Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Ela é uma Fraude! (Sem link)

Fonte: LIBERTATUM

SEGUNDA-FEIRA, NOVEMBRO 02, 2009


Alguns blogues têm-na incluído em suas listas e outros têm postado notícias sobre sobre seu modo subterrâneo de dissidência. Em um destes, havia lido que ela escrevia em disquetes que eram repassados a estrangeiros visitantes e que depois as notícias eram publicadas em um blog hospedado em outro país. Tudo lenda urbana!

Até mesmo prêmios da Internet esta mulher tem recebido, e recentemente, um prêmio oficial oferecido pela Universidade de Columbia, pelo qual, teatralmente, ela o recebeu por meio de uma mensagem, alegando que as autoridades cubanas não lhe permitiram sair do país.

Por aqui, apenas peço aos leitores que reflitam: como é que esta mulher, vivendo em Cuba, tem acesso a um laptop, a uma internet sem limites, escreve praticamente o que quer e, pelas poucas amenidades que escreve, sai por aí ganhando prêmios "a rodo"?

Para melhores esclarecimentos, incluo aqui três links de sites de grandes amigos que poderão conduzir os leitores de LIBERTATUM a um conhecimento mais compreensivo deste fenômeno:
Papéis Avulsos, de Heitor de Paola; Notalatina, de Graça Salgueiro; e o Blog do Percival Puggina, do próprio (neste último não tem link: procurar a matéria "O Enigma Yoani Sánchez").

Sugiro a todos os blogueiros que se unam contra a infiltração da mensagem subliminar e contra a propaganda de desinformação, divulgando esta fraude: mentir já não é tão fácil!

UnoAmérica divulga carta aberta contra o ingresso de Chávez no Mercosul





"11 (onze) funcionários da Prefeitura de Caracas, vítimas de prisões arbitrárias (desde 26 de agosto de 2009) e da implacável perseguição de Hugo Chávez a Ledezma, foram soltos e recepcionados por Ledezma imediatamente após e no mesmo dia da decisão da CR"

DC
- 2/11/2009 - 23h34


Carta aberta da UnoAmérica contra o ingresso de Chávez no Mercosul (II)


Ao Senado Federal

Em decisão favorável ao ingresso da Venezuela no Mercosul, contra o parecer do Senador Tasso Jereissati (PSDB) e em detrimento da “cláusula democrática” dessa União aduaneira, a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), do Senado Federal, deixou caminho aberto para a expansão do socialismo do séc. XXI de Hugo Chávez aos países membros. A presença do Prefeito de Caracas, Antonio Ledezma, em audiência pública na CRE, defendendo o ingresso de seu país ao bloco, acabou facilitando a aprovação do protocolo de adesão, não obstante seja Ledezma um dos principais opositores a Chávez e tenha denunciado a ditadura existente na Venezuela (ouça-se a exposição de Ledezma na Rádio Senado:
http://www.senado.gov.br/radio/pro_visao.asp#proximo).

Desse modo, em obediência às normas que regem o Mercosul, não pode prosperar a decisão da CRE que acatou e deixou-se influenciar pelos argumentos de Ledezma, pois a Venezuela caminha a passos largos para tornar-se uma ditadura comunista a exemplo de Cuba. Ledezma, como é fato notório, é um homem acossado pelo regime ditatorial de Hugo Chávez, razão pela qual seus critérios não são críveis nessa situação, nem podem ser levados em consideração em decisão de tal magnitude, conforme denunciou (anteriormente à audiência pública) a carta aberta da UnoAmérica de 13 de outubro último: v.
http://www.dcomercio.com.br/Materia.aspx?id=29720.

Pede-se, ademais, ao Senado Federal, sejam considerados fatos da mais alta relevância ocorridos no dia da aprovação do ingresso da Venezuela no Mercosul pela CRE (dia 29 último)):
11 (onze) funcionários da Prefeitura de Caracas, vítimas de prisões arbitrárias (desde 26 de agosto de 2009) e da implacável perseguição de Hugo Chávez a Ledezma, foram soltos e recepcionados por Ledezma imediatamente após e no mesmo dia da decisão da CRE, que beneficiou o presidente venezuelano, tudo indicando haver correlação entre os fatos (v. http://www.noticierodigital.com/?p=58155). Portanto, ao tomar conhecimento desse episódio, cuja existência ou mesmo dúvida poderá ter viciado todo o processo de decisão da adesão da Venezuela ao Mercosul, espera-se que o Senado Federal proceda às providências necessárias para esclarecê-los, a fim de que seja adiada a votação em Plenário e, ao final, se confirmados os acontecimentos, seja rejeitado o ingresso da Venezuela no Mercosul, pois não se pode aceitar uma possível intervenção ilícita de Hugo Chávez no processo de decisão do Senado brasileiro, no caso da votação do protocolo de adesão.

Veja-se a esse respeito a análise de Graça Salgueiro no artigo "O preço do resgate: passaporte para o Mercosul", publicado no site do analista político Heitor De Paola, ambos Delegados da UnoAmérica:
http://www.heitordepaola.com/publicacoes_materia.asp?id_artigo=1376.

