, ao passo que a pesquisa com células-tronco adultas (que não requerem a destruição de embriões) tem tido grande sucesso terapêutico.

Não queremos que ocorra no Brasil uma tragédia semelhante à ocorrida nos Estados Unidos em 1857, quando a Suprema Corte decidiu que os negros não eram pessoas (caso Dred Scott versus Sandford) ou em 1973, quando a mesma Corte decidiu que os nascituros não são pessoas (caso Roe versus Wade).

Queremos que a ciência respeite a vida do embrião humano, pois:

- o embrião é pessoa humana, tem dignidade e merece respeito.
- o embrião não pode ser manipulado, congelado ou destruído.
- o embrião não pode ser instrumentalizado para pesquisas ou terapias como se fosse mero material biológico.

Assinamos este manifesto em defesa da vida e da dignidade do ser humano, desde o seu primeiro momento na concepção até o seu termo natural.

***

Você, caro leitor, tem noção da importância, da riqueza e do mistério extraordinário que é o dom da vida? Tem idéia do valor da preservação da dignidade humana? Acredito que sim, mas, infelizmente, muita gente não tem...

Não se vive apenas de pão e de circo. A imensa maioria dos seres humanos somente encontra paz de consciência quando acredita que suas atividades econômicas, políticas e sociais revestem-se de significado moral. O trabalho duro, a perseverança nas dificuldades da vida, a frugalidade e o próprio sentimento da esperança só fazem sentido, como possibilidades de gerarem bem-estar material - que é também parte integrante da dignidade humana -, quando fundados na força perene dos valores morais que deve reger as sociedades.

Na vida econômica - como de resto na vida humana - a primazia da moral é uma lei demonstrável e essencial para a prosperidade integral, é um princípio filosófico e empírico, que não pode ser violado. Quando isso ocorre, surgem os vícios tão conhecidos, como a preguiça, a desonestidade, a corrupção, a demagogia, a coerção, a avareza e tantos outros que, como traças, carcomem pouco a pouco a economia, a política e a cultura e, portanto, a sociedade. “A revolução” - como afirmou o poeta Charles Péguy - “deve ser moral ou não será revolução”.

Embora isto seja óbvio para a maioria das pessoas, precisa ser ressaltado, porque os princípios morais vêm sendo sistematicamente atacados mediante sofismas e subterfúgios que, se não forem corajosamente combatidos, terminarão transformando nossa vida em um imenso supermercado, onde o certo e o errado poderão ser escolhidos à vontade de cada freguês e de acordo com o seu “preço”.

Estamos todos fartos de ouvir que o Brasil é o país de um futuro que parece nunca chegar. Nossas instituições políticas, econômicas e morais precisam servir de apoio para que nosso amanhã comece a ser feito a partir de hoje, para que ele não se desvaneça no advérbio dos vencidos. Precisamos de instituições que favoreçam e garantam a economia de mercado, a democracia política com representatividade e a valorização do trabalho e da parcimônia, ao amparo de normas legais de conduta fundadas na boa moral, justas, iguais para todos e que resguardem a dignidade humana.

No dia 5 de março – escrevo estas linhas em 27 de fevereiro - deverá ser julgada no Supremo uma ação que argüi a inconstitucionalidade da destruição de embriões humanos. Para os que se arvoram defensores da “ciência”, recordemos que a Constituição Federal assegura como cláusula imutável a inviolabilidade do direito à vida.

Ora, o embrião também é uma pessoa, um ser humano, pois a ciência já demonstrou que, a partir da concepção, o DNA paterno se une ao materno e surge um novo indivíduo, uma nova vida, dotada das mesmas condições de dignidade daquelas que todos aceitam como existentes pós-parto. As legislações infra-constitucionais devem estar em consonância com os direitos à vida, à identidade genética, a nascer em uma família, a não ser clonado, a não ser transformado em cobaia de laboratório e a não ser abortado.

Congelamento, seleções pré-implante, aborto seletivo, experimentos destrutivos... Seremos cobaias? Para se obter Células Tronco de Embriões Humanos (CTEH) é necessário assassinar o concebido quando este possui apenas 100 células. Para fazer o tratamento de uma única cardiopatia é necessário 1 milhão de células por ml e, sendo indispensáveis 40 ml para injetar em paciente com 40 milhões de células, isto exigiria o sacrifício de 400.000 embriões por paciente. É louvável salvar uma vida, mas não em detrimento da matança de 400 milhares de outras!

Os procedimentos com células tronco adultas (CTA), além de não matarem seres indefesos e apresentarem maior facilidade de coleta, apresentam inúmeras vantagens. Eis algumas: (a) Dr. David A. Prentice, da Universidade de Georgetown, USA, obteve 72 aplicações com sucesso em medicina regenerativa com CTA, sendo que os resultados obtidos com CTEH foram tumores embrionários provenientes de aplicações em roedores; (b) o Dr. Marcelo Paulo Vaccari Mazzetti, vice-presidente do Instituto de Pesquisas de Células Tronco no Brasil, mostrou o exemplo de três crianças curadas com o uso de CTA na Audiência Pública do dia 20/04/2007, no STF, sobre o Art. 5º da Lei de Biossegurança, enquanto nenhuma cura, até hoje, foi conseguida com CTEH; (c) o Dr. Yamanaka, da Universidade de Kioko, no Japão, conseguiu transformar células adultas da pele em células com características embrionárias, provando não haver necessidade de matar embriões para se conseguir uma linhagem celular com as mesmas características das CTEH. O que dirão disso os cientistas que afirmam que células de embriões possuem potencialidades maiores que as CTA?

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, há no Brasil 58 clínicas filiadas à Rede Latino Americana de Reprodução Assistida, para prover a Fecundação Artificial In Vitro. As tentativas custam de R$12 mil a R$20mil, com “sucesso” de gestações entre 10 e 30% dos casos. Ou seja, a cada 100 casais que pagam, juntos, de 1,2 milhão a 2 milhões de reais, apenas de 10 a 30 mulheres desenvolvem a gestação, embora os donos das clínicas ganhem sobre o total despendido pelos 100 casais.

Deveria ser patente para todos que a ciência precisa caminhar ao encontro da vida e, portanto, submeter-se a normas éticas. Se os defensores do aborto e do uso de embriões em experiências de laboratório tiverem algum respeito à coerência, não devem ser contrários, por exemplo, aos experimentos nazistas que, em nome da “ciência”, foram feitos com milhões de judeus.

Precisamos combater as experiências com embriões humanos, exprimindo repúdio ao artigo da Lei de Biossegurança que os ameaça, sob um disfarce pseudo-científico; temos que defendê-los também contra qualquer tentativa de legalizar o crime do aborto, descerrando com argumentos lógicos as diversas máscaras usadas para justificar esse atentado à vida.

A escolha das pessoas de bem, ontem, hoje e sempre, deve ser pela vida. Um ser humano – apenas um! – possui valor econômico potencial, em termos de fluxos esperados de rendimentos, superior ao de dezenas, ou centenas, ou mesmo milhares de empresas. Deixe-mo-lo, pois, nascer; permitamos que tenha acesso a boa saúde e educação; dotemo-lo de liberdade de consciência e de princípios morais; respeitemos a sua dignidade. A vida em abundância precisa ser preservada!

wibiya widget

A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".