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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

EXTERMINADORES DO FUTURO IV 3ª PARTE: LA NUOVA SCUOLA FASCISTA: OS ANOS ENTRE GENTILE E BOTTAI

 

HEITOR DE PAOLA

22/01/2012

Como já vimos anteriormente a reforma fascista do ensino passou por duas fases: a Reforma Gentile, iniciada em 1923, e a Carta della Scuola de Giuseppe Bottai, de 1939. Resta saber como foram administradas as escolas fascistas durante este intervalo em que se sucederam oito Ministros da Educação. Sem analisar a escola fascista é impossível estudar as organizações juvenis como a Opera Nazionale Balilla.

Da mesma forma que Trotsky foi retirado das fotos após a morte de Lenin e a posse de Stalin, várias são as falsificações do Ministério da Verdade esquerdista com o sentido de refazer a história a seu bel prazer, ocultando seus erros e, como no caso abordado a seguir, fatos históricos que os constrangeriam muito se descobertos. É o caso do sumiço de doze anos da biografia de Maria Montessori. Por ser seu método de ensino o queridinho das esquerdas, qualquer relação com o fascismo precisa ser sonegada. A esquerda tem um enorme interesse em transformá-la numa heroína cujo método de ensino deve ser aceito como válido modernamente. Portanto, o que se sabe de sua biografia? Muito, exceto a respeito dos anos 1922 a 1934. Tudo o que as principais biografias dizem é que Montessori criou as Case dei Bambini na Itália em 1907, foi recebida com honras nos EUA em 1913 e foi para Barcelona em 1916, dizem alguns para evitar que seu marido fosse convocado para a I Guerra Mundial. As únicas referências mais explícitas mencionam que ela retornou à Itália em 1922, foi nomeada inspetora geral das escolas fascistas e saiu em 1934 por ser pacifista e “reconhecer que os métodos de Mussolini eram brutais” [i]. Isto é apenas a ponta visível do iceberg.

Em 1920 saiu a III Edição de seu Il Metodo della Pedagogia Scientifica e Maria começa a retomar contatos com sua terra natal. A verdade é que voltou para seu país exatamente por apoiar Mussolini no exato ano em que ele era nomeado Presidente do Conselho do Reino. Inicialmente proferiu uma série de conferências em Nápoles a convite do então Ministro Antonio Anile. Um ano após Giovanni Gentile é nomeado Ministro e, influenciado pela Rainha-Mãe, Margherita de Saboia, demonstra interesse em colaborar com Montessori e disseminar seu método pedagógico por todo o país. Mussolini se interessou muitíssimo pelo método pedagógico considerado muito promissor para ser incorporado ao sistema escolástico da Reforma Gentile [ii].

Em abril de 1924 a Societá Amici del Método se torna a Opera Nazionale Montessori, fundação criada por decreto real, presidida por Gentile com Maria Montessori como Presidente de Honra. A fundação penetrou até mesmo nos colégios religiosos como o Suore Francescane Missionarie di Maria in via Giusti [iii]. Mussolini autorizou Gentile a estruturar um curso montessoriano para professores em Milão. Cento e cinqüenta alunos assistiram às aulas de Montessori, 60 por ordem direta de Gentile. Mussolini era o Presidente de Honra do curso.

Em 1926 Mussolini é escolhido Presidente da Opera e Gentile passa a Diretor dos escritórios de Roma. O Duce provê com fundos estatais as escolas que seguissem o método, contribuindo com L 10.000 de seu próprio bolso. Já em 1925, ano em que Maria se tornou membro honorário do Partido Fascista, Mussolini dizia que “pessoas que objetassem ao método montessoriano eram todos ignorantes” [iv] e “recomendou o método a outros ditadores” [v]. No mesmo ano foi estabelecida em Roma uma escola montessoriana de preparação de professores, a Scuola Magistrale Montessori, e o Ministro Gentile anunciou que este era o próprio método fascista de ensino. Neste ano (1926) foi fundada a Opera Nazionale Balilla, responsável pela educação política e física das crianças em curso primário. Estudaremos adiante estas organizações juvenis, basta aqui ressaltar a “coincidência” com a institucionalização do método montessoriano.