São Paulo, 02 de novembro de 2009

Marcelo Cypriano Motta
Delegado da UnoAmérica no Estado de São Paulo
Delegado do Grupo 11 (Venezuela) no Brasil
Membro do Conselho Cívico e Cultural da Associação Comercial de São Paulo
Filiado ao Democratas (DEM)

FHC e o tema de nosso tempo

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA
NIVALDO CORDEIRO | 03 NOVEMBRO 2009
ARTIGOS - MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO

Cavaleiro do Templo: eu não acho que FHC esteja nem um pouco preocupado com as andanças e lambanças petistas. Penso, humildemente, pois tenho muito pouco tempo de estudo, pouquíssimos anos, digo, que FHC esteja apenas fazendo propaganda para Serra. FHC dizendo que se o PT continuar o Brasil vai pro buraco justo nesta hora favorece quem e o que? Serra e o PSDB, que aparecem, então, como os salvadores da pátria. Para mim é só um canalha nem um pouco diferente da petistada. FHC conhece Lula muito bem e sabia também muito bem onde estaríamos depois de 4 ou 8 anos de Lula.

Partido e Estado formando uma unidade é o totalitarismo com todas as letras e o Brasil já vive isso, conforme ele observou. Infelizmente, é o que tenho escrito há bem mais tempo. Esse processo começou no dia da posse de Lula. Este artigo tardou a ser escrito.


lula-fhc

O tema de nosso tempo é o totalitarismo (que chamei de Estado Total) e o Brasil caminha a passos largos na sua direção. Os leitores que me acompanham estão perfeitamente cientes dos perigos que nos rondam. E quero confidenciar aqui que o artigo hoje publicado em vários jornais pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (Para onde vamos?), ao mesmo tempo que me envaideceu, me deixou entristecido. Vejo que vários dos pontos preocupantes que tenho levantado em minhas análises foram plenamente endossados por ele. FHC também está muito preocupado com o futuro político do Brasil. Ter a concordância de FHC mostra que, de fato, não tenho errado nas análises, algo a envaidecer-me. Porém, fico triste porque acertar aqui é perder, pois os riscos emergem de todos os lados, as ameaças brotam, a sociedade treme inerme diante do Estado Total petista.

FHC inicia o artigo indo direto ao ponto principal, a plena alienação da sociedade brasileira diante da arrogância e exorbitância do governo Lula: "A enxurrada de decisões governamentais esdrúxulas, frases presidenciais aparentemente sem sentido e muita propaganda talvez levem as pessoas de bom senso a se perguntarem: afinal, para onde vamos? Coloco o advérbio 'talvez' porque alguns estão de tal modo inebriados com 'o maior espetáculo da terra', de riqueza fácil que beneficia a poucos, que tenho dúvidas. Parece mais confortável fazer de conta que tudo vai bem e esquecer as transgressões cotidianas, o discricionarismo das decisões, o atropelo, se não da lei, dos bons costumes. Tornou-se habitual dizer que o governo Lula deu continuidade ao que de bom foi feito pelo governo anterior e ainda por cima melhorou muita coisa. Então, por que e para que questionar os pequenos desvios de conduta ou pequenos arranhões na lei?"


FHC só não pode afetar surpresa por isso. Ele sabe perfeitamente bem que o grande eleitor de Lula e o pavimentador dos caminhos do PT ao poder foi ele mesmo. A alienação da sociedade aconteceu em larga medida em seu próprio tempo de poder e oriunda de seus próprios métodos. Não faz muito eu comentei a entrevista que FHC deu à revista
Dicta&Contradicta, na qual ele se declarou partidário dos métodos políticos de Gramsci. Ora, o resultado disso não seria coroado no seu governo, socialista meia-boca, ainda com o ranço "burguês". A social-democracia sempre preparou o terreno para que os radicais desembarcassem no poder de Estado. Como teórico da revolução gramsciana ele tem perfeitamente claro como funciona a coisa toda.


FHC completou no exórdio do artigo: "
Só que cada pequena transgressão, cada desvio, vai se acumulando até desfigurar o original. Como dizia o famoso príncipe tresloucado, nesta loucura há método. Método que provavelmente não advenha do nosso Príncipe, apenas vítima, quem sabe, de apoteose verbal. Mas tudo o que o cerca possui um DNA que, mesmo sem conspiração alguma, pode levar o país, devagarinho, quase sem que se perceba, a moldar-se a um estilo de política e a uma forma de relacionamento entre Estado, economia e sociedade, que pouco têm a ver com nossos ideais democráticos".


Sim, tem método, o método usado por FHC ele mesmo e seu grupo, desde antes de chegar ao poder. Impessoal, a despeito do príncipe tresloucado, um estúpido com cara de torcedor e futebol. A revolução no ensino, alienando os jovens, a edição de material didático mentiroso, o agigantamento acelerado do Estado, do lado da receita e da despesa, o controle ideológico dos meios de comunicação, foi tudo que FHC realizou. Até mesmo as malditas bolsas em troca de votos foi criação sua. FHC se preocupa talvez porque um insensato é um príncipe despreparado. Ora, quando os demônios são soltos fazem coisas que se esperam deles. Afinal, são demônios. É o que estamos vendo. Nada do que Lula faz é diferente do que FHC fez, exceto que o processo é cumulativo e está em grau muito mais avançado, praticamente temos vinte anos nessa marcha forçada no rumo do totalitarismo. Que a revolução gramsciana se faz assim mesmo, "
devagarinho, quase sem que se perceba". Agora FHC chama a isso de "pequenos assassinatos", figura notavelmente apropriada, mas ele é mais que cúmplice desses crimes, pode ser considerado o mandante. FHC poderia ter salvo o Brasil desse desastre, mas jamais quis isso. Como um Fausto tupiniquim achou que poderia negociar com Mefistófeles sem entregar a alma. O fogo arderá para todos. FHC deu-se conta da dimensão da tragédia que nos espera.


