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quarta-feira, 25 de abril de 2012

OZIEL NO ESTADÃO: Adolescente arrecada dinheiro na internet para conseguir fazer cirurgia

 

ESTADÃO


Rapaz de 22 anos perdeu metade do rosto por causa de um tipo raro de câncer

24 de abril de 2012 | 23h 09

Fernanda Bassette - O Estado de S.Paulo

A mobilização de milhares de internautas e a divulgação em massa de um vídeo caseiro postado no YouTube vai mudar a vida de um jovem de 22 anos, chamado Oziel, que teve um tipo de câncer raro na face e perdeu metade do rosto.

Graças a uma campanha na internet, em pouco mais de 38 horas Oziel conseguiu arrecadar os R$ 106.670,98 necessários para a realização da cirurgia que vai reconstruir o seu rosto.

O sucesso da campanha se deve ao envolvimento de uma rede de vlogueiros - pessoas que mantêm blogs na internet em formato de vídeos. Tudo começou no dia 30 de março, quando o próprio Oziel postou um vídeo caseiro contando a sua história. Lá ele decidiu mostrar a cara, sem máscara, e relatou detalhes da doença que lhe fez perder parte do rosto. Ele pedia ajuda para conseguir dinheiro para a cirurgia.

Nos primeiros dias, o vídeo teve poucos acessos. Até que foi visto pelo vlogueiro Felipe Buarque, que, voluntariamente, decidiu abraçar a história do Oziel.

"A primeira ideia foi criar um site reunindo as informações sobre o caso. As pessoas precisavam saber que o Oziel realmente existe, que aquele vídeo não era uma montagem. E quanto mais eu investigava, mais eu me envolvia com o caso", conta Buarque.

A segunda ideia foi disparar um e-mail para toda a comunidade de vlogueiros e pedir que as pessoas fizessem vídeos contando a história do Oziel. Assim, em poucos dias, pelo menos outros 40 vídeos falando sobre o jovem foram postados na internet.

O grupo também marcou um tuitaço (manifestação no Twitter) para o dia 12 de abril. Todos usaram a tag #ForçaOziel e o movimento chegou a ficar em primeiro lugar nos trend topics do microblog. Mas, apesar dos esforços, ainda era pouco.

Buarque então decidiu entrar em contato com o vlogueiro Felipe Neto - que possui um dos perfis mais visitados do microblog, com mais de 1,6 milhão de seguidores. A ideia era fazer Neto também se envolver e, assim, levar o vídeo para mais pessoas.

Deu certo. Neto topou se envolver, mas tomou alguns cuidados, como pedir que o dinheiro arrecadado fosse administrado por uma entidade isenta (no caso, o Rotary Club). Também pediu que as doações fossem controladas por um site que bloquearia novas doações assim que o valor pedido fosse atingido.

Neto fez um novo vídeo, com a participação do Oziel, e postou o material na madrugada do dia 20. Ao meio-dia do dia 21 eles já tinham arrecadado o dinheiro necessário. "Não agi sozinho. Há várias outras pessoas engajadas no projeto. Mas, confesso que não esperava um retorno tão rápido", diz Neto, que tem como público-alvo jovens de 13 a 24 anos.

História. Oziel mora em Lucas do Rio Verde, no interior de Mato Grosso. Aos 9 anos, procurou um dentista para tratar uma carne esponjosa no dente. Foi encaminhou para um médico em Cuiabá que não soube diagnosticá-lo e receitou bochecho três vezes ao dia e antibiótico.

O caso piorou e três anos depois Oziel veio a São Paulo, onde foi diagnosticado o câncer raro. Fez várias cirurgias para retirar o tumor e tentou colocar enxertos para reconstruir o rosto, mas nada deu certo. Parou de estudar, pois não conseguia frequentar a escola e por onde passava era alvo de olhares e comentários.

Há dez anos o jovem usa uma máscara cirúrgica para cobrir o defeito no rosto. Mora com a mãe e ganha a vida vendendo espetinhos. "Antes eu me incomodava mais, hoje estou acostumado. Mas não vejo a hora de colocar a prótese e poder sair de casa sem máscara", disse. "Quero voltar a estudar e fazer faculdade."

A cirurgia será realizada no Instituto Branemark, em Bauru, entidade filantrópica especializada em reconstrução facial. Segundo a cirurgiã Raquel D’Aquino Caminha, o caso do jovem é bastante complexo e, por isso, não é possível afirmar quantas cirurgias serão necessárias. "Nosso objetivo é colocar as próteses e devolver a fisionomia do rosto de Oziel."

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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