Loja OLAVETTES: produtos Olavo de Carvalho

Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Mensalão (IV): Cúpula do escândalo criou usina de ameaças para intimidar jornalistas

 

UCHO.INFO

15/09/2012 | Escrito por admin

 

Vale tudo – O esquema criminoso que emoldurou o Mensalão do PT fez inveja a muitos grupos mafiosos, tamanha foi a gama de ações deflagradas para garantir a impunidade dos protagonistas do escândalo e manter sob silêncio críticos e adversários.

Durante a CPI dos Correios, o editor do ucho.info forneceu a diversos parlamentares provas incontestes sobre o esquema comandado a partir do Palácio do Planalto, assim como detalhou o funcionamento das ações intimidatórias que estavam em andamento. Algumas dessas informações culminaram em convocações, o que provocou a reação daqueles que foram alçados à mira das investigações.

Seguido e monitorado diuturnamente e com todos os telefones grampeados, o editor escapou de tentativa de sequestro em uma das mais movimentadas avenidas da capital paulista. Desrespeitando o sinal vermelho dos semáforos e passando com o carro sobre calçadas, o jornalista inviabilizou a operação que, semanas depois, foi deflagrada contra um dos seus familiares, que permaneceu nas mãos de criminosos durante longas horas. O recado dos contratantes do crime foi dado com a entrega, na casa do jornalista, de uma caixa com todos os pertences do familiar sequestrado. Mesmo assim, o ucho.info não deixou de noticiar as barbaridades cometidas à sombra do caso de corrupção.

Com as conversas telefônicas gravadas, o editor foi alvo de ameaça de morte. O fato nos foi informado por meio de um alto integrante do Judiciário, que ouviu de alguém, que se dizia preposto de um dos mais importantes protagonistas do Mensalão do PT, um ousado recado: “Avise ao seu amigo, jornalista de São Paulo, que o chefe gosta de cortar o mal pela raiz. E fará isso mais cedo ou mais tarde”. O sujeito virou as costas e as autoridades policiais foram acionadas, sem que jamais tenhamos deixado de noticiar qualquer informação a respeito do mensalão. Ao jornalista foi sugerido acionar a Polícia Federal para ter proteção, mas os advogados preferiram a blindagem produzida pela verdade das informações aqui noticiadas.

Nenhum comentário:

wibiya widget

A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".