Completou: "
Pouco a pouco, por trás do que podem parecer gestos isolados e nem tão graves assim, o DNA do 'autoritarismo popular' vai minando o espírito da democracia constitucional. Essa supõe regras, informação, participação, representação e deliberação consciente. Na contramão disso tudo, vamos regressando a formas políticas do tempo do autoritarismo militar, quando os "projetos de impacto" (alguns dos quais viraram "esqueletos", quer dizer obras que deixaram penduradas no Tesouro dívidas impagáveis) animavam as empreiteiras e inflavam os corações dos ilusos: "Brasil, ame-o ou deixe-o". Em pauta, temos a transnordestina, o trem-bala, a Norte-Sul, a transposição do São Francisco e as centenas de pequenas obras do PAC, que, boas algumas, outras nem tanto, jorram aos borbotões no orçamento e minguam pela falta de competência operacional ou por desvios barrados pelo TCU. Não importa: no alarido da publicidade, é como se o povo já fruísse os benefícios: 'Minha casa, minha vida'; biodiesel de mamona, redenção da agricultura familiar; etanol para o mundo e, na voragem de novos slogans, pré-sal para todos".


FHC teve a coragem de vir a público dizer essas coisas todas, uma surpresa para mim. Falar, como o fez, em
autoritarismo popular é ainda um eufemismo, mas uma figura de linguagem que já dá a dimensão trágica do real. Afinal, FHC carrega a autoridade de ex-presidente, patrono de todos os esquerdistas, inclusive e sobretudo de Lula e seu grupo. De uma maneira que me pareceu desapropriada comparou as ações de Lula com as dos governos militares, esquecendo-se de dizer que os militares implantaram o regime de força para livrar o Brasil das mesmas forças totalitárias aglutinadas em torno de Lula; e, depois, fizeram a abertura política e entregaram o poder aos civis, sem qualquer trauma. O processo agora é precisamente o inverso e mais paralelo vejo com o período imediatamente anterior ao pré-64: as esquerdas se aproximando do poder total pela via democrática, objetivando destruir a ordem democrática para perpetuar-se. FHC não perdeu o sestro de falar mal dos militares, para cortejar talvez aqueles a quem denuncia no artigo. Seu medo ainda não alcançou as devidas dimensões.


Não obstante, foi capaz de escrever: "
Se há lógica nos despautérios, ela é uma só: a do poder sem limites. Poder presidencial com aplausos do povo, como em toda boa situação autoritária, e poder burocrático-corporativo, sem graça alguma para o povo. Este último tem método. Estado e sindicatos, Estado e movimentos sociais estão cada vez mais fundidos nos altos-fornos do Tesouro. Os partidos estão desmoralizados". Nesse trecho podemos notar sua ansiedade e sua urgência. Partido e Estado formando uma unidade é o totalitarismo com todas as letras e o Brasil já vive isso, conforme ele observou. Infelizmente, é o que tenho escrito há bem mais tempo. Esse processo começou no dia da posse de Lula. Este artigo tardou a ser escrito.


Em meus artigos os leitores têm lido muito sobre o papel adquirido na economia pelos fundos de pensão e como eles se tornaram instrumentos para a chegada ao socialismo, a partir da resenha que fiz do livro de
Peter Drucker. É a primeira vez que vejo o problema colocado nos mesmos termos que tenho escrito: "Ora dirão (já que falei de estrelas), os fundos de pensão constituem a mola da economia moderna. É certo. Só que os nossos pertencem a funcionários de empresas públicas. Ora, nessas, o PT, que já dominava a representação dos empregados, domina agora a dos empregadores (governo). Com isso, os fundos se tornaram instrumentos de poder político, não propriamente de um partido, mas do segmento sindical-corporativo que o domina. No Brasil, os fundos de pensão não são apenas acionistas - com a liberdade de vender e comprar em bolsas - mas gestores: participam dos blocos de controle ou dos conselhos de empresas privadas ou "privatizadas". Partidos fracos, sindicatos fortes, fundos de pensão convergindo com os interesses de um partido no governo e para eles atraindo sócios privados privilegiados, eis o bloco sobre o qual o subperonismo lulista se sustentará no futuro, se ganhar as eleições. Comecei com para onde vamos? Termino dizendo que é mais do que tempo de dar um basta ao continuísmo antes que seja tarde".


Pergunta: quem tem força para dar basta ao continuísmo?
Ora, direis, as estrelas. Quais? As quatro, aquelas mesmas quatro que em 1964 tiveram a força e o discernimento para espantar os alucinados do poder. Que venham enquanto é tempo. Ora, direis, ouvir estrelas... Melhor ouvir clarins?

Obama Pronto a Ceder a Soberania dos EUA, afirma Lorde Britânico - agora com legendas em português

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA

WALTER SCOTT HUDSON | 17 OUTUBRO 2009


AGORA COM LEGENDAS EM PORTUGUÊS




Na [Conferência sobre Mudança Climática das Nações Unidas em 2009 em] Copenhagen, em dezembro próximo, daqui a algumas semanas, um tratado será assinado. Vosso presidente [Barack Obama] vai assiná-lo. Eu li esse tratado. E o que ele diz é que um governo mundial será criado. A palavra "governo" na verdade aparece como o primeiro de três objetivos da nova entidade. O segundo objetivo é a transferência de riqueza dos países ocidentais para os do terceiro mundo, para atender ao que é chamado discretamente de "dívida climática" - porque nós temos queimado CO2 e eles não; nós bagunçamos o clima e eles não. E o terceiro objetivo dessa nova entidade, desse governo, é aplicação [enforcement].



