Loja OLAVETTES: produtos Olavo de Carvalho

Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Exclusivo (do Blog do Garotinho)! Cidinha Campos fez mágica com mansões na Barra

 

BLOG DO GAROTINHO

11/06/2012 09:52

Vejam como a deputada escondeu seu patrimônio

Deputada EnlouqueCidinha Campos é boa de mágica na hora de ocultar o valor do seu patrimônio. Se for preciso tira até coelho da cartola (Fotomontagem do Deco)

Deputada EnlouqueCidinha Campos é boa de mágica na hora de ocultar o valor do seu patrimônio. Se for preciso tira até coelho da cartola (Fotomontagem do Deco)

Todo mundo já sabia que Cidinha Campos recebia propinas do bicheiro Castor de Andrade como a imprensa noticiou há anos atrás; que ela recebeu doações de campanha da empresa HEBARA, uma das maiores fabricantes de maquinas para Bingos; que era amiga íntima de Albérgio Alexandre, presidente da Associação dos Bingos assassinado; e que ela nunca conseguiu explicar como comprou suas mansões na Barra e em Búzios.

Mas o que vocês vão ver agora é como ela mascara seus bens e engana a Justiça Eleitoral. Como uma mansão de R$ 1,8 milhão é transformada num bem que vale R$ 0,1. É isso mesmo, um centavo. Vamos começar analisando a declaração de bens da deputada ao TRE em 2010.

Clique na imagem para ampliar

Clique na imagem para ampliar

A declaração acima tem uma série de pontos propositalmente obscuros e confusos. Num deboche à inteligência do povo e do TRE, a ‘pobre’ Cidinha declarou que o total de seus bens é de 61 mil reais.

Observe a confusão: no item 44 ela declara “continuação do item um”, que seria referente a alienação do imóvel na Av das Américas e afirma que o valor do bem é R$ 0,01 (um centavo). Não se assuste, pois é isso mesmo: UM CENTAVO. Para piorar, o tal item um não menciona nenhum imóvel, e sim um dos diversos lotes de jóias de ouro e brilhantes que a deputada gosta de ostentar. Já no item 45 (produto da venda do imóvel), Cidinha afirma que é a continuação do item 47. Mas não existe item 47 porque a declaração termina no item 46. Ainda sobre item 45, os dados informados não condizem com a realidade. Primeiro porque o valor de R$ 0,01 (UM CENTAVO) informado como “produto da venda do imóvel Av das Américas” já seria ridículo; Segundo porque ela afirma que o “produto da venda do imóvel Av das Américas” foi “depositado em conta corrente VGBL conjunta com o cônjuge”.

Vocês vão ver abaixo que a tal casa de um centavo (nº 58 da Av. das Américas nº 2300) foi vendida em 22/12/2009 por 1.3 milhão.

E mais, 13 dias depois, em 04/01/2010 - certamente com o valor da venda – ela adquiriu uma outra mansão também na Barra da Tijuca.


Ou a deputada tinha muito dinheiro no colchão ou essa estória é a maior cascata já declarada ao Tribunal Regional Eleitoral.

Outro detalhe: Para esconder sua fortuna, a deputada se limita a declarar que “os demais bens comuns do casal estão informados na declaração do cônjuge”, tentando nos convencer que todos eles juntos valem a ninharia de R$ 0,01 (UM CENTAVO). Como é que a deputada conseguiu diplomar-se com uma declaração de bens tão risível?

A VENDA DA PRIMEIRA MANSÃO


Obviamente que toda essa insanidade tem por objetivo ocultar a verdade sobre o real patrimônio da deputada. Cidinha de louca não tem nada.

Quando ela entregou a declaração de bens ao TRE, durante o período eleitoral em 2010, já tinha vendido em 2009 a sua famosa casa na Barra da Tijuca e adquirido outra mansão no mesmo bairro.
Basta ver abaixo a escritura de venda da casa nº 58 da Av. das Américas, nº 2300, para saber que o valor recebido na venda pela deputada foi de R$ 1,3 milhão.

O imposto de transmissãO-ITBI recolhido foi de R$ 36.969,64, revelando mais uma malandragem, pois o valor do imposto é de 2% sobre aquele declarado na escritura e, segundo informações no site da prefeitura, o imóvel valeria no mínimo R$ 1.848.481,80. Todos sabem que a prefeitura arbitra o ITBI sobre valores bem abaixo do mercado imobiliário. Logo, a mansão foi vendida por um valor em torno de R$ 550 mil a menos do que a prefeitura tinha como avaliação.

Clique na imagem para ampliar

Clique na imagem para ampliar

Ou seja: será que a EnlouqueCidinha teve um surto de bondade e vendeu sua casa por um preço ainda mais baixo que o valor da avaliação oficial? Claro que não!

A COMPRA DA SEGUNDA MANSÃO DE MAIS DE 1600M² NUM CONDOMÍNIO NA BARRA


Como disse anteriormente, 13 dias depois de consumar a venda da sua casa, a deputada comprou outra mansão ainda maior na Barra da Tijuca (Rua Jorge Dodsworth Martins nº 807), onde recentmente recebu a visita de Cabral e Pezão. Tudo aponta para uma mentira ao TRE quando ela declarou que o “produto da venda” da casa anterior foi investido em VGBL na conta do marido.

O subfaturamento apontado na venda do primeiro imóvel também se repetiu na compra da nova mansão. Alguém acredita que uma mansão em condomínio fechado na Barra da Tijuca com mais de 800m² de área construída, num terreno de mais de 1600m², pode ter custado somente R$ 950 mil em 2010?

Nunca! E a prefeitura mostra também que nesse caso aconteceu um subfaturamento bem maior: o valor do imóvel para prefeitura naquela época era de R$ 1.848.481,80, preço equivalente ao dobro do valor declarado na escritura!

Clique na imagem para ampliar

Clique na imagem para ampliar

Mas, deixando de lado as estranhezas, o fato é que vocês podem ver abaixo que a ‘paupérrima’ deputada EnlouqueCidinha Campos declarou ao TRE que em 2010 possuia somente R$ 61 mil em bens. Onde é que foi parar o valor da sua nova mansão?

Clique na imagem para ampliar

Clique na imagem para ampliar

Resumindo a história, a deputada EnlouqueCidinha Campos não tem a menor condição de posar como moralista. Sua máscara já caiu há muito tempo e agora se comprova que a parlamentar tenta enganar a tudo e a todos, ao povo e ao TRE. E não adianta ir para a tribuna da ALERJ berrar e xingar a mim e à minha família. O que a deputada tem que fazer é se explicar.

Nenhum comentário:

wibiya widget

A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".