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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

CGU manda ministérios revelar nome de ONGs suspeitas

 

ÚLTIMO SEGUNDO

Ministro Jorge Hage encaminha ofícío e pede que pastas informem quais são entidades com problemas em convênios

Adriano Ceolin, iG Brasília | 09/02/2012 12:37

O ministro da Controladoria-Geral da União, Jorge Hage, solicitou por meio de ofício a cada ministério o nome das Organizações Não-Governamentais (ONGs) com convênios irregulares. Ontem, o iG mostrou que o governo identificou R$ 755 milhões com entidades suspeitas. Os ministérios da Cultura e do Turismo lideram ranking de ONGs com problemas.

O total de dados foi computado pela CGU, em parceria com o Ministério do Planejamento e a Casa Civil. Foram analisados 22 ministérios do governo após determinação da presidenta Dilma Rousseff por meio de decreto assinado em setembro passado. Contudo, segundo a CGU, as pastas ainda não informaram o nome das entidades com problemas.

“Assim, nos termos do art. 3.º, § 2.º, III, c/c o art. 4.º, do mencionado Decreto, solicito a Vossa Excelência informar, até o dia 27 do corrente mês, o rol de entidades declaradas impedidas de celebrar convênios, contratos de repasse ou termos de parceria com a Administração Pública Federal”, escreveu Hage no ofício encaminhado ontem a todos os ministérios.

Como está no ofício de Hage, os ministérios têm de repassar o nome de ONGs com problemas até o dia 27 de fevereiro. Por meio de nota, a CGU informou que a lista de convênios foram feitos com entidades sem fins lucrativos que sequer receberam recursos. Já os 305 convênios "restrições" terão de passar por Tomada de Contas Especiais (TCEs)

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".