O Minnesota Free Market Institute organizou evento na Universidade Bethel, na cidade de St. Paul, Minnesota, na noite da última quarta-feira (14/10), tendo como principal orador Lorde Christopher Monckton, que foi assessor para ciências da Primeira-Ministra britânica Margareth Thatcher. Lorde Monckton proferiu longa e cáustica palestra em que apresentou detalhados mapas, gráficos, fatos e dados que culminaram com a total destruição tanto do conceito popular de aquecimento global quanto da credibilidade da ameaça de qualquer mudança climática significativa causada pelo homem.


Resumo detalhado da apresentação de Monckton será publicado assim que compilado. No entanto, trecho de sua palestra requer publicação imediata. Se fidedigna, a preocupação veiculada por Monckton pode provar-se a questão mais importante para a nação americana - mais importante do que a reforma do sistema de saúde, do que o projeto de lei ambientalista de "cap and trade" -, a reclamar portanto a atenção concentrada de todo cidadão.


Eis as palavras finais de Monckton,conforme copiadas de minha gravação:

Na [Conferência sobre Mudança Climática das Nações Unidas em 2009 em] Copenhagen, em dezembro próximo, daqui a algumas semanas, um tratado será assinado. Vosso presidente [Barack Obama] vai assiná-lo. A maioria dos países do terceiro mundo vai assiná-lo, pois acreditam que vão ganhar dinheiro com ele. A maior parte do regime esquerdista da União Européia vai carimbá-lo. Virtualmente não haverá ninguém que não o assinará.

Eu li esse tratado. E o que ele diz é que um governo mundial será criado. A palavra "governo" na verdade aparece como o primeiro de três objetivos da nova entidade. O segundo objetivo é a transferência de riqueza dos países ocidentais para os do terceiro mundo, para atender ao que é chamado discretamente de "dívida climática" - porque nós temos queimado CO2 e eles não; nós bagunçamos o clima e eles não. E o terceiro objetivo dessa nova entidade, desse governo, é aplicação [enforcement].

Quantos de vós acreditam que a palavra "eleição" ou "democracia" ou "voto" ou "votação" aparece pelo menos uma vez nas 200 páginas do tratado? É isso mesmo: elas não aparecem nenhuma vez. Então finalmente os comunistas, que saíram correndo do muro de Berlim para dentro do movimento ambientalista, que tomaram o Greenpeace de maneira que meus amigos que o fundaram tiveram de deixá-lo um ano depois, pois [os comunistas] o tomaram - agora a hora da apoteose está próxima. Eles estão prestes a impor ao mundo um governo global comunista. Vós [americanos] tendes um presidente que tem fortes simpatias com esse ponto de vista. Ele vai assinar o tratado. Ele vai assinar qualquer coisa. Ele é ganhador do prêmio Nobel da Paz; é claro que ele vai assiná-lo.

[risos]

E o problema é o seguinte: se esse tratado for assinado, se a vossa Constituição diz que ele tem precedência sobre a Constituição[sic; quis dizer "sobre a lei interna"], e se só se pode deixar o tratado com a concordância de todos os outros membros estatais, e como os EUA são o maior pagador, não vão deixá-lo sair.

Então, obrigado, América! Tu foste o farol da liberdade para o mundo. É já um privilégio apenas pisar neste solo de liberdade enquanto ele ainda é livre. Mas nas próximas semanas, a menos que o impeçais, vosso presidente vai abrir mão de vossa liberdade, de vossa democracia, de vossa humanidade para sempre. E nem vós, nem qualquer governo futuro que elejais terá a menor condição de tomá-los de volta. É tão sério assim. Eu li o tratado. Eu vi esse negócio do governo [mundial] e da dívida climática e da aplicação [do tratado]. Eles vão fazer isso convosco, quer gostais, quer não.

Mas eu acho que é aqui, aqui na vossa grande nação, que eu tanto amo e tanto admiro - é aqui que talvez, à undécima hora, no qüinquagésimo nono segundo do qüiquagésimo nono minuto, havereis de vos erguer e de impedir vosso presidente de assinar esse tratado terrível e sem sentido. Pois não há problema algum com o clima e, mesmo que houvesse, um tratado econômico em nada o [ajudaria].

Concluo dizendo a vós as palavras que Winston Churchill dirigiu a vosso presidente na hora mais escura, antes da aurora da liberdade, na Segunda Guerra Mundial. Ele ciotu vosso grande poeta Longfellow:

Sail on, O Ship of State!
Sail on, O Union, strong and great!
Humanity with all its fears,
With all the hopes of future years,
Is hanging breathless on thy fate!

[Em frente, ó Navio do Estado!
Em frente, ó União, forte e grande!
A humanidade com todos seus temores,
Com toda a esperança dos anos vindouros,
Está suspensa, atada a teu destino!]