Em 1927 outras escolas foram estabelecidas e a partir de 1929 Montessori passou a controlar todo o sistema de ensino fascista [vi]. Neste mesmo ano foi realizado o chamado “plebiscito” (24/03/1929) em que o povo deveria votar a favor ou contra a lista de 400 nomes apresentada pelo PNF. O comparecimento foi maciço: 89,63% dos eleitores. O sim obteve 8.519.559 votos e o não 135.761 e 8.092 nulos [vii]. O poder fascista tornava-se total!

Em 1931 o Gran Consiglio Del Fascismo instituiu a obrigatoriedade de todos os professores jurarem lealdade ao Fascismo e ao Duce. Vários professores que aberta ou reservadamente criticaram o regime, ou mesmo frente a meras suspeitas ou denúncias anônimas, foram expulsos do magistério. Logo depois foi criado um juramento adicional, o de “viver e morrer pelo Duce”. O ensino não mais poderia ser neutro, mas fascista em seu cerne, justificando a nova “ética” de violência, obediência e uniformidade intelectual. Os que não aceitaram foram demitidos. Como a grande maioria, Maria Montessori manteve seu emprego. Acredita-se, portanto, que tenha aceitado os juramentos.

Em 1934 a obrigatoriedade do ensino fascista atingiu os jardins de infância para, desde a mais tenra idade, começar a formação do “novo homem fascista”. Foi então que aparentemente Maria começou a desconfiar das iniciativas do Duce. (Depois de doze anos é que percebeu isto?!). Sua idéia inicial sempre fora uma “educação para a paz”, o que conflitava diretamente com a visão de Mussolini, de quanto poderia fazer uso do método para fabricar fanáticos. Maria admitiu que “as implicações de sua teoria iam longe demais. Era através da atuação sobre as crianças que os governos totalitários conseguiam produzir enormes reservas de jovens fanáticos, totalmente devotados ao seu líder e tomados de espírito guerreiro” [viii]. Era exatamente isto que o Duce queria e soube se aproveitar muito bem de um método baseado em falsas premissas psicológicas! Montessori saiu da Itália, mas não mudou seu método, hoje grandemente difundido pelo mundo.

APRESENTAÇÃO SUMÁRIA DO MÉTODO

Nos países livres a formação das crianças é deixada para os pais, a escola deve ser informativa, embora participe minimamente da formação pelo contato com um meio externo, suas regras e disciplina, que nem sempre correspondem às de casa. Há um momento, ao redor dos 5-6 anos de idade, em que a criança precisa aprender a conviver num mundo mais amplo e já desenvolveu as condições mentais, até de amadurecimento do Sistema Nervoso Central, para tanto. Gentile, conforme suas inclinações totalitárias, afirmava que a escola – de preferência estatal - deveria ser formativa, e não informativa. O método construtivista montessoriano é o mais adequado para isto.

No Sistema Montessoriano o educando é “educador de si mesmo”, tendo a possibilidade de escolher o seu trabalho, de se mover por conta própria, de se tornar “responsável pelo seu progresso e crescimento”. Pelo método o educando caminha para a independência e liberdade numa atitude auto-dirigida. A integração da criança com o ambiente, com o material montessoriano e com o professor, resulta na aprendizagem significativa e individualizada. A cada fase do desenvolvimento vivenciada pelo educando, ele está auto-construindo, internalizando conceitos e valores sociais, de forma segura e de acordo com o momento histórico atual.

Nas palavras de Maria Montessori: “educação não é o que o professor dá, mas um processo natural espontâneo levado a efeito pelo indivíduo, não através de escutar palavras, mas de experiências no ambiente. (...) A tarefa do professor é preparar uma série de motivos culturais num ambiente especialmente preparado (...). Os professores humanos só podem ajudar o grande trabalho que está sendo feito, como servos ajudam seu senhor (...). Assim poderão testemunhar o desvelar da alma humana e o surgimento de um Novo Homem (...)”. O Programa de Educação Infantil baseado no construtivismo estrutura-se no conceito de educação integral (cuidar e educar), visando o desenvolvimento da criança na sua totalidade: cognitivo, psicomotor, físico, social, intelectual, afetivo. A psicologia escolar tem como objetivo assessorar o trabalho pedagógico. Na escola montessoriana, a criança encontra um ambiente preparado para o seu aprendizado, o que permite a autoconstrução de seu desenvolvimento cognitivo e psicomotor. Quando isso não acontece, o professor funciona como um investigador para saber o que há de errado, tendo o acompanhamento do psicólogo na busca de “soluções.

