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quinta-feira, 10 de maio de 2012

Veja a lista de citados em grampos de Cachoeira com 82 nomes

 

FOLHA

10/05/2012 – 15h26

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ANDREZA MATAIS
RUBENS VALENTE
DE BRASÍLIA

Em depoimento sigiloso à CPI do Cachoeira, o delegado Matheus Mela Rodrigues, que coordenou a Operação Monte Carlo, citou uma lista com 82 nomes que tiveram relações ou foram apenas citados em conversas de Carlos Augusto Ramos, O Carlinhos Cachoeira.

A lista inclui os nomes de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), de governadores, senadores, deputados federais, prefeitos e até mesmo da presidente Dilma Rousseff.

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O presidente da CPI, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), fez um apelo aos parlamentares para que não comentassem com a imprensa os nomes da lista, uma vez que o fato de estarem citados em conversas do grupo não significa que tenham envolvimento com o esquema de Cachoeira. Os nomes podem ter sido usados pela quadrilha sem conhecimento dos citados.

O delegado cuidou da Operação Monte Carlo, deflagrada em novembro de 2010 e que resultou na prisão de Carlinhos Cachoeira e membros de seu grupo em fevereiro deste ano. Os 82 nomes citados se referem a esta operação, e não à Vegas, ação policial semelhante encerrada em 2009.

A Folha teve acesso a lista dos nomes citados pelo delegado. Constam três ministros do STF, Gilmar Mendes, Luiz Fux e Dias Toffoli; dos governadores Antonio Anastasia (PSDB-MG), Marconi Perillo (PSDB-GO), Beto Richa (PSDB-PR) e Agnelo Queiroz (PT-DF). O nome do presidente do Senado, José Sarney também está na lista.

A CPI mista no Congresso investiga as relações do grupo de Cachoeira com agentes públicos e privados.

Veja lista que a Folha conseguiu identificar de deputados federais, senadores, ministros e governadores citados na lista por odem alfabética:

Senador Aecio Neves (PSDB-MG)

Deputado distrital do DF Agaciel Maia (PTC-DF)

Governador Agnelo Queiroz (PT-DF)

Presidente DEM-DF Alberto Fraga

Secretário de Indústria e Comércio de Goiás Alexandre Baldy

Governador de Minas Gerais Antonio Anastasia

Suplente de senador Ataides de Oliveira

Procurador-geral da Justica de Goiás Benedito Torres

Governador do Paraná Beto Richa (PSDB)

Senador Blairo Maggi (PR-MT)

Senador Demostenes Torres (sem partito-DF)

Diretor da Delta Carlos Pacheco

Diretor Regional da Delta no Centro-Oeste Claudio Abreu

Jornalista Claudio Humberto

Ex-chefe de gabinete de Agnelo Queiroz Claudio Monteiro

Ministro do Supremo Tribunal Federal José Antonio Dias Toffoli

Presidente Dilma Rousseff

Ex-presidente do Detran de Goiás Edivaldo Cardoso

Ex-senador Eduardo Siqueira Campos (PSDB)

Ex-chefe de gabinete do governo de Goiás Eliane Pinheiro

Vereador de Goiânia Elias Vaz (PSOL)

Secretário Estadual de Comunicação de Santa Catarina Ênio Branco

Dono da construtora Delta Fernando Cavendish

Vereador de Anápolis Fernando Cunha

Presidente da Caesb Fernando Leite

Prefeito de Águas Lindas (GO) Geraldo Messias (PP)

Prefeito de Nerópolis (GO) Gil Tavares (PTB)

Deputado federal Fernando Francischini (PSDB-PR)

Ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes

Diretor da Delta na região Sul e em São Paulo Heraldo Puccini

Policial Militar, assessor do senador Demóstenes, Hrillner Ananias

Presidente da Agetop Jayme Rincon

Ex-sub-secretário de Esportes do DF João Carlos Feitosa, o Zunga

Secretário de Segurança de Goiás João Furtado

Jornalista João Unes

Diretor do Serviço de Limpeza Urbana do DF João Monteiro Neto

Jornalista Jorge Cajuru

Prefeito de Aparecida de Goiânia Maguito Vilela (PMDB)

Deputado federal Sandes Junior (PP-GO)

Senador Jose Sarney (PMDB-AP), presidente do Senado

Vice-governador de Goiás José Eliton (DEM)

Desembargador do TRT de Goiás Julio Cesar Brito

Deputado federal Jovair Arantes (PP-GO)

Deputado federal Leonardo Vilela (PMDB-GO)

Presidente do PRTB Levy Fidelis

Ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux

Governador Marconi Perillo (PSDB-GO)

Deputado federal Marcos Monti (DEM-MG)

Jornalista Mino Pedrosa

Diretor da Anvisa Norberto Rech

Jornalista Policarpo Jr, da revista Veja

Deputado federal Protogenes Queiroz (PC do B-SP)

Deputado distrital do DF Raad Massouh (PPL)

Secretário de Segurança do Paraná Reinaldo Sobrinho

Deputado federal Stephan Necessian (PPS-RJ)

Jornalista Renato Alves

Ex-procurador-geral do Estado de Goiás Ronald Bicca

Vereador em Goiânia Santana Gomes

Vice-governador do DF Tadeu Fillipeli (PMDB-DF)

Vereador em Anápolis Wesley Silva

Secretário de infra-estrutura de Goiás Wilder Morais

Ex-comandante da PM de Goiás Carlos Antonio Elias

Ex-governador de Tocantis Marcelo Miranda (PMDB)

Prefeito de Anápolis Antonio Gomide (PT)

Ex-vereador de Goiania e apontado como braço político do grupo de Cachoeira, Wladimir Garcêz

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".