Lord Monckton foi aplaudido de pé e respondeu a uma série de perguntas da platéia. Dentre essas, estas são relevantes para o vindouro tratado de Copenhague:

Pergunta:A atual administração e a maioria democrata no Congresso têm mostrado pouca consideração com a vontade do povo. Eles estão tentando aprovar uma agenda de mais governo e mais impostos e encargos para as gerações futuras. E nada parece detê-los. Como o Sr. sugere que impeçamos Obama de fazer isso, porque eu não vejo como impedi-lo de assinar qualquer coisa em Copenhague. Eu acredito que essa é a sua agenda e ele o fará.

LM - Não minimizo a dificuldade. Mas nesse assunto - eu realmente não me meto em política, porque não é certo. No fim, a tua política é para ti. O procedimento correto é entrardes em contato com vossos representantes, tanto no Senado onde o projeto de lei tem de ser aprovado (e podeis tentar pará-lo) e [na Câmara] e levá-los a exigir o seu direito a uma audiência (o qual todos têm) com o presidente e contar a ele sobre esse tratado. Há muitas pessoas poderosas nesta sala, pessoas ricas, influentes. Procurai a mídia, contai-lhes sobre esse tratdo. Se fordes a www.wattsupwiththat.com, encontrareis (se procurardes com cuidado) uma cópia do tratado, pois dei um jeito de colocá-lo lá não faz muito. Lede-o e que a imprensa conte ao povo que a democracia está prestes a ser tomada dele por razão nenhuma, ao menos sem base científica [com relação à mudança climática]. Dizei à imprensa que diga o seguinte: mesmo que exista um problema [com a mudança climática] vós não desejais que vossa democracia vos seja tomada. É tão simples assim.

Pergunta: É mesmo irreversível se o tratado for assinado?Suponha que seja assinado por quem não tem autoridade pois eu tenho algum... tenho um elevado grau de ceticismo de que tenhamos um presidente válido, porque eu...

Eu conheço pelo menos um juiz que partilha a sua opinião, Sr.

Eu não acredito enquanto não o vir. Será que a [possível ilegitimidade de Obama como presidente] não poderia nos dar uma causa razoável para anular qualquer tratado que ele efetivamente assine como presidente?

Eu teria muito cuidado em não confiar em coisas como essa. Embora haja certa dúvida se ele nasceu ou não no Havaí, meu medo é que seria muito difícil provar que ele não nasceu no Havaí, e portanto talvez não sejamos capazes de chegar a algum lugar com isso. Além disso, uma vez que ele assinar o tratado, quer seja válida ou não a assinatura, uma vez que assinou e ratificou, que o Senado o ratifcar, ele se torna vinculante. Mas vou dizer uma coisa: eles sabem, na Casa Branca, que não conseguirão 67 votos no Senado, a maioria de dois terços que vossa Constituição estipula para ratificar um tratado desse tipo. No entanto, o que eles planejaram é o seguinte - e eles realmente deixaram escapar isso durante a campanha eleitoral, e é por isso que eu sei. Ele planejam colocar o tratado de Copenhague em vigor por maioria simples nas duas casas [do Congresso]. Isso eles podem fazer. Mas a vantagem disso, e nisso o Sr. tem razão, é que isso, graças a Deus, é reversível. Então eu quero que rezeis hoje à noite, e rezeis muito pelo Senado, que ele se recuse a ratificar o [novo] Tratado de Copenhague, porque se o recusarem e [Obama] tiver de tentar aprová-lo como se fosse legislação doméstica, podeis rejeitá-lo.

Independentemente de se está ou não ocorrendo aquecimento global ou se ele é causado pela atividade humana, no em qualquer grau, nós não queremos um governo mundial com o poder de impor impostos aos americanos sem representação eletiva ou qualquer coisa análoga às proteções constitucionais. Os Pais da Pátria dariam voltas em seus túmulos se soubessem que seus descendentes conferiram tal autoridade a um poder estrangeiro, desfazendo efetivamente todos os seus esforços em um ato de Revolução Anti-Americana. Se esse é o nosso destino iminente, precisamos suspender tudo mais e nos concentrar em impedir que isso aconteça. Se cedermos a soberania americana, todos os outros debates tornar-se-ão irrelevantes.


Passando os olhos no tratado, encontrei os objetivos da nova entidade mencionados por Monckton:

38. O esquema para o novo arranjo institucional sob a Convenção será baseado em três pilares básicos: governo; mecanismo facilitativo; e mecanismo financeiro, cuja organização básica incluirá o seguinte:

Governo Mundial (título acrescentado)
(a) O governo será regido pela COP ["Climate Change Conference", Coferência sobre Mudança do Clima]com o apoio de um novo órgão subsidiário sobre adaptação e de um Conselho Executivo responsável pelo gerenciamento dos novos fundos e dos processos e órgãos facilitativos relacionados. O atual secreatriado da Convenção operará como tal, conforme apropriado.

Redistribuir Riqueza (título acrescentado)
b) O mecanismo financeiro da Convenção incluirá um fundo multilateral de mudança climática incluindo cinco janelas: (a) uma janela de Adaptação, (b) uma janela de Compensação, para tratar de perdas e danos do impacto da mudança climática [leia-se a "dívida climática a que se referiu Monckton],incluindo seguro, rehabilitação e componentes compensatórios, (c) uma janela de Tecnologia; (d) uma janela de Mitigação; e (e) uma janela REDD ["Reducing Emissions from Deforestation and Degradation", Reduzindo Emissões do Deflorestamento e Degradação], para apoiar processos multi-fásicos para incentivos positivos para florestas relacionados a ações REDD.