Os princípios básicos fundamentais da Pedagogia de Montessori são: a liberdade, a atividade e a individualidade. Outros aspectos abordados nesta metodologia são: a ordem, a concentração, o respeito pelos outros e por si mesmo, a autonomia, a independência, a iniciativa, a capacidade de escolher, o desenvolvimento da vontade e a autodisciplina [ix].

O método Montessori está inspirado no humanismo integral, que postula a formação dos seres humanos como pessoas únicas e plenamente capacitadas para atuar com liberdade, inteligência e dignidade.

CRÍTICA AO MÉTODO

Comecemos pelo fim: o humanismo integral. O que significa humanismo? De acordo com oHumanist Manifesto I [x], “a base do humanismo é de que não existe um Deus Todo Poderoso, Criador e Sustentáculo da vida, os humanistas acreditam que o homem é seu próprio deus. Acreditam que os valores morais são relativos, inventados de acordo com as necessidades de um povo específico, e que a ética também é situacional. Os Humanistas rejeitam a moral e a ética Judaico-Cristã, tais como as contidas nos Dez Mandamentos, tidos como “dogmáticos”, “fora de moda”, “autoritários” e um atraso ao progresso da humanidade. No humanismo a auto-realização, a felicidade, o amor e a justiça são encontrados por cada homem individualmente, sem referência a nenhuma fonte divina. Dentro da ética Judaico-Cristã não existe e não pode existir auto-realização, felicidade, amor ou justiça na Terra, que não seja, em última análise, relacionada com um Deus Todo Poderoso, Criador e Provedor” [xi]. Quando vejo um Cristão ou Judeu estufar o peito de orgulho para revelar-se humanista fico pasmo de ver a que ponto vai a burrice, a ignorância e/ou a má fé dos seres humanos!

A declaração de que o construtivismo se baseia no humanismo integral já mostra a que veio o tal método: fazer uma lavagem cerebral, eliminando da mente das crianças tudo aquilo que ela traz de casa como crenças e princípios universais, porque a negação de um Deus Criador e Provedor é a destruição de quaisquer valores universalmente válidos.

A “auto-construção” através da internalização de conceitos e valores sociais, de forma segura e de acordo com o momento histórico atual” significa a impregnação da mente infantil das crenças professadas pela onipotente casta professoral aliada a gerações de pais inseguros de suas próprias crenças. Lembremos a firmação de Mussolini: “O fascismo é um método, não uma finalidade, uma autocracia por sobre a via democrática. “Permitimo-nos ser aristocráticos e democráticos, conservadores e progressistas, reacionários e revolucionários, legalistas e contra a lei, segundo as circunstâncias de tempo, lugar ou ambiente”. O “desvelar da alma humana e o surgimento de um Novo Homemé o sonho de todos os ditadores, de um dos quais Montessori foi serva obediente durante doze anos.

O construtivismo não passa de uma falácia. Tenha ou não sido esta a intenção de sua criadora, foi e continua sendo um meio fértil para a introdução das ideologias coletivistas, ambientalistas e a preparação, entre outras coisas, de um mundo de pensamento uniformizado, um mundo de crianças robotizadas a serviço de qualquer totalitarismo. Pois o tal ambiente preparado pode ser preparado para qualquer coisa e utiliza-se a noção de auto-construção para esvaziar a mente dos alunos dos valores que traz de casa e “construir os seus”. Ora, isto é uma impossibilidade, a criança aprende inicialmente imitando, só posteriormente irá fazendo suas próprias opções e criando outras. O que ocorre é uma verdadeira lavagem cerebral, bem ao gosto dos sistemas totalitários. Pode-se, então, introduzir qualquer coisa como se fosse “construção” ou “criação” da própria criança, aumentando falsamente o sentimento de onipotência. Nada mais eficaz do que o doutrinado acreditar que inventou a doutrina. Foi aí que o Duce encontrou a verdadeira utilização do método montessoriano!

Quando se diz que o professor funciona como um investigador para saber o que há de errado,tendo o acompanhamento do psicólogo na busca de “soluções", a escola se transforma em agente terapêutico! Instaura-se o mundo maquiavélico da “psicopedagogia”, o pior dos mundos para crianças e famílias!

A FALHA BÁSICA DO MÉTODO “CONSTRUCIONISTA”

Este método aparentemente se baseia numa teoria psicológica falsa: a de que a criança chega à escola com a mente como uma tela em branco. Nem mesmo ao nascer isto é verdade: a herança genética é fato comprovado. O fato é que Maria Montessori e seus seguidores sabem muito bem dist.

