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quarta-feira, 9 de maio de 2012

Carolina do Norte, dos EUA, aprova lei que bane casamento gay

 

FOLHA

08/05/2012 – 22h35

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DE SÃO PAULO
DA ASSOCIATED PRESS, EM RALEIGH

Os eleitores da Carolina do Norte, no sudeste dos Estados Unidos, aprovaram nesta terça-feira uma emenda constitucional que bane o casamento homossexual. De acordo com a medida, apenas o matrimônio entre um homem e uma mulher é considerado válido.

Com 35% dos votos apurados, 58% dos cidadãos do Estado aprovaram a alteração, contra 42% que se mostraram contrários. Apesar do resultado preliminar, projeções de emissoras americanas, como a CNN e a NBC, dão o resultado como fechado.

A lei também não permite as uniões estáveis, que não eram autorizadas no Estado. Com isso, a Carolina do Norte se torna o 30º Estado a considerar legal apenas o matrimônio entre casais heterossexuais.

A consulta foi alvo de campanha intensa de republicanos e democratas, em meio aos discursos pelas eleições presidenciais, que serão realizadas em novembro.

Membros do gabinete do presidente Barack Obama e até o ex-mandatário Bill Clinton chegaram a pedir votos contrários à medida, enquanto setores republicanos e religiosos fizeram anúncios em apoio.

DEBATE

A rejeição ao casamento gay na Carolina do Norte acontece em meio a uma discussão sobre o casamento gay na campanha eleitoral. O presidente Barack Obama é exigido por setores republicanos e democratas a revelar sua posição sobre o assunto.

A pressão para que Obama declare seu apoio ao casamento gay aumentou nos últimos dois dias, depois o vice-presidente, Joe Biden, disse se sentir "confortável" com o casamento entre pessoas do mesmo sexo e do secretário de Educação, Arne Duncan, apoiar explicitamente essas uniões.

Mais cedo, o Instituto Gallup divulgou uma pesquisa mostrando qque 50% dos americanos apoia o reconhecimento legal dos casamentos homossexuais, contra 48% contrários.

O apoio aos casamentos homossexuais varia muito em função do segmento social e ideológico. Enquanto 65% dos democratas e 57% dos independentes se posiciona a favor da legalização, só 22% dos republicanos aceita.

Além disso, as diferenças surgem em função da religiosidade dos americanos, já que 88% dos cidadãos americanos sem identidade religiosa apoia o casamento homossexual, mas os contrários ganham espaço entre os católicos (47%) e, sobretudo, nos protestantes (59%).

Apesar da escala nacional, os partidários superam os oposicionistas, em um ano em que os favoráveis ao casamento entre pessoas do mesmo sexo reduziram em três pontos. Em 2011, 53% dos americanos questionados era a favor e 45% contra.

A enquete, realizada pelo instituto Gallup entre 3 e 6 de maio, perguntou a 1.024 pessoas de todos os estados do país a opinião sobre o tema. A pesquisa tem uma margem de erro de 3%.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".