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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

E PETRALHA CONTINUA A NÃO GRITAR: “CADÊ A FITA?”

 

REINALDO AZEVEDO

16/09/2012 às 17:02

É espantoso! Leitores me enviam uma porcaria publicada pelo JED (Jornalismo da Esgotosfera Dirceuzista), segundo a qual eu estaria a sustentar ser uma desnecessidade a fala gravada de Marcos Valério, acusando Lula de ser o chefe do mensalão (tendo José Dirceu como lugar-tenente) e sustentando que o esquema movimentou R$ 350 milhões.

O que essa gente não faz por dinheiro!? Eu escrevi aqui e aqui, como sabem, é justamente o contrário. Eu estranhei é o fato DE QUE ELES, OS PETRALHAS, NÃO ESTEJAM PEDINDO A FITA. Eu, na verdade, também quero ouvir a gravação, ué.

É estupefaciente que essa gente tenha a cara de pau de sustentar o contrário do que os fatos evidenciam.

Prisão de Lula?
A canalha também diz, para açular o ódio dos cachorros loucos, que eu teria defendido a prisão de Lula, na esteira do processo do mensalão. Só se eu fosse tonto, coisa de que, ao menos, não me acusam. Infelizmente, Lula não é um dos réus do processo do mensalão que corre no Supremo. Portanto, não há como ele ser condenado ou absolvido, já que não é julgado. Logo, como eu poderia ter defendido o que é uma impossibilidade ditada pelos próprios termos da equação?

Esses caras poderiam ter a opinião que lhes desse no bolso — não tenho nada com isso. Costumo ignorá-los no meu blog, como sabem; eles é que são obcecados por mim. Espantosa é a desfaçatez com que atribuem a terceiros o que nunca escreveram e relatam fatos que nunca aconteceram.

A partir de uma verdade factual, muitas podem ser as opiniões e as sentenças — como os julgamentos mundo afora deixam claro. Já a mentira é coisa de outra natureza. Não se trata de um critério que faz as discordâncias ideológicas, mas um divisor a distinguir os decentes (que frequentemente divergem entre si) dos vagabundos.

Por Reinaldo Azevedo

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".