Com Autoridade para Aplicação [Enforcement] (título acrescentado)
O mecanismo facilitativo da Convenção incluirá: (a) programas de trabalho para adaptação e mitigação; (b) um processo REDD de longa duração;(c) um plano de ação tecnológico de curta duração; (d) um grupo de especialistas em adaptação estabelecido pelo órgão subsidiário em adaptação,e grupos de especialistas em mitigação, tecnologias e monitoramento, relatoria e verificação; e (e) um registro internacional para monitoramento, relatoria e verificação de observância dos compromissos de redução de emissões, e a transferência de recursos técnicos e financeiros de países desenvolvidos para países em desenvolvimento. O secretariado fornecerá apoio técnico e administrativo, inclusice um novo centro para troca de informações.

Quem é Dilma Roussef - QUE SE ABRAM OS ARQUIVOS DA DITADURA!

Fonte: macnoll

O Deputado Jair Bolsonaro dá uma prévia sobre a ficha criminal da Ministra Dilma Roussef.

ABRAM OS ARQUIVOS DA DITADURA!!!

MINISTRO TARSO GENRO DOIS MANDATOS NÃO FORAM SUFICIENTES PRA FAZER ISSO? OU O QUE TEM LÁ ACABA COM TODA A FARSA DO PT NOS ÚLTIMOS 30 ANOS?

Escravidão educacional para crianças de 4 anos

Fonte: JULIO SEVERO

Cavalo-de-tróia no Congresso Nacional altera Constituição para estabelecer institucionalização compulsória de crianças novas


Julio Severo


Foi aprovada de forma conclusiva no Senado Federal, em 28 de outubro de 2009, a
PEC 96A/03, que aumenta o orçamento para educação. A votação teve a presença de 52 senadores, e todos sem exceção votaram a favor do aumento do orçamento — um aumento que implicará mais sacrifícios do bolso do trabalhador brasileiro para a interminável sede de impostos do governo.


Mas não é só no bolso que o brasileiro será atingido. A PEC (que significa Proposta de Emenda à Constituição) torna, conforme informou o jornal esquerdista
Folha de S. Paulo, “obrigatório o ensino para crianças e jovens de 4 a 17 anos. Hoje, a obrigatoriedade abrange a faixa etária de 6 a 14 anos. Com isso, seriam acrescentados dois anos da pré-escola e o ensino médio”.


Foi muito fácil aprovar a redução da idade para o ensino obrigatório, pois ninguém suspeitou que uma medida insípida sobre orçamento carregava uma armadilha para todas as famílias do Brasil. A PEC sobre orçamento, que já havia sido aprovada na Câmara dos Deputados (onde recebeu o enxerto da institucionalização forçada das crianças de 4 anos), foi o cavalo-de-tróia do governo para capturar as crianças, arrancando-as mais cedo da esfera de seus pais e ferindo diretamente a autoridade dos pais.


Quando for promulgada em breve, essa PEC fará a Constituição “matar dois coelhos numa só cajadada”, obrigando os cidadãos a entregar mais de seu dinheiro para o Estado piranha e obrigando-os a entregar seus filhos mais cedo para o controle estatal disfarçado de “educação gratuita”.


Essa é a segunda vitória de Lula na área da educação. A primeira foi quando seu governo abaixou, sem nenhuma oposição, a idade de obrigatoriedade para 6 anos. O que essa obrigatoriedade fará é dar para as crianças de 4 anos o que as crianças de 6 anos em diante já estão recebendo do Estado.


De acordo com o jornal
O Estado de S. Paulo, “um estudo preparado pelo Instituto de Estatísticas e Pesquisas Educacionais (Inep), ligado ao Ministério da Educação, revelou oficialmente que um terço das crianças brasileiras matriculadas na 4ª série do ensino fundamental não sabe nem sequer o que deveriam ter aprendido ao final do 1º ano de escola”.


Segundo o IBGE
, o Brasil tem 2,1 milhões de alunos entre 7 e 14 anos que são analfabetos. Isto é, são crianças que vão para a escola para aprender — mas não estão aprendendo. Pelo menos, não estão aprendendo o que os pais gostariam que elas aprendessem: ler, escrever, etc.


O único tipo de analfabetismo que o Estado não permite na escola é o analfabetismo sexual e marxista. Nesses dois pontos, os alunos brasileiros tirariam dez ou mais em qualquer teste nacional e internacional.


Além da péssima educação essencial e da predominante socialização sexual, há a “socialização aos ponta-pés”:
um estudo revela que 66% dos alunos do ensino fundamental e médio já se envolveram em ato de violência.


As duas principais características de uma educação excelente são qualidade e liberdade. Evidentemente, as famílias têm o maior interesse em que seus filhos tenham uma educação com essas características.


Contudo, o controle sobre indivíduos requerer que a qualidade e a liberdade sejam descartadas e sacrificadas em troca da doutrinação compulsória. Para um Estado sob possessão socialista, não importa que os alunos de escolas não estejam aprendendo a ler e escrever satisfatoriamente. O que importa é distanciar as crianças da esfera dos pais, sua autoridade e seus valores a fim de doutriná-las diretamente nos interesses estatais.


Essa doutrinação é realidade comprovada em todo o Brasil. Em matéria longa sobre as escolas brasileiras, a revista
Veja de 20/08/2008 fez as seguintes constatações:

* Uma tendência prevalente entre os professores brasileiros de esquerdizar a cabeça das crianças.

* A doutrinação esquerdista é predominante em todo o sistema escolar privado e particular. É algo que os professores levam mais a sério do que o ensino das matérias em classe, conforme revela a pesquisa CNT/Sensus encomendada por VEJA.

* É embaraçoso que o marxismo-leninismo sobreviva apenas em Cuba, na Coréia do Norte e nas salas de aula de escolas brasileiras.

* A pesquisa CNT/Sensus ouviu 3 000 pessoas de 24 estados brasileiros, entre pais, alunos e professores de escolas públicas e particulares. Sua conclusão nesse particular é espantosa. Os pais (61%) sabem que os professores fazem discursos politicamente engajados em sala de aula e acham isso normal. Os professores, em maior proporção, reconhecem que doutrinam mesmo as crianças e acham que isso é sua missão principal — algo muito mais vital do que ensinar a interpretar um texto ou ser um bamba em matemática. Para 78% dos professores, o discurso engajado faz sentido, uma vez que atribuem à escola, antes de tudo, a função de "formar cidadãos" — à frente de "ensinar a matéria".

* Muitos professores brasileiros se encantam com personagens que em classe mereceriam um tratamento mais crítico, como o guerrilheiro argentino Che Guevara, que na pesquisa aparece com 86% de citações positivas, 14% de neutras e zero, nenhum ponto negativo.


Essa realidade das escolas do Brasil está em perfeita sintonia com as políticas do governo, cuja preocupação não é a qualidade nem a liberdade, mas exclusivamente o controle educacional das crianças. Essa realidade faz com que o Brasil se pareça mais com a China comunista, onde crianças de 4 anos são obrigadas a ir para a escola apenas para receber doutrinação estatal. Aliás, de acordo com a
Folha de S. Paulo, o Brasil e a China anunciaram recentemente a “criação de um plano quinquenal de metas, aos moldes dos adotados pelo regime comunista chinês, para criar uma pauta comum na área da educação”.


Se a meta é controlar as crianças de 4 anos, ninguém melhor do que a China para ajudar o Estado brasileiro.


O socialismo não tolera uma Constituição que garanta os direitos das famílias de escolher livremente uma educação de qualidade para seus filhos. O ideal socialista exige que em vez de garantir os direitos naturais dos pais, a Constituição seja alterada para proteger os caprichos ideológicos do Estado. Quando essas alterações fundamentais ocorrem, todas as coisas são possíveis para o Estado.


Portanto, não é de surpreender a aprovação da PEC para impor a escravidão educacional de todas as crianças do Brasil a partir de 4 anos. E também não é de admirar que o
Ministério da Educação do governo Lula tenha recentemente declarado que a educação domiciliar é inconstitucional. Tudo do jeito que a China gosta — e não muito diferente do nazismo.


Em 1937, o ditador Adolf Hitler, líder do Partido dos Trabalhadores Nacional Socialista (mais conhecido como Partido Nazista), declarou: “As crianças de hoje sempre serão os adultos do futuro. Por esse motivo, colocamos diante de nós a tarefa de inocular nossas crianças com o espírito de sociabilização em idade bem nova, numa idade em que os seres humanos são ainda inocentes e portanto estão ainda intactos. O governo nazista tem as crianças como sua base e está se construindo para o futuro nessa base. E o governo nazista não dará suas crianças a ninguém, mas assumirá o controle delas e dará a elas a própria educação e a própria criação do governo”.


Em 1938, Hitler tirou dos pais alemães o direito de decidirem livremente a educação de seus filhos, proibindo oficialmente a educação escolar em casa. O próprio Hitler explica o motivo por que ele queria as crianças obrigatoriamente nas escolas:

Quando um inimigo declara, “Não passarei para o seu lado”, eu digo calmamente, “Seu filho já pertence a nós… O que é você? Você passará. Mas seus descendentes agora estão na esfera do nosso partido. Em pouco tempo eles só conhecerão essa nova identidade”.


Quem livrará as criancinhas do Brasil desse destino cruel?


Fonte:
www.juliosevero.com


Versão em inglês deste artigo:
Educational slavery for four-year-old children


Veja também: Golpe nos direitos dos pais


Visite o Blog Escola em Casa:
http://www.escolaemcasa.blogspot.com


Embora todos os senadores já tenham aprovado a nociva PEC, você pode se manifestar e pedir para que eles detenham a PEC 96A/03. Para escrever para todos os senadores de uma só vez, consulte os emails deles neste link:
http://juliosevero.blogspot.com/2009/04/cientista-medica-escreve-aos-senadores.html


Para ligar gratuitamente para o seu senador, disque:
0800612211


Para ter o email e telefone do seu senador, siga este link:
http://www.senado.gov.br/sf/senadores/senadores_atual.asp?o=1&u=*&p=*

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Estudante negra premiada na UnB não quer o "mérito da cor"

Fonte: CONTRA A RACIALIZAÇÃO DO BRASIL
domingo, 25 de outubro de 2009



Amigos,
O texto abaixo foi publicado ontem no Correio Braziliense. Refere-se a uma estudante negra, de família humilde de Brasília, que recebeu importante prêmio da graduação na UnB. O que nos chamos atenção é que a jovem pesquisadora não quer o "mérito da cor" (muito usado pelos movimentos racialistas).
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Sem saber, o autor do artigo fez um belo texto anti-racialista, em prol da igualdade de chances, independente da quantidade de melanina na pele, ou da "raça".
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Eu, que sou professor da UnB (**), estava presente na citada cerimônia. Vi a Gabriela Silva receber o prêmio. Foi realmente algo muito emocionante para ela e para seu orientador.
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Vamos ao texto:
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Gabriela, a UnB profunda e o Brasil
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por José Flávio Sombra Saraiva, Prof da UnB

Universidade de Brasília, quarta-feira, 21 de outubro de 2009, 20h12. Sob os trovões do verão antecipado do Planalto Central do Brasil e as frestas úmidas das paredes do grande cenário, a jovem Gabriela desceu as escadas do Auditório 4 do Instituto Central de Ciências da UnB. Agarrada às mãos de seu orientador de pesquisa na graduação, Gabriela era semblante forte, elegante em seus trajes, olhar sereno sobre a audiência, autoconfiante. Sem pedir licença, Gabriela recebeu o prêmio do melhor trabalho científico apresentado, na área de ciências humanas e artes, no Congresso de Iniciação Científica da UnB e do Congresso de Iniciação Científica do Distrito Federal.

Seu orientador, professor titular por concurso público da UnB, portador de mais de duas décadas de serviços prestados a instituição, não escondeu as lágrimas da emoção. Seus colegas, na primeira fila do auditório, reconheceram, em acenos, a alegria da vitória merecida. Sua amiga Aline, a representante convocada pela urgência da família, registrava o momento, sem açodamento, em fotos para a posteridade. Recebia Gabriela o diploma mais importante da graduação para a área de ciências humanas da UnB para o ano de 2009. Cumprimentos da banca, do professorado, da representante do CNPq, do reitor.

Depois de duas horas de atos secundários, burburinhos, discursos, certo cansaço, o auditório semiocupado, mas em silêncio obsequioso, ovacionava a afro-brasileira, moradora de uma cidade satélite de Brasília, estudante de curso de elite, o de Relações Internacionais, terceiro em concorrência no vestibular da UnB. Gabriela foi a primeira estudante do curso de Relações Internacionais da UnB a receber o merecido prêmio, medido por banca externa, alheia às políticas internas de departamentos e institutos da UnB.

Gabriela é orgulho de seus mestres e colegas. Ela sabia que, na comunidade de mais de 30 mil estudantes de graduação da UnB, ao lado de outros dois colegas das área de ciências exatas e da vida, era ela o centro do mérito científico, símbolo do que deve ser a universidade, sem concessões ao poder que passa.

Qual o significado daquela noite? Para a educação nacional, a lembrança de que o mérito acadêmico, ainda que eventualmente obliterado pelas políticas de ocasião, segue sendo um valor universal e um projeto relevante para um país que se deseja democrático e desejoso de fazer parte da construção dos padrões elevados de produção científica de impacto social e transformador da realidade que vivemos. Para a Universidade de Brasília, o alerta de que nem sempre o que ocorre na área do poder administrativo tem reflexo na UnB acadêmica e profunda.
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Gabriela não é militante política, não sobe rampas para derrubar reitor, não é dada à política partidária. Gabriela é fruto da UnB profunda, da dedicação, da serenidade científica, do esforço noite a dentro, do silêncio da mesa de trabalho. Essa é a experiência que gerou seu orientador, em outros tempos, mais duros que os de hoje, e que expõe o que de melhor tem o Brasil no mapeamento da ciência nacional e seus impactos na competividade científica mundial. As universidades públicas nacionais foram para tal meta criadas.

Gabriela, no que tange a sua epiderme, não reivindica a afro-brasilidade para avançar privilégios, mas apenas a honestidade de sua brasilidade. Gabriela, aluna de escolas públicas na fase da educação básica, quer servir ao Brasil, quer ser diplomata. Não tem recalques nem quer recompensas nem esmolas. Quer transformar seu problema científico — a cooperação do Brasil com os países da franja atlântica africana — em resultantes práticas e nobres à inserção internacional do Brasil. Gabriela, menina da Brasília dos tempos que temos, toma tempo para a salsa caribenha, para os amigos africanos, para o mundo que desperta em suas inquietações intelectuais. Não gosta de ser confundida com africanos, ainda que tenha na África muitos amigos, como o próprio orientador.

Gabriela é, portanto, o que temos de melhor na UnB. Brasília, ao se aproximar dos seus 50 anos, idade do professor que a orientou no projeto que a levou a tal prêmio, deve a Gabriela a simples lição de que é melhor seguir os caminhos simples, do estudo, da perseverança, aos caminhos tortuosos da política universitária como fim, como projeto egoísta, como meio rápido para o acesso ao poder. Gabriela é uma esperança. Gabriela é uma possibilidade para um Brasil distinto, mais verdadeiro, mais nosso, da gente que pensa que as coisas mudam com atos, esforços, noites de estudo, certa disciplina acadêmica, respeito aos mestres, indiferença aos aventureiros.
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Flávio Sombra Saraiva é Ph.D. pela Universidade de Birmingham, Inglaterra, professor titular em relações internacionais da UnB e pesquisador 1 do CNPq. Clique aqui para conhecer seu CV.
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A pesquisa desenvolvida por Gabriela Silva: "A cooperação internacional do Brasil para a África de língua portuguesa ". Iniciação Científica, 2009 (Graduação em Relações Internacionais) - Universidade de Brasília, CNPq. Orientador: Jose Flavio Sombra Saraiva
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**: O responsável por esta postagem é o biólogo Marcelo Hermes, também professor da UnB. É autor do blog anti-racialista CiênciaBrasil.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".