A primeira a observar crianças muito pequenas e tentar entender suas mentes foi Melanie Klein [xii], já em 1919 no Instituto Psicanalítico de Budapest. Depois de ir para Londres tornou-se mundialmente conhecida como analista de crianças. Seus trabalhos sobre a vida mental infantil [xiii] são ainda hoje considerados fundamentais. Contrariando Freud, que jamais a contestou, mostrou que a vida mental da criança já tem a enorme complexidade da do adulto desde o nascimento. Suas observações sobre o primeiro ano de vida viriam a ser complementadas por Esther Bick [xiv].

Já mesmo a vida intra-uterina é extremamente complexa como foi comprovado por Alessandra Piontelli [xv], pediatra e psicanalista milanesa, com grande experiência em obstetrícia. Usando técnicas modernas de ultrassonografia demonstrou que o feto já é um ser humano completo, ri, chora, brinca com o cordão umbilical – seu primeiro brinquedinho – sonha, reage a estímulos externos e internos. As reações físicas e psicológicas da mãe e dos familiares são sentidas e a elas reagem. Os “chutes” na barriga, tão dolorosos como prazerosos para as gestantes, não são movimentos meramente reflexológicos de “arcos reflexos” pavlovianos, mas expressões às vezes de sonhos ou reações a estímulos externos, ou de sentimentos de raiva.

O método montessoriano não é, portanto construtivista, mas desconstrutivista: é preciso “desconstruir” tudo que já está na mente infantil, para deixar a criança inerme nas mãos de professores quem ao invés da admitir que ensinam o que bem entendem, fingem que a criança está auto-construindo seu conhecimento. Com isto eliminam-se todos os valores universais, estimula-se a onipotência da criança para torná-la uma humanista que acredita que não existem conhecimentos universais, mas todos são suas criações.

Voltarei a isto no final desta série com falar da doutrinação ambientalista como a religião da Nova Era.


[i] Uma explicação totalmente descabida de tão ingênua é a de Barbara Thayer-Bacon: Montessori was not alone in being blind to Mussolini’s brutality, like many others she was hopeful that her presence and activity might make a difference. She truly believed that her system of education properly carried out under her own supervision would accomplish good results for individual children and in the long run for all of society. She declared herself apolitical, not existing to any political party, and did not openly oppose the Fascist regimeuntil it began to interfere with her own activities as a teacher, and those of her teachers. InMaria Montessori: Education for Peace (minha ênfase).

[ii] Erica Moretti, Brown University, Recasting Il Metodo: Maria Montessori and Early Childhood Education in Italy (1909-1926), inhttp://www.cromohs.unifi.it/16_2011/moretti_montessori.html

[iii] Corso per educare fanciulli col Metodo Montessori, in Vita femminile italiana», a. IV, n. 1910, pp. 348-349. Citado por Moretti.

[iv] Muitas informações sobre a relação de Montessori com Mussolini foi retirada da obra de Rita Kramer, Maria Montessori: A Biography, Radcliffe Biography Series

[v] Bruce Walker, Maria Montessoris Hidden Decade, in American Daily

[vi] Bruc Walker, Maria Montessori and the Memory Hole, in Canada Free Press.

[vii] Seis meses antes, em 08/12/1928, Mussolini declarou à Câmara: “Vamos ao plebiscito, que ocorrerá em absoluta tranqüilidade (...) o povo votará perfeitamente livre. Quero apenas recordar, todavia, que uma revolução pode ser consagrada num plebiscito, jamais revertida!(De Felice, op, cit., PP 437-438).

[viii] Ver em Google Books

[ix] Ver em http://www.abec.ch/Portugues/subsidios-educadores/biografias/Montessori.pdf

[x]http://www.americanhumanist.org/Who_We_Are/About_Humanism/Humanist_Manifesto_I. Sugiro sua leitura atenta assim como dos Manifestos II e III.

[xi] Deve ser esclarecido que este manifesto veio à luz em 1933, o mesmo ano em que Hitler foi nomeado Chanceler do Reich.

[xii] http://psicanalisekleiniana.vilabol.uol.com.br/biografia.html

[xiii] The Complete Works of Melanie Klein, Hogarth Press, London

[xiv] http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-56652006000200007

[xv] http://www.livrariaresposta.com.br/v2/produto.php?id=888,http://www.wook.pt/ficha/development-of-normal-fetal-movements/a/id/3